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Menon

Grande vitória do Galo, com golaço de Fernandinho. Ótimo jogo

Menon

13/10/2013 18h07

O jogo foi à altura do campeão da Libertadores e do probabilíssimo campeão do Brasil. O Galo mereceu a vitória por 1 a 0, com um golaço de Fernandinho. Jogou muito bem e, se não houvesse abusado de pulos dentro da área em busca de pênaltis inexistentes, poderia ter marcado antes. Mas foi uma boa estreia em clássicos contra o grande inimigo.

O Galo, sem Victor, Rever, Ronaldinho Gaúcho e Jô não teve complexos diante do Cruzeiro, que não tinha Dedé. Diego Tardelli armou o jogo, com Luan aberto na direita, Fernandinho na esquerda e Alecsandro centralizado. Ou seja, Tardelli virou Ronaldinho e Luan virou Tardelli. Fernandinho era Bernard.

Era um 4-3-3 que, pelo menos no papel deveria dar ao Cruzeiro a vantagem no meio campo, já que tinha três meias: Ricardo Goulart, Willian e Everton Ribeiro. Não foi o que aconteceu. Os meias do Cruzeiro não faziam a bola chegar a Borges e também não ajudavam Lucas Silva e Josué na marcação.

Fernandinho levava grande vantagem sobre Ceará e teve duas chances de gol, mas em ambas preferiu pular. O juiz não marcou nada. Talvez devesse lhe presentear com um amarelo. 

Para o segundo tempo, Marcelo Oliveira trocou Lucas Silva, que tinha amarelo, por Henrique. A marcação melhorou, os meias tornaram-se mais participativos e o Cruzeiro igualou o jogo. Giovanni fez boas defesas. Depois, foi a vez de Fábio brilhar.

 O que impressionava no jogo era a velocidade dos dois times. O ritimo não caiu. E os dois treinadores tiraram os centroavantes em busca de um jogo com ainda mais toque e rapidez. Borges saiu e Goulart foi para o ataque. Neto Berola entrou no lugar de Alecsandro. E o Cruzeiro ainda teve Dagoberto no lugar de Willian.

O jogo ficou muito aberto. Até que Fernandinho, fora da área, deu meia lua em Bruno Rodrigo – que estava muito bem – e acertou um lindo chute. Um golaço que fez justiça ao campeão da América.

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.