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Luxemburgo, o passado com o Palmeiras é lindo, mas não basta

Menon

15/12/2019 20h02

Depois de dez anos, Vanderlei Luxemburgo volta ao Palmeiras. Será sua quinta passagem pelo clube. Uma união que já rendeu dois títulos brasileiros, o último deles há 25 anos. Gabriel Verón só viria ao mundo sete anos depois.

As lembranças são muitas. E lindas. O efêmero time de 1996 é uma maravilha guardada na memória de cada palmeirense. Foram 102 gols em 30 jogos. 27 vitórias e dois empates. Aproveitamento de 92%.

Vai dar certo?

Com certeza, não será como antes. Impossível. Mas, pode dar certo, sim.

O primordial é Luxemburgo saber que o passado passou. Aqueles times viraram pôsteres em borracharias.

E o futebol, embora Luxemburgo não aceite, mudou. Ele precisa se abrir às novidades. Não pode ficar parado, como um dois de paus.

O último trabalho de Luxemburgo foi no Vasco. Um time aguerrido, digno e…de contra-ataque. Exatamente o contrário do que o Palmeiras precisa. O Palmeiras precisa mandar no jogo. Tem que impor seu jogo. Mesmo que seja de contra-ataque, mas por opção própria e não obrigado, como era o Vasco.

E Luxa não precisa ser manager ou Head coach. Precisa ter foco no time e no campo.

Os céticos dizem que não devemos voltar ao lugar onde fomos felizes.

Que Luxemburgo destrua o ditado, tão amargo.

Sobre o Autor

Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar.Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.

Menon