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Leco não é Rainha da Inglaterra e já tem seu núcleo duro

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15/10/2015 15h27

Cada repórter podia fazer uma pergunta. Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, respondeu a todas. Depois da coletiva, me aproximei e pedi um chorinho. Uma questão a mais. Ele acedeu.

– O projeto de gerenciamento do Alexandre Bourgeois previa vários comitês e um presidente sem tanta força assim. Você aceitaria esse estilo?
– Rainha da Inglaterra. Você conhece o meu perfil. Acha que eu aceitaria? Lógico que não.

Se não abre mão do poder, o novo presidente mostra vontade de exerce-lo de forma compartilhada e não autocrática. E surgem alguns nomes que estarão ao seu lado.

Abílio Diniz – "Ele não pode ser vice presidente e nem presidente. Mas pode ajudar muito o clube, tem uma trajetória maravilhosa como gestor".

Vinícius Pinotti – Leco, sem que lhe fosse perguntado, falou que já teve uma reunião com ele. E o citou como pessoa ligada ao marketing do clube. Mostra admiração pelo empresário que disponibilizou dinheiro para a contratação de Centurión. Será o responsável pelo marketing do clube, algo que estava sob responsabilidade de Douglas Schwatzmann, citado no email de Ataíde Gil Guerreiro, importante para derrocada de Aidar.

Francisco Manssur – Muito ligado a Juvenal e o principal desafeto de Carlos Miguel Aidar. "Vou conversar com meu sócio no escritório para ver como eu posso colaborar com o Leco. Não vai ser no Jurídico, mas será o que ele quiser, desde que eu possa".

Antônio Cláudio Mariz – amigo de Leco há muito tempo, foi o intermediário na renúncia de Aidar. Mesmo sem cargo, será muito ouvido.

Ataíde Gil Guerreiro – O "homem-bomba" continuará no futebol, refazendo a dupla com Gustavo Vieira. Será muito cobrado para que divulgue o conteúdo da gravação de sua conversa com Aidar.

Marco Aurélio Cunha – Foi o adversário de Aidar na eleição do ano passado. Agora, tem conversado bastante com Leco. Como trabalha na CBF, não terá nenhum cargo. É uma aliança que tem data de prazo vencida. Em 2017, os dois devem disputar a eleição.

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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