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Mano e Renato no SPC. Cuca, Carille e Abel, quase

Menon

25/05/2019 06h26

São cinco rodadas do Brasileiro e nenhum treinador foi demitido. Tivemos apenas a chegada de Luxemburgo para o lugar do interino Valadares.

Significa que os clubes abandonaram a postura imediatista? Não acho. O motivo principal, a meu ver, é que os treinadores que mais decepcionam são de alto nível e com bons trabalhos recentes nos times que dirigem atualmente.

Renato está, como ele diz, cansado de dar volta olímpica pelo Grêmio. E está cansando a todos com suas explicações repetitivas que trazem apenas confusão. O time está invicto no Brasileiro, com dois empates e três derrotas. Sofreu dez gols. Mas, quem vai demitir aquele que foi homenageado com uma estátua há tão pouco tempo.

A torcida do Cruzeiro devia menosprezar as críticas ao futebol sem brilho, mas com defesa muito forte, que o time exibia nas conquistas recentes.

Agora, está estupefata com os onze gols que teansformaram o time em uma peneira. Como assim, se Fábio está lá, atrás de Dedé. O que mudou? Mano busca explicações. As cobranças ainda não vieram, mas não há currículo que garanta paz por muito tempo.

Abel dirige o melhor elenco do Brasil, ao lado do Palmeiras. Seu Flamengo tem sete pontos enquanto o time de Felipão já tem 13. Mas o que pega, mesmo com a classificação em primeiro lugar em seu na Libertadores, é a falta de consistência.

O que o segura é que foi escolhido pela atual diretoria. Ninguém vai assumir que errou.

Cuca e Carille vão se encontrar domingo. O treinador do São Paulo está há pouco tempo no comando e invicto no Brasileiro. Precisa melhorar o ataque, se quiser se recuperar na Copa do Brasil.

O Corinthians que chegou longe na Copa do Brasil e na Sul-americana é muito mais o time de Cássio do que de Carille. O treinador tem testado várias opções, mas o futebol não aparece.

Cuca e Carille. Quem perder domingo, passará a ser ainda mais cobrado.

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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