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Gabigol, a História estendeu um tapete vermelho para você

Menon

23/11/2019 19h49

Os cavaleiros da Idade Média lutavam por riqueza, por honra, por donzelas e…por canções. Morriam felizes sabendo que seus feitos seriam imortalizados em trovas e jograis.

A História Oral ainda existe. E muitas gerações de rubronegros se reunirão à mesa para falar sobre Gabigol. "Vovô, conta a história do dia que você estava em campo e viu o Gabigol fazer dois no finalzinho".

Sim, milhões estiveram em Lima. Como milhões estavam na Rua Javari no mais belo gol de Pelé.

A História abriu um tapete vermelho para Gabriel Barbosa, o marrento e bom de bola Gabigol.

Abriu, nada. Ele lutou por isso. Depois de fracassos na Europa, voltou ao Brasil e foi duas vezes artilheiro do Brasileirão. E artilheiro da Libertadores.

Voltou à seleção, com méritos. É mais artilheiro que Gabriel Jesus e Roberto Firmino.

Aos 23 anos, sua carreira está no topo. Pode crescer muito mais. Não tem teto.

E, embora não haja mais trovadores, sempre será lembrado.

A história do Flamengo tem um novo capítulo glorioso. E Gabigol é o grande personagem.

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

Menon