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Arquivo : diego souza

Tite acerta com Cássio e erra com Rodrigo Caio
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menon

Primeiramente,…deixa pra lá. Primeiramente, quero explicar que não concordo com o título da minha matéria. É um pouco arrogante. Ou muito. Não cabe a mim julgar o Tite ou o Givanildo. O que eu quero dizer é que eu concordo com a convocação de Cássio e discordo do Rodrigo Caio. Apenas isso, minha opinião.

Cássio tem feito um grande campeonato brasileiro, assim como Vanderlei. Os dois merecem a chance de lutar por uma vaga na Copa. Tanto quanto Ederson, o goleiro mais caro do mundo e que, injustamente, tem sido criticado após a estreia no Manchester City. Acho que Vanderlei terá sua oportunidade. Apenas Alisson está garantido.

Quanto a Rodrigo Caio, me parece tão evidente que Geromel é mais jogador. Não só está jogando mais, é mais. Tite dá grande valor à participação de Rodrigo Caio na Olimpíada. Foi boa mesmo, mas não tem jogado bem no São Paulo. Acho que Rodrigo Caio, se for à Copa, irá como cota pessoal do treinador. O que é justo. As ideias e convicções do treinador devem ditar as convocações e não clichês do tipo “seleção é momento”. Fosse assim, Paulinho, unanimidade, não teria sido chamado. Há o outro lado, também. Ninguém entendeu ainda Henrique na Copa-14.

Quanto às outras chamadas, eu não sou fã do futebol de Taison e de Giuliano. Eu daria oportunidades a Everton Ribeiro, Dudu e Diego Souza, que parece ser o único a ter chances.

 


Bruno Henrique comandou a justa vitória verde
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O Palmeiras jogou muito bem e conseguiu bela vitória em Recife. Os gols saíram na fase final do primeiro tempo e podem dar a impressão de um domínio passageiro, mas não foi isso. O Palmeiras teve o domínio tático do jogo, desde o início.

Luxemburgo montou uma ala esquerda com Sander e Mena, dois laterais, talvez para segurar Roger Guedes, que só entrou no final. E foi por ali, o lado mais fechado, que o Palmeiras dominou, com chegadas de Eryk e Jean.

O domínio do Palmeiras era grande no meio campo. O time aproveitou-se de um erro de posicionamento do Sport. Diego Souza jogou muito adiantado, formando dupla de centroavantes com André. E tome bola aérea. Os volantes avançaram para armar. E o Palmeiras, desarmando muito, rendia nos contra-ataques. O escanteio do primeiro gol saiu assim, com gol de Bruno Henrique, de cabeça.

O segundo também, com roubada de Bruno Henrique e lindo passe para Keno.

A partir daí, o Sport atacou mais. Colocou Rogério e tirou Sander. Passou a ter mais posse de bola e teve uma boa chance com a cabeçada de Diego Souza no travessão. Mas o Palmeiras, comandado por Bruno Henrique e Thiago Santos, se defendeu muito bem. O time terminou com 31 faltas contra 20 do Sport. E teve ainda a maior chance do jogo. Duas no mesmo lance, com Keno. Agenor fez valer o apelido de Ageneuer.

Palmeiras venceu sem sustos.


Luxemburgo voltou? Seria ótimo para o futebol brasileiro
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O Sport está invicto há cinco jogos, com quatro vitórias seguidas. Está em sexto lugar no Brasileiro, na zona de Libertadores e muito longe da confusão, termo cunhado por Vanderlei Luxemburgo, o comandante da virada do Leão. A arrancada contou com vitórias fora de casa contra Santos e Coxa e na Ilha, contra Furacão e Chape.

Luxemburgo é o mais brilhante treinador que conheci. Sempre foi inventivo, sempre buscou soluções ofensivas. E não ficava apenas na prática. Exigia muito de treinamentos e, na repetição, fez com que muita gente melhorasse. Tinha um pouco de Telê.

Depois, se perdeu. Deixou o campo de lado e se imaginou um manager, cuidando de tudo e, principalmente, de contratações. Muitas em parceria com o amigo e sócio Malucelli. Futebol deixou de ser o único jogo a lhe seduzir e perdeu o foco totalmente.

Teve passagens ruins em times grandes, foi para a China, ficou um bom tempo sem emprego e agora, tudo indica, ressurge no Sport. Colocou Mena na ponta esquerda, formando uma dupla forte com o lateral Sander. Fez Osvaldo jogar bem e está sabendo tirar o melhor de Rogério, uma substituição recorrente, e de Thomas. E foi premiado com a continuidade de Diego Souza, algo que ninguém acreditava ser possível acontecer.

O rubronegro Luxemburgo está ressurgindo com o rubronegro Sport. Bom para o futebol.

 


Seis corintianos que podem sonhar com a seleção de Tite
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O Corinthians é o grande exemplo da tese de que um time forte coletivamente faz com que as individualidades comecem a aparecer. O elenco, que tinha sérias restrições técnicas no início do ano, ganhou força e seis jogadores podem sonhar com a seleção brasileira. Com diferentes possibilidades de o sonho se concretizar. Um deles está muito próximo, dois têm boas possibilidades e outros três….bem, sonhar não custa nada e como estão jogando bem…

FAGNER É homem de confiança de Tite, que foi responsável pelo seu crescimento técnico quanndo trabalharam juntos no Corinthians e o lateral melhorou muito o seu cruzamento. Fagner é um marcador muito bom e o reserva imediato de Daniel Alves na seleção. Seu concorrente é Rafinha, do Bayern.

CÁSSIO É aquele goleiro que, sob comando de Tite, ajudou e muito o Corinthians ser campeão mundial. Tite nunca o convocou, mesmo porque a ascensão do treinador coincidiu com uma queda técnica do goleiro, que foi para a reserva de Valter. Está jogando muito bem e não há ninguém absoluto na posição. Alisson, Ederson, Diego Alves, Weverton…ninguém pode dizer que está garantido. E Tite chegou a chamar Muralha e Grohe. Cássio está no páreo.

RODRIGUINHO É mais versátil que Diego e Lucas Lima, jogadores mais técnicos e seus rivais na luta por uma vaga para a posição que tem Renato Augusto como titular indiscutível. Pode jogar mais atrás e até como um falso nove. Tem razoáveis chances, mas é o menos cotado dos três.

JÔ É o centroavante mais eficiente do futebol brasileiro. Sempre comparece, sempre decide jogos e tem sido muito correto disciplinarmente em sua retomada do futebol. Tem características muito diferentes de Gabriel Jesus, o titular e poderia ser uma opção para mudanças de esquema. Diego Souza e Firmino estão à sua frente.

ARANA É a grande revelação de uma posição em que o Brasil é pródigo. Bom na marcação, com um cruzamento de alto nível e boa finalização, é o melhor jogador do Corinthians. Marcelo é o grande nome da posição e está garantido. Filipe Luiz também está quase lá, com tantos anos de futebol eficiente na Europa. Arana, no momento, é apenas uma possibilidade que vai se concretizar, com certeza, após o Mundial.

JÁDSON É um devaneio, não é um sonho. Tem jogado bem, mas abaixo do que já  jogou. Mas como formou uma dupla de alto rendimento com Renato Augusto pode….(será que pode?) sonhar um pouquinho, mas sem se apegar muito para que não seja uma decepção.


Palmeiras, mais cara decepção do ano. Ão, Ão, Ão, quarta-feira é obrigação
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Chagamos ao primeiro terço do sétimo mês do ano da graça de 2017 e o Palmeiras:

Não ganhou o Paulistão

Precisa vencer o Barcelona de Guayaquil, em casa, para avançar na Libertadores

Precisa vencer o Cruzeiro, fora de casa, para avançar na Copa do Brasil

Precisa vencer o Corinthians em casa, quarta-feira, para diminuir a desvantagem de 13 pontos em relação ao líder.

Sim, o Palmeiras milionário está TREZE pontos atrás do líder em DOZE RODADAS.

Uma diferença desse tamanho não se tira com menos de 13 rodadas. Um cálculo empírico, mas que tem fundo de verdade.

No final do jogo, William disse que o Corinthians está fazendo  uma campanha anormal e que alguma hora vai tropeçar. Há uma certa lógica, mas se o Palmeiras continuar mal assim, um tropeço do Corinthians vai ajudar é o Flamengo, que tem mostrando consistência na perseguição.

O time tem alguns problemas graves. Fernando Prass está muito abaixo do que pode. Não seria hora de Jaílton? Os laterais são fracos, tanto na direita como na esquerda. E Diego Souza vem aí. Mais um atacante? Precisa? É a maior deficiência do grupo?
O Palmeiras precisa reagir, para não flopar de vez. E a hora é quarta-feira.


Cuca, Ceni, Elano e a precária ética dos treinadores
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Grande parte de jornalistas adota a tese de que é um grande erro demitir treinador em início de trabalho. Qual é necessário dar tempo para que as ideias sejam assimiladas pelo grupo de jogadores. Outros são contra a demissão quando, passados dois anos de sucesso, o trabalho começa a falhar e não rende mais. Os treinadores seriam protegidos pelo futuro (ainda não mostraram o trabalho) e pelo passado (um dia esse trabalho foi ótimo).

Criou-se, então, a tese de que ser treinador de futebol é ago perigoso, sem segurança alguma. Uma tese que não leva em conta as multas enormes que existem nos contratos. Por exemplo: assinou por dois anos, foi demitido com seis meses, recebe o salário até o final do contrato. Não se leva em conta, também, o alto salário pago. Um governador de estado recebe R$ 30 mil aproximadamente por mês. Um treinador médio, recebe  R$ 300 mil. Ou seja, ganha o mesmo que Alckimin, Pezão, Sartori, Richa e mais seis, somados. Bem, esse exemplo não é bom. O que esses e outros governadores estão entregando não é nada bom e chegaríamos à conclusão que treinador precisaria ganhar R$ 3 milhões por semana.

Nossos treinadores – não sei os outros – estão longe de serem os coitadinhos, de serem as vítimas que a narrativa atual está impondo. Vocês já repararam como é rápida a assinatura de contrato de um novo técnico? O SUJEITO A é demitido ás dez da manhã. O SUJEITO B está todo uniformizado dando treino as 14 horas. Que velocidade, não? Salários acertados, comissão montada, multa acertada….Tudo depois da demissão do companheiro de profissão. Porque negociar antes não seria ético, não é?

Quando a velocidade falha, é a vez do auxiliar assumir por uma semana. Aquele auxiliar que ficou o tempo todo com o treinador, que teve tempo de conversar e que, teoricamente, deveria agregar conhecimento e trocar opiniões, que também é responsável pelo que estava sendo feito, assume e muda tudo no time. Coloca o Vecchio, que estava afastado, com a missão de vencer o jogo. A mensagem é clara: eu não tenho nada a ver com o que o outro estava fazendo. Será que o novo treinador acredita no que o auxiliar está dizendo. Ou sabe que está criando um corvo?

A pouca fidelidade de Elano a Dorival foi a causa de uma discussão entre Cuca, Cuquinha e Elano (já como auxiliar  de Levir Culpi) após a vitória do Santos sobre o Palmeiras, na Vila, pelo Brasileiro.

Outro exemplo da falta de solidariedade entre treinadores é dada quando atuam bravamente para diminuir o elenco do rival. Indicar um jogador é algo normal, não há nada de errado. A lei está aí e permite que alguém que ainda não completou seis jogos possa se transferir. Então, não há nada de condenável em Cuca pedir Richarlison, do Fluminense, ou Diego Souza, do Sport.

Só isso. Não deve ir além. O repórter Daniel Leal, do superesportes conta que o treinador palmeirense telefonou para o atacante e, durante uma longa conversa, garantiu que ele seria titular no clube. Algo muito importante para quem sonha e luta por uma vaga na seleção brasileira.

Abel Braga, treinador do Fluminense, conta que Cuca o procurou a negociação – justa e limpa negociação entre Palmeiras e Flu, por Richarlison – para dizer que ele não ficaria sem jogadores. Que o Palmeiras daria uma lista de quatro jogadores para que o Fluminense escolhesse dois?

Isto é função de treinadores? Não seria melhor ficar restrito ao campo? Alexandre Mattos ganha muito para isso.

Convidar jogadores para o São Paulo foi algo constante na carreira de Rogério Ceni, mesmo quando ainda era jogador. Foi assim com Aloísio, com Leandro e agora, como técnico, com Marcinho, do São Bernardo.

Imoral? Ilegal? Não sei. Inconveniente, com certeza. Se treinadores não são leais com treinadores, se fazem a função que não lhes cabe fazer, fica difícil manter a narrativa dos coitadinhos que não têm garantia no emprego.


Onze micos e muita decepção
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Alguns foram contratados. Outros, já estavam no elenco esperando a sua hora. Outros, retornaram ao porto seguro. E todos, de uma micoleaomaneiro ou outra falharam. Decepcionaram muito. É a seleção das decepções nesse semestre de 2016.

DENIS – Chegou ao São Paulo em 2009 e pacientemente esperou uma oportunidade de substituir Rogério Ceni. E mostrou uma insegurança muito grande para sair do gol, principalmente em jogadas pelo alto. Debaixo das traves, vai bem, mas é pouco.

LUCAS – Veio para o Palmeiras respaldado por uma boa temporada no Botafogo e está indo muito mal. Tem boa presença ofensiva, mas falha bastante na defesa. Tenta compensar com vitalidade, mas fica na violência. Perdeu o lugar para Jean, volante.

LUGANO – A torcida esperava muito dele. Mais do que ele poderia dar. As contusões e a idade estão presentes e ele tem jogado pouco. Demorou para entrar em forma, fez algumas boas partidas e cometeu alguns erros graves. Seu lugar pode ser tomado também por LEANDRO ALMEIDA, herança de Marcelo Oliveira e que cometeu, contra o São Bento, o erro mais tosco do ano.

HENRIQUE – Pivô de uma disputa entre Flamengo e Fluminense, não tem dado segurança nenhuma à zaga do Flu. É um jogador muito caro que não corresponde. Difícil imaginar que fizesse parte da seleção na Copa de 2014. LUCÃO, do São Paulo é outro concorrente fortíssimo. Os erros que cometeu em Itaquera, contra o Corinthians, foram primários.

PIKACHU – É lateral pela direita, mas eu o escalei na esquerda porque tinha de estar na seleção. Foi a contratação mais cara do Vasco e não consegue render.

CRISTIAN – Esse é o grande erro do Corinthians. Voltou ao elenco depois de um tempo na Turquia e jogou pouquíssimas vezes. Quase nunca joga, mas recebe altíssimo salário. Sua contratação foi uma cara e frustrante homenagem.

DIEGO SOUZA – Veio do Sport para o Fluminense, que superou concorrentes também interessados, ficou algumas partidas e voltou a Recife. Nenhum profissionalismo. Nenhum futebol.

CENTURIÓN – Veio no ano passado do Racing, em troca de R$ 14 milhões. Começou bem, fez gols decisivos, mas caiu muito. Com Bauza, teve muitas oportunidades mas mostrou apenas vontade de ajudar a marcação. No ataque, errou muito.

ERIK – Veio do Goiás por R$ 13 milhões, após um bom Brasileiro. Fez algumas boas partidas, mas caiu muito. Hoje, entra pouco e quando o faz não acrescenta qualidade ao time.

PAULINHO – Veio para o Santos e logo teve de explicar porque havia posado com a camisa do Corinthians. Mas não foi o único problemas. Não jogou nada e perdeu lugar para Serginho, Ronaldo Mendes e outros. Quando entra em campo, vem a saudade de Geuvânio e Marquinhos Gabriel.

FRED – Uma enorme seca de gols e ainda protagonizou a ópera bufa “A volta dos que não foram”. Sente-se dono do Fluminense e entrou em rota de colisão com Levir Culpi. Prometeu sair e voltou rapidamente.

Há outros nomes que poderiam estar na lista: Régis, Cleiton Xavier, Carlinhos, Guilherme, Barrios, Rildo e André.

 


Diego Souza, o craque pula pula
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Diego Souza vai defender o Fluminense em 2016. É o retorno, 11 anos depois, ao clube que o revelou. É o 11º que defende (12º se contarmos o Flu duas vezes) em 14 anos de carreira. No Rio, já defendeu, além de Fla e Flu, o Vasco. Em Minas, Galo e Cruzeiro. Jogou bola em três continentes.

Aos 30 anos, Diego Souza é um típico exemplo do efeito colateral da Lei Pelé, que considero imprescindível e justíssima. Todo mundo tem direito a mudar de emprego, sem se sentir preso à antiga Lei do Passe. Jogador que não aceitava proposta salarial, era afastado do elenco e, se o clube quisesse, poderia acabar com sua carreira.

O que temos agora é o domínio do empresário sobre o jogador. Ou, melhor dizendo, a parceria entre empresário e jogador contra o clube. É algo totalmente desleal. Vamos imaginar um exemplo:

Antes da Lei Pelé – O jogador tem contrato de dois anos. O treinador não gosta de seu futebol e o coloca na reserva. O que resta ao jogador? Treinar, se dedicar e conseguir o posto de titular. Se optar pela malandragem e encostar o corpo, fica sujeito à desumana retaliação do clube.

Após a Lei Pelé. – O jogador tem dois anos de contrato. Depois de seis meses, está na reserva. O empresário procura o clube e diz: Rubinelson quer sair porque é muito injusto ele ser reserva de Vandercleysson. E, olha, se ele não sair agora, daqui a um ano ele pode assinar com outro clube e vocês não vão ganhar nada.

Em vez de lutar pela posição, o Rubinelson assume o chinelo. Continua ganhando bem e em dia e depois, “vai em busca de novos desafios”.

A parceria empresário-jogador, além de enfraquecer o clube – que é o depositário da paixão popular – prejudica o futebol. Não há mais ídolos. Quem vai gostar de um jogador que daqui a um ano está em outro clube?

A paixão foi substituída por relações comerciais. Nada mais. Quem é ídolo, atualmente? Ceni e Marcos estão aposentados. Lugano é ídolo ausente. Elias é corintiano. Tem relação afetiva com o clube. Recusou-se a trocar Itaquera pelo Flamengo. Quem mais? Robinho?

Não peço o fim da Lei Pelé. Ela é um avanço total. Não peço que o jogador seja prisioneiro de uma paixão e pague para jogar em seu clube de coração, por mais que admire Tevez e Milito que fizeram isso pelo Boca e pelo Racing.

Apenas constato, sem nenhuma nostalgia, que é muito chato um futebol sem ídolos. Qual a graça de enfrentar pai e mãe, de destruir namoro e amizade, de brigar com amigos para provar que Rubinelson é mais atacante que Vandercleisson, se no semestre que vem Rubinelson já deixou o nosso clube e veste, todo pimpão e garboso, o uniforme do rival.

E ainda tenho de imitar o ex-presidente e gritar: “esqueça tudo o que eu falei, sempre gostei do Vandercleisson”.

Tags : diego souza


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