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Santista fanático, Zé Rico era dono da 10 e doou ônibus para o Barbarense

Menon

04/03/2015 10h49

José Alves do Santos, o Zé Rico, que morreu na terça-feira, gostava muito de futebol. Durante muito tempo teve um time chamado Bola e Viola, que fazia partidas beneficentes nos dias anteriores ou posteriores aos shows da dupla Milionário e Zé Rico, conhecidos como as gargantas de ouro do Brasil. A cidade que os contratava tinha, então, um certo retorno para suas entidades de apoio aos necessitados.

Na montagem do time, não havia discussão. "Ele pegava a camisa 10 e não cedia para ninguém. Os outros é que se arrumassem", contra Júnior Chávare, responsável pela base do São Paulo e natural de Americana. Santista fanático, Zé Rico adorava uma discussão e sempre citava seu amor pelos Meninos da Vila.

Ele chegou a comprar uma carta de intenções na Federação Paulista de Futebol para ter um time profissional. Era possível fazer o registro e ficar inativo por quatro anos. Ao final do período, desistiu da empreitada. Mas ajudou, durante um período, o União Barbarense. Doou um ônibus e ajudou na contratação de jogadores.

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Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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