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Júnior Urso tem melhor definição sobre Carille e estrangeiros.

Menon

22/10/2019 15h54

Júnior Urso foi perfeito. Disse que considera Carille excepcional e que só está sendo questionado por conta do trabalho dos treinadores estrangeiros. Os Jorges.

Excepcional? Sim, concordo. Três anos de carreira, três Paulistas e um Brasileiro. Incontestável. Jesus e Sampaoli não fariam melhor.

Mas o sarrafo subiu. Ganhar continua sendo fundamental, o mais importante de tudo, mas o como ganhar e o como jogar também ganharam espaço.

A presença dos estrangeiros faz com que os brasileiros passassem a ser mais questionados. Não é apenas uma questão tática. É o de menos, mesmo porque não sou da Igreja da Posse de Bola.

Mas….

Por que começar o jogo sempre com intensidade baixa?

Por que se acomodar após o primeiro gol?

Por que, quando precisa garantir um resultado, a receita é sempre tirar um meia e colocar um volante nos 20 minutos finais?

Por que, quando precisa mudar o resultado, a receita é sempre tirar um volante e colocar um atacante alto e cruzar, cruzar, cruzar…!

Por que poupar o time inteiro no domingo para jogar na quarta? Já repararam que só fazem isso quando se trata de competições diferentes? Se for só Brasileiro, não poupam.

Por que jogar sempre no horrível 4-2-3-1?

Por que não ousar? Deixar o módulo manada?

Por que a adoração pelo ônibus?

Por que a eterna receita em competições mata-matas: fora de casa, me tranco e em casa jogo mais aberto?

Olha, nem sempre o estrangeiro é diferente. Alguém tem saudades de Bauza ou Rueda?

Nem tudo que estrangeiro faz é correto. Sampaoli erra ao tirar Vanderlei, que é muito melhor que Éverson. Erra ao insistir com Veríssimo na direita.

Mas a presença deles é muito importante. Aumenta a cobrança até dos excepcionais. Quem não se mexer, ficará fora do mercado. E verá mais estrangeiros no Brasil, fazendo times brasileiros jogando futebol brasileiro.

 

 

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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