Blog do Menon

Leco demitiu Ceni em cinco minutos. E dá adeus a Jucilei
Comentários 5

menon

O http://chuteirafc.cartacapital.com.br/ fez uma entrevista muito boa com o presidente Leco. Leiam que vale a pena.

http://chuteirafc.cartacapital.com.br/leco-sao-paulo-nao-vai-cair-clube-sem-dividas/

Publico aqui algumas frases.

Se eu for rebaixado, estou morto politicamente falando.

Jamais traria o Alexandre Mattos, ele não combina com meu estilo.

Jucilei vai sair. Queria que ficasse, mas não será possível.

Dei tudo o que o Ceni pediu. E ainda dei Lucas Pratto.

Com três desclassificações seguidas, o Ceni poderia me fazer perder a eleição.

A demissão dele levou cinco minutos.

O São Paulo precisa de 20 pontos em 42 que faltam disputar para não cair. Não é difícil.

 



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


São Paulo empata e sai da zona
Comentários 2

menon

Depois do sucesso da última semana (acertei pelo menos sete) vamos aos palpites.

Flamengo x Avaí – Rueda achou o time e vai vencer o ascendente Avaí

Santos x Atlético-PR – o Furacão vai tornar a vida de Levir mais difícil. Vence o jogo.

São Paulo x Corinthians – vou arriscar bastante. Vai ser 2 x 2.

Fluminense x Palmeiras – O Palmeiras vence e o Fluminense vai passar a se preocupar com a zona da confusão

Dragão x Cruzeiro – Empate.

Chapecoense x Ponte – Na estreia de Eduardo Baptista, a Ponte vencer nos contra ataques.

Coritiba x Botafogo – Empate

Galo x Vitória – O Atlético vence essa. Com um pouco de cuidado, vence.

Bahia x Grêmio – Empate em Salvador.

Sport x Vasco – Professor ganha do Vasco

 



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Arana apimenta o clássico. Que ótimo!
Comentários 10

menon

Guilherme Arana falou o que todo corintiano gostaria de ouvir. Que seria um ano perfeito 2017 terminar com o Corinthians campeão e o São Paulo rebaixado. Um sonho que o são-paulino viveu em êxtase há dez anos. Foi campeão e o Corinthians caiu.

O futebol é o esporte mais popular do mundo porque cria paixões. A melhor coisa do mundo é ver o seu time campeão A segunda melhor coisa é ver o rival na lama. Na segunda divisão. Quando as duas coisas acontecem ao mesmo tempo, é o Paraíso. Não há nada melhor. Arana falou a verdade. Falou a essência do futebol.

Eu sou a favor de todo tipo de provocação, de todo tipo de drible (lambreta inclusive), em qualquer momento do jogo. Nada daquela conversa de que só se pode driblar quando o jogo ainda não está resolvido. Tudo vale. Não gosto é do desrespeito. É preciso ter respeito e dignidade na hora da vitória. Aquelas embaixadinhas do Edílson, por exemplo, contra o Palmeiras. Para mim, foi horrível, foi desrespeito com colegas vencidos.

A vitória do River contra o Jorge Wilstermann é um exemplo. A torcida pedia olé e o River não atendia. Jogava sério, buscava mais gols e chegou aos oito. O maior respeito é tratar como igual, mesmo que não seja igual, é jogar sempre para vencer.

A declaração de Arana certamente motivará mais os jogadores do São Paulo? Acredito que motivará mais em nível pessoal. Talvez cresça a animosidade contra o lateral. No cômputo geral, se houver motivação extra, é um erro. Os jogadores do São Paulo ganham bem, ganham em dia e estarão em sua casa. Casa lotada. E precisam tirar o time de uma situação incômoda. E precisam evitar um vexame histórico. Então, há muitos motivos para motivação. Não precisa de mais.

Antes do jogo contra o Vitória, o zagueiro Kanu disse que ele e os seus companheiros iriam treinar muito para tentar atropelar o São Paulo. Tentar, vejam bem. A declaração elevou os ânimos dos são-paulinos, que responderam depois. Não vi nada de desrespeitoso no que ele falou. E também não vi nada de exagerado na resposta de Petros. Só aquele papo de que havia pais de família que não mereciam desrespeito. Bobagem, caretice. Se fossem solteiros, mereceriam? Ou não reagiriam?

Futebol é bom assim. Com ânimos exaltados, com campo lotado, com bandeira, batuque, cerveja, duas torcidas, dribles, jogadas duras e leais e um abraço (ou não) no final. Como em São Paulo, muitos desses ingredientes são proibidos por nossas autoridades incompetentes, viva a provocação de Arana.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Jesus e Malcon, dois brasileiros (apenas) entre os 50 melhores
Comentários 4

menon

A revista Lequipe, da França, elegeu os 50 melhores jogadores do mundo, nascidos a partir de 1/1/1996. Abaixo de 21 anos. E lá estão apenas dois brasileiros: Gabriel Jesus, do Manchester City, revelado pelo Palmeiras, é o sexto e Malcon, do Bordeaux, revelado pelo Corinthians, é o 21º. O espanhol Asensio, do Real Madrid, é o primeiro da lista.


O Brasil está muito atrás de três rivais diretos na luta pelo título mundial no ano que vem. Alemanha tem oito jogadores citados, a França, sete e a Espanha, seis. Entre os dez primeiros, a vantagem é da França, com três citações.

Os dez primeiros são: 1) Asensio (Espanha), 2)Dele Alli (Inglaterra), 3) Mbappe (França), 4) Dembele (França), 5) Donnarumma (Itália), 6) Gabriel Jesus (Brasil), 7) Sané (Alemanha), 8) Coman (França), 9) Rashford (Inglaterra) e 10) Werner (Alemanha)

A seguir, a classificação de rivais brasileiros:

13) Brandt (Alemanha), 14) Tah (Alemanha), 15) Ceballos (Espanha), 17) Henrichs (Alemanha), 19) Davinson Sanchex (Colômbia), 22) Pavon (Argentina), 23) Havertz (Alemanha), 27 Moussa Dembele (França), 28) Theo Hernandez (França), 31) Vallejo (Espanha), 33) Driussi (Argentina), 35) Pellegrini (Itália), 38) Dahoud (Alemanha), 39) Locatelli (Itália), 40) Soler (Espanha), 42) Lucas Hernandez (França), 44) Myke Oyarzabal (Espanha), 46) Mammana (Argentina), 48) Amiri (Alemanha).

Interessante notar que Cristian Pavon, do Boca, é o único jogador que não atua na Europa. O que mostra algumas coisas: 1) nossos jovens são contratados muito cedo, o que mostra a força do poder econômico 2) essas listas são feitas notoriamente com olhar europeu. O Real Madrid, por exemplo, pagou 45 milhões de euros por Vinícius Jr, que não está na lista. Quem está certo, o Real ou Lequipe? 3) Nossos clubes demoram a dar chance às suas estrelas jovens e pouco aproveitam de sua qualidade.

O que Lequipe fala de:

GABRIEL JESUS – Pep Guardiola esperou por tanto tempo! Gabriel Jesus foi recrutado no verão de 2016 pelo City, depois de ser eleito o melhor jogador do Brasil com a camisa do Palmeiras, mas chegou a Manchester em janeiro de 2017. O técnico não ficou desapontado. Apesar da ausência de três meses devido a uma fratura no pé, Jesus marcou sete gols e deu cinco assistência em 11 jogos. Campeão olímpico em 2016, é um atacante instintivo, completo e detém a marca de Pelé com a seleção, com cinco gols e quatro assistência em nove jogos.

 

MALCON – Chegando do Corinthians em janeiro de 2016, o extremo brasileiro tornou-se o líder do ataque Girondine, depois de um período de adaptação. Um incrível driblador, um jogador de profundidade, Malcon brilhou nos últimos meses. Suas estatísticas não são incríveis – 11 gols e 9 assistências em seus primeiros 55 jogos da Ligue 1 – mas as emoções são infinitas. Com mais maturidade, ele poderá reivindicar a Seleçao



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


O grande erro do “jornalista” Muricy
Comentários 127

menon

''Aqui é trabalho, meu filho''.

Aqui, onde, Muricy?

No SporTV, comentando jogos ou no CT da Barra Funda, ajudando o São Paulo a vencer o Corinthians?

Não, Muricy, a resposta não é ''no SporTV, porque é o único dos dois lugares onde eu ganho dinheiro.''

Não é simples assim. Ou você analisa o jogo ou você colabora com a comissão técnica do time de seu coração.

As duas coisas não podem caminhar juntas. Há conflito de interesses. É como se eu tivesse problemas no joelho, me tratasse com o Marco Aurélio Cunha e aceitasse desconto ou gratuidade, porque fui setorista no clube e tenho bom relacionamento com ele. Não pode.

Muricy, você vai comentar o clássico domingo? Ou você comenta apenas a seleção? Se for o segundo caso, menos mal. Se for o primeiro, muito pior.

Imagine se o São Paulo perder feio. Vão dizer que as suas dicas deram errado. Mesmo que não tenha havido dicas. E se ganhar? Vão dizer que o mérito é seu e não de seu amigo Dorival.

O bom, Muricy, pensando do meu lado, é que minha profissão sai valorizada. O povo demarca a diferença. E sabe que os verdadeiros jornalistas são seus colegas de casa, o Noriega, o Ledio, o Luís Ademar ( cito só os meus favoritos), aqueles que não misturam paixão e profissão.

Que sabem exatamente onde é o lugar de trabalho.

 



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


River 8 x 0 Galo. River 8 x 1 Palmeiras
Comentários 35

menon

O River está na semifinal da Libertadores. Derrotou o Wilstermann por 8 x 0 é deixou pra trás a derrota por 3 x 0 da semana passada. Scocco, que jogou no Inter em 2013, fez três gols em 19 minutos. E mais dois no segundo tempo.

E fica a triste pergunta: Como o Galo jogou 180 minutos contra os bolivianos e não fez um mísero gol. E outra: Como o Palmeiras suou sangue para fazer um gol, apenas um nos bolivianos, em casa?

E olho em Marcelo Gallardo. Foi um grande jogador e agora, na quadra dos 40, torna-se como um grande técnico.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Brasil teve comportamento vergonhoso na Libertadores
Comentários 5

menon

Desde há muito, talvez sempre, os clubes brasileiros se julgam muito maiores que os outros da América do Sul. Os jornalistas, também. O Boca, de Riquelme, vinha aqui e o perigo era ''a catimba'', como se os argentinos fossem demoníacos serem prontos a devorarem nosso jogadores, verdadeiras virgens do esporte bretão.

Era uma arrogância verde e amarela, sempre se achando melhor que os outros. E sempre com mania de perseguição. Nos últimos dias, tivemos provas de que somos como eles: seres humanos imperfeitos.

Bruno Henrique cuspiu na cara do jogador do Barcelona. Um companheiro de trabalho. Brasileiro, por sinal.

Rodriguinho deu uma entrada tão violenta quanto imbecil. Foi expulso em três minutos.

Fagner denunciou um complô dos países da América do Sul contra o Brasil. Pregou união urgente. Como se ele não houvesse jogado como sempre, com eficiência e brutalidade. Atenção, não é crítica. Fagner joga sempre no limite da deslealdade.

Wellington Paulista preferiu a xenofobia. Disse que era um absurdo o jogo da Chapecoense ser apitado por um boliviano. Como se a Chapecoense não fosse o time eliminado por haver inscrito um jogador de forma irregular. E como se o Jorge Wilstermann, representante boliviano não estivesse fazendo bonito.

A torcida do Santos passou horas e horas em frente ao hotel da delegação do Barcelona fazendo barulho para impedir o sono dos jogadores. Prática de eficiência zero, como se viu. O jeito foi destruir o ônibus do…Santos, após o jogo.

Pelo menos, não matamos ninguém. Como na Bolívia.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Barca tricolor tem time completo e mais o banco
Comentários 5

menon

Uma enorme barca, mais para transatlântico, partirá do Morumbi no início do ano. Muitos jogadores deixarão o clube.  O pensamento da diretoria é contratar alguns nomes de peso e completar o elenco com a ascensão de jogadores da base. Mas, tudo depende de qual divisão o São Paulo disputará em 2018.  Se estiver na A, o investimento é maior. A relação dos que saem ou devem sair é a seguinte.

Denis – O contrato termina no final do ano e ele não fica. Teve todas as chances para ser titular e não se firmou.

Renan Ribeiro – Se Denis não se firmou como sucessor de Ceni, Renan não se firmou como sucessor de Denis.

O São Paulo procura um goleiro que traga confiança ao time. O nome mais cotado é o de Weverton, do Furacão. Valter, do Corinthians, também é uma possibilidade. Sidão, Lucas Perri e mais um goleiro da base serão os outros nomes para 2018. Sidão, que tem melhorado nos últimos jogos, ainda não é unanimidade.

Buffarini – Ele tem mercado na América do Sul e já foi citado como reforço de Boca e San Lorenzo.

Bruno – Tem contrato longo, mas pode ser envolvido em negociações. Nunca se firmou.

Lugano – Contrato termina no final do ano. Ele vai continuar a carreira em outro clube, em outro país. Quer jogar por mais dois anos.

Rodrigo Caio – O São Paulo acende velas diariamente para receber uma oferta em torno de 15 milhões de euros.

Aderllan – Veio da Europa e não é levado em consideração. Um mistério. Um novo Douglas?

Breno, que está fazendo um bom (apenas bom) trabalho no Vasco, pode voltar. Militão pode assumir a zaga.

Edimar – Contrato termina no final do ano.

Junior Tavares – Pode sair para o futebol holandês. No clube, é considerado um jogador para explodir em 2018.

Jucilei – Os chineses pedem 8 milhões de dólares e o São Paulo tenta negociar um preço menor.

Cícero – Já saiu. Não participa mais do elenco e fica apenas até o final do ano.

Thomaz – O São Paulo busca um clube para ele.

Wellington Nem – Sofreu várias contusões e não ficará.

Denílson – Contrato até o final do ano, apenas.

Marcinho – Começou bem, caiu e não fica.

As categorias de base do São Paulo têm cinco jogadores de bom nível para a função de atacante pelo lado do campo: Paulinho Boia, Paulinho, Marquinhos Cipriano, Murilo e Caíque. Tem idade entre 18 e 20 anos. Alguns, ou pelo menos um, será levado em conta para substituir Nem, Denílson e Marcinho.

Gilberto – O artilheiro do time disse que deseja sair, para ser titular. No São Paulo, Pratto é indiscutível.

Brenner, de 17 anos, é uma opção. Mas algum reforço deve vir.

Cueva – Se o São Paulo receber uma boa oferta, não pedirá uma ótima oferta.

O trabalho vai ser duro e há um consenso de que a equipe, como em 2017, não pode ser montado durante o Brasileiro.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Botafogo precisa do grande salto para frente, de Mao, amigo de Saldanha
Comentários 11

menon

O Botafogo está eliminado da Libertadores e deixa seus torcedores com a certeza de que foi feito o melhor possível. O Botafogo foi eliminado da Copa do Brasil, mas o compromisso de comprometimento entre jogadores e torcida foi cumprido. Há a certeza da dignidade sendo exercida, há a sensação de que melhor treinador não seria possível. A história do clube está sendo honrada.

Podemos argumentar com toda razão que o Botafogo, com muito menos dinheiro, foi muito mais longe que Palmeiras, Galo e Flamengo, que, com elenco muito menos estelar, não passa pelo vexame que o São Paulo está passando, mas…E agora? Fica também o gosto de quero mais e uma dúvida cruel começa a se instalar: ''é isso mesmo, é só até aqui que podemos chegar''? o

O Botafogo, como todo time grande, precisa de títulos. E, para isso, precisa de uma mudança de patamar. Precisa de alguns reforços de qualidade para que o time dê o salto final. Para que o grito de ''é campeão'' suceda ao argumento ''fomos melhor do que podíamos'', para que a insanidade da alegria tome o lugar da felicidade contida.

 

Falta um salto de qualidade. Um salto que trará mais cobranças. Jair Ventura, que tetam se mostrado o treinador ideal para esse estilo mais fechado e conservador, será tão eficiente com um elenco que permita o domínio do jogo, a pressão no rival, o jogo aberto? E se Gatito jogar com menos proteção. E Roger, renderá bem sem contra-ataque?

O Botafogo tem um estádio maravilhoso e tem avançado no equilíbrio de questões financeiras. Está na hora do grande salto para a frente? Como Mao Tse Tung programou para a China, nos anos 50? Mao, que, em 1935, comandou uma grande marcha de 10 mil quilômetros e que durou 368 dias. João Saldanha, grande botafoguense, dizia que havia participado da marcha. Então, homenageando Saldanha, que o Botafogo dê fim à sua grande marcha de transição e dê o grande salto para a frente.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.


Bruno Henrique e a maior ofensa
Comentários 38

menon

Bruno Henrique cometeu um crime na Vila. Um crime esportivo. Um crime contra a cidadania. Cuspir em outro ser humano é ofender a própria mãe, a própria família. Ninguém ensinou? Precisa ensinar.

Uma atitude vagabunda.

E a torcida do Santos? Destruiu um ônibus. Tentou invadir o vestiário. Os bucólicos anos das havaianas voadoras ficou para trás.

Um dia ruim para o futebol. E para as relações humanas. E para nossa capacidade de conviver com outro ser humano.



*As opiniões expressas neste blog são de responsabilidade do autor.