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Corinthianzzz e Palmeiras, mais eficientes. Santos e São Paulo, dispersos
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O Corinthians, de futebol burocrático e sonolento, é o mais eficiente do futebol paulista – falo dos grandes e deixo de lado o muito bem montado Mirassol – já decorridas quatro rodadas do Paulistão. O time de Carile fez três gols em quatro jogos. E conseguiu nove pontos. Cada gol vale três pontos. Vitórias por 1 a 0 contra São Bento, Novorizontino e Audax e uma derrota contra o Santo André.

Apenas como forma de comparação. O São Paulo fez doze gols e tem sete pontos. Precisa de 5, 14 gols para fazer um ponto.

O Palmeiras vinha na mesma toada da eficiência que mascara a ausência de bom futebol. Nas três primeiras rodadas, havia conseguido seis pontos, com dois gols marcados. Novamente, cada gol valia três pontos. Até que veio a goleada por 4 a 0 sobre o Linense, mostrando que o time já começou a crescer rumo ao seu grande potencial.

O que Corinthians e Palmeiras têm em comum diante de seus rivais, São Paulo e Santos, que mostram um futebol mais criativo? A espetacular eficiência defensiva. O Palmeiras sofreu um gol em quatro jogos. Apenas um. O Corinthians, dois. São equipes que estão justificando a tese de que um bom time começa a ser montado a partir de um sistema defensivo eficiente. Sistema defensivo eficiente permite que você faça um gol e vença o Audax. O São Paulo fez dois e perdeu.

Os dois gigantes se enfrentam na quarta-feira, em Itaquera. São líderes de seus grupos. Mesmo assim, o derrotado será saudado pelo estridente som de cornetas. Se houver empate, elas soarão também. Dos dois lados.

Santos e São Paulo são o outro lado da moeda do pragmatismo. Optaram pelo ataque e jogam em busca de gols. O que ocasiona muitos acertos a serem feitos. A próxima rodada já deve mostrar algo neste sentido.

O São Paulo é um case da falta de balanceamento. Tem o melhor ataque e a pior defesa. Se mantiver o estilo, fará um campeonato que sua torcida como aquele em que houve grandes jogos e não houve título. Rogério coloca o time para marcar alto, com a linha de quatro ou três no meio campo e o goleiro Sidão adiantado.

É um conceito. Não abre mãe dele, o que é correto. Mas os ajustes urgem. Os erros individuais de Maicon são assustadores. Contra o Mirassol, deu uma cabeçada para trás que quase matou o goleiro. Acredito que ele vá descansar contra o São Bento. Rogério já agiu rápido ao tirar Douglas, ao recuar Rodrigo Caio para a zaga e ao efetivar Tavares na esquerda, deixando de lado o fator Buffarini deslocado. O argentino já vai mal na sua, o que dirá todo torto na esquerda?

Dorival Jr. acenou com a possibilidade de atuar com apenas um zagueiro, recuando o volante Yuri, que já havia jogado assim nos tempos de Audax. Começou fazendo seis no Linense, mas já houve um recado claro com os dois gols sofridos. Sofrer dois gols em um jogo é terrível. Para vencer, você precisa fazer três. Fácil? Nem pensar. No segundo jogo, foi possível. Três a dois contra o Red Bull, com um gol que não deveria ter sido validado.

Com dois avisos, o Santos manteve o estilo e sufocou o São Paulo no primeiro tempo. No segundo, os buracos enormes apareceram. Levou três e não levou quatro porque Gilberto é Gilberto. Dorival mudou, escalou Cléber, a contratação mais importante do ano e…lambança. Expulsão. Uma derrota muito sentida porque o ataque, grande salvador, não funcionou.

Dorival precisa arrumar o time. Ceni precisa arrumar o time. Carile precisa arrumar o time, afinal ninguém garante que a fantástica eficiência vá funcionar sempre. E Eduardo Batista tem menos trabalho.

Entre os quatro, São Paulo e Palmeiras dão pinta de que podem crescer bastante. Estão longe do teto. O Santos pode crescer, mas a torcida não ajuda e Dorival é pressionado. E o Corinthians depende muito do que Jadson irá aportar em termos futebolísticos.

 


Estreia o instigante Santos de Dorival Jr, o favorito do Paulistão
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dorival-juniorHoje, tem velha novidade no calendário. Começa o campeonato paulista. O Santos faz sua primeira partida e há a certeza de um futebol alternando posse de bola com velocidade, como foi no ano passado. É o meu favorito.

Dorival Jr foi o único técnico mantido entre os grandes. O vice-campeão Audax manteve Fernando Diniz, mas perdeu muitos jogadores e não vejo possibilidades de a bela campanha do ano passada ser mantida.

O Santos, não. Manteve o treinador e o elenco que fez um bom brasileiro. E trouxe reforços pedidos e aprovados pelo treinador. Dorival teve todo o controle das negociações e chegou a recusar o zagueiro Felipe Trevizan, do futebol alemão. Recusou um zagueiro internacional, mesmo tendo zagueiros contundidos como Gustavo Henrique e Luiz Felipe.

O motivo é simples: Dorival pretende jogar com apenas um zagueiro, possivelmente Cleber. Seu parceiro possivelmente será Renato. Mas hoje a dupla santista terá Lucas Veríssimo e Yuri. Um zagueiro e um volante com boa saída de bola. Uma experiência que já foi iniciada e treinada no ano passado.

A linha defensiva é móvel.

Começa com quatro: Ferraz, Veríssimo, Yuri e Zeca.

Com a bola, Yuri avança e a linha fica com três.

Sem a bola, atacado, a linha tem cinco jogadores, com o recuo de mais um volante, como Thiago Maia ou Renato ou Donizete.

Além destas variações, o time tem Lucas Lima como armador, Rodrigão centralizado, Copete na direita e Victor Ferraz, aberto na direita, ou no meio, formando dupla com Lucas Lima.

É um time que pode ser campeão jogando futebol bonito. Uma dádiva


Palmeiras é o time a ser batido em 2017. Vai ser difícil
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O que é mais difícil: agarrar um porco ou impedir o vôo de um periquito? Seja qual for o mascote escolhido, a missão será dura. O Palmeiras, que perdeu seu treinador e sua grande estrela é, ainda assim, o time a ser batido em 2017. O nível de investimento é maior. O nível qualitativo dos jogadores contratados também é maior.

A primeira lista, com Keno, Rafael Veiga e Hyoran não impressiona tanto. Mas não é diferente dos nomes que os rivais estão trazendo: Sidão, Jô, Kazim, Neílton…

A segunda lista, ainda não concretizada, é que mostra a diferença entre quem tem sonhos e quem tem dinheiro. A torcida do São Paulo faz juras de amor a Felipe Melo, o volante responde dizendo que adora o clube. Mas, como amor é uma coisa e dinheiro é outra, Felipe está com um pé (quase dois) no Palmeiras.

Outro exemplo: o Palmeiras não tinha um bom meia. Trouxe Cleiton Xavier, que não pegou no breu. Então, está trazendo o venezuelano Guerra, grande destaque do Nacional da Colômbia, campeão da Libertadores. E ainda há a possibilidade de Miguel Borja, letal goleador.

Haverá um período de adaptação no comando do time. Eduardo Batista é um treinador com conceitos diferentes de Cuca. Ele prefere o jogo mais cadenciado, com maior posse de bola. Mas os outros grandes terão problemas de adaptação também. Ceni deve utilizar a linha defensica com três jogadores, não necessariamente tres zagueiros. A ala direita pode ser de David Neres. Ele quer dois jogadores com bom passe para iniciar as jogadas de ataque. Podem ser Cueva e Cícero. Deslocará Buffarini para a esquerda. Ainda não tem um centroavante e vai perder João Schmidt. É muita mudança. Um possível time pode ter Sidão; Maicon, Rodrigo Caio e Lugano; Neres, Thiago Mendes, Cícero, Cueva e Buffarini; Gilberto e Nem. Algo assim, muito diferente do que se tem hoje. Muito trabalho para dar certo.

Carille também é novidade no Corinthians. Deve tentar retomar o que Tite fez. Difícil, ainda mais com jogadores como Potker e Jô, que estão chegando. É bastante adaptação. É muita incerteza.

O Santos mantem o ótimo Dorival Jr, que deve implantar a linha de cinco defensiva, com Renato ao lado de Cléber como um dos defensores centrais. Também demandará trabalho.

Todos se mexem. Dos quatro grandes, apenas um tem o mesmo treinador.

E todos correm atrás do Palmeiras, o atual campeão. Periquito ou porco, não interessa. Vai ser difícil…


Timão e Santos passam. Sábado sem golpe no Paulistão
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Corinthians e Santos não permitiram um golpe ao seu favoritismo, vindo de Red Bull e São Bento e estão na semifinal do Paulista. O Corinthians espera o vencedor de Audax e São Paulo e o Santos aguarda por Palmeiras ou São Bernardo.

O Corinthians se classificou mais facilmente. O motivo? Red Bull é mais fraco que o São Bento e o time de Tite jogou com seriedade o tempo todo. No final do jogo, seus atacantes pressionavam a saída de bola do rival. É o estilo Tite. Seriedade sempre. Presença no ataque e poucas chances aos adversários. 4 a 0 e poderia ser mais.

O Santos de Dorival venceu por 2 a 0. Venceu com justiça, mas mostrou duas diferenças em relação ao Corinthians, que pode encontrar na final.

1) O Santos foi muito mais envolvente, considerando-se apenas o primeiro tempo. Velocidade, tabela, toque de bola, futebol bonito. Fez dois e poderia fazer mais. Vitor Bueno jogou muito.

2) No segundo tempo, o Santos praticamente abdicou de uma goleada. Jogou em ritmo lento, troca de passes laterais e pouca profundidade. Preguiça total. O São Bento, com Diego Clementino e Sena ajudaram Marcelo Cordeiro, que sofreu muito no primeiro tempo, melhorou na defesa e teve chances de empatar.

Santos mais envolvente, jogo mais bonito.

Corinthians mais constante, jogo mais seguro.

Pode ser a final.

Haverá golpe nos jogos restantes?

 


Paulo Nobre trata Palmeiras como um brinquedo
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O presidente Paulo Nobre está no seu último ano à frente do Palmeiras. Já foi reeleito e, segundo o estatuto, não poderá competir pela terceira vez seguida. Será difícil para ele ficar longe do clube que dirige como uma propriedade particular, um brinquedo muito caro.

Paulo Nobre, um milionário, colocou muito dinheiro no clube. Vai receber tudo de volta, através de um acordo que não prejudica o clube. Talvez por isso se sinta cada vez mais dono.

Já repararam que todo novo contratado do Palmeiras em 2016 chega ao clube dizendo que a meta é ser campeão do mundo? Todos pensam isso? Todos? Ou estão apenas repetindo um discurso ufanista do presidente? Presidente que se comporta como torcedor, que levanta taça e usa máscara de Ricardo Oliveira.

Paulo Nobre trata o estádio do Palmeiras como o estádio do Palmeiras. E de mais ninguém. Ele gostaria que nenhum torcedor de outro time aparecesse por lá. Faz de tudo para que não haja torcida rival. E gostaria que a torcida do Palmeiras nem acompanhasse o clube em outros campos. Não gosta de torcida, já disse que lugar de criança é em casa.

Nobre não é de diálogo. Fernando Galluppo, sócio do clube gosta de dizer eu ele constrói muros em vez de pontes. “Foi assim com as organizadas, foi assim com a torcida do Rosario Central, quer o campo apenas para ele e foi assim com a Fox. Não conversa nunca”.

Os jogadores do Palmeiras são proibidos de dar entrevista à Fox porque Nobre se irritou com brincadeiras e ironias feitas pelo jornais Mano, do Fox Sport Radio, em relação ao departamento médico do clube. Já havia sido assim quando proibiu participação de jogadores no programa de Neto.

Galuppo reclama muito da decisão de Paulo Nobre em terminar com o basquete palmeirense, que não está mais no NBB. “Ele disse que o custo de R$ 4 milhões por ano era muito dinheiro e acabou. Não aceitou nenhum argumento e o clube agora só participa das categorias de base.

Em três anos de comando, Paulo Nobre terá seu sexto treinador, possivelmente Cuca. Passaram por lá Gilson Kleina, Gareca, Dorival Jr., Osvaldo e Marcelo, ambos Oliveira. Ele tem pressa. Quer títulos antes que o brinquedo se vá.


Santos, altivo, tenta terceiro golaço em 2016
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A repetição da final da Copa do Brasil, no campo do Palmeiras, é a oportunidade de o Santos conseguir sua terceira grande conquista do ano, a primeira dentro do campo.

Conseguir uma vitória após a rivalidade do final do ano passado seria muito importante para o time, que ainda não conseguiu acertar um bom substituto para a dupla Marquinhos Gabriel/Geuvanio. Dorival tentou com Paulinho, com Patito, com Berola e…nada. Agora, recebeu Maxi Rolón, um jogador que não conhece e não recomendou.

dorivaljrO Santos tem duas vitórias – Ponte Preta e Ituano –  e dois empates – São Bernardo e Novorizontino – no campeonato. Vencer o clássico seria um grande salto.

Os outros golaços do Santos vieram com altivez.

1) O clube teve juízo e não aceitou valores que não poderia pagar para Robinho. Deu um fim à chantagem sentimental de que não poderia permitir que o Rei das Pedaladas vestisse outra camisa. Foi uma atitude corajosa e respaldada pelo próprio Robinho, quando, na sua apresentação como novo jogador do Galo, definiu futebol como um “negócio”.

2) A diretoria assinou contrato com o Esporte Interativo, que paga muito mais que a TV Globo para ter os direitos de TV fechada. Parece tão simples assinar com quem paga mais, mas outros clubes não pensam assim. O Santo deu um passo correto. Passo de clube grande.


Abre o olho, Corinthians. Um dia, a casa cai. E Dorival está ótimo
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A diferença de sete pontos caiu para três em dois jogos. E poderia ter caído mais, afinal Palmeiras e Grêmio foram melhores que o Corinthians. Jogar mal e conseguir o empate é fundamental em um campeonato equilibrado. É ponto que, no final, pode apontar o campeão.

Mas, números a parte, o importante é jogar bem. Se não voltar a jogar bem, um dia a sorte acaba. Ou melhor, a aplicação e a marcação podem não ser suficientes.  Grêmio e Atlético-MG estão jogando mais.

O título parece destinado a um dos três. Há uma briga boa pela quarto lugar, que leva o time à Libertadores. Santos e Flamengo estão em ascensão e são os candidatos mais fortes. O Flamengo, caso vença o Cruzeiro, ultrapassa o São Paulo e chega ao quarto lugar.

E quem atropelou o São Paulo foi o Santos, de Dorival Jr. Não gosto de dar todos os méritos ao treinador, acho que há uma valorização muito grande desses profissionais, mas Dorival merece. Depois de um ano ruim, ressurgiu no Santos. Montou uma boa defesa e o ataque pôde fazer a diferença.

O jogo até estava parelho, até David Braz fazer o primeiro, de cabeça. Então, uma nuvem de conformismo tomou conta do São Paulo. Além das dificuldades técnicas do lado esquerdo da defesa, faltou – e falta constantemente – um maior aguerrimento, um maior querer para buscar o empate. E veio o segundo e veio o terceiro.

Flamengo, Santos, Galo e Grêmio estão jogando bem. O Corinthians continua muito difícil de ser batido, mas não empolga.

 


Em Itaquera, o Corinthians já era
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Corinthians perde para o Santos e é eliminado

O Corinthians é o único grande paulista eliminado na Copa do Brasil. Caiu em casa, como já havia caído contra o Palmeiras no Paulista e o Guaraní na Libertadores.

Caiu contra um adversário que já havia posto a mão na vaga no jogo anterior, um 2 a 0 sem contestação na Vila. O Corinthians entrou em campo com a indicação de que considerava difícil a virada. A entrada do garoto Matheus Pereira, de 17 anos, comprova a tese.

Houve uma pressão inicial, mas o primeiro gol, com um lindo contra-ataque, determinou a classificação santista. O Corinthians precisava de mais quatro gols. E, convenhamos, eles não viriam com Cristian e Romero. Mesmo com a bela definição do paraguaio.

O Santos está jogando muito bem. Tem velocidade e faz muitos gols. É um 4-3-3 com um quarteto de frente espetacular: Lucas Lima, Gabigol, Ricardo Oliveira e Geuvânio.

Com a chegada de Dorival Jr, o time ganhou compactação, não é mais um time “largado” em campo. Tem pegada e a defesa está protegida. Os garotos Gustavo Henrique, Zeca e Thiago Maia são bons.

Corinthians e Galo, os líderes do Brasileiro, podem agora se dedicar apenas à busca deste título. Estão fora da Copa do Brasil. Se não vencerem, terão muito a explicar a seus torcedores. No caso do Corinthians, porque o time foi tão omisso contra o Santos.

 


Valdivia, o genial capitão verde e a mediocridade da torcida do Santos
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E Valdivia está dando a volta por cima. Depois de tantos problemas físicos e comportamentais – não é preciso repetir quais foram – está honrando a camisa do clube. Como capitão, mostrando que Dorival Jr. acertou em lhe dar esse cargo tão importante para chilenos. Valdivia é o grande nome do Palmeiras que faz um segundo turno de alto nível e que vê o rebaixamento como um pesadelo praticamente evitado.

A travessia pela pinguela balançante, com tubarões famintos lá no rio, foi concretizada com o toque genial de Valdivia para Mazinho. Ele recebeu a bola no pé esquerdo, passou para o direito e, sem que ninguém percebesse, tirou do calção um sextante, um esquadro, régua, globo, calculadora de última geração, definiu seno, cosseno, tangente, hipotenusa, graus a bombordo, estibordo e, com aquela cara de enfado deu o passe milimétrico para o gol de Mazinho, que teve o mérito de definir muito bem.

Não sei se Valdivia cansou de ver seus méritos diminuídos por suas besteiras ou se percebeu a grandeza do Palmeiras, mas o fato é que está jogando com maestria de craque – o que é fácil para ele – e com a responsabilidade de um capitão a transportar uma carga preciosa, o que sempre foi difícil para ele.

A grandiosidade que Valdivia está mostrando é contrastante com a fragilidade da torcida santista. No futebol de hoje, em que o dinheiro faz muito mais diferença do que antigamente, o torcedor precisa ajudar o clube. E não passar um vexame como o de ontem.

Vamos fazer uma comparação:

Criciúma x São Paulo

Público 12668 pagantes

Renda R$ 243.695,00

Média do ingresso R$ 19,24

Santos x Inter

Público 5907 pagantes

Renda R$ 170.950,00

Média do ingresso R$ 28,94

Como é isso? A torcida dro Criciúma abraça seu time, que luta ingloriamente para não cair e a torcida do Santos ignora seu time, que faz o último jogo antes de uma decisão importante contra o Cruzeiro?

Irão apenas na decisão da vaga contra o s mineiros? É muito pouco. Não adianta ir lá só na boa e, em caso de mau resultado, descontar atirando sandálias no campo.

A diretoria do Santos precisa resolver esse assunto. Um clube, hoje em dia, não vive apenas de cotas de televisão e de dinheiro de patrocinadores. Precisa estar abraçada à sua torcida.


Dorival Jr. não dá murro em ponta de faca e afasta Fábio
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Dorival Jr. entendeu realmente qual é a necessidade do Palmeiras: parar de perder e começar a vencer para escapar do rebaixamento. Sonhos ficam para 2015. E está tomando providências corretas. Podem até não dar certo – o que nem é tão incomum nos últimos anos de Palmeiras – mas coragem para mudar não falta.

Para vencer o Flamengo, ele começou a mudar o time na defesa. Tirou Fábio, que já deveria ter saído há tempos. Aliás, já ouvi dizer que só estava jogando porque Deola, o substituto estava muito gordo. Não sei se é verdade. Não sei se Deola emagreceu ou se o último erro de Fábio foi a gota dágua, mas o fato é que haverá um novo goleiro com a camisa que já foi de Marcos, Leão, Valdir etc.

Era impossível continuar com Fábio. Ele falhou muito. E todas suas falhas foram em jogos que o time perdeu. Logicamente a culpa não é toda dele, mas como ter confiança em um goleiro que pode dar um passe perfeito para Ganso ou então fazer um gol contra em uma bola alta em sua área?

A segunda mudança é a saída de Weldinho para a entrada de João Pedro, garota na base. Já na estreia, contra o Furacão, Dorival havia tirado Weldinho para a entrada de Josimar. Não deu certo. Mas nada é mais inseguro que Weldinho.

Com a defesa teoricamente reforçada, Dorival dá pinta de ter um time ofensivo, com Juninho como volante de saída, ao lado de Renato, um bom jogador, de muito futuro.

Allione e Valdivia estão no banco. São opções de bom nível técnico.

Uma vitória pode trazer tranquilidade. Basta que as opções teoricamente corretas confirmem o acerto do treinador. Nem sempre isso acontece. O importante é ver que o treinador não está morrendo abraçado a uma ideia.

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