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Galiotte, biruta, é o traidor de Prass

Menon

10/12/2019 15h44

Fernando Prass deixa o Palmeiras como se fosse mais um. Justamente ele, que foi o UM, o cara durante boa parte de sua passagem pelo clube.

A torcida está revoltada com Alexandre Mattos, que teria impossibilitado a continuidade de Prass, ao renovar o contrato de Jaílson. Optou por um dos dois veteranos. Normal.

Mas, ele tinha tanto poder assim para assumir esse escolha de Sofia? Por baixo dos panos? Sem comunicar nada ao  presidente Galiotte?

Duvido. E, se o fez, significa o presidente verde é amarelo. Amarelo de banana. Não manda nada de nada.

E Mattos já se foi, com seus acertos e erros. Galiotte, se quisesse, poderia revogar medidas dele.

Poderia por exemplo, procurar Prass e fazer o que Mattos não fez. Uma conversa franca, olho no olho. Um ano a mais de contrato e depois um cargo no clube. Um elo de transmissão entre diretoria e elenco.

Poderia até propor um salário menor. Ou pagamento por jogo. Poderia tudo. Não fez nada. Preferiu assumir o que Mattos, demitido por ele, havia feito.

Ao analisar os atos do demitido Galiotte, colocou na coluna de acertos e não de erros, o fim de Prass. Ele assinou embaixo da falta de consideração. Respaldou a grosseria.

Galiotte é como biruta de aeroporto. Foi eleito com apoio de Paulo Nobre e virou base da Leila Pereira. Apoia torcida única em seu campo e reclama de torcida única no campo alheio. Chama o campeonato de "paulistinha" quando perde e de Paulistão quando ganha.

Firmeza? Apenas na hora de mandar um ídolo embora, como se fosse um Zé Ruela qualquer.

 

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

Menon