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Brasil é o grande favorito. E cada um torce pra quem quiser

Menon

02/07/2019 05h00

O Brasil é o grande favorito hoje, contra a Argentina, que só não pode ser chamada de zebra por seu passado glorioso e por Lionel Andrés.

E ele, Messi, não tem jogado bem. O que diminui as possibilidades argentinas. Se o grande craque não está, o que se pode esperar? Um grande jogo de Lautaro Martinez, que mal começa a carreira? Ou que Aguero seja o que é no City?

Ou, o que poderia ser muito importante, que a defesa jogasse muito bem e repetisse o que Venezuela e Paraguai fizeram? Difícil, não só pela fraqueza de Otamendi e pela improvisação na lateral direita – Vasco ou Foyth – mas, principalmente pelo DNA histórico.

A Argentina não nasceu para defender. Pode até ser obrigada a ficar em seu campo, mas não por vontade própria. Então, haverá espaço para o Brasil jogar.

A Argentina é um time em eterno recomeço. Há tempos. A média é de um treinador por ano. Como ter um time?

E o Brasil? É um time formado. Com melhores jogadores ( Alisson, por exemplo) e jogando em casa.

O que pesa contra? O pragmatismo exagerado. Um time engessado, incapaz de grandes surpresas. E Messi, claro.

Ah, mas é a Argentina!!!. Sim. É a Argentina, que não ganha nada há 26 anos e que o passado glorioso não consegue mudar.

É um jogo de grande rivalidade. E um dos grandes clássicos do futebol mundial. Cada um torce para quem quiser. Não tem a ver com patriotismo. Um brasileiro pode torcer por Messi, por que não? Um argentino pode torcer por Romário

É só futebol. Não tem a ver com Pátria. A mais bela seleção brasileira de todos os tempos não pode ser confundida com os anos de tortura. 1970.

Patriotismo é outra coisa. Sonhar com um país soberano em que não se preste continência à bandeira alheia.

 

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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