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Vexame da CBF. Coronel Nunes é incapaz ou traíra. Ou os dois
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Os países da Conmebol se reuniram e prometeram votar, em bloco, na candidatura tripla de México-Canadá-EUA para o Mundial-26. Em troca, daqui a quatro anos a candidatura tripla Uruguai-Argentina-Paraguai receberia os votos da Concacaf para sediar a Copa de 2030, quando se completa o centenário da competição mundial.

Nove  países cumpriram o pacto. O Brasil,não. O Coronel Nunes votou na candidatura do Marrocos, amplamente derrotada. Quando foi questionado porque rompera o acordo, o Coronel Nunes surpreendeu-se. Pensou que o voto fosse secreto. Em seguida, disse que sua decisão pelo Marrocos foi pelo fato de Estados Unidos e México já haverem sido sede de outros Mundiais.

Nada bate. O Coronel Nunes é um títere de Marco Polo, o presidente afastado.

Ou ele apertou uma tecla errada e votou em quem não queria votar.

Ou ele traiu um pacto político, por total ignorância, pensando que não seria descoberto.

Ou é incapaz ou é traíra.

Mas, se foi traíra, também foi incapaz.

O Coronel Nunes está no comando do futebol brasileiro com o voto e a anuência da enorme maioria dos grandes clubes brasileiros.

Um fato como o de hoje não causa revolta em nenhum deles. São coniventes. Cúmplices.

Por coerência, deveriam se juntar e apoiar o presidente da CBF.

#Somostodoscoronelnunes

 


Coutinho faz a diferença
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Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo são os três jogadores que têm nos ombros o bônus e o ônus de serem citados como aqueles que estão muito acima dos companheiros. São o símbolo de Brasil, Argentina e Portugal, respectivamente. Alemanha e Espanha, fortes concorrentes ao título mundial, não têm alguém tao desnivelado em relação ao grupo.

Messi e Cristiano Ronaldo dariam litros e litros de mate ou toneladas de tremoço para terem um vice-rei como Coutinho. Não há nada e ninguém que se compare. A Argentina precisa montar logo um esquema defensivo e apostar em Messi, como foi na Copa passada. Portugal não tem o que fazer. Ganhou a Euro sem Cristiano, mas nada daquilo se repetirá. É mais fácil se repetir uma atuação ruim como foi a do último Mundial.

Coutinho está jogando muito bem. Cada vez é menos coadjuvante. Ele joga por todas as posições do campo. Eu ia dizer que ele se desloca por várias posições, mas como estou tentando ser moderno, direi que ele “flutua”. Busca os lados, cria espaços, avança pelo meio, é um jogador notável. Se Neymar ficar fora, ele pode ser o comandante. Não será como Messi ou Cristiano, mas será.

Com eles, mais Gabriel e Willian, o Brasil mostrou bom futebol diante da Áustria, na última partida antes da estreia na Copa. O jogo começou difícil contra um time que começou surpreendendo com marcação alta e logo voltou ao seu feijão com chucrute: linha de cinco e linha de quatro.

O Brasil fez o correto. Rodou a bola e buscou espaços. Perdeu três bolas que resultaram em contra-ataques perigosos. Um erro facilmente corrigido. Basta ter mais atenção. Depois do gol de Jesus, öffenete die tür (abriu a portei ra em alemão). E a Áustria facilitou, misturando cansaço e amor próprio. Resolveu atacar e abriu imensas avenidas para o contra-ataque do Brasil.

Foi fácil. O Brasil está preparado para um bom Mundial.


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