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Raí continua, graças à vaga e à continuidade, conceito que não pratica

Menon

06/12/2019 11h48

O presidente Leco resolveu apostar em tranquilidade e continuidade para 2020. Acredita que os dois fatores estão interligados.

E, como a vaga direta para a Libertadores foi conquistada, Fernando Diniz e Raí continuarão no comando do clube na próxima temporada. O nome de Carlos Belmonte, que era muito forte, já não é falado. O convite não chegou a ele.

O interessante é que Raí nunca se mostrou um adepto da continuidade. Interrompeu o trabalho de Diego Aguirre, André Jardine e Cuca.

Não segue o dogma de que não se deve trocar treinador. Algo, aliás, que não se confirmou nós dois últimos anos. Palmeiras e Flamengo trocaram e são os últimos campeões.

Então, Raí, que não segue a cartilha da continuidade, fica no clube em nome da… continuidade.

Raí e Diniz iniciarão o planejamento do próximo ano, com um pepino para resolver. Há ofertas por Antony e há necessidade premente de vender jogadores.

É bom já pensar no substituto.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

Menon