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Seleção de Tite e Matheus piora a cada jogo

Menon

15/11/2019 16h19

No segundo tempo de Brasil x Argentina, a televisão mostrou Tite conversando com um auxiliar, em busca de soluções.

Era Matheus, seu filho. Currículo zero, exemplo que meritocracia anda longe da seleção brasileira.

Tite falou em se reinventar. Como se reinventar, com o filho? Com Cleber Xavier, o auxiliar de sempre?

Tite é refém de suas ideias, de seus auxiliares, de sua busca incessante pelo equilíbrio.

Não tem ousadia, não tem mudanças. Fez uma Copa do Mundo sem brilho. Fez Copa América fraca, apesar do título e está invicto após a Copa América, com três empates e duas derrotas.

O que Gabriel Jesus melhorou na Inglaterra? O que melhorou com Tite?

Alex Sandro e Danilo, até quando?

Por que volantes não pisam na àrea rival?

Por que Willian chega a 70 jogos na seleção, se Garrincha e Müller fizeram só 50?

Firmino é mesmo um gênio?

Por que não temos um centroavantão?

O que é Wesley Jacaré?

Eu defendo a saída de Tite desde o final da Copa. Não fui seduzido pelo titês.

Mas, se ele quiser continuar, precisa mudar. Ampliar seus horizontes. Deixar as ovelhinhas de lado. Torcer pelo sucesso do filho em algum clube, quem sabe o Inter de Santa Maria…

Caso contrário, cai logo.

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

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