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VAR acelera a economia brasileira

Menon

11/07/2019 16h18

Em um país com 13 milhões de desempregados, há pelo menos um setor da economia em ebulição: arbitragem de futebol.

O fator propulsor é o advento do VAR. Antes dele, havia três árbitros dentro do campo, um fora e mais um observador. Na cabine do VAR,  ficam um árbitro de vídeo, dois assistentes e um observador.

De cinco, subiu para nove. Aumentou, se não o emprego, o salário dos empregados.

E o resultado continua ruim.

Os bandeirinhas não assumem mais nada. Ficam na moita, se houver problema, o VAR resolve.

A falta de critério continua. O mesmo lance, revisto por A ou B, resulta em decisões diferentes.

E a demora? Daronco levou sete minutos para decidir que não foi pênalti a favor do Furacão contra o Flamengo.

Erros foram evitados? Sem dúvida. Mas há dois fatores correlatos: o jogo ficou mais chato, com menos ritmo. E a conta bancária dos árbitros ficou mais polpuda.

A economia gira. Paulo Guedes podia tentar algo semelhante.

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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