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Tite rifa Jesus e abraça Fagner
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Menon

Começa com uma grande injustiça o novo período de Tite na seleção brasileira: o esquecimento de Gabriel Jesus.

Eu não acho que ele tenha feito uma grande Copa. Passou em branco e não tem desculpa. Mas, se eu não gostei, Tite gostou. E muito.

Então, ao não convocar, ele aponta o dedo para o garoto de 21 anos. A culpa foi dele.

E Tite mostrou novamente que não falta aos seus. Ele, que morreu abraçado a Romarinho e Sheik em 2013, agora está abraçado a Fagner, que levou um baile de Hazard contra a Bélgica.

Inexplicável a convocação de Willian. Já este em duas Copas e nada fez.

Gostei de todos os novos. Principalmente Dedé, grande zagueiro.

Fica para mim, uma sensação de desalento. Não acho que Tite deveria continuar. Continua a demagogia: sou um ser humano, permito todo o tipo de pergunta (nada mais que a obrigação), a voz pastoral, os verbos malucos como oportuniza, “rebenta”, “chego”, totalmente falso brilhante.

E Edu Gaspar ao lado. O mesmo que trata Neymar como um menino. O mesmo que fez aquela confusão toda da lista dos 35.

Mais do mesmo.

 

 


Com pouca torcida, Corinthians só empata
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Menon

Sabado, 21h em Itaquera. Frio. Não é para qualquer um. E mesmo a Fiel sentiu o drama desafio. Havia menos de 30 mil torcedores alentando o time.

Não é só o frio. Na verdade, mesmo com três vitórias seguidas, ainda há uma certa desconfiança com o time.

Além disso, havia desfalques de Fagner e Gabriel. E Loss deu oportunidade para Carlos Augusto na lateral.

Somando tudo: frio, pouca torcida, desfalques e a fragilidade do time atual, o empate ficou de bom tamanho. O Furacão foi melhor, atacou bastante pela esquerda, mas não passou por Cássio, que foi muito bem.

Criatividade corintiana tem nome: Pedrinho, o único a criar alguma coisa.

Valeu a pena ir ao Itaquerão? Futebol sempre vale a pena, quem vai não tem certeza de vitória. Mas que o jogo foi ruinzinho, foi.

 


Fagner e a força mental
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A contusão de Danilo é a segunda da lateral-direita, se contarmos a de Daniel Alves, antes da Copa. As opções agora são Fagner e Marquinhos. Nada que assuste. Marquinhos já foi testado na posição. Marca bem, é alto e permite aquela mudança de jogo sem mudança de jogador. Basta deslocar-se alguns metros para a esquerda e…voilá…aqui está um 3-5-2.

Fagner é um jogador que eu admiro pela força mental. É alguém com autoconfiança a mil. Não tem medo de ninguém, não se apequena contra quem quer que seja. Hazard, Mbappe, Cavani, quem passar jogar pelo seu lado terá uma missão dura contra o lateral do Corinthians. Ele não se dá por vencido antes de a partida começar. Não tem complexo de inferioridade. Marca bem e duro.

No Brasil, marca duro demais, a meu ver. Tem licença para bater, como escrevi há algum tempo. Muitas vezes joga no limite da indecência e fica em campo por conta de uma certa boa-vontade em excesso dos árbitros. Na Copa, tem sido diferente. Os árbitros demoram ainda mais a dar o amarelo. O vermelho, apenas em última instância. E os jogadores têm feito menos faltas. Que Fagner s adapte e se consagre em três jogos.

Problema dele, a meu ver, é a pouca altura. Lembram do gol de Cavani contra Portugal? Subiu uma régua acima do lateral esquerdo Raphael Guerreiro, que tem a mesma altura de Fagner.

Mas, se a bola alta é um problemas, Fagner pode muito bem impedir cruzamentos. É o que faz muito bem.

Fagner merecia a vaga de titular, mesmo se Danilo se recuperasse. E agora, tenho confiança que fará um bom papel até o final da Copa.


Tem coisa boa na seleção
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Amigos,

A verdade é que o Brasil estreará na Copa nas quartas-de-final contra Bélgica ou Inglaterra. Talvez a Colômbia. Um amigo mais exigente e muito desconfiado da ótima geração belga, diz que será na semi, contra Argentina, França, Uruguai ou Portugal.

É uma realidade, os adversários até agora e mais o México estão muito longe da elite do futebol mundial, apesar de o ranking da FIFA se derreter todo pela Suíça. Vai entender…

É realidade também que a Alemanha tinha molezas no Grupo e já deve estar procurando um biergarten para afogar as mágoas.

E a Argentina, também com duas babás, teve de ouvir muito Gardel na preleção para, no último suspiro, ganhar a vaga. A favorita Espanha empatou com Marrocos e o Irã segurou Cristiano.

Então, vamos elogiar o Brasil. Depois de três jogos, é possível um balanço. O amargor de até agora fica por conta da fragilidade dos rivais.

A defesa vai muito bem. A rigor, teve apenas a falha contra a Suíça. Miranda e Thiago vão muito bem. Marcelo é ótimo no apoio e tem algum problemas defensivos. O contrario de Filipe Luís, que entrou bem contra a Sérvia.

Fagner está bem. O único problema é a falta de altura, que não permite que ajude na bola aérea.

Casemiro ajuda a criar essa solidez. Um grande volante.

Coutinho é o melhor. Participativo, habilidoso e decisivo. Um solucionador. Ou faz o primeiro gol ou a primeira assistência.

Os outros estão jogando abaixo de seu nível, estão rendendo menos do que podem. Menos o goleiro, que não foi exigido.


Tite perde o lado direito
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O Brasil teria um lado direito formado por Daniel Alves, Paulinho e Willian. Não tão forte como Marcelo, Coutinho e Neymar, mas com bom início de jogadas, boa saída de bola.

E tudo mudou.

Daniel se machucou e entrou Danilo. O time perdeu saída de jogo.

Danilo se machucou e entrou Fagner, que também privilegia a marcação.

Paulinho não está bem. Não constroi jogadas e também não consegue ser o homem surpresa na ãrea rival.

Poderia perder o posto para Fred, mas ele também está contundido.

Willian não foi bem nos dois primeiros jogos. Douglas Costa melhorou o time e…está fora, por contusão.

Então, o trio ideal Daniel/Paulinho/Willian, que poderia ser trocado por Daniel/Fred/Willian, não pode mais.

Quem pode entrar por ali?

Aparece outro trio: Fagner, Fernandinho e Taison.

É melhor torcer pela melhora técnica de Willian.

Foi muito azar tanta zica na direita. Se fosse em outubro, eu até comemoraria.


Daniel Alves fará muita falta na Copa
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Menon

A contusão de Daniel Alves o tirou da Copa. É oficial. Acredito que a diferença técnica entre Daniel e os outros laterais é a segunda maior existente na seleção. Só perde para Neymar comparado com quem quer que seja. Com 35 anos, experiência de outros Mundiais, Daniel poderia ser o capitão do time. E também uma opção de troca de posicionamento. Pode  jogar mais adiantado, como volante, meia ou até ponta. Foi assim com Dunga.

O que não gosto de Daniel é sua tendência a ser babá de Neymar. Ou um paizão. Ele deixou de ir ao City para jogar com Neymar. Tirou a bola de Cavani para Neymar bater pênalti. Faz parte do séquito de Neymar, muito mais que uma panela. Não gosto quando a seleção tem donos, como foi com Ronaldo e Roberto Carlos (reis da noite) ou Kaká e Lúcio (reis da reza).

Sem Daniel Alves, a briga por duas posições fica entre Danilo, Rafinha e Fagner. Os dois primeiros tem mais experiência na Europa, mas Fagner é um jogador de muita personalidade e não teria problemas anímico para jogar.

Seja quem for, Daniel fará falta.


Borja 1 x 0 Valentões alvinegros e verdes
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Menon

Um gol. 50 faltas. Dez cartões amarelos. Dois cartões vermelhos. 36 cruzamentos. A primeira decisão do Paulista foi um jogo de péssimo nível técnico, com jogadores fazendo bobagens o tempo todo. Uma amostra do futebol brasileiro. E olha que estiveram em campo Cássio, Fagner, Henrique, Rodriguinho, Marcos Rocha, Felipe Melo, Lucas Lima e Dudu, jogadores que já tiveram passagens pela seleção brasileira. Felipe Melo e Henrique já jogaram uma Copa. Romero e Balbuena são da seleção paraguaia.

Futebol passou longe de Itaquera.

E o colombiano Borja foi o esperto entre valentões. Fez o gol do jogo. No último minuto do primeiro tempo, fez falta dura em Henrique. E saiu andando, sem ligar para os dois empurrões que levou. E passou novamente ao largo de toda a confusão que veio depois. Um comportamento que ajudou muito o seu time. Ao contrário daquela briga campal contra o Peñarol, em Montevidéu, quando foi de uma ausência ultrajante.

Além da briga, o que se viu foi jogador o tempo todo reclamando e pedindo cartão para o rival. O tempo todo. No último minuto, Rodriguinho iniciou um contra-ataque e sofreu falta em seu campo. Levantou pedindo amarelo. Por que pensar nisso em um momento tão dramático? Parece que o primordial é dar amarelo aos outros. A síntese do futebol é essa. Foi essa.

Gabriel fez cinco faltas. E também no final do jogo, atirou uma bola na cabeça de Bigode. Qual o sentido disso? Poderia levar o segundo amarelo e ficar fora da final, como Felipe Melo e Clayson, os expulsos.

E Dudu? O tempo todo fica pilhando o jogo, fica irritando adversários, logo sofrerá tendinite no ombro de tanto pedir amarelo.

Realmente, confesso que não tenho capacidade para analisar um jogo assim.

Palmeiras não foi passivo como nos outros clássicos contra o Corinthians.

Fez um gol logo no início e se aproveitou muito do clima nervoso que houve. Quando não tem futebol, quem está na frente tem mais possibilidades de manter o resultado.

O Palmeiras está perto do título. Graças a Borja.


Fagner tem licença para bater
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Menon

Júnior Baiano é mau, pega um, pega geral…

A Fiel Torcida, se quiser, tem motivos de sobra para emular o canto dos rubro-negros nos anos 90 e homenagear o baixinho Fagner.

Ele tem ultrapassado o limite do jogo duro. São entradas maldosas e sem nenhum cuidado. O que fez com Lucas Lima no clássico é para cartão vermelho. A tesoura com que tirou nove meses da carreira de Ederson, do Flamengo, em junho de 2016, também. Nem falta foi marcada. O vermelho ficou para Zé Ricardo, então treinador do Flamengo, por reclamação. Os lances se sucedem. Se há relato de gol perdido no Corinthians, aposte em Kazim. Se há relato de jogada violenta, o nome é Fagner.

Ele joga sempre em alta tensão. Houve um lance com Dudu em que os dois se enroscaram. Nada de mais. Dudu saiu e Fagner tentou acertar um tapa. Com ele, não há um instante de camaradagem em campo. Nada de fair play, a não ser aquele obrigatório, de jogar a bola para fora. Já houve paulistinha em Cueva…

Não se espera nunca um santo em campo. Ainda mais na defesa. Ainda mais se o jogador não tem recursos técnicos extraordinários. Mas Fagner exagera. E conta com conivência, não proposital, tenho certeza, dos árbitros.

Fagner tem licença para bater.

E não tem jogado bem. Teve muitas dificuldades com Hugo Cabral, jogador do Santo André, fundamental na vitória sobre o Corinthians. Foi mal também contra o Novorizontino. Passou um dobrado com Brenner, do São Paulo.

Eu, você, a Larissa Manoela e MC Loma sabemos que a Copa não está mais no horizonte de Fagner. Tite percebeu que há jogadores com mais qualidade. E que não correm o risco de serem expulsos em um Mundial. Porque, afinal, a licença para bater não vale na Rússia. Só em Terra Brasilis.

 

PS – Meu amigo Denis Ninzoli, assessor de imprensa do Corinthians me mandou a seguinte ponderação:

“No texto que vc produziu há uma parte onde diz que a lesão do Ederson foi em decorrência do carrinho do Fagner, por mais que vc tenha sua opinião, quero colocar a parte que foi conduzida até pelo STJD na situação. O atleta foi absolvido e foi constatado que a lesão não foi no joelho que ele deu a entrada, portanto não é verdade que ele lesionou o atleta, tanto que ele jogou meia hora depois da entrada”


Corinthians derrota o freguês. E, sim, temos árbitro de vídeo
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Menon

O jogo teve muita polêmica. Os palmeirenses podem reclamar do pênalti e da expulsão de Jaílson, mas, se ficarem presos a um ponto único, estarão cometendo um grande erro. Sim, porque o jogo terminou com um fato indicutível: o Corinthians ganhou o quarto derby seguido. E o fato indiscutível pode ser explicado principalmente por um outro fato indiscutível: os jogadores do Corinthians entendem melhor a importância de um jogo desse quilate.

Estavam muito mais focados na partida. Muito mais. Um exemplo é o primeiro gol. Eu marquei 1m54 de toque de bola. A televisão mostrou 1m23s. Não importa, é muito tempo sem que a jogada fosse interrompida. Com marcação mais próxima. Ou com uma falta. Nada de violência, uma falta para interromper o toque contínuo, que, aliás demostra um time muito bem treinado.

O Corinthians venceu também o duelo do falso nove. Entrou com Romero na direita, Clayson na esquerda e a dupla Rodriguinho e Jadson pelo meio. Dois bons jogadores sobre Felipe Melo. Roger não consertou. E o Palmeiras veio com Borja, que tem melhorado, mas que foi um verdadeiro falso nove. Teve chances e perdeu. Lento e sentindo o jogo.

Roger errou também na entrada de Scarpa. Ora, se é para ficar na direita, parado, tentando um drible para dentro que possibilitasse um cruzamento, melhor seria colocar Keno, que vai para dentro do marcador.

Bem, vamos ao lance polêmico. Não sou especialista em arbitragem, mas eu, você, o Donald Trump e o Raul Castro temos quase certeza que o árbitro de vídeo atuou no jogo. Raphael Klaus disse que foi avisado pelo quarto árbitro, mas  quem avisou o quarto árbitro? Ninguém? Não, né? E quem está mais bem colocado, o juiz ou o quarto árbitro. Por que o Klaus mudaria de ideia?

O pênalti foi evidente. Jaílson entrou muito feio, com a perna levantada e fez falta em Renê Jr. Não ver o pênalti é um erro terrível. E voltar depois, com a jogada continuando, é outro erro.

E a expulsão do goleiro? Achei exagerada. Para mim, seria amarelo. Fiz um curso na Aceesp com o Sálvio Fagundes. Ele explicou que o jogador faltoso deve ser expulso se o jogador que recebeu a falta 1) tiver a bola totalmente dominada 2) não estiver recebendo marcação dura e 3) tiver condições claras de marcar o gol. Para mim, não é o caso. Mas, o juiz pode ter entendido como agressão.

A partir daí, coloquemos uma lupa nas reações de Dudu, o capitão do Palmeiras. Ele quis tirar o time de campo. Depois, quando estava 2 x 0, fez falta feia em Fagner (sempre violento, o lateral do Corinthians) e recebeu amarelo. Em seguida, fez o pênalti. Descontrolado? Sem foco?

O Palmeiras, desde o ano passado, tem mais elenco que o Corinthians. Desde então, teve três quatro treinadores. E perdeu os quatro encontros. Precisa descobrir as causas. E elas estão além e são muito mais graves do que o pênalti marcado.


Tite e os oito últimos passageiros rumo a Moscou
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Menon

Em entrevista aos repórteres Danilo Lavieri, Dassler Marques e Pedro Ivo Almeida, do UOL, Tite definiu 15 nomes para a Copa do Mundo. Faltam, então, oito nomes. E eu me lembro do colega Roberto Benevides, com quem cobri a seleção brasileira lá no início dos anos 90. Eu dizia “Parreira deve chamar fulano” e ele me explicava: “você está raciocinando com os seus conceitos. Precisa raciocinar como se você fosse o Parreira, com os conceitos dele. Assim, fica mais fácil”.

Vou tentar fazer isso. E vou, já que eu sou muito aparecido, dar meus palpites também.

O interessante – e muito bom – é que vejo muitas notícias sobre o fato de o tal “radar” de Tite estar muito aberto. A cada semana, fala-se de outros nomes. Tite está aberto a novas chamadas.

Os nomes definidos por Tite são:

Goleiros – Alisson

Laterais – Daniel Alves e Marcelo

Zagueiros – Miranda, Marquinhos e Thiago Silva

Volantes – Casemiro e Fernandinho

Meias – Renato Augusto, Paulinho, Coutinho, Neymar, Willian

Atacantes – Gabriel Jesus e Firmino.

Defini a lista baseando-me no esquema 4-1-4-1 e as especulações também serão feitas pensando assim.

O que falta então?

Goleiros

EDERSON – é uma certeza, acredito mesmo que Tite tenha tido um lapso de memória ao não dizer seu nome.

CASSIO – Teve uma chance contra o Japão e falhou, sofrendo um gol de cabeça, em que ficou estático no gol. Mesmo assim, tem muita confiança do treinador.

Os outros nomes perderam espaço. Wendell é terceiro goleiro do Palmeiras. E Tite deixou claro que Vanderlei não é uma opção concreta para ele. Talvez Diego Alves tenha uma oportunidade, mas o jogo parece definido.

Minha opinião – Também levaria Cássio e Ederson

Laterais

DANILO – Teve chance de jogar como titular contra o Japão e rendeu bem. Como Fagner está caindo muito, ficou bem perto da Copa. Edílson deve ter alguma chance, mas não creio que ameaçará.

ALEX SANDRO – Jogou bem contra o Japão e, como é mais talentoso, deve ganhar a vaga de Filipe Luiz. Arana pode ser uma surpresa.

Minha opinião – Levaria Danilo e Filipe Luiz. Sou retranqueiro.

Zagueiros

RODRIGO CAIO – Jémerson falhou feio contra o Japão. Foi superado na bola alta, o que é lamentável, quando falamos de atacantes japoneses. O zagueiro do São Paulo tem sido muito constante nas chances que teve na seleção (mais do que no clube) e tem a admiração de Tite pela conduta na seleção olímpica e por uma certa liderança.

Minha opinião – Eu levaria Geromel, sem dúvida. Tem jogado em alto nível há tempos. E, para esticar um pouco, não levaria Thiago Silva e teria muitas dúvidas em relação a Marquinhos. Mas, como eles estão definidos…

MEIAS E ATACANTES

Com Casemiro e Fernandinho definidos, não haveria mais vagas para um volante, para o homem mais atrasado do meio. Mas é importante notar que Tite tem dado chances a Fernandinho na linha de frente (como um dos 4 e não como o 1), o que abriria uma vaga mais atrás. Tite também busca um atacante mais incisivo pelos lados do campo. O tal radar estaria olhando para Richarlison, David Neres e Malcon. E um atacante de área, mais fixo também seria uma opção. Por isto, fala-se em Willian José, que se machucou. No meio, há Lucas Lima, Diego Souza e Talisca, que está sendo observado, além de Giuliano. Douglas Costa, Taison e Luan.

Acredito que os nomes de Tite serão:

ARTUR – Penso que as experiências com Fernandinho abrem uma fenda enorme para o garoto do Grêmio.

MALCON – Está jogando muito na França.

GIULIANO – Teve muitas chances com Tite, correspondeu e não vejo ninguém “atropelando” em sua posição.

Eu levaria Artur, Malcon e Jô. Para mim, é fundamental ter um atacante de área, com presença, bom de cabeça.

Assim, acredito que os oito passageiros de Tite serão: Ederson, Cássio, Danilo, Alex Sandro, Rodrigo Caio, Artur, Giuliano e Malcon.

Os meus seriam Ederson, Cássio, Danilo, Filipe Luiz, Geromel, Artur, Malcon e Jô.

E vocês?