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Galo se dá bem com reservas. Colorado, não.

Menon

14/07/2019 21h39

O Galo venceu a Chape fora de casa, de virada, com um gol marcado no último minuto. Com um gol sofrido no primeiro minuto de jogo. E com Ricardo Oliveira perdendo um pênalti.

Detalhe: o Galo jogou com time reserva. Poupou os titulares para enfrentar o Cruzeiro na quarta-feira. Perdeu o primeiro jogo por 3 x 0. É tão difícil a virada que o Cruzeiro não poupou ninguém para o duelo.

Deu tudo certo para o Galo.

Mas, mesmo assim, não acho esperto. Mesmo com os três pontos. Por que desprezar o Brasileiro, se a possibilidade de virada é tão difícil?

Para quê poupar tantos jogadores? É tão necessário assim?

O Inter foi com o time todo reserva – exceção a Lomba – a Curitiba enfrentar o Furacão. Perdeu no final.

E se não vencer o Palmeiras, que ganhou a primeira por 1 x 0, na decisão da Copa do Brasil. Terá valido a pena?

Pelo bem ou pelo mal, não acho correto poupar tantos jogadores. É possível um meio termo. E respeitar mais o Brasileiro.

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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