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Ex Corinthians e Flamengo, André Brazolin é o Anjo do Esporte
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Menon

Treinamento feito por Brazolin na Cracolândia

Confira abaixo como é  exaustiva a agenda de trabalho de um anjo em tempos natalinos:

Dia 14 – Visita a crianças carentes em Araçariguama (São Paulo)

Dia 15 – Visita a asilo

Dia 16 – (manhã) – Aula de basquete para crianças da Cracolândia

Dia 16 (tarde) – Visita à favela de Paraisópolis

Dia 17 – Visita à comunidade Vila São Pedro (São Bernardo do Campo)

Dia 18 – Treino de basquete em Heliópolis e na Fundação Casa, em Guarulhos

Dia 19 (manhã) – Palestra para jovens em São Mateus

Dia 19 – (tarde) – Palestra em Paraisópolis

Dia 20 – Palestra em clínica de recuperação em São Bernardo

Dia 21 – Visita a presídio no interior de São Paulo

Dia 22 –Visita em casa de passagem de imigrantes refugiados

Dia 23 – Viagem para passar Natal na casa do irmão.

Dia 26 – Começa tudo novamente.

 

O “Anjo” tem olhos azuis e já teve cabelos loiros, apesar de ser descendente também de negros. O nome é André Brazolin, 47 anos, ex-armador de basquete, com carreira consolidada em clubes como Flamengo, Corinthians, Franca e nas seleções de base do Brasil.

Teve sucesso na carreira. Os pais são donos de uma empresa de mármore. Dinheiro, nunca faltou, mas nada disso importa. “Eu  gosto de alma, gosto de mudar pessoas, gosto de fazer o bem. Só assim, sou feliz”.

Para colocar em prática seu modo de ser feliz, André criou o Instituto Brazolin – Anjos do Esporte, que atua em duas frentes: gerenciamento esportivo e reinserção social. Ele conta com ajuda da companheira Talita, no gerenciamento e no voluntariado.

São vertentes que não se misturam: como gestor, fez um convênio com a Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP) para as equipes de handebol e basquete, masculino e feminino. Ganhou os quatro títulos nos Jogos Abertos.

E através de dinheiro vindo de palestras para empresas, faz…o bem.

Tudo começou há muito tempo, quando André tinha dez anos. “Morava em uma casa bonita, com piscina e quadra, na Cidade Jardim, vizinho à Favela Jânio Quadros, que nem existe mais. Eu passava na rua e via crianças pobres, fumando, roubando e ameaçando com canivete. Pedi ajuda para meus pais e levei todo mundo para minha casa para jogar basquete e nadar. Ajudei e eles mudaram de vida. Então, não parei mais, nunca mais”.

Foi assim que nasceu o Favela Esporte Clube, que disputou campeonatos de basquete e de futebol.

Ao mesmo tempo, André foi jogar basquete no Pinheiros. Era o melhor da categoria, o armador que fazia diferença e que iria para a seleção brasileira. Ficou por lá três anos, ganhando tudo, quando surpreendeu a todos.

Procurou José Cláudio dos Reis, dirigente do Continental, o clube mais pobre da Liga.

Quero jogar para vocês.

Imagina, você é o melhor de todos, nem temos dinheiro para pagar alguma coisa.

E quem falou que eu quero ganhar?

André foi para o Continental, que passou de 14º para quarto e depois passou a ganhar títulos na categoria.

“Eu era o olho de Tigre, um bom armador. Não fazia muito ponto, porque, na hora da bandeja, eu parava para dar a bola para alguém do  meu time que ainda não tinha pontuado. Queria ver todo mundo feliz”.

Presente em todas as categorias de base da seleção brasileira, Brazolin teve também passagem por uma seleção de novos. A principal, nunca foi alcançada.

Brazolin visita asilo

“Eu nunca fui um atleta. Tinha muita facilidade para engordar. Quando chegava as férias, tinha de passar 15 dias em um spa para perder peso. E também eu não tinha vontade de fazer cestas.

Ele se profissionalizou no Monte Líbano e teve uma carreira sólida. O maior momento foi ser campeão pelo Flamengo.

“Eu tinha dez anos e ganhei um autógrafo do Oscar Schmidt, meu ídolo. Quando ele foi para o Flamengo, eu também quis ir, já estava com 31 anos, em 2002. Não tinha mais verba e joguei em troca de casa e comida. Quando ganhamos, o Oscar me agradeceu, abraçou e beijou. Se eu morresse naquele dia, seria feliz.

O basquete acabou, André se mudou para São Lourenço (MG) para administrar um hotel.

“Com 15 dias na cidade, o prefeito me chamou para ser secretário de esportes. Depois, fiz o mesmo trabalho em Caxambu. Mas percebi que dependia da eleição do prefeito, então resolvi criar o Instituto para ficar livre. Hoje, tenho orgulho de ter parceria até com a Cruz Vermelha”.

Através da Cruz Vermelha, chegou aos refugiados, agregando uma vertente a mais no seu menu de ações, que se constitui de ressocialização de presos, de palestras em asilos e de inserção social de jovens carentes em favelas e na cracolândia. Em 2017, o time adulto do Instituto Brazolin Paraisópolis foi vice-campeão em uma liga amadora.

Em 2018, ele terá convênio com quatro unidades da Fundação Casa. E continuará seu trabalho, que pouco nenhum dinheiro dá. E que nenhum dinheiro paga.

Anjos do Esporte de Paraisópolis

E vale a pena?

“Sou corintiano e joguei no Corinthians. Sou fã do Oscar e fui campeão com ele. Deus me deu tudo isso e eu preciso retribuir, levando a palavra dele e a bondade para os outros. Se eu estiver em um local com dinheiro e aparecer alguma criança perto, eu vou a falência. Não cuido dos negócios da família por isso, já vendi meu apartamento. O dinheiro não é meu parâmetro de jeito nenhum. Eu joguei em Suzano, foi o tempo em que recebi mais e também o tempo em que fui mais triste.''

Se o dinheiro não importa, não é parâmetro, há que se buscar a certeza de estar fazendo tudo certo em outros termos de comparação.

A recompensa vem, por exemplo,  com o traficante preso que lhe implorou para que ensinasse basquete para o filho livre, para que também não terminasse na cadeira.

Vem com o assassino que batizou o filho como André Brazolin e garantiu que, se o tivesse conhecido antes, não estaria preso.

A recompensa vem com Riquelme, que treinava no Instituto Brazolin na favela de Paraisópolis e agora está federado e atuando em São Bernardo do Campo.

E com o garoto que roubou a casa de André, em Minas e que ele trouxe para trabalhar na casa de sua mãe, em Cotia.

O Anjo é ambicioso, se é que isso é possível. E tem uma meta de vida para ser conquistada em breve. Está se esforçando muito para que de certo.

“Meu sonho é entrar em Pedrinhas, o presídio mais violento do mundo. O pior de todos. Fica no Maranhão. Esse presídio é um Inferno”.

E o que é o Inferno para quem é Anjo?

Parceria com a Cruz Vermelha

 

 

 

 


Mundial precisa acabar, apesar da bravura do Grêmio
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Menon

O Mundial de clubes, neste formato, não tem mais a menor razão técnica para continuar existindo. A diferença entre seleções transnacionais e clubes quase sempre endividados é constrangedora.

Como assim, se o jogo foi apenas 1 x 0?

Como assim, se o gol veio em uma falha da barreira gremista?

Como assim, e se o Grêmio não errasse na barreira e se o Grêmio acertasse um contra-ataque…?

Pois é. O que resta para um grande time como o Grêmio, para um time que pratica o jogo bonito, com triangulações, com bom passes, é isto. Apostar na solidez defensiva e em uma bola bandida. Foi assim com o Inter e com o São Paulo.

O mundo mudou totalmente. Os nossos jogadores deixam os clubes com 18 anos ou menos. Não é mais possível um time sulamericano reunir um elenco como o do São Paulo em 92/93 ou o Flamengo de 81. O São Paulo que venceu o Barça e Milan tinha Zetti, Cafu, Ronaldo, Raí, Leonardo e Muller que estiveram na Copa de 94. O Flamengo tinha Zico, Junior, Leandro. Zico, um dos maiores do mundo naquele período.

Hoje, não é fácil chegar até o jogo final. Inter e Galo fracassaram. O Pachuca complicou muito para o Grêmio. O desnível entre os campeões da América do Sul e da Europa é maior que o desnível entre América do Sul e Concacaf.

Vejamos as alterações:

Sai Benzema, entra Bale.

Sai Barrios, entra Jael.

Seria muito bacana haver um Mundial Interclubes com oito times, três europeus, dois sulamericanos e mais três de outros continentes. Ou algo parecido. Seria muito mais atrativo.

Do jeito que está, o glorioso futebol da América entra em campo sonhando em não sofrer vexame.

Agora, imagine um jogo entre seleção da América contra a seleção da Europa.

Seria muito diferente.

Não haveria vinte finalizações de um lado e apenas uma do outro.

 


Brasil está doente. Flamengo não merece essa barbaridade
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Dois torcedores do Flamengo levam um submarino de plástico com o símbolo do Independiente ao Maracanã.

Uma alusão tão óbvia quanto macabra aos mortos do submarino San Juan, desaparecido.

Estas pessoas não respeitam a dor humana, não possuem solidariedade ou empatia e não respeitam a história de seu clube. Fazem de tudo para manchá-la. Não aprenderam nada com a solidariedade dos colombianos.

Ah, no Natal caminham até a Igreja mais próxima. No caminho, desviam-se, com nojo, dos irmãos desvalidos, que, dormindo nas calçadas, esperam, sem esperança,  a morte chegar.

 

Tags : flamengo


Renato é vítima do viralatismo
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Renato ou Cristiano?

Cristiano, a meu ver.

Mas não se pode comparar essa discussão com a outra, famosa, Taison ou Messi, que parece ter afetado Tite.

O ponto, aqui, não é Renato x Cristiano e sim a maneira como brasileiros tratam Renato, que foi um imenso jogador.

Parece que ele é um traidor do futebol por se achar melhor que CR7. Muitos revoltados. Para eles, nada que vem do nosso futebol não presta.

Os vira-latas se incomodam muito mais com Renato dizer que é melhor que Cristiano do que Cristiano dizer que é o melhor da História.

Mesmo fracassando em três Copas, mesmo perdendo uma Euro em casa. Para a G R E C I A.

Foram até procurar jornalistas espanhóis para que chamassem Renato de louco e desconhecido.

Jornalista espanhol é jeca. Vai na cabine de imprensa da Copa com camisa da seleção. Basta ver a cobertura bairrista do Marca (pró Real) e do Mundo Deportivo (pró Barcelona).

Não são, profissionais adequados a falar sobre o assunto.


“Grandes” são capachos de Marco Polo, afastado pela Fifa
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O presidente da CBF, Marco Polo del Nero, foi suspenso pelo comitê de ética da Fifa, por 90 dias. Ele continua investigado e a punição pode aumentar. A Fifa informa que 'ele está banido de todas as atividades relacionadas ao futebol tanto em nível nacional quanto internacional. A punição passa a valer imediatamente''.

Sabe o que vai acontecer com o futebol brasileiro? Nada. Absolutamente nada.

O Coronel Nunes assumirá. Com todo apoio dos ''grandes'' clubes brasileiros.

Fará tudo o que Marco Polo mandar. Com todo apoio dos ''grandes'' clubes brasileiros.

Quando puder, Marco Polo voltará. Com todo apoio dos ''grandes'' clubes brasileiros.

Se não puder voltar, Marco Polo colocará outro títere no comando do nosso futebol. Com todo apoio dos ''grandes'' clubes brasileiros.

Mesmo se for um zé ruela qualquer, mesmo se for uma de suas namoradas.

Os ''grandes'' clubes brasileiros o apoiarão.

São capachos dele, como foram de Marin, de Ricardo Teixeira e de João Havelange. O futebol brasileiro é dirigido por corruptos e corruptores há décadas. E ninguém reage. Ganha uma paçoca Amor (fórmula antiga) e um Chikabon quem disser o motivo.

Esses que dirigem a CBF são a cara cuspida e escarrada dos que dirigem os clubes. Não há diferença moral e ideológica. E, se houver, ela é sufocada em troca de dinheiro para os clubes, que são pessimamente dirigidos e, por isso, dependentes.

Seria a hora ideal para que se constituísse uma liga para dirigir o futebol, longe da CBF. Uma liga que se preocupasse com o futebol brasileiro, com a arbitragem, com a modernidade.

Esquece.

Todos estenderão um tapete vermelho para ele.

E Tite o receberá com novo beijo no rosto.

 


Cruzeiro está enrolando o São Paulo
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Transações entre clubes grandes envolvem negociações espinhosas, principalmente quando envolvem jogadores e não apenas dinheiro. Cada clube pensa em seu lado, cada uma quer puxar a sardinha para sua brasa. Não é o caso da saída de Hudson do São Paulo para o Cruzeiro. Neste caso, o Cruzeiro pensa no seu lado. E o São Paulo pensa no lado…do Cruzeiro.

Terminou o empréstimo do jogador. O Cruzeiro deveria pagar 1,5 milhão de euros para ficar com ele. Ou melhor, com metade dele, como é comum nas negociações tipo pizza de hoje em dia. O Cruzeiro pediu desconto e o São Paulo se negou. O Cruzeiro então se comprometeu a pagar o valor acordado em contrato. Mas, ao saber que o jogador tem 29 anos, perdeu o apoio de um investidor.

Então, tudo resolvido. Não tem dinheiro, o jogador volta.

Nada.

A partir daí, começou a fase da troca. O São Paulo pediu Ariel Cabral ou Alisson. O Cruzeiro negou. Ofereceu Rafael Marques, que fracassou lá, como havia fracassado cá, no Palmeiras. Depois, Fabrício Bruno e agora Lucca, em uma negociação triangular com o Corinthians, que detém 60% dos direitos do jogador.

E se não der? Algum outro nome?

Entendem? A negociação é feita a partir de um fato consumado: Hudson vai para o Cruzeiro. E então, vamos dar um jeito de isso dar certo. O São Paulo faz de tudo para arrumar o quebra cabeças e ajudar o Cruzeiro a ficar com o jogador.

A postura correta é oferecer Hudson como moeda de troca para ter Scarpa, do Fluminense, que está quase certo com o Palmeiras. Lógico, pois o Palmeiras tem mais e melhores jogadores para oferecer em uma troca. Mas se você oferecer Hudson, mais Bruno e Reinaldo, por exemplo, a negociação poderia mudar. A proposta do São Paulo seria boa, o clube conseguiria ser ouvido. Mas, não. Primeiro é necessário acertar a questão do…Cruzeiro.

O mercado é predatório. E o São Paulo é uma mocinha virgem.


Quando Diego se tornou um burocrata?
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Diego Ribas, acreditem, já foi Ezequiel Barco. Agressivo, instigante, ousado como o garoto do Independiente, 18 anos, frágil e encarador, que comandou o Rojo na luta pelo título.

Foi quando? Em 2002, com os Meninos da Vila. A magia era por conta de Robinho e suas pedaladas, mas Diego era referência também. Perto da área rival, era um perigo.

Hoje, com seu cabelo cheio de brilhantina, glostora ou brilcrem, com sua barba milimetricamente aparada, parece um hipster pronto para brilhar na noite carioca.

Mas o ritmo em campo condiz mais com redes sociais.

Diego participa pouco do jogo. Não é e nem pretende ser o jogador surpresa, o que vem com a bola dominada, faz uma tabela vertical e rompe as linhas defensivas, com chute ou sofrendo faltas.

Nada disso. Ele se posta mais atrás, na intermediária, onde milhares de craques brasileiros romperam. Milhares mesmo. Todo time de toda cidade, de Santana do Livramento a Macapá, tem um jogador assim. Em Aguaí, havia Carlos da Carolina, Paulo da Leiteria e outros.

E o que fazem esses jogadores? Recebem a bola e tentam lançamentos para os pontas ou para o centroavante. Todos, errando ou acertando.

Todos, menos Diego. Ele recebe a bola e toca de lado, para os laterais. É uma postura próxima da acomodação.

E fica uma dúvida: por que os clubes brasileiros estão sempre prontos a repatriar jogadores veteranos, pagando milhões e não olham para as canteras  de Sudamerica.

O jovem Barco vai navegar na MLS. Ruim para ele. Ruim para quem não ó vou antes. O futuro vai para EUA, o passado volta ao Brasil.


Diego decepciona e Rey de Copas não perdoou
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Mais uma vez o Flamengo perde uma final. Saiu na frente em Avellaneda e perdeu. Saiu na frente no Maracanã e empatou. Sabe aquela história de deixou chegar? Do cheirinho? Nada disso.

O Independiente, muito mais bem postado em campo, teve o controle do jogo. Toca muito bem a bola, não se desespera e tem dois garotos muito bons de bola: Meza e Barco.

O Flamengo tem em Diego sua maior decepção. Nunca foi uma referência na seleção e voltou com fama de superstar. E nunca confirmou o que a fanática torcida esperava dele.

A saída de Traucco possibilitou um canal para a passagem de Barco e de Meza. E o Independiente aproveitou. Teve boas chances. Mais que o Flamengo.

Mais um título para o Teu de Copas.

Mais um fracasso do Flamengo.


Grêmio, Romarinho mostrou o caminho
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Menon

Evidentemente o Real Madrid é favorito contra o Grêmio. O Barcelona também era contra o Inter. E o Liverpool era pule de dez contra o São Paulo.

Mas há, além do passado recente, mais motivos para o Grêmio apostar em uma surpresa. O primeiro é o futebol consciente que está jogando, com bons passes, defesa bem plantada e homens rápidos para o contra-ataque.

Aí está o segundo ponto. O que ficou do jogo do Real, além do bom goleiro rival, foi a facilidade encontrada para o contra-ataque, sempre com Romarinho.

Ele fez o primeiro gol e poderia ter feito o segundo, mas preferiu passar para o colega que estava impedido.

Bem, se eu vi, o Zidane também viu. Vai consertar. Mas o caminho está mostrado. O Grêmio pode muito bem utilizar as franjas do campo como uma ótima opção para enfrentar os garotos do Zidane.


Flamengo precisa jogar bola e esquecer baixarias
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Menon

O Flamengo tem todas as condições de superar o furo Independiente e vencer. SulAmericana. Seria a cereja para um bolo que não cresceu durante o ano.

A receita para vencer é antiqüíssima: jogar bola. Procurando a posse? Apostando na velocidade? No contra-ataque? Importante definir esquema é escalação (eu colocaria Vinícius Jr de início), mas o principal é ter o foco no futebol. Como o Grêmio fez contra o Lanús, na segunda partida.

Jogar bola e esquecer ofensas racistas. Jogar bola e esquecer a baixaria de sua própria torcida, impedindo o sono do Rojo. Jogar bola e esquecer tonterias do tipo argentino é sujo, tem catimba, SulAmericana é preciso jogar com raça.

Com raça, sempre. Mas sem a bunda no chão. Jogar bola com comprometimento, com raça, foco, mas de cabeça em pé.

.Está nas mãos (e nos pés) do Flamengo e não nos preconceitos de torcedores que vêem o futebol não como o mais belo de todos os esportes e sim como algo que justifique a explosão de seu ódio, de suas frustrações é inadequação ao mundo civilizado.