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Landim e tio do pavê ofendem o Flamengo

Menon

15/12/2019 12h22

O tio do pavê que nos governa aprontou de novo. Depois de fazer brincadeira com um japonês com quem tirava foto (sim, o motivo é esse mesmo que estão pensando), foi a vez da torcida do Flamengo.

"Se alguma carteira sumir, já sei quem é o culpado", afirmou ao se fotografar com um rubronegro uniformizado.

É a mesma brincadeira preconceituosa de sempre. Ao falar o que falou, ele não está pensando no presidente Rodolfo Landim e nem na Mariana Gross, a repórter global que canta música defendendo porrada na torcida do Vasco. Muito menos nos deputados fortões que destruíram a placa com o nome de Mariele.

Não é o Flamengo branco.

Não é o Flamengo fashionista.

Não. Ele pensa nos milhões e milhões de pretos e pobres que torcem pelo Flamengo. E que fazem do Flamengo o gigante que é. O lado B, que é o A.

A relação é clara. Torcedor do Flamengo é ladrão. E por quê torcedor do Flamengo? Porque o Flamengo é time de massa.

O presidente Landim, branco e milionário, que pode andar na rua de regata e chinelo sem perigo de ser autuado em flagrante, deveria se manifestar.

Deveria estar ao lado dos pobres e pretos e favelados que amam o Flamengo e que foram ofendidos por JB.

Deveria defender a instituição que preside.

Tenho certeza que ele faria isso se um torcedor de outro time falasse isso.

Mas, como a brincadeira vem do Poder, ele, covardemente, se cala. Fica em silêncio.

E silêncio é endosso.

Landim está unido ao tio do pavê na sua ofensa ao Flamengo e aos pobres que dão a vida pelo Flamengo.

Deve ser amor. Não ao Flamengo, é lógico.

Landim ama mesmo é o tio do pavê.

 

 

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

Menon