Blog do Menon

Pergunta para Raí
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Menon

Não pude participar da coletiva de Raí, a respeito da demissão de Aguirre.

''Você é o responsável pela formação do elenco do São Paulo. Não há reserva à altura para Bruno Peres, Rojas, Nenê e Everton. Trellez, Nenê, Jean e Diego Souza não são contratações que possam ser consideradas um sucesso total. Assim, você se considera responsável também pelo fracasso de Aguire?''

E vocês o que acham?



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André Jardine é a melhor opção
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Menon

A efetivação de André Jardine como treinador do São Paulo para 2019 seria a melhor decisão a ser tomada por Raí. No mínimo, seria uma brisa de modernidade, Após comportar-se como um cartola das antigas na demissão de Aguirre.

Jardine tem muitas qualidades.

É um dos maiores vencedores nas categorias de base, atuando no São Paulo, Grêmio e Inter.

É adepto de um futebol agradável, com posse de bola, sempre buscando o ataque.

O São Paulo tem apostado nele. Foi integrado à comissão técnica permanente e esteve na Europa se atualizando.

Tem um conhecimento muito grande da base do São Paulo. Importantíssimo. Basta ver dois casos específicos.

1) Rojas só voltará a jogar no Brasileiro. Outro treinador pedirá um reforço. Jardine poderá fazer a transição definitiva de Helinho, Anthony ou até Caíque. Os dois primeiros são jogadores de futuro enorme.

2) Shaylon. O meia era destaque do sub-20. Ceni o tirou da Libertadores-17 para levá-lo ao profissional. Nunca rendeu bem. Com Jardine, pode se recuperar.

O que há contra Jardine?

O medo de que não tenha bagagem para comandar um grupo de veteranos? Bem, se não tem agora, aos 39 anos, não terá nunca.

O medo de ''queimar'' um treinador de futuro? Aí, eu me lembro da camisa de gola rolê que minha mãe me deu quando eu tinha 15 anos. Estava na moda. Mamãe não queria que eu usasse todo dia. Dizia que ia estragar. Então, cresci para cima e para os lados. E usei muito pouco.

Está na hora de Jardine. Se não der certo, ele seguirá a vida em outro clube. Vitorioso será, sem dúvida.

As outras opções são Mano Menezes e Abel. Mano está empregado e sua vinda custaria muito dinheiro. Abel não tem feito bons trabalhos.

O São Paulo precisa apostar no futuro. Jardine é o nome.

 



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Raí age como Eurico Miranda ao demitir Aguirre
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Menon

Raí se portou como um velho cartola só demitir Aguirre. Ao fazer isso, ele tira o corpo fora de seus próprios erros. Contratou Diego Souza, Trellez, Carneiro, Jean. Montou um time descompensado. E a culpa é só do treinador?

Raí não levou em conta também uma série de contusões musculares: Everton, Rojas, Luan…

É fácil demitir o treinador. Difícil é fazer Nenê se comportar profissionalmente.

Diego Aguirre é espetacular? O time jogou bem contra o Corinthians? Não e não. Mas uma demissão agora é precipitação total. Que se esperasse o final do ano.

Raí se comportou como um a mais.



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Lá vai o Palmeiras…
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Menon

Como analisar o domingão do Palmeiras? Fez um jogo regular em Minas Gerais, sofreu gol do Galo e reagiu com um pênalti desnecessário de Adílson em Dracena.

Gol de Bruno Henrique. Nada comparado ao de Elias. Mas gol. E o empate. Jogou bem? Não. Abusou da ligação direta para Deyverson. Teve boas chances brecadas por Vitor, mas também permitiu chegadas perigosas do Galo.

Uma partida ok. Nada mais.

Mas o Palmeiras está tão bem no campeonato, graças a uma arrancada espetacular que pode controlar os jogos até o final do campeonato.

Não sabia que o Flamengo havia perdido. Estava de olho no jogo do Inter. Então, por méritos próprios, o empate passou a ser um redultado muito bom. Para que acelerar se a corrida está no final e há uma boa vantagem.

A contagem regressiva continua.

Falta pouco para a festa.

 



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Até quando, Coronel Marinho?
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Menon

O jornalista escreve exceção com dois esses e é demitido.

O médico receita remédio errado e é demitido.

A enfermeira aplica o soro errado e perde emprego.

O advogado perde prazos e o cliente o manda passear.

A professora não consegue alfabetizar e perde o cargo.

O macaquinho não consegue fazer micagens e sai do circo.

O mágico não acha o coelho na cartola e devolve o dinheiro do ingresso.

O tenor desafina e é substituído.

O cachorrinho não aprende a fazer cocô e xixi no lugar certo e leva bronca.

O juiz não vê a bola dentro do gol e o Coronel Marinho continua no comando da arbitragem, todo pimpão.

O resultado é vergonhoso. Muda o resultado do jogo. Influência o campeonato. E tudo segue.

Os erros podem se acumular em progressão geométrica e ele se mantém mudo, como uma esfinge.

Nenhum questionamento merece resposta.

Ele se mantém de forma autocrática, sem dar uma única resposta a instituições centenárias e representantes da paixão popular.

Nada e ninguém merecem uma palavra dele. Uma frase. Um grunhido.

Coronel Marinho escala juiz ruim. Quem erra, vai para a geladeira. E ele continua no comando.

Um trabalho ruim, ano após ano.

Até quando?



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Mundial do Palmeiras agora tem imagens
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Menon

O Palmeiras tem Mundial? Os rivais juram que não. E ironizam o grande torneio de 1951, realizado no Rio de Janeiro, baseados em dois pontos: 1) a FIFA não reconheceria o título e 2) não havia imagens da competição.

Bem, em 2017, a FIFA reconheceu o título em documento oficial e em abril, Joseph Blatter, ex-presidente da FIFA reafirmou o título palmeirense.

E, agora, apareceram na Itália, imagens do empate de 2 x 2 entre Palmeiras e Juventus, da Itália, mostrando os gols do jogo.

Gabriel Santoro, torcedor palmeirense, conseguiu as imagens e fez uma sincronização com a narração de Pedro Luis, o maior narrador da época.

O trabalho ficou ótimo e emocionante.



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Boca x River é o clássico da covardia. Brasileira
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Menon

Boca e River vão decidir a Libertadores. A última decisão em dois jogos. A última decisão antes da gourmetização do campeonato mais bacana que há. É um momento grandioso do futebol argentino.

Ele nasceu e se desenvolveu baseado na rivalidade/ódio. Boca odeia River. Independiente odeia Racing. San Lorenzo odeia Huracán, como Lanús detesta Banfield. Gimnasia odeia Estudiantes. Rosário x NOB. E por aí vai. Cada clube de bairro tem seu rival. No próprio bairro ou fora dele.

Então, quando a maior de todas as rivalidades (50% da população envolvida), decide o título, o que temos é a consagração de um estilo de vida, até mais do que uma maneira de encarar o futebol.

A Argentina só fala no clássico. A América vai parar. A repercussão é mundial. Eles merecem. Mas não precisava ser assim.

Palmeiras e Grêmio têm culpa. Corinthians também.

Comecemos pelo menos ''culpado''. O Corinthians, com péssimo futebol, caiu diante do Colo Colo. Se passasse, teríamos Corinthians x Palmeiras, algo semelhante a Boca x River.

Não houve.

Mas poderia haver Palmeiras x Grêmio na final.

Poderia, porque Boca e River não são superiores. Foram apenas mais corajosos. E mais respeitadores de sua história.

O River foi a Porto Alegre e deu um baile no Grêmio. Um estranho Grêmio, longe de suas características e abduzido pelo tal ''espírito de Libertadores''. O quê? Defender uma vantagem mínima até o limite da irresponsabilidade.

É só comparar o que fez o Grêmio com o que fez o Boca em São Paulo. Schelotto, como Renato, também tinha uma vantagem a defender. E atacou. Atacou o Palmeiras sem medo e com autoestima nas nuvens.

Dois pontas, um centroavante e um jogo de igual para igual. Empatou em 2 x 2. Como havia vencido em casa a um acoelhado Palmeiras, carimbou o passaporte rumo à grande final.

Boca e River merecem estar na decisão. Mas é bom lembrar que derrotaram dois times covardes: a galinha tricolor de Renato e a galinha alviverde de Scolari



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Dirigentes brasileiros são uma piada
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Menon

Um juiz penhora a taça do Mundial do Corinthians.

Diante da vergonha, o que faz Rosenberg, diretor do clube e pai de uma candidata derrotada que teve acesso ao estádio para fazer panfletagem?

Fez piada com o Palmeiras.

E o que fez o Santos?

Fez piada com o Corinthians.

O mesmo Santos que teve a Vila interditada.

E o que fez o Corinthians?

Fez piada com o Santos.

E assim vai o futebol brasileiro.

Uma eterna quinta série a esconder uma incompetência sistêmica.

Sabe quando os clubes brasileiros vão se unir em busca de soluções para a grande crise técnica do nosso futebol? Quando vão se unir para fazer uma Liga e deixar as amarras da CBF?

Só quando o Sargento Garcia prender o Zorro.

Uma piada velhíssima e sem graça para homenagear nossos cartolas.



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Felipão não entende papel da Imprensa
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Menon

Luis Felipe Scolari está na história do futebol mundial. Ganhou uma Copa do Mundo e ficou em quarto em outras duas. E o currículo vitorioso não para por aí. Tem Libertadores, Brasileiro, Copa do Brasil.

Ultrapassado? Campeão. Novamente, daqui a um menos de um mês.

O que Scolari não aprende – é uma pena – é o papel da Imprensa. Para ele, os jornalistas devem ser um apêndice do clube que dirige. Devem fazer parte da Família Scolari.

Foi assim em 2014. Na estreia, contra a Croácia, o juiz deu um pênalti ridículo a favor do Brasil. As críticas vieram. Scolari reagiu, falando em um complô estrangeiro contra o Brasil. E conclamou jornalistas brasileiros a abraçarem a causa. Como se jornalistas fizessem parte da corrente prá frente.

Agora, no Palmeiras, dois casos. Interrompeu uma entrevista de Deyverson, com a justificativa de que o centroavante tem uma ''ficha solta''. Ora, decidir quem fala ou não, deve ser função da assessoria de imprensa e não do treinador.

E Scolari exigiu que Alexandre Mattos telefonasse ao repórter André Hernan. O motivo? Ele, como ótimo profissional que é, descobriu as escalações do Palmeiras nos dois jogos contra o Boca.

Ora, ligou para dizer o quê? A única razão que imagino é algo do tipo: você devia ajudar a gente ou então: exijo saber quem te deu a informação.

Duas opções indignas. Duas opções de quem não entende o que é jornalismo.

Não acredito que Scolari seja o mesmo homem violento do século passado, quando agrediu o jornalista Gilvan Ribeiro. Mesmo assim, evoluindo, não sabe o papel da Imprensa.



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Fra x Fla. O clássico do dia
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Menon

Marquinhos, privaprovavel o melhor jogador brasileiro da atualidade.

Didi, seguramente, a maior revelação dos últimos tempos.

Gustavo de Conti, jovem treinador, atual campeão brasileiro.

Helinho Garcia, jovem treinador, atual campeão brasileiro.

Anderson Varejão, revelado em Franca, veio da NBA para a Gávea.

David Jackson, um canhão na linha de três. Vinte pontos por jogo.

Uma nação de olho na televisão.

Uma cidade envolvendo o Pedrocão.

Seis vitórias em sete jogos.

Seis vitórias em sete jogos.

Franca x Flamengo.

O grande clássico de hoje.

 



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