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Gabigol define o clássico “injusto”
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Bem, é uma piada falar em justiça no futebol no país que juiz ganha auxílio moradia tendo casa própria. Mas, a torcida do São Paulo pode até achar que faltou sorte ao seu time, que teve números melhores que o rival. Mais posse de bola, mais finalizações, tudo. Mas Gabigol estava lá e definiu muito bem. E o Santos venceu.

Gabigol estava lá não significa um acaso. Não. É a posição em que ele tem se colocado. Sai da ponta, vai para o meio, recebe e finaliza com qualidade. Tudo combinado, nada ao acaso. Não foi o primeiro gol assim. Outros virão.

Há uma diferença entre os dois times. O Santos está bem definido taticamente. Tem Copete de um lado, Sasha do outro e Gabigol pelo meio. Há troca de posição, mas o importante notar é que são jogadores que sabem cumprir a missão proposta a eles.

O São Paulo, não. Parece aquelas crianças bem pequenas que começam a brincar com peças quadradas, retangulares, circulares. Eles precisam colocá-las em espaços semelhantes. E tome quadrado sendo enfiado no círculo e círculo se recusando a entrar no retângulo. O São Paulo tem um 4-1-4-1 que não se sustenta. Petros não é 8. Nenê não é 11 e Diego Souza não é nove.

Nada combina. E a culpa não é só do treinador. Ele recebeu peças que não pediu. E, como já se falou aqui várias vezes, não dá para jogar com Jucilei, Petros, Diego Souza, Nenê e Cueva todos juntos aqui e agora. E, se Dorival quiser recuar Diego Souza, teria que colocar Trellez, que tem entrado muito mal.

O São Paulo fez um ótimo primeiro tempo, o melhor do ano. Mas, após o gol, se perdeu. E as substituições não foram boas. Trellez, se fosse para entrar, deveria ser em lugar de Petros, com o recuo de Diego Souza. Cueva estava melhor que Nenê ao dar espaço para a entrada de Brenner. E, no final, Valdívia estava jogando pelo meio. Valdívia não demonstra estar bem fisicamente.

Dorival, se quiser manter o esquema, poderia, por exemplo, escalar Jucilei, Marcos Guilherme, Diego Souza, Cueva e Caíque. Brenner no ataque. Um exemplo da busca pela velocidade e o fato de se colocar jogadores certos nas posições certas pode melhorar.

Como o Santos vai melhorar com a chegada de Dodô. E melhorar muito mais se tivar um 10 mais rápido. E um 9, o que permitiria Gabigol mais pelo lado do campo.


São Paulo evolui, apesar da lentidão
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O fato é inquestionável é deve ser saudado: o São Paulo venceu novamente. A vitória contra o CSA foi a quarta seguida. E sem sofrer gols. Marcou seis.

O time, descontando-se a fragilidade dos rivais, está ganhando força. E forma. Já é possível ir para o clássico sem pessimismo.

O mais importante, a meu ver, foi a entrada cheia de gás de Valdívia. Não foi grande exibição, e nem poderia ser, mas ele deixa a esperança de ser uma opção de velocidade pelos lados.

É a maior falha do São Paulo. Uma transição muito lenta. E como ser diferente, com Jucilei, Cueva, Nenê e Diego Souza. Tudo junto e misturado.

Foi assim todo o primeiro tempo. Uma linda bola de Cueva logo no início do segundo tempo mudou o ritmo. O time poderia, no primeiro tempo, marcar mais à frente, pressionar mais.

O problema está posto. Difícil de resolver, com esses jogadores. Mas é hora de criar opções, com Valdívia, Caíque e Brenner.


Dorival, entre o sonho e a realidade, entre Shaylon e Nenê
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Dorival foi um bom menino em 2017. Pegou um time quase caindo e terminou o segundo turno em quinto lugar. Uma campanha digna e, o mais importante, promissora. Ele tinha uma base para trabalhar. Era preciso corrigir algumas coisas. Entre elas, a transição, lenta, com Jucilei, Petros e Hernanes. Não havia contra-ataques pelos lados do campo e sim jogadores de qualidade fazendo a transição pelo meio. Algo a ser corrigido, como ele explicou NA ENTREVISTA QUE FIZEMOS EM NOVEMBRO,

Está tudo lá. Ele explica que o time não tem jogadores com capacidade para fazer contra-ataque com rapidez. Diz que gostaria de apostar na base. E que gostaria de ter três reforços do nível de Hernanes.

E chega 2018. Em vez de três reforços do nível de Hernanes, ele…perdeu o Hernanes.

Para o lado do campo, ele pediu Marinho, Bruno Henrique, Gabigol ou Luan, do Galo. E recebeu….NINGUÉM.

E a base, em que ele aposta tanto?

Peguemos o caso de Shaylon.

Dorival gosta muito, apesar de haver, como todos, detectado uma certa timidez no garoto. A ideia era ir dando espaço a ele, principalmente porque Cueva vai para a Copa do Mundo.

O que acontece? Cueva faz cuevices. Não aparece na hora marcada e se recusa a viajar.

E Shaylon vai jogando.

Então….vem Nenê.

Ora, Nenê é a síntese do que o São Paulo não precisa. 1) Não ajuda o time a ter a velocidade sonhada por Dorival. 2) Atrapalha o surgimento de jogadores da base.

Imaginem um meio campo formado por Jucilei, Petros e Nenê. Muito lento. Agora, somem a eles o Diego Souza. Fica mais lento ainda.

Mas, por que o Diego Souza no meio, se Dorival disse que seu lugar é como centroavante?

Porque a diretoria contratou Trellez, que também é centroavante. Esperando que Dorival recue Diego Souza,

Com contratações erradas, fica difícil o treinador colocar em prática os seus conceitos: time com posse de bola, mas também com contra-ataque pelos flancos e dando espaço para jogadores jovens, que gostem do clube e sonhem com o sucesso no São Paulo.

O quadro acima pode terminar com um desfecho ruim para o clube: Shaylon, com poucas chances, é vendido por pouco dinheiro para um clube europeu. E lá, joga muita bola. Sua ascensão pode se concretizar em dois anos. Dois anos é quando termina o contrato de Nenê com o São Paulo.


São Paulo colhe o que plantou com um planejamento equivocado
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Com o término da segunda rodada do Paulistão, o São Paulo:

Escalou dois times diferentes.

Perdeu o primeiro jogo.

Empatou o segundo.

Ainda não conseguiu marcar.

Foi recebido com faixas de cobrança ANTES do jogo, em um protesto descabido e imbecil. E com vaias após o jogo

A meu ver, tudo é consequência de erros de planejamento.

Os dois principais, são fundamentais.

Dorival Jr e a diretoria encararam janeiro como o primeiro mês do ano. De um novo ano, cheio de esperanças. Pode até ser, mas não é. O ano que se inicia é a continuação do anterior, quando o time foi muito mal e quase foi rebaixado. E começou com o melhor jogador do clube indo para a China.

O segundo erro conceitual foi cair no canto da sereia politicamente correta que garante ser o Paulistão um campeonato que não vale nada e que deve ser encarado como planejamento. Ora, não vale nada para quem ganha como o Corinthians, Santos e Palmeiras. O São Paulo não ganha o Paulistão desde 2005. E nos últimos dez anos, venceu apenas uma Sul-americana.

Então, o que foi feito diante deste panorama? Time que vem no sufoco e que não ganha nada há tempos?

Ora, foi escalado um time de garotos para a estreia. Todos juntos, ao mesmo tempo. E houve a derrota.

E o que trouxe a derrota, além da necessidade da vitória?

Trouxe o possível rompimento com a torcida, importantíssima no ano anterior. O Morumbi e o Pacaembu recebiam grandes públicos. Na segunda rodada, foram apenas 18 mil. E vaiando, o que, repito, é um absurdo.

O que temos agora? Mirassol fora, Corinthians fora e Madureira, pela Copa do Brasil.

A ideia era manter o time do primeiro jogo, aquele dos garotos. Vai ser mudado o planejamento? Como o São Paulo enfrentará o Corinthians? Sob qual pressão?

A decisão de escalar garotos o primeiro jogo foi de encontro ao que fizeram os outros três grandes. Entraram com o time principal e foram substituindo. Só o São Paulo fez diferente. Só o São Paulo está correto. E qual é esta carta na manga? Qual o segredo?

São muitos erros de planejamento. E seguidos de outros como a ausência de Cueva, atitude anti-profissional. E outros dois: Sidão e Bruno. Jogadores médios.

Quanto ao jogo, eu vi o São Paulo bem no primeiro tempo, com boas finalizações. A bola rodou bastante, houve infiltrações, mas o time sentiu muito a falta de um atacante de área. O garoto Brenner, tratado como o novo Gabriel Jesus, não foi nem Ademílson. O time vai melhorar. Precisa melhorar. Mas agora, de forma abrupta, com pressão.

 


São Paulo lucra na troca Pratto x Diego Souza
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O São Paulo recebe R$ 35 milhões por Lucas Pratto, que vai para o River, e paga R$ 10 milhões ao Sport para ter Diego Souza. A segunda parte da equação foi anunciada hoje, domingo. A primeira, talvez na segunda. Os valores são aproximados. As negociações atuais incluem bônus por produtividade e porcentagens de direitos.

Não é apenas financeiramente que o São Paulo ganha. Pratto foi muito importante, teve papel de liderança no grupo que nadou muito para não se afogar, é um cara muito dedicado, não se entrega nunca, mas….e os gols? 12 em um ano? Muito pouco. No sábado, encontrei meu amigo Roberto Benevides no restaurante Doce & Cia, do Jorge, lá em Pinheiros e ele deu sua opinião, que é como a minha. “Pratto é bom jogador, mas superavaliado. Não acredito que chegaram em falar em naturalização para que ele jogasse na seleção brasileira. Um absurdo”.

Diego Souza é mais presente na área. Faz mais gols. Pode jogar de nove ou de oito, como se dizia antigamente. Dentro da área ou vindo de trás. Tem três anos a mais, mas isso não é relevante.

Pratto supera Diego Souza quando se fala em caráter. Os dois queriam deixar os clubes em que estão e vejam a diferença de comportamento. Pratto veio da Argentina, chegou, explicou a situação e está treinando. Se por acaso, o negócio não sair (impossível), ele vai continuar jogando com todas as suas forças e seu comprometimento. Diego Souza, não. Sumiu do Recife. Disse que precisava viajar para o exterior para comprar uma casa (mesmo se for verdade, por que não foi nas férias?) e nada de treino. É um tipo de comportamento mimado e antiprofissional.

Como Cueva, por exemplo.

O importante na contratação de Diego Souza é que Raí mostra seu cartão de visitas. Antecipou-se ao fato consumado da saída de Pratto e trouxe o substituto. Não deixou um vácuo. O problema é que , quando o Craque Neto levantou a bola da contratação há um mês, ninguém falava na saída do Pratto. Seriam os dois. Agora, apenas um.


Pratto é um bom exemplo para Scarpa e Cueva
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Lucas Pratto chegou na hora marcada. No dia e na hora combinados no ano passado. Apresentou-se ao São Paulo e trouxe a notícia que todos temiam: o River Plate vai mesmo fazer uma oferta por ele. E deixou claro que gostaria de ir. (Um ônus que o clube pagará por causa de sua diretoria. Afinal, o River está na diretoria). E a impressão que fica é que, se o São Paulo não quiser fazer negócio, Pratto continuará treinando e se dedicando, como sempre.

E Cueva? Não veio. Ficou em Lima para participar de campanhas publicitárias. Estavam marcadas desde quando? Poderiam ter sido feitas no período de festas? E por que fazer campanha publicitária é mais importante do que ser profissional e chegar na hora certa, preparando-se juntamente com os companheiros para um ano difícil. Mais difícil ainda porque Cueva estará ao usente muitos dias por conta de amistosos e da preparação para a seleção peruana, que volta ao Mundial depois de 36 anos.

Gustavo Scarpa não apareceu no Fluminense. Como uma noiva arrependida, sumiu, não diz para onde foi e não atende telefone. Está forçando a barra para sair, ainda magoado por conta da imbecilidade da torcida que o vaiou muito no ano passado. Justamente ele, o melhor do time. Não jogou bem, mas é o melhor.

Como ninguém tem dinheiro, as especulações com Scarpa foram sempre na base do três por um. Até mesmo o Palmeiras, que não precisa regatear nada com ninguém, ofereceu jogadores e nada de dinheiro. E Scarpa imita Richarlison, que fez o mesmo no ano passado. Não aparece para trabalhar. Não aparece para trabalhar em um país onde todo mundo sonha com um emprego, em um país onde não há mais direitos trabalhistas. Scarpa não está nem aí.

O seu desaparecimento causa alegria entre muitos torcedores. Muita gente sonha com ele. Como Diego Souza, no Sport. Não apareceu também. André Balada também não. São os mesmos. E o engraçado é o comportamento apaixonado e ciclotímico do torcedor. Comemora que Diego Souza não apareceu lá porque ele pode aparecer aqui. Mas, quando é o jogador de seu time que não se comporta profissionalmente, que não aparece…ah, é mercenário.

Torcedor é assim mesmo. Não precisa cultivar a lógica. Jogador, não. Precisa ter a dignidade do trabalhador que aparece ao final das férias para justificar o salário que mantém seu altíssimo nível de vida. Não diz que está atrasado porque precisa tirar fotos para o álbum de formatura da sobrinha.


Tite acerta com Cássio e erra com Rodrigo Caio
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Primeiramente,…deixa pra lá. Primeiramente, quero explicar que não concordo com o título da minha matéria. É um pouco arrogante. Ou muito. Não cabe a mim julgar o Tite ou o Givanildo. O que eu quero dizer é que eu concordo com a convocação de Cássio e discordo do Rodrigo Caio. Apenas isso, minha opinião.

Cássio tem feito um grande campeonato brasileiro, assim como Vanderlei. Os dois merecem a chance de lutar por uma vaga na Copa. Tanto quanto Ederson, o goleiro mais caro do mundo e que, injustamente, tem sido criticado após a estreia no Manchester City. Acho que Vanderlei terá sua oportunidade. Apenas Alisson está garantido.

Quanto a Rodrigo Caio, me parece tão evidente que Geromel é mais jogador. Não só está jogando mais, é mais. Tite dá grande valor à participação de Rodrigo Caio na Olimpíada. Foi boa mesmo, mas não tem jogado bem no São Paulo. Acho que Rodrigo Caio, se for à Copa, irá como cota pessoal do treinador. O que é justo. As ideias e convicções do treinador devem ditar as convocações e não clichês do tipo “seleção é momento”. Fosse assim, Paulinho, unanimidade, não teria sido chamado. Há o outro lado, também. Ninguém entendeu ainda Henrique na Copa-14.

Quanto às outras chamadas, eu não sou fã do futebol de Taison e de Giuliano. Eu daria oportunidades a Everton Ribeiro, Dudu e Diego Souza, que parece ser o único a ter chances.

 


Bruno Henrique comandou a justa vitória verde
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O Palmeiras jogou muito bem e conseguiu bela vitória em Recife. Os gols saíram na fase final do primeiro tempo e podem dar a impressão de um domínio passageiro, mas não foi isso. O Palmeiras teve o domínio tático do jogo, desde o início.

Luxemburgo montou uma ala esquerda com Sander e Mena, dois laterais, talvez para segurar Roger Guedes, que só entrou no final. E foi por ali, o lado mais fechado, que o Palmeiras dominou, com chegadas de Eryk e Jean.

O domínio do Palmeiras era grande no meio campo. O time aproveitou-se de um erro de posicionamento do Sport. Diego Souza jogou muito adiantado, formando dupla de centroavantes com André. E tome bola aérea. Os volantes avançaram para armar. E o Palmeiras, desarmando muito, rendia nos contra-ataques. O escanteio do primeiro gol saiu assim, com gol de Bruno Henrique, de cabeça.

O segundo também, com roubada de Bruno Henrique e lindo passe para Keno.

A partir daí, o Sport atacou mais. Colocou Rogério e tirou Sander. Passou a ter mais posse de bola e teve uma boa chance com a cabeçada de Diego Souza no travessão. Mas o Palmeiras, comandado por Bruno Henrique e Thiago Santos, se defendeu muito bem. O time terminou com 31 faltas contra 20 do Sport. E teve ainda a maior chance do jogo. Duas no mesmo lance, com Keno. Agenor fez valer o apelido de Ageneuer.

Palmeiras venceu sem sustos.


Luxemburgo voltou? Seria ótimo para o futebol brasileiro
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O Sport está invicto há cinco jogos, com quatro vitórias seguidas. Está em sexto lugar no Brasileiro, na zona de Libertadores e muito longe da confusão, termo cunhado por Vanderlei Luxemburgo, o comandante da virada do Leão. A arrancada contou com vitórias fora de casa contra Santos e Coxa e na Ilha, contra Furacão e Chape.

Luxemburgo é o mais brilhante treinador que conheci. Sempre foi inventivo, sempre buscou soluções ofensivas. E não ficava apenas na prática. Exigia muito de treinamentos e, na repetição, fez com que muita gente melhorasse. Tinha um pouco de Telê.

Depois, se perdeu. Deixou o campo de lado e se imaginou um manager, cuidando de tudo e, principalmente, de contratações. Muitas em parceria com o amigo e sócio Malucelli. Futebol deixou de ser o único jogo a lhe seduzir e perdeu o foco totalmente.

Teve passagens ruins em times grandes, foi para a China, ficou um bom tempo sem emprego e agora, tudo indica, ressurge no Sport. Colocou Mena na ponta esquerda, formando uma dupla forte com o lateral Sander. Fez Osvaldo jogar bem e está sabendo tirar o melhor de Rogério, uma substituição recorrente, e de Thomas. E foi premiado com a continuidade de Diego Souza, algo que ninguém acreditava ser possível acontecer.

O rubronegro Luxemburgo está ressurgindo com o rubronegro Sport. Bom para o futebol.

 


Seis corintianos que podem sonhar com a seleção de Tite
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O Corinthians é o grande exemplo da tese de que um time forte coletivamente faz com que as individualidades comecem a aparecer. O elenco, que tinha sérias restrições técnicas no início do ano, ganhou força e seis jogadores podem sonhar com a seleção brasileira. Com diferentes possibilidades de o sonho se concretizar. Um deles está muito próximo, dois têm boas possibilidades e outros três….bem, sonhar não custa nada e como estão jogando bem…

FAGNER É homem de confiança de Tite, que foi responsável pelo seu crescimento técnico quanndo trabalharam juntos no Corinthians e o lateral melhorou muito o seu cruzamento. Fagner é um marcador muito bom e o reserva imediato de Daniel Alves na seleção. Seu concorrente é Rafinha, do Bayern.

CÁSSIO É aquele goleiro que, sob comando de Tite, ajudou e muito o Corinthians ser campeão mundial. Tite nunca o convocou, mesmo porque a ascensão do treinador coincidiu com uma queda técnica do goleiro, que foi para a reserva de Valter. Está jogando muito bem e não há ninguém absoluto na posição. Alisson, Ederson, Diego Alves, Weverton…ninguém pode dizer que está garantido. E Tite chegou a chamar Muralha e Grohe. Cássio está no páreo.

RODRIGUINHO É mais versátil que Diego e Lucas Lima, jogadores mais técnicos e seus rivais na luta por uma vaga para a posição que tem Renato Augusto como titular indiscutível. Pode jogar mais atrás e até como um falso nove. Tem razoáveis chances, mas é o menos cotado dos três.

JÔ É o centroavante mais eficiente do futebol brasileiro. Sempre comparece, sempre decide jogos e tem sido muito correto disciplinarmente em sua retomada do futebol. Tem características muito diferentes de Gabriel Jesus, o titular e poderia ser uma opção para mudanças de esquema. Diego Souza e Firmino estão à sua frente.

ARANA É a grande revelação de uma posição em que o Brasil é pródigo. Bom na marcação, com um cruzamento de alto nível e boa finalização, é o melhor jogador do Corinthians. Marcelo é o grande nome da posição e está garantido. Filipe Luiz também está quase lá, com tantos anos de futebol eficiente na Europa. Arana, no momento, é apenas uma possibilidade que vai se concretizar, com certeza, após o Mundial.

JÁDSON É um devaneio, não é um sonho. Tem jogado bem, mas abaixo do que já  jogou. Mas como formou uma dupla de alto rendimento com Renato Augusto pode….(será que pode?) sonhar um pouquinho, mas sem se apegar muito para que não seja uma decepção.