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Dudu fica e mostra a diferença do Palmeiras para os outros grandes
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Menon

Nada de Ricardo Goulart. É Dudu o homem da vez. A manutenção do jogador, com contrato assinado até 2023, é o grande refoorço do Palmeiras. Ele foi simplesmente o melhor jogador do Brasileiro e vai continuar no clube.

O Palmeiras não perdeu Dudu.

Não vai precisar de um substituto para seu melhor jogador.

E mostrou toda sua postura de clube gigante e com muito dinheiro, o que permite que enfrente ofertas do futebol chinês. Quem sabe, em pouco tempo, mantendo sua evolução consiga enfrentar clubes europeus.

Sintam a diferença: o Palmeiras consegue manter seu jogador mais mais querido e com melhor nível técnico.

O São Paulo, tão gigante quanto, coloca em seu orçamento a necessidade de arrecadar R$ 120 milhões com venda de jogadores.

A diferença de propósitos é gritante: o São Paulo quer diminuir a dívida. O Palmeiras quer aumentar o número de troféus.

Está na hora de torcedores do São Paulo comemorem a venda de Militão para o Real ou torcerem ansiosamente pela venda de David Neres para a China. É urm dinheiro necessário, evidentemente, mas mostra apenas a situação difícil do clube, que não consegue segurar ninguém.

Corinthians, Santos e todos os outros clubes brasileiros exceção ao Flamengo, também não possuem força para recusar uma oferta da Europa. O Botafogo não resiste a uma oferta brasileira e viu seu ótimo Igor Rabelo bater asas rumo ao Galo.

Tomara que um dia os clubes brasileiros se fortaleçam à altura da força técnica do nosso futebol



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As incertezas do São Paulo
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Menon

O São Paulo estreia no Paulistão, enfrentando o Mirassol no Pacaembu. André Jardine sonha com uma deslanchada no campeonato antes da estreia na Libertadores, contra o Talleres, dia 6 de fevereiro.

Até lá, além do Mirassol, enfrentará, pela ordem, Novorizontino (f), Santos (f), Guarani (c) e São Bento (c).

Dá para deslanchar? Em condiccon normais de temperatura e pressão, é para conseguir no mínimo 11 pontos.

Mas há incógnitas:

1) Bruno Peres vai continuar?

2) Se continuar, vai melhorar seu rendimento, defensivo principalmente?

3) Hudson vai melhorar como volante de saída de bola? Pelo menos vai acertar os chutes de fora da área?

4) Liziero vai conseguir manter uma regularidade e evitar quedas de rendimento? Se conseguir, será titular?

5) Jucilei conseguirá diminuir a lentidão e superar a ausência de Luan, inexplicavelmente cedido à seleção?

6) Nenê vai amadurecer e entender que pode ser muito útil ao time não sendo titular?

7) Helinho vai superar o déficit físico e jogar o que pode?

8) Gonzalo Carneiro vai ficar?

As respostas certas começam a ser dadas contra o Mirassol.



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Vai ser um grande Paulistão
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Menon

Queiróz, meu motorista é fã da Holanda. Só usa laranja. Ele vai ter muito trabalho a partir de sábado, quando começa o Paulistão. Quero ver muitos jogos, o máximo possível.  Estou muito animado com o que vem por aí. Os quatro grandes fizeram um bom trabalho durante as férias e acredito em um campeonato de nível e com equilíbrio.

Corinthians – Fez uma incursão responsável no mercado. Conseguiu reforços com pouco dinheiro. Como Ramiro, jogador cooperativo e que tem um estilo corintiano. Richard tem boa saída de bola. Boselli é um atacante de área, com muitos gols marcados no futebol mexicano. Manoel é um bom zagueiro e Sornoza, apesar de pouca constância, tem habilidade. E, o maior reforço, Carille estará o banco com seu falso pragmatismo. Ele sabe montar defesas, não há dúvida, mas é mentira que suas habilidades parem por aí. O seu Corinthians campeão não era um time retrancado, não era um time sufocado e que vivia por uma bola. Quem continuar pensado assim, pode ser surpreendido novamente.

Palmeiras – O melhor time e o melhor elenco do ano passado. Acrescente Ricardo Goulart e tenha uma projeção de onde o Palmeiras poderá chegar, mesmo dando maior importância aos outros campeonatos. Pode até dar, mas tem time para brigar por título também no Estadual. Scolari não é uma pessoa que me agrade, não tem um estilo de  jogo que me agrade, mas quem é que tem aqui no Brasil? E ele, no papel de chef de arroz com feijão bem temperado é o melhor que há. Zé Rafael, Rafael Veiga, Hyoran, Moises, Scarpa, Guerra e Ricardo Goulart. Mesmo que não use os melhores camarões, Felipão tem tilápia para mandar no banquete.

Santos – É o grande com maiores problemas financeiros e que foi mais tímido no mercado, mas há uma boa legião estrangeira, reforçada por Soteldo, Aguilar e, claro, Sampaoli, o obsessivo treinador argentino que, apesar do fiasco na Copa, tem possibilidade de dar uma chacolhada na mesmice tática do futebol brasileiro. Será bacana ver o novo Santos.

São Paulo – Tiago Volpi, Pablo e Hernanes são jogadores que mudam o patamar do time. Hernanes, só para lembrar, tem uma carreira internacional muito melhor que a de Ricardo Goulart, só comparável a Felipe Melo. Pablo foi muito bem no Brasileiro, é um atacante de mobilidade e que ajudará o time a jogar de forma diferente. Há ainda, de minha parte, expectativa por Helinho. Vai confirmar tudo o que se espera dele? Por que não?

Os quatro times foram analisados por ordem alfabética. Não há nenhuma preferência explícita por algum time. E não aponto favoritos. O que tenho certeza é que teremos jogos de alto nível.

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Torcedor que briga por causa de banco é muito chato
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O banco BMG, novo parceiro do Corinthians, fez uma ousada ação de marketing ontem, quarta-feira. Disse que se chegasse a um número x de seguidores no Twitter, até o final do dia, faria um anúncio importante hoje. Não era um número aleatório. Era exatamente o número de seguidores da Crefisa, parceira do Palmeiras e rival nos negócios.

Os corintianos aceitaram o pedido e cumpriram a meta em pouco tempo. Os palmeirenses reagiram. A Crefisa soltou uma nota repetindo o bordão ''verde é a cor da inveja''.

Foi uma boa ação de marketing?

Uns dizem que sim. Outros dizem que, ao lançar o desafio, o BMG ''acordou'' a conta da Crefisa, que estava adormecida há alguns meses. O tiro teria saído pela culatra.

Um torcedor do São Paulo disse que os dois juntos (Crefisa e BMG) têm menos que a metade de seguidores que o Banco Inter, que patrocina o seu clube.

O que eu acho disso?

Uma chatice enorme. Uma bobagem que mostra o acirramento da rivalidade entre torcedores. Rivalidade? Melhor dizer ódio.

Vai lá na Crefisa e diz que é palmeirense para ver se o juro é menor. Recite o São Paulo de Telê no Banco Inter para ver se as ofertas serão melhores. E, você corintiano, mostre o gol do Basílio de 1977 para o gerente do BMG. Uma lágrima pode ser vertida, mas nada  vai mudar no seu empréstimo.

Ou, se algum deles resolver criar uma linha de credito especial para os torcedores do time que patrocina, pode ter certeza que isso será visando lucro e mais lucro. Lucro não é pecado, mas todos sabemos que os juros de banco são dignos de Mia Khalifa.

Hoje, temos torcedores brigando por patrocinador. Tem gente que rompeu com parentes porque discordaram que o diretor de futebol de seu time não é melhor que o do outro.

Torcem por banco, por gerente de futebol, por presidente, pelo número de sócios-torcedores, pelo estádio mais bonito, pela arena mais confortável e não se unem para reclamar do preço de ingressos.

Se brigam até por causa de patrocínio, o que dizer quando o assunto é realmente futebol?

Eu bloqueei vários no twitter porque, ao falar de Gustavo Oliveira, o chamavam de ''filho do bêbado''? Uma pessoa que resume Sócrates à sua doença, não gosta de futebol. Ou é uma pessoa eticamente deformada.

Gustagol voltou ao Corinthians e fez um belo gol. Agradeceu a Rogério Ceni, seu ex-treinador, e foi bombardeado nas redes sociais. E antissociais, a verdade. Fontes de ódio.

Sobra para jornalista. Outro dia, alguém me cobrou porque eu, sendo são-paulino (não se de onde tirou essa informação) deveria ajudar o clube em vez de criticar.

É muita falta de conhecimento sobre o papel do jornalismo. Não sou empregado do São Paulo e não tenho obrigação de defender o clube de nada. Aliás, o São Paul nem precisa disso, não é? Meu compromisso é com o UOL, nada mais.

Tudo isso seria menos chato se fosse apenas falta de bola. O campeonato está parado e como futebol é uma doença, santa doença, é preciso algum motivo para afastar a abstinência. Mas, não. Nada disso. O caso é grave. A chatice é endêmica. Sem cura.



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Portuguesa, na A-2, cobra preço de Copa América
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Menon

Há ingressos para a Copa América, nos jogos nas arenas de Corinthians e Grêmio, variando de R$ 60 a R$ 100, inclusive uma semifinal.

A Portuguesa está cobrando R$ 100 para os jogos da Série A-2, segunda divisão do Paulista, que começa domingo. Meia entrada sai por R$ 50.

Há uma outra alternativa: o carnê que dá direito ao sete jogos que serão realizados no Canindé. Ele sai por R$ 140, ou seja, R$ 20 por jogo.

O clube explica a estratégia em seu site. É uma tentativa de fidelizar o torcedor e ter uma renda fixa, que permita um melhor planejamento financeiro.

Mas, como fica o torcedor eventual? Eu, por exemplo. Sempre que posso, vou ao Canindé. E pago meu ingresso. Evidentemente, não posso ir aos sete jogos. E não posso pagar R$ 100 por um jogo. Nem da Copa América. Bem, se for para ver Messi e Suárez.

Uma solução seria um carnê intermediário, para quatro jogos, por R$ 80 ou R$ 100.

Assim, como está, muita gente vai acompanhar pelo

https://netlusa.com.br , que também está vendendo camisetas da Lusa, ou com RibeRob Costa e Antonio Quintal, com a Paixão Lusa, na rádio Trianon.

 

 

 



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O Galo de Ouro (4/40)
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Menon

Gosto muito de literatura latino-americana. Do colombiano comunista Gabriel Garcia Marquez ao ultra liberal Mário Vargas Llosa.

Tenho muita vontade de ler Pedro Páramo, do mexicano Juan Rulfo. A vontade aumentou ao ler O Galo de Ouro, presente dado pelo meu amigo Moacyr, o Engenheiro Pinduca.

A história é simples e curta. Linear. Um miserável, com o braço danificado, não tem emprego e ganha (?) a vida andando pelas ruas da pobre cidade, anunciando animais perdidos e mulheres raptadas.

Literatura não se mede pelo que se conta, mas como se conta.

E Rulfo conta bem. Muito mais que bem.

Um exemplo.

''Morava em um casebre quase em ruínas no bairro do Arrabal, com a mãe, doente e velha mais por causa da miséria que por causa dos anos''.

A vida de Dionizio Pinzon muda quando ganha um falo com a asa quebrada e quando conhece Bernarda Cutino, a cantora que trazia sorte a quem estava a seu lado.

A edição da José Olimpio é ótima. Tem uma capa linda, dois estudos sobre o livro, a sinopse feita por Rulfo para adaptação ao cinema e outro estudo sobre ''A Fórmula Secreta'', outro roteiro de Rulfo.

Estou animado. Que venha Pedro Páramo.

 



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Palmeiras aumenta o fosso com Ricardo Goulart
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Menon

Ricardo Goulart, um dos dois maiores destaques do Cruzeiro bicampeão brasileiro em 2013/14, está de volta ao Brasil. Para o Palmeiras. Éverton Ribeiro, seu parceiro, voltou no ano passado. Para o Flamengo.

Os dois clubes são os grandes 'jogadores' do mercado da bola. A ação de um corresponde à reação do outro. A grandeza de um alimenta o gigantismo do outro.

'Espanholização'? Não acredito. Mas os outros clubes não podem errar. Precisam buscar alternativas certeiras. Rodriguinho, Hernanes, Boselli, Ramiro e Pablo são alguns exemplos.

Os elencos fartos em quantidade e qualidade de Palmeiras e Flamengo levam à possibilidade fantástica do revezamento, de entrar (e sair) fortes de todas as competições. Só eles.

Com a chegada de Goulart, o Palmeiras passa a ter um ''meio pra frente'' ainda mais recheado, com Lucas Lima, Scarpa, Moisés, Zé Rafael, Guerra, Rafael Veiga e Hyoran. Enquanto o problema dos outros é contratar, o do Palmeiras é escalar. Ou dispensar um ou outro.



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Trellez e Perri: dois erros
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Menon

As saídas de Trellez e Lucas Perri não ajudam em nada o São Paulo. Como, se o atacante nem joga e o goleiro nunca jogou? E se o blogueiro sempre criticou Trellez?

Critiquei mesmo. Pagaram muito para quem joga pouco. Mas ele fez alguns gols importantes. Gols que tiraram o time do sufoco. Imaginem uma situação específica: o São Paulo precisa de um gol nos últimos minutos. A hora do abafa. É necessário um jogador alto para cabecear. Trellez seria muito mais importante que Brenner, jogador de muito mais futuro.

É preciso ter elenco. E a saída de Trellez diminui até a possibilidade de revezamento, de escalar um time misto no Paulistão.

E Gonzalo Carneiro? Pode fazer o que Trellez fez? Talvez. Ninguém sabe. E há sondagem dos grandes uruguaios por ele também. Não pode sair.

E como reclamar da venda por aproximadamente R$ 20 milhões de um goleiro que nunca jogou? Justamente. Quando a esmola é demais o santo desconfia. Os ingleses terão visto alguma coisa que ninguém viu?

Sempre achei um erro a condução da carreira de Perri. Tratado há muito tempo como uma grande revelação, nunca teve chance de ser provado. Se tivesse feito algumas boas partidas, no mínimo o preço da venda.

A contratação de Jean atrapalhou o processo que poderia levar Perri a se firmar. Pagaram R$ 6 milhões por um reserva. O que atrasou a ascensão de um jogador promissor. E agora, com a saída de Perri, um novo goleiro será contratado.

Ou o São Paulo está mais preocupado em atingir a meta de R$ 120 milhões vendidos ou Lucas Perri é um engodo. Pode até ser verdade. Ninguém nunca viu.

 

 



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Culpa (2/70)
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Menon

A literatura nórdica é fantástica quando se pensa em ficção policial. Henning Mankell, Jø Mesmo e Arnaldur Indrudassom são alguns exemplos.

Por isso, não vacilei em ver ''Culpa'', filme dinamarquês que conta a história de um policial afastado das ruas por mais comportamento e trabalhando internamente no 112, espécie de 190.

Ele recebe uma ligação de uma mulher, que, de maneira cifrada, conta que está sendo sequestrada pelo marido.

Imaginei um filme de muita ação. Nada disso. Sem poder sair às ruas, o policial precisa resolver tudo com conversa e com ajuda do ex-parceiro.

Ah, mas poderia haver ação nas cenas fora do escritório, envolvendo a mulher, o marido e os filhos.

Nada disso. Eles nem aparecem. O filme tem apenas um ator.

Mesmo assim é bom. Falta ação e sobra tensão. Um filme claustrofóbico.

Incomoda. Mas é bacana.



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André Jardine precisa ter foco, muito foco
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Menon

Eu conheço o Arnaldo Ribeiro há muito tempo. Desde que eu era repórter da Gazeta Esportiva e ele, do Notícias Populares, há quase 30 anos. Íamos juntos para os treinos do São Paulo. Naquele tempo, era cabeludo e parecia o Lobão. Hoje, é a cara do Clark Kent.

É  um bom amigo. Muitas vezes discordo de suas opiniões, o que, por enquanto é permitido em Pindorama. Na segunda-feira, no Linha de Passe, porém, sua intervenção soou como música aos meus ouvidos. Falou muito do que penso. Eu me sentia ouvindo um Profeta. Não o verdadeiro, é claro.

O que eu penso:

Para ter sucesso a curto prazo no São Paulo, o primeiro ponto é entender que seu trabalho é de curto prazo. Pode se estender, mas é de curto prazo. Se não conseguir classificar o São Paulo para a fase de grupo da Libertadores, beijinho, beijinho, tchau, tchau.

E como ter sucesso? O que significa ter sucesso?

Ganhar. Ganhar. Ganhar. Classificar.

O trabalho é ganhar.

O trabalho não é implantar um novo estilo de jogo, algo que fique marcado, algo que mude  São Paulo.

Se fosse para fazer isso, era melhor trazer o Fernando Diniz.

O trabalho não é facilitar a integração dos jovens de Cotia. Não é firmar revelações, transformá-las em realidade.

Se fosse para fazer isso, seria melhor manter o Aguirre. Ele deu chances a Luan e Liziero, que foram muito bem, deu chance a Helinho, que foi regular e deu chance a Shaylon e Brenner, que foram mal.

Mas não é possível vencer e se classificar jogando com posse de bola e apostando em jogadores jovens.

Eu acho possível, o Arnaldo, não. Nossa diferença.

É possível, mas eu ainda aposto no pragmatismo.

Pablo e Diego Souza é mais confiável que Pablo e Helinho. E Jardine ainda não testou os dois cascudos juntos.

Antes de implementar o jogo de toque de bola, a saída de bola já construindo jogo, é preciso fazer algo muito mais importante. Fechar o lado direito da defesa. Os seis gols da Florida Cup nasceram por ali.

É a primeira missão de Jardine. Consertar a peneira. Botar lombada na avenida. Os fantasmas de Bruno e Buffarini estão presentes e atendem pelo nome de Bruno Peres.

Com a classificação, o trabalho de Jardine estará terá mais respaldo. Mesmo caindo no tal Grupo da Morte, com Inter e River Plate. terá chance de seguir, terá as costas um pouco mais largas. E poderá implantar mudanças paulatinamente.

Agora, é ganhar, ganhar, ganhar.

Hora do feijão e não do sonho.



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