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São Paulo luta contra “herança maldita” de Ceni e jovens baladeiros

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Herança maldita de Ceni é um termo usado por diretores do São Paulo. Ela se refere a dois nomes: Cícero, pedido por Ceni e que não tem acrescentado nada ao time. E Thomaz, que recebe R$ 80 mil por mês e tem contrato de três anos. É como se ele tivesse ganho na loteria, após fazer uma boa partida contra o Palmeiras, quando ainda estava no Jorge Wilstermann. Na análise, o contrato deveria ser até o final do ano, como o de Denílson. Um teste.

Considera-se também que alguns jogadores não estão preocupados com o clube, se acomodaram com a reserva, já que o salário é bom e sempre chega no dia certo. Esse grupo é formado por Wesley, Buffarini e Douglas, além de Cícero e Thomaz. Havia esperança de que Wesley reagisse a partir da chegada de Dorival, que o dirigiu eno Santos, mas…nada. A rescisão do contrato está encaminhada. Buffarini tem mercado.

O clube busca colocar os outros, Cícero, Thomaz e Douglas, em negociações nacionais. Busca-se um lateral. A prioridade era Marcos Rocha, mas o jogador pediu R$ 350 mil mensais. E Dorival argumentou que confiava no futebol de Bruno.

O terceiro problema é a falta de comprometimento de dois jovens da base. O termo usado é ''baladeiros''. Um deles é apontado como alguém que não está aproveitando a segunda chance, depois de muitos problemas de comportamento no time anterior. Fala-se de atraso para tratamento médico por estar fazendo uma nova tatuagem. E o segundo, visto como alguém com grande potencial, com pinta de craque, estaria deslumbrado com a noite paulistana.

São erros e preocupações com o passado recentes. Mas, o que está sendo feito de bom após a saída de Ceni?

 



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