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São Paulo Frouxidão Clube

Menon

31/10/2019 20h38

O São Paulo é um time frouxo.

O São Paulo tem jogadores frouxos.

O São Paulo tem diretores frouxos.

O resumo da obra é uma instituição frouxa.

É um clube que não olha para seu passado recente e que não projeta seu futuro.

O presente? É um presente para os rivais.

Um exemplo.

O time venceu Avaí e Galo. Abriu quatro pontos sobre o quinto colocado e entrou para o jogo contra o Palmeiras como se fosse um churrasco de confraternização.

A preparação deveria começar de cima. Diretoria exigindo concentração total. Colaborando com total concentração.

E o que se viu?

O Palmeiras conseguiu liminar para que Felipe Melo e Willian não fossem julgados.

E o São Paulo?

Silêncio total.

Nenhuma movimentação. Nenhuma reclamação. Nenhum discurso.

Acho que é isso que chamam de sãopaulinismo. Um jeito blasé de enfrentar o jogo dos bastidores.

Consequência direta ou não, o time reflete o estilo da diretoria. E entra, com uma exceção ou outra, sem sangue nos olhos.

Igor Gomes jogou muito contra o Galo. Contra o Palmeiras, não tinha velocidade, não tinha nada. Perdeu uma bola ridícula para Marcos Rocha.

E se o time tivesse mostrado personalidade em campo? Possivelmente perderia também. Fernando Diniz escalou o time muito mal, deu muitos espaços às costas do Maior Jogador da História.

Perderia, mas seria uma derrota que deixaria alguma coisa. Não seria terra arrasada.

O que se viu contra o Palmeiras foi reprise do que ocorrera contra o Cruzeiro. A euforia da vitória contra o Corinthians resultou em frouxidão.

É sempre assim.  O que rolou dias antes da final do Paulistão? Andrés Sanches tomou conta do circo. Aproveitou sua justa indignação contra as recorrentes pedradas contra os ônibus do Corinthians para dizer que, se nada mudasse, não entraria em campo.

E o São Paulo? Em vez de dizer o problema é seu, calou-se.

Sãopaulinismo.

Frouxidão.

Faz tempo.

Até quando?

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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