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Corinthians pode tirar Luís Felipe do Palmeiras

Menon

04/10/2013 13h54

A possibilidade – dada como certeza por muitos torcedores – de o lateral Luís Felipe haver assinado um pré-contrato com o Corinthians movimenta o ambiente político do Palmeiras. Ele tem contrato com o clube desde 2/3/2010 com vencimento previsto para 1/3/2014. Em julho, diretores do Palmeiras garantiram que haveria um novo contrato, o que não ocorreu. No site da Federação Paulista de Futebol, o contrato registrado é o "antigo", o que permitiria ao jogador, desde terça-feira passada, assinar um pré-contrato com outro clube. E o pior cenário é comentado no Palestra: o jogador já teria se acertado com o rival histórico.

Seria a repetição do caso Ilsinho, que esperou seu contrato com o clube terminar e se transferiu para o São Paulo. Caso se concretize a saída do lateral, Paulo Nobre e Brunoro serão muito criticados. Já estão sendo aliás. A oposição diz que eles demoraram em fazer o novo acerto. E defensores dizem que Luís Felipe é duro de negociar e forçou a situação.

Ele chegou ao Palmeiras em 2007, depois de fazer um teste. Já havia passado por São Paulo, Santos e Corinthians. Em 2010, segundo o site www.porcopedia.com.br foi promovido para o Palmeiras B. Destacou-se na Copa São Paulo, quando o Palmeiras foi terceiro colocado e passou para o time principal. Estreou em 24 de outubro contra o Corinthians.

No ano seguinte, foi emprestado ao Bragantino. Felipão preferiu apostar em Cicinho e Paulo Henrique. Em 2012 foi para  Mogi Mirim e depois para o Penapolense. No final do Paulistão de 2013 voltou ao Palmeiras. Fez alguns bons jogos na Série B e mudou de status. Deixou de ser um jogador sem futuro, que vivia de empréstimo a empréstimo e passou a ser considerado uma grande revelação do clube.

Só que o contrato não foi refeito. E agora há a possibiliade de que deixe o clube.

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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