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Problema no Corinthians: Jadson é o pior e também o melhor
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Menon

Deixemos de lado o Cássio. Afinal, goleiro é uma posição diferente, com características muito especiais.

Então, sem Cássio e sem Rodriguinho, Jadson é o melhor do Corinthians. O remanescente. O que foi e voltou. O cara designado para fazer a diferença.

Certo?

E qual é o maior elogio que se ouve para o Jadson 18? “Precisa ficar no time porque, cobrando uma falta ou um escanteio, pode resolver o jogo”.

É verdade.

Mas, é só isso?

Sim. Jadson está evidentemente acima do peso, sem mobilidade alguma. “Quando recebe uma bola, leva pelo menos cinco segundos para ajeitar o corpo e seguir com o lance”, me diz o velho amigo Engenheiro Pinduca.

Aí, sim, com a bola dominada, pode-se esperar uma boa jogada. Mas, e o restante? Infiltração, deslocamento, agressividade, chegada na área?

Nadica de nada.

Mateus Vital precisa jogar. Tem entrado muito bem. Pedrinho, também. É um jogador que pode surpreender. Romero é fundamental.

Então, Jadson ou Clayson?

É o que tem para hoje. Afinal, Roger e Jonatas demonstram mais medo do gol aberto do que o boquirroto dos debates eleitorais.

 

 


Com pouca torcida, Corinthians só empata
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Sabado, 21h em Itaquera. Frio. Não é para qualquer um. E mesmo a Fiel sentiu o drama desafio. Havia menos de 30 mil torcedores alentando o time.

Não é só o frio. Na verdade, mesmo com três vitórias seguidas, ainda há uma certa desconfiança com o time.

Além disso, havia desfalques de Fagner e Gabriel. E Loss deu oportunidade para Carlos Augusto na lateral.

Somando tudo: frio, pouca torcida, desfalques e a fragilidade do time atual, o empate ficou de bom tamanho. O Furacão foi melhor, atacou bastante pela esquerda, mas não passou por Cássio, que foi muito bem.

Criatividade corintiana tem nome: Pedrinho, o único a criar alguma coisa.

Valeu a pena ir ao Itaquerão? Futebol sempre vale a pena, quem vai não tem certeza de vitória. Mas que o jogo foi ruinzinho, foi.

 


Cássio, o maior de todos
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Há defesas que mudam a vida de um goleiro e o colocam em um novo patamar. Mas a defesa que põe um goleiro na história de um clube não pode ser fato único. Ela deve ser amparada por uma carreira constante.

Rodolfo Rodrigues contra o América de Rio Preto. Zetti na Libertadores-93, por exemplo. Já eram grandes goleiros. Ronaldo, do Corinthians, é exceção. Sua defesa mais lembrada foi a da estreia, um pênalti cobrado por Dário Pereira. A constância veio depois.

Agora, é Cássio. Desde 2012, construiu uma carreira sólida no Corinthians. E, em 2018, contra o Botafogo, encontrou seu lugar na história.

Foram duas no mesmo lance. A primeira, força e elasticidade para buscar a bola no pé da trave. A segunda, puro reflexo, para esticar o pé e fazer dele uma terceira mão.

As defesas levaram à pergunta: Cássio é o maior da história corintiana? Sim. Gilmar dos Santos Neves deixou o clube após uma derrota por 7 x 3 para a Portuguesa. Caiu sobre ele a injusta suspeita de suborno.

Ronaldo foi um goleiro espetacular. Seguro, elástico e midiático. Foi o goleiro do primeiro título brasileiro. É mais ídolo que Cássio.

Qual o melhor?

Eu fico com Cássio, que fez duas defesas milagrosas no mesmo lance, em um dia de julho em 2017 ou 2018, eu acho. Parece que foi contra o Botafogo ou Vasco, quem sabe o Flamengo, dirá um pai corintiano ao seu filho, em 2058.


Borja 1 x 0 Valentões alvinegros e verdes
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Um gol. 50 faltas. Dez cartões amarelos. Dois cartões vermelhos. 36 cruzamentos. A primeira decisão do Paulista foi um jogo de péssimo nível técnico, com jogadores fazendo bobagens o tempo todo. Uma amostra do futebol brasileiro. E olha que estiveram em campo Cássio, Fagner, Henrique, Rodriguinho, Marcos Rocha, Felipe Melo, Lucas Lima e Dudu, jogadores que já tiveram passagens pela seleção brasileira. Felipe Melo e Henrique já jogaram uma Copa. Romero e Balbuena são da seleção paraguaia.

Futebol passou longe de Itaquera.

E o colombiano Borja foi o esperto entre valentões. Fez o gol do jogo. No último minuto do primeiro tempo, fez falta dura em Henrique. E saiu andando, sem ligar para os dois empurrões que levou. E passou novamente ao largo de toda a confusão que veio depois. Um comportamento que ajudou muito o seu time. Ao contrário daquela briga campal contra o Peñarol, em Montevidéu, quando foi de uma ausência ultrajante.

Além da briga, o que se viu foi jogador o tempo todo reclamando e pedindo cartão para o rival. O tempo todo. No último minuto, Rodriguinho iniciou um contra-ataque e sofreu falta em seu campo. Levantou pedindo amarelo. Por que pensar nisso em um momento tão dramático? Parece que o primordial é dar amarelo aos outros. A síntese do futebol é essa. Foi essa.

Gabriel fez cinco faltas. E também no final do jogo, atirou uma bola na cabeça de Bigode. Qual o sentido disso? Poderia levar o segundo amarelo e ficar fora da final, como Felipe Melo e Clayson, os expulsos.

E Dudu? O tempo todo fica pilhando o jogo, fica irritando adversários, logo sofrerá tendinite no ombro de tanto pedir amarelo.

Realmente, confesso que não tenho capacidade para analisar um jogo assim.

Palmeiras não foi passivo como nos outros clássicos contra o Corinthians.

Fez um gol logo no início e se aproveitou muito do clima nervoso que houve. Quando não tem futebol, quem está na frente tem mais possibilidades de manter o resultado.

O Palmeiras está perto do título. Graças a Borja.


Cássio vai ver a Copa na tevê
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Quando Tite chamou Cássio duas vezes seguidas, deixando Vanderlei de fora, tudo indicava que o goleiro do Corinthians estava garantidíssimo no Mundial, como terceira opção, atrás de Allison e Ederson. Mas não foi assim. Cássio sofreu um gol de cabeça do Japão, estático no gol, sem sair para evitar o cruzamento.

Coincidência ou não, Tite chamou Neto para os jogos contra Rússia e Alemanha. São os últimos jogos antes da lista final. São dois raciocínios: 1) Neto está atrás de Cássio e precisa jogar muito para ultrapassá-lo ou 2) Neto está à frente de Cássio e só perde a vaga se for muito mal nos minutos em que jogar.

Para complicar, Cássio foi mal contra o Bragantino. Rebateu uma bola para dentro da área, permitindo o gol de Vitinho. E não conseguiu agarrar um chute de longe, mandando para escanteio. Fez duas boas defesas, mas, quando se fala em vaga na seleção, as falhas contam mais que os acertos.

Independentemente de quantos minutos Neto jogar e de qual será o seu rendimento, a Rússia está mais longe de Cássio.


Sidão x Jean: um duelo que não anima
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Em 1985, o São Paulo teve o surgimento dos Menudos, personificados em Muller e Silas. No gol, havia a insegurança de Barbirotto e Tonho. Era preciso agir e Gilmar foi contratado.

E, de 1985 a 2015, o gol do São Paulo foi defendido por Gilmar, Zetti e Rogério Ceni. Participaram de quatro Copas do Mundo, o que mostra a qualidade deles. Em 2015, Ceni se aposentou. No ano seguinte, Denis assumiu o posto e não foi bem. E, em 2017, o gol foi uma briga particular entre Denis, Sidão e Renan Ribeiro. Sidão venceu e os outros dois deixaram o clube.

E 2018 começa com a briga entre Sidão e Jean, vindo do Bahia. Nada que dê certeza ao torcedor de ter, no gol, a segurança daquelas três décadas iniciadas com Gilmar.

Sidão tem 35 anos e uma carreira sem nenhum brilho. Antes de chegar ao São Paulo, foi titular no Audax, após contusão do goleiro Felipe Alves. E foi titular no Botafogo, após a contusão de Jefferson. Fez 36 jogos no Audax e 35 no Botafogo. Antes, 27 pelo Rio Claro, o mesmo número que tem pelo São Paulo. Um goleiro de 35 anos e menos de 150 jogos profissionais não é segurança de nada. O time pode até ser campeão com ele, mas não o será por causa dele. Sidão tem tudo para ser um coadjuvante honesto e dedicado e nada para ser o condutor de um time que precisa ser campeão.

Jean tem 22 anos, passagem nas seleções de base e um ótimo ano pelo Bahia. Foi titular em todo 2017, sem contestação. É um jogador que tem grande futuro  e pode até começar o início desse caminhar como titular do São Paulo. Seu contrato é de cinco anos, o que parece ser uma aposta em venda a curto prazo para o futebol da Europa.  Mas não há certeza alguma. Ninguém garante que ele será o goleiro indiscutível que foi no Bahia.

E há certeza com outro goleiro? Com algum outro? Logicamente que não. Mas um time grande deveria buscar um goleiro que trouxesse mais certeza que insegurança. O São Paulo precisa de um goleiro do nível de Cássio, Marcelo Grohe, Vanderlei ou Fábio. Buscar alguém deste nivel. Alguém que justifique a velha máxima: “todo time começa com um grande goleiro”.


Minha seleção do Brasileiro-17
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Em um campeonato de pontos corridos, conta muito a regularidade. É um dos pontos que usei na minha escolha, mas não foi o único. Busquei também jogadores jovens, jogadores que chegaram e resolveram problemas e até um jogador que foi espetacular e depois caiu. E um outro que nunca foi e nunca será espetacular. Preferi o esquema 4-1-4-1 porque assim consigo colocar dois meias atuando juntos, o que acho fundamental para…o meu modo de ver futebol. Não sou fã de esquema com dois homens abertos correndo atrás do lateral e apenas um meia centralizado. Bem, aí vai. Tomara que gostem.

Vanderlei – Magro, ruim de entrevista (assim como Fábio, exagera no louvor a Deus para explicar jogos de futebol) e sem marketing, o goleiro do Santos apareceu apenas por suas qualidades. Está sempre bem colocado, mas também faz defesas plásticas, do tipo espetacular. Com o estilo Levir, não teve uma proteção eficiente, como Cássio e Marcelo Grohe, outros que gostei muito.

Militão – Uma das revelações do campeonato, o garoto que brilhava na base como zagueiro ou volante, foi chamado para resolver o problema da lateral direita do São Paulo e resolveu. É alto, o que ajuda muito na formatação defensiva, pois pode se deslocar um pouco para a esquerda e formar uma linha de três zagueiros e, com o recuo de Marcos Guilherme, montar-se uma linha defensiva com cinco homens. Fez três gols de cabeça, um deles anulado. Gostei também de Fagner e de Marco Rocha, mais ofensivo.

Geromel – Outro grande ano do zagueiro do Grêmio. A dupla formada com o argentino Kannemann é de uma eficiência indiscutível. Joga sério, mas também tem qualidade técnica para sair da defesa e ajudar a transição, além de boa postura nas bolas altas.

Balbuena – O paraguaio, que chegou no ano passado, sem muitas expectativas, firmou-se no Corinthians e, se não fez ninguém se esquecer de Gamarra, fez muita gente se lembrar de seu conterrâneo. Por mim, ele podia abandonar a continência, mas reconheço que não tenho nada com isso. Outros zagueiros que fizeram bom campeonato foram Pablo, Kannemann e Arboleda.

Arana –  Sim, ele caiu no segundo turno, o que afetaria sua avaliação no tal quesito regularidade. Mas o primeiro turno foi espetacular, uma aparição brilhante no futebol brasileiro. Marca bem e cruza com muita qualidade. Infelizmente, para o futebol brasileiro, já se foi. É sempre assim. Gostei também de Fábio Santos e Diogo Barbosa.

Artur – Sem dúvida, a maior revelação do campeonato. Um volante que merece o nome, sem numerais. Não é primeiro ou segundo, é volante. Um jogador que marca bem, passa bem e carrega a bola até o ataque. Tem 21 anos e não se pode dizer que está pronto (ainda bem), mas é jogador para estar na Copa em poucos meses. Gostei também de Bruno Silva e Michel.

Romero – Opa…Sim, Romero. Ele tem muitas dificuldades técnicas, mas faz um trabalho de recomposição pelo lado direito poucas vezes visto. Forma uma dupla de abnegados com Fagner, uma dupla muito importante para o sucesso defensivo do Corinthians. E, além disso, fez gols muito importantes. Não tem medo de jogo grande. Não cito ninguém que tenha feito um trabalho parecido.

Bruno Henrique– Muito importante na campanha do Santos. Tem grande poder ofensivo e finaliza bem. Seus cruzamentos foram perfeitos, muita vezes. Keno, do Palmeiras, brilhou muito após a efetivação de Alberto Valentim. Na direita ou na esquerda, foi responsável por grande aporte ofensivo do Palmeiras.

Dudu – Eu o escalei como meia, mas também jogou muito bem pelo lado do campo. Pelos lados do campo. Seja aonde for, fez um campeonato muito bom, sendo responsável pela arrancada do Palmeiras no segundo turno. Thiago Neves e Luan também foram bem.

Hernanes – Foi a grande contratação do ano. Não seria muito exagero dizer que salvou o São Paulo. Na frente, ao lado de Cueva (aqui com Dudu) ou mais atrás, foi impressionante. Fez a transição da defesa para o ataque com qualidade e também foi efetivo perto do gol adversário. Marcou nove gols, às vezes com a direita, às vezes com a esquerda, de cabeça ou de falta. Um todocampista. Como no caso de Romero, não vi ninguém que tivesse um trabalho tático parecido, apesar de Artur.

– Presente sempre e nunca decepcionando. Foi o melhor jogador do campeonato, ao lado de Hernanes, mas como atuou mais vezes, fica com o posto. Fez gols decisivos, quando tudo caminhava para o empate. Ótimo definidor e bom também para fazer o pivô. Desloca-se para a esquerda e daí parte em direção ao gol. Também gostei de Dourado, o maior cobrador de pênaltis do mundo. Edgar Junio, do Bahia, teve uma arrancada final impressionante.

Fábio Carille – Montou o melhor time possível com os jogadores que tinha em mãos. Não reclamou de carências e trabalhou duro. O time melhorou e começou a brilhar e fez um grande primeiro turno. Depois caiu e chegou a assustar. Mas Carille conseguiu uma partida definitiva contra o Palmeiras e arrancou para o título. Um início de carreira fulgurante.

 


Tite acerta com Cássio e erra com Rodrigo Caio
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Menon

Primeiramente,…deixa pra lá. Primeiramente, quero explicar que não concordo com o título da minha matéria. É um pouco arrogante. Ou muito. Não cabe a mim julgar o Tite ou o Givanildo. O que eu quero dizer é que eu concordo com a convocação de Cássio e discordo do Rodrigo Caio. Apenas isso, minha opinião.

Cássio tem feito um grande campeonato brasileiro, assim como Vanderlei. Os dois merecem a chance de lutar por uma vaga na Copa. Tanto quanto Ederson, o goleiro mais caro do mundo e que, injustamente, tem sido criticado após a estreia no Manchester City. Acho que Vanderlei terá sua oportunidade. Apenas Alisson está garantido.

Quanto a Rodrigo Caio, me parece tão evidente que Geromel é mais jogador. Não só está jogando mais, é mais. Tite dá grande valor à participação de Rodrigo Caio na Olimpíada. Foi boa mesmo, mas não tem jogado bem no São Paulo. Acho que Rodrigo Caio, se for à Copa, irá como cota pessoal do treinador. O que é justo. As ideias e convicções do treinador devem ditar as convocações e não clichês do tipo “seleção é momento”. Fosse assim, Paulinho, unanimidade, não teria sido chamado. Há o outro lado, também. Ninguém entendeu ainda Henrique na Copa-14.

Quanto às outras chamadas, eu não sou fã do futebol de Taison e de Giuliano. Eu daria oportunidades a Everton Ribeiro, Dudu e Diego Souza, que parece ser o único a ter chances.

 


Flamengo, com Diego Alves e cheirinho, é um exemplo para todos
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Menon

A contratação de Diego Alves pelo Flamengo é um acerto e tanto. Algo que dá mais força ao clube e ao próprio campeonato brasileiro. Boa para o o Flamengo que se moveu para conseguir uma solução para seu maior problema. Bom para Diego Alves, que, aos 32 anos, aposta tudo para conseguir uma vaga no Mundial. Bom para a torcida, que se sente mais animada ainda para carregar o time. O cheirinho, essa postura de amor, esperança e fé, que todos deveriam seguir, fica mais forte.

Ruim, para quem? Para os rivais. Não apenas por ver o Flamengo com um goleiro de alto nível, mas também por ver que o clube está no caminho correto. Soube enfrentar as dificuldades, sanou as finanças e transformou-se em um clube comprador. Comprador em alto nível. Everton Ribeiro, Geuvânio, Conca, Rhodolfo, Diego, no ano passado. Onde há um problema, busca-se uma solução. Pode até dar errado, mas é difícil.

O Flamengo vai ser campeão. Dificilmente esse ano,  mas 2018 está aí.

Diego Alves, que chegou ao Almeria com 22 anos, sai agora da Espanha, com 32, tendo conseguido um lugar na história. Ninguém, na história da Liga, pegou mais pênaltis do que ele. Defendeu 22 dos 48 que chutaram à sua meta, com aproveitamento de 45, 83%.

É uma atração a mais. Vai disputar com Cássio e Vanderlei uma vaga para a Copa. Weverton caiu. Alisson tem a confiança de Tite e Ederson agrada muito o treinador.

Flamengo e Palmeiras, com dinheiro, e Corinthians, sem dinheiro, são grandes exemplos.

 


Seis corintianos que podem sonhar com a seleção de Tite
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Menon

O Corinthians é o grande exemplo da tese de que um time forte coletivamente faz com que as individualidades comecem a aparecer. O elenco, que tinha sérias restrições técnicas no início do ano, ganhou força e seis jogadores podem sonhar com a seleção brasileira. Com diferentes possibilidades de o sonho se concretizar. Um deles está muito próximo, dois têm boas possibilidades e outros três….bem, sonhar não custa nada e como estão jogando bem…

FAGNER É homem de confiança de Tite, que foi responsável pelo seu crescimento técnico quanndo trabalharam juntos no Corinthians e o lateral melhorou muito o seu cruzamento. Fagner é um marcador muito bom e o reserva imediato de Daniel Alves na seleção. Seu concorrente é Rafinha, do Bayern.

CÁSSIO É aquele goleiro que, sob comando de Tite, ajudou e muito o Corinthians ser campeão mundial. Tite nunca o convocou, mesmo porque a ascensão do treinador coincidiu com uma queda técnica do goleiro, que foi para a reserva de Valter. Está jogando muito bem e não há ninguém absoluto na posição. Alisson, Ederson, Diego Alves, Weverton…ninguém pode dizer que está garantido. E Tite chegou a chamar Muralha e Grohe. Cássio está no páreo.

RODRIGUINHO É mais versátil que Diego e Lucas Lima, jogadores mais técnicos e seus rivais na luta por uma vaga para a posição que tem Renato Augusto como titular indiscutível. Pode jogar mais atrás e até como um falso nove. Tem razoáveis chances, mas é o menos cotado dos três.

JÔ É o centroavante mais eficiente do futebol brasileiro. Sempre comparece, sempre decide jogos e tem sido muito correto disciplinarmente em sua retomada do futebol. Tem características muito diferentes de Gabriel Jesus, o titular e poderia ser uma opção para mudanças de esquema. Diego Souza e Firmino estão à sua frente.

ARANA É a grande revelação de uma posição em que o Brasil é pródigo. Bom na marcação, com um cruzamento de alto nível e boa finalização, é o melhor jogador do Corinthians. Marcelo é o grande nome da posição e está garantido. Filipe Luiz também está quase lá, com tantos anos de futebol eficiente na Europa. Arana, no momento, é apenas uma possibilidade que vai se concretizar, com certeza, após o Mundial.

JÁDSON É um devaneio, não é um sonho. Tem jogado bem, mas abaixo do que já  jogou. Mas como formou uma dupla de alto rendimento com Renato Augusto pode….(será que pode?) sonhar um pouquinho, mas sem se apegar muito para que não seja uma decepção.