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Alvaro Pereira: livro infantil e cotovelada cruel

UOL Esporte

20/01/2014 11h47

Álvaro Pereira, que o São Paulo contratou, é um jogador muito querido no Uruguai, apesar de não haver jogado nos grandes clubes de Montevidéu. Por isso, a editora Topito publicou um livro infantil  no ano passado, contando sua vida, desde 1990, quando, garoto pobre, colecionava figurinhas de jogadores de futebol  até 2010, quando disputou a Copa  do Mundo e fez um gol contra a África do Sul.

O livro mostra passagens interessantes da infância de "Palito", como Álvaro Pereira é conhecido. Ele abriu mão dos seus direitos, que foram doados à Fundação Celeste, de jogadores da seleção e que ajuda na instalação e conservação de instalações esportivas par a crianças carentes.

 

Uma das primeiras imagens do livro é quando o garoto, depois de correr muito, percebe que não se cansa nunca. É uma das características de Alvaro Pereira, um jogador incansável, pronto a atacar e a defender, sempre pelo lado esquerdo. Quando Tabarez quer defender um resultado, Pereira é fundamental na mudança de esquema: o lateral Martin Caceres se desloca um pouco para a direita e Palito recua bastante. Fica um 5-3-2 de muita pegada.

Uma outra característica de Pereira é do tipo que deixa o jogador como ídolo de seu time e como inimigo primordial dos rivais: um jeito duro e até violento na hora de dividir. O vídeo abaixo mostra isso. Uruguai vencia a Venezuela por 1 a 0 em Caracas aos 46 do segundo tempo. A vitória era fundamental para que as esperanças de classificação para a Copa continuassem vivas.

Alvaro Pereira disputou uma jogada com Rosales. Veja o resultado abaixo:

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.