Blog do Menon

Kid Vinil, Adenílson e o ar para quem precisa respirar fora da caixinha
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menon

Amigos, eu não escrevo em busca de cliques, mas acompanho o andamento dos posts do blog, se estão indo bem ou SOU BOYnão, se estão dando boa leitura. A repercussão ajuda a definir a hora de entrar outro. Quando escrevi o texto sobre KID VINIL pensei que se conseguisse dez comentários, comemoraria.

Por isso, me surpreendi muito com o que se vir. Até as 11h45, quando escrevo, são 332 comentários. A terceira melhor marca da história do blog. As outras duas são referentes aos 7 a 1. No tweeter, foram 222 RTs e mais de 5 mil pessoas leram através da minha PÁGINA DO FACEBOOK.

Mas, não estou aqui para me gabar (só um pouquinho, confesso), mas para mostrar um comentário que recebi no facebook. É do Adenílson Moreira e prova que foi muito bom mudar de tema um pouquinho. E ficar feliz por ter dado um pouco de ar a quem sofre com preconceito.

Menon,

sempre acompanho seu trabalho nas entrelinhas do futebol e confesso, sou seu fã. Ao ler o texto sobre o Kid Vinil me deu um nó na garganta, um frio na barriga e ao mesmo tempo um sutil felicidade.

O nó veio por perceber que alguém ficou junto de outra pessoa por 30 anos e precisou sufocar isso da sociedade, ou seria massacrado, sufocar felicidade. O frio na barriga veio de ler isso, compartilhar e pensar na retaliação que você pode sofrer, por ser o autor, e qualquer pessoa que tome esse texto como seu, da forma pessoal. E a sutil felicidade de ver alguém do universo do esporte/futebol ter a sensibilidade em perceber o que a gente sofre de forma velada dia após dia.

Não resolvi enviar essa mensagem para chorar as mágoas, mas apenas para agradecer. Sou publicitário, apaixonado por futebol, corinthiano, jiu jiteiro, tio, pai, também de uma Golden e entre outras tantas características, sou gay. Mais uma vez, obrigado por dar ar pra quem precisa respirar fora da caixinha.


Palmeiras está voando. Mais que o recomedável
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menon

Antes de começar o texto, coloco aqui uma charge do Eder Santos, sobre a goleada contra o Vasco. Por um erro meu, acabou não sendo publicada. O Eder é craque.

A segunda metade do segundo tempo do jogo do Palmeiras foi enganosa para alguém que, sem saber dos números do grupo da Libertadores, ligasse a televisão. Ficaria com a nítida impressão que os  times precisavam de um gol para garantir a classificação. Mais de um gol. E mesmo depois do segundo gol do Palmeiras, era o que o jogo mostrava.

O Tucumán, que precisava de uma virada praticamente impossível, atacava e atacava, sem medo algum. Jogava a vida, que já não existia mais. Era um time digno e valente. E o Palmeiras? Já classificado, com a vitória do Peñarol, também atacava e atacava. Era um jogo com uma intensidade desproporcional às necessidades das equipes.

É lógico que uma vitória seria muito importante para o Palmeiras – toda vitória é – mas eu acho que ela seria conseguida mais facilmente se o time recuasse um pouco e apostasse nos contra-ataques. Se passasse a tocar mais bola, a girar o jogo, a ter tranquilidade em campo.

Tenho dois amigos palmeirenses. Tenho muito mais que dois. Mas vou me fixar nos dois, por conta do modo diferente com que vêm o momento atual do time. Turco Tote, de Santos, já comprou pacotes de viagem para a família toda, rumo ao Mundial. E entrou em um curso de italiano só para provocar os torcedores da Juve, que fará e perderá a final do Mundial para o Palmeiras, é lógico. E vai levar o sogro e a sogra.

Binho Xadrez mora no Maranhão. É enxadrista, toca bongô em uma banda de reggae e é modelo plus size. Ele está animado também, mas tem muitas preocupações. Para começo de conversa, acha um erro enorme o Palmeiras jogar com Jean e Zé Roberto nas laterais, com apenas um volante de contenção. Acha que o time fica muito vulnerável, como no jogo contra o Tucumán. Bem, acho que o Cuca concorda com ele, porque no segundo tempo, colocou Jean no meio, com Tchê Tchê e Thiago Santos, com Fabiano na lateral e Guedes no banco. Fortaleceu o meio.

Meu amigo também se preocupa com Guerra. Ele é fã, chegou a comprar uma bandeira da Venezuela, considera Guerra muito técnico, mas….tem saudades do Moisés. ''Com Guerra, o time ganha mais talento na condução, passe e viradas de jogo, mas Moisés deixava o time mais forte no meio e permita mais liberdade a Tchê Tchê, que, sem ele, caiu de produção''.

Ele também considera que Borja está sendo prejudicado porque pedem que ele faça um trabalho como o de Gabriel Jesus, com muita movimentação e saída da área. Não é a dele, um jogador forte e de área. Para fazer essa função, Willian tem rendido bem mais.

E eu? Fico no meio. Não vejo tantos problemas assim. É preciso lembrar que houve troca de treinador. Cuca é muito mais intenso, aposta muito mais no contra-ataque do que na posse de bola. Então, há acertos a fazer.

E há duas verdades que considero inquestionáveis.

  1. O Palmeiras é um dos favoritos ao título
  2. O Palmeiras sofreu mais do que deveria, em razão do elenco que tem. Não houve uma vitória fácil.

Kid Vinil e o amor sequestrado
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KID E JAIME, O AMOR ESCONDIDOA cena mais triste do velório de Kid Vinil foi a de Kosmo, seu golden retriever, despedindo-se do amigo. Logo, foi superada por outra história mais triste ainda. O advogado Jaime Gaeta, que ficará com Kosmo, anunciou que foi o companheiro, parceiro, namorado, marido de Kid nos últimos 30 anos. E que, juntos, cuidaram de Kosmo desde que ele tinha 50 dias de vida. Hoje, tem 13.

Eu tenho uma companheira há 32 anos. Quantas vezes andamos de mãos dadas pelas ruas, quantas vezes nos beijamos em público, quantas vezes eu a abracei no cinema, principalmente em filmes de terror? Fomos juntos ao futebol, a casamentos, a shows – Tim Maia era o favorito – quantas vezes tivemos DRs na rua? Intermináveis. Brigas aos montes. Fomos e somos parceiros públicos.

E Kid Vinil e Jaime tiveram de ocultar tudo. Quantas vezes tiveram de sufocar um carinho, um afago, um beijo? Quantas vezes Kid não pôde, em um show, dizer ''essa é para você, Jaime, meu amor''? O amor deles foi escondido do mundo. Foi um amor sequestrado pela sociedade, um amor condenado a viver em quatro paredes, um amor para espaços pequenos. Kid, Jaime e Kosmo. Longe de todos.

Que país é esse que determina onde você pode amar? Onde você pode demonstrar seu sentimento? Onde você deve estar confinado para que outros não se sintam atingidos por sua felicidade? Que país é esse em que você não é dono de seu corpo? Não pode colocar a mão onde quiser? Sua língua só pode percorrer o corpo amado no escuro do quarto? Que país é esse que determina, de forma restritiva, como você pode ter prazer? Qual é o prazer válido? E, tudo o que for fora da caixa, fora do normal (mas quem é que determina o que é normal?) é permitido penas em algum porto seguro, longe de outros seres humanos. Por que é o que somos, não? Seres humanos.

Que país é esse? É o país em que as pessoas tiram selfie com o goleiro Bruno e jogam bombas na apresentação do volante Richarlyson.


Tite age como Papa e confronta Rogério Ceni
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Quando uma pessoa se torna unanimidade nacional e deixa de sofrer contestação sobre suas atitudes, começa a se achar infalível, começa a acreditar que sua palavra é Lei a ser seguida pelos pobres mortais. Só esse tipo de entendimento pode justificar as trapalhadas de Tite no caso Rodrigo Caio/Rogério Ceni.

O treinador ficou muito irritado com o que considerou intromissão de Tite no caso fairplay e reagiu ironicamente dizendo ''talvez ele e Rodrigo Caio sejam pessoas melhores do que eu''.

Pessoa e não treinador. Tite é muito melhor que Ceni, como técnico. Tite tem 20 anos de carreira. Ceni tem 30 jogos. Tite está no auge, Ceni está no início.

Então, não estou falando aqui das qualidade de cada um como treinador. Não entra em discussão.

O ponto que explano aqui é a quantidade de trapalhadas de Tite no caso.

 Levar a conduta de Rodrigo Caio em consideração para sua chamada para os amistosos 

Realmente, não te sentido fazer isso. Não é um time de coroinhas, não é um time de escoteiros. Se conduta vale, por que chamar Fagner? Por que chamar Neymar, que não tem um comportamento correto em campo quando perde e nem quando ganha? E, se fairplay é importante, Tite vai exigir que os outros convocados tenham comportamento igual ao de Rodrigo Caio na seleção?

Anunciar que levou em conta a conduta de Rodrigo Caio para convocá-lo

Pior do que convocar pela conduta (em parte), é anunciar isso. Ele deixou claro que não é só isso, mas que também é isso. Ora, ao fazer esse comentário, ele joga Rodrigo Caio aos leões. Passa a se conhecido como o cara que está lá porque tem fairplay. Como os outros não têm, então fica reforçado o estereótipo de jogador bonzinho, diferenciado etc. Jogador de condomínio, como disse um dirigente do São Paulo. Além disso, todo mundo que tiver fairplay agora vai se achar com direito de ter uma chance.

Anunciar sua opinião sobre o caso após Ceni haver se colocado contra Rodrigo Caio

Eu acho que Rodrigo Caio estava certo. Sem nenhum talvez. Rogério Ceni acha que Rodrigo Caio estava errado. Então, eu acho que Ceni está errado. Mas eu não sou técnico da seleção. Tite, ao se colocar ao lado de Rodrigo Caio em uma questão ética, está dizendo, sem falar, que Rogério Ceni está contra a ética. Além disso, ele se coloca como interlocutor em um caso do São Paulo e não da seleção

Tite não é Papa

A Igreja é uma entidade verticalizada. Cabe ao Papa dar a orientação aos bispos e padres de como adaptar os ensinamentos ao mundo moderno. Ele pune quem não aceita orientações. O Futebol não é Igreja. Ao se colocar ao lado de um jogador contra um treinador, em uma questão interna do clube, Tite deseja o quê? Dar orientação a todos. Todo mundo tem que ter fairplay? Vejamos na seleção a partir de agora.

E por falar em ética…

Eu fico imaginando se Luxemburgo fosse o treinador e vibrasse com um gol do Flamengo (seu time) contra o Vasco, se contratasse uma filha como auxiliar e se ganhasse um beijo no rosto de Marco Polo del Nero…

O que virá agora?

Espero ansiosamente opiniões de Tite sobre a forma ética como o futebol brasileiro é dirigido. E espero que todos os escalados tenham atitudes como as de Rodrigo Caio.


Cuca e Ceni dão choque de realidade em quem não joga bola
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A Prancheta Voadora e o Rachão Violento. Podia ser o nome de algum livro adolescente, mas é o que se destacou na cobertura de São Paulo e Palmeiras nos últimos dias. Fofoca? Não. É bastidor e deve ser noticiado. Feito isso, é interessante ver o que os fatos significam exatamente nos clubes.

O fato de Rogério Ceni, irritado com o segundo gol do Corinthians, arremessar uma prancheta no chão é indicativo do quê? Jogadores estavam irritados com ele? Querem a sua queda? Ceni perdeu o controle e comando do grupo? A prancheta atirada no vestiário é um reflexo fiel da crise do São Paulo. Olho, que o fato ocorreu no intervalo do primeiro jogo da primeira das três eliminações. Foi pré crise.

E o fato de Omar Feitosa e Felipe Melo discutiram por conta de uma rachão? Foi necessária a intervenção de Cuca. O que temos aqui? Melo é desagregador? Feitosa, que brigou com Ceni no São Paulo, é pessoa que não trabalha em grupo? E o empurrão de Feitosa em Thiago Santos, no intervalo do jogo contra a Ponte? E as brigas de Melo com Roger Guedes? Os desentendimentos mostram que o Palmeiras está em ebulição? É preciso cortar o mal pela raiz para que a campanha na Libertadores não seja afetada?

O importante, em todos os casos, é ver os desdobramentos. Porque, técnico jogar prancheta, técnico ofender jogador, é coisa normal. Não deveria ser, mas é. Briga em rachão, também é. Os campeonatos de rachão eram (não sei como é agora) extremamente disputados. Os times eram os mesmos, havia enfrentamento toda sexta-feira, cada um contava o número de vitórias e o pau quebrava muitas vezes. Tão disputado como um jogo.

São coisas difíceis de entender. Futebol é um mundo diferente. Eu não conseguiria trabalhar em um ambiente em que meu chefe dá uma bronca em todo mundo, ofende uns e outros e joga alguma coisa no chão. Mas, eu não sou jogador. Uma coisa ridícula, na minha opinião, é preleção. Se alguém falasse aquelas chorumelas para mim, não conseguiria prestar atenção. Bate no peito, subam essa escada que as pessoas estão esperando (juntei o discurso de Zé Roberto e de Ceni e me parece filme de gladiador), aquela reza em altíssimo som, viagem a Aparecida, promessa, parente chegando em véspera de jogo, vídeo motivacional… Tudo isso eu acho uma patacoada só. E não critico, não desvalorizo, não digo que é errado. É apenas coisa de outro mundo, não do meu. E tenho obrigação de aceitar.

Prancheta voadora e Rachão Violento fazem parte do mundo do futebol. Surpreendem apenas dois tipos de pessoas: os que não sabem que futebol é assim e os que acham que futebol não deveria ser assim. E querem muda-lo. Prefiro desfrutar.


São Paulo, 3/45. Pode melhorar
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'''Clássicos não se jogam. Clássicos se ganham''. A frase é do argentino Adrián González, lateral direito de pouca qualidade que andou pelo São Paulo há alguns anos.

O jogo contra o Avaí era um clássico. Nenhuma ilação à história dos dois clubes. Clássico apenas pela pressão sobre o clube que sofreu três eliminações e que tinha uma vitória nos últimos seis jogos.

Era preciso vencer. E venceu. Diego Lugano, o mais experiente de todos, falou sobre a tensão que o clube vive.

A tensão poderia ter terminado aos dez minutos, quando Pratto marcou. Não acabou porque o time jogou muito desprotegido. Jucilei era o único a proteger os zagueiros. Cícero e Thiago Mendes eram meias.

Havia muito espaço para o Avaí jogar. Quando Thiago Mendes se machucou, Ceni perdeu a chance de proteger a defesa. Colocou Thomas.

O espaço continuou. O São Paulo só melhorou defensivamente quando Ceni trocou Cueva por Schmidt. Foi pragmático. Foi correto. E, no final, Luiz Araújo ressurgiu e fez o gol salvador.

Foram três pontos. Por enquanto, o São Paulo precisa pensar que faltam apenas 42 pontos para escapar do vexame. Mas tem condições para melhorar. Tem elenco. É questão de trabalho. E trabalho com tranquilidade, rende mais.

 


Corinthians permite achincalhe de Romero
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A TV Globo pediu permissão ao Corinthians para entrevistar Angel Romero (na caricatura ao lado de Oscar, seu irmão gêmeo). É assim que funciona, o jornalista procura assessoria para fazer uma matéria com o jogador. Um acordo de três partes. Na matéria, o artilheiro do Itaquerão é confrontado sobre sua suposta pouca habilidade em dominar uma bola. E não se sai muito bem.

Repetindo, são três partes envolvidas: clube, jogador e Globo. E a entrevista é boa para quem? Para o jogador, querido pela torcida por seu estilo aguerrido e por nunca negar suor em campo, ser ironizado e humilhado? Para o clube, que vê seu atleta virando alvo de gozação para rivais? Ou para a Globo, que ganha pontos de audiência com seu jornalismo de entretenimento?

Não entendo direito o nome de assessoria de imprensa, quando se trata de clubes de futebol. Os profissionais fazem de tudo pelo clube e não pela imprensa. Se algum jogador deixa o banco de reservas, como fez o Gabigol, ele é escondido imediatamente. Não fala com ninguém. Os assessores dão um show na turma do Temer, que permite a entrada do Joescley  no Planalto sem aviso e com gravador escondido.

Fazem seu trabalho para o clube. Não para a imprensa. Só permitem esse tipo de matéria com Romero porque devem achar muito bom para o clube. Facilitam tudo para alguns segundos de entretenimento e leveza globais. Será que vale a pena? Eu, se fosse jogador, não faria isso nem se fosse obrigado. E, se meu assessor de imprensa particular tentasse me induzir, eu o demitiria.

Tags : romero


Corinthians merecia mais
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Corinthians 1 x ….0. Gol de Jô. Tem sido assim, independentemente do adversário. Desta vez, foi o Vitória. Com um detalhe: podia ser mais.

Não que o time tenha mostrado um grande volume ofensivo. Não, os méritos defensivos continuam sendo a tônica, mas como o Vitória é muito fraco (desfalcado) e não assustou, no final do jogo o Timão ainda perdeu boa chance.

Além dos três pontos, foi animador ver um bom desempenho de Marquinhos Gabriel, jogador que estava muito mal. Deu sinais de recuperação.

Fluminense e Grêmio foram destaques no domingo. Ambos conquistaram a segunda vitória em dois jogos. O Flu venceu o Galo em Minas. Não é fácil, não. O Grêmio ganhou do Furacão em Curitiba. Os paranaenses, que foram heróicos na Libertadores, perderam duas no Brasileiro. Perigo.

 

7209


Fabuloso, 400, ajuda o Vasco
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Luís Fabiano fez o gol 400 da carreira. Um atacante letal, com poucos títulos e muita confusão. Foi muito, mas deixou a impressão de que poderia ter sido maior.

Foi importante na vitória do Vasco sobre o Bahia. Jogou um pouco mais recuado, fazendo o pivô e puxando contra ataques no terço final do campo.

Fez o pivô e deu um passe precioso para o gol de Pikachu. E fez o segundo, ao velho estilo, completando com toque simples boa jogada de Gilberto e Kelvin.

Mostrou também muita disposição, ao contrário de Vagner, que entrou na metade do segundo tempo e passeou em campo. Perdeu bola dominada, que resultou no gol baiano.

O Vasco não fez uma boa partida. Quando fez o primeiro gol, era dominado. E, no final, sofreu muita pressão. Mas o treinador Milton Mendes mostrou que busca soluções. Deixou Nenê no banco, impedindo uma dupla de veteranos com o Fabuloso. E colocou o talentoso Cosendey, volante da base. Vai rejuvenescer o time.

O Bahia mostrou o ótimo goleiro Jean e bom trabalho de Allione. Paulão e Breno estrearam no Vasco. Paulão foi melhor.


Palmeiras imita ex-BBB e perde para a Chape
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Como é a vida de ex-BBBs após a saída da casa especializada em catapultar nulidades para o fugaz estrelato? Algumas posam nuas e outras vivem de marcar presença?

O que é? Fulana de tal marcou presença na festa do Peão de Monte Azul da Rosa Solitária. Vai lá, circula, tira umas fotos e cai fora com a conta bancária mais cheia.

O Palmeiras, em vez de jogar bola, marcou presença em Chapecó. Foi lá, circulou com jeito blasé e só acordou depois que Rossi deixou Tchê Tchê na saudade e criou o gol da Chape.

Então, o Palmeiras mudou. Resolveu pegar o touro à unha e ser protagonista. Não conseguiu. Perdeu.

Ah, mas era o time reserva. Como diz meu amigo Turco Toti, palmeirense até a alma, quando se diz que é o melhor elenco do Brasil, quanto se diz que o clube tem três times competitivos, tem de provar. Sem reclamar.