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Mattos acerta 200% no caso Dudu

Menon

No início do ano, Alexandre Mattos chamou Dudu para conversar. Foi feito um plano de carreira para o jogador. Ele ganharia mais e ficaria no clube até o final do ano, como um dos mais importantes trunfos na luta pela Libertadores.

Agora, no meio do ano, os chineses ofereceram  um salário de R$ 2,3 milhões ao jogador. Aproximadamente 350% a mais do que ele recebe no Palmeiras, mesmo com o tal aumento de janeiro. O jogador, como todo ser humano, como todo trabalhador, se sentiu tentado pela oferta.

E, para o Palmeiras, o que os chineses ofereceram?

12 milhões  de euros.

Foi rejeitado.

15 milhões de euros

Rejeitado novamente.

Ora, eles ofereceram para o clube o correspondente a apenas dois anos de salário que Dudu receberia.

É um troco. Uma esmola. Lembremos que o futebol chinês pagou 50 milhões de euros por Paulinho.

Como Palmeiras é um clube bem estruturado, com muito dinheiro, pode recusar. Se quiser levar, que pague a multa de 6o milhões de euros.

E, mesmo com todo esse dinheiro, o Palmeiras teria dificuldades em conseguir um bom reforço. Os grandes jogadores do Brasil e da América do Sul já estão atuando na Libertadores. Ou já cumpriram sete jogos no Brasileiro.

Fez muito bem o Palmeiras. Mais vale ganhar um título do que 12 milhões de euros. Evidentemente, Dudu não é garantia de título. Mas também é evidente que o time ficaria mais fraco sem ele.

E como fica o jogador, impossibilitado de ganhar R$ 2 milhões e trezentos mil por mês?

Como fica?

Cumpre o contrato que assinou.

E se vira com R$ 500 mil por mês.

Não é tão difícil assim.



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