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Fra x Fla. O clássico do dia
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Menon

Marquinhos, privaprovavel o melhor jogador brasileiro da atualidade.

Didi, seguramente, a maior revelação dos últimos tempos.

Gustavo de Conti, jovem treinador, atual campeão brasileiro.

Helinho Garcia, jovem treinador, atual campeão brasileiro.

Anderson Varejão, revelado em Franca, veio da NBA para a Gávea.

David Jackson, um canhão na linha de três. Vinte pontos por jogo.

Uma nação de olho na televisão.

Uma cidade envolvendo o Pedrocão.

Seis vitórias em sete jogos.

Seis vitórias em sete jogos.

Franca x Flamengo.

O grande clássico de hoje.

 


Camisa de Senna, futebol de Nakajima
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Saudades do Diário Popular. Muitos amigos. Um deles, Nelson Nunes é quem fez o desabafo acima, que transformei em título do post.

O coração alvinegro extrapola o sentimento. Pode até ser exagero. Mas que o Corinthians jogou mal, jogou. Homenageou Ayrton Senna na camisa, mas quem parecia estar em campi era Satoru Nakajima.

Paquetá é um ótimo jogador. Fez dois gols e iniciou a jogada do terceiro, mas teve sua vida facilitada pela defesa. Dois gols de escanteio. A bola via e ninguém consegue tirar.

Gabriel, como lateral, foi péssimo. Levou um baile de Vitinho.

O ataque não funcionava e Jair Ventura colocou um sub-20, Pedrinho, e dois sub-40, Danilo e Sheik. Vai virar de que jeito?

O time ficou aberto e levou o terceiro.

Na decisão da Copa do Brasil, o time precisa jogar muito mais. Como? Buscando força na mística da camisa e na força da torcida. Porque, além disso que entraram, tem o Roger. Não é animador.


Dorival não é solução para o Flamengo
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Marcelo Barbieri foi demitido. Consequência de um feito conseguido pelo jovem treinador: após um bom tempo para treinar, por conta da parada da Copa, o time piorou. E, além de piorar tecnicamente, teve resultados também piores. Futebol ruim e resultado ruim. Não dá para continuar.

É preciso uma resposta rápida, afinal o Brasileiro está em marcha e há alguma possibilidade de titulo. E a necessidade de melhora rápida não combina com Dorival Jr. É só procurar o google a quantidade de vezes em que ele aparece pedindo tempo para que os resultados apareçam. No São Paulo, Santos, Fluminense, seja onde for.

Os resultados de Dorival Jr. demoram a aparecer. Quando aparecem. Pouco antes de deixar o São Paulo, afirmou que o trabalho de um treinador só pode ser analisado após um ano. Um ano. É uma afirmação totalmente fora da realidade que vivemos. E, se depois de um ano o trabalho estiver ruim? E se o time estiver caindo?

O Flamengo tem pressa. Dorival é lento. Ele vai fazer o time aumentar o número de passes trocados. Bola daqui pra lá, de lá para mais longe, volta, e então o time avança pela direita e faz uma inversão de bola para a esquerda…

Como o Cabo Daciolo no monte, Dorival busca sempre o equilíbrio. Parece um guru. Tem confiança total em sua postura e sabe que ela prevalecerá. Precisa de tempo. E tempo não existe.

O Flamengo que precisa de uma dose de adrenalina, optou por Maracugina.


Bravata de Bandeira de Mello não ajuda o futebol
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O cidadão Eduardo Bandeira de Mello, segundo o UOL, afirmou em conversas que confia totalmente na classificação do Flamengo, fora de casa, mas reforçou o discurso de que a sonhada vaga a final vem “se o juiz quiser deixar”.

A frase atende às demandas das duas faces de Bandeira de Mello, presidente do clube mais popular do Brasil e candidato a deputado federal.

O presidente do Flamengo prepara o terreno para justificativas em caso de uma derrota. A desculpa já está lançada. Sua atitude tem como consequência colocar pressão sobre o árbitro, um dia antes do jogo. E abre caminho para que seus jogadores se comportem em campo de forma a questionar tudo o que for possível. E impossível. Afinal, se o presidente do clube está dizendo que só o árbitro pode impedir  classificação…

O candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro espera ser beneficiado também pela frase contra a arbitragem. Ela explicita sua ligação com o clube e reforça o discurso de perseguição contra a “Nação”. Cada vitória dos jogadores escalados por Barbieri eleva o número de votos de Bandeira de Mello.

Genial o cidadão Bandeira de Mello. Diz uma frase aleatória, sem comprovação e ela pode ajudar seu clube. E sua candidatura.

O que ele não fez, foi pensar no futebol brasileiro.

Já está ruim o suficiente para sofrer uma vez mais com algo tão pueril e que leva paixões ao extremo.

As consequências não importam. A não ser que se reflitam em um voto ou outro a mais ou em uma pressão a mais no juiz.

E segue o bonde,

 


Vasco: muito coração e pouca perna
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O Vasco fez um bom jogo contra o Flamengo. Atuação para desmentir uma diferença de 20 pontos na tabela. Mas, com um a mais, após expulsão de Diego, foi dominado pelo rival. E a parte física, sem dúvida, tem responsabilidade.

A escalação do Vasco mostrava três volantes e um lateral esquerdo (Fabrício) avançado. Retranca pura. Engano. Não foi assim.

Raul, um dos volantes, avançou bastante e Fabrício lembrou seu início de carreira no São Paulo e era muito mais meia que lateral.

O Flamengo foi surpreendido e o Vasco dominou. O gol saiu em jogada abnegada do abnegado Maxi López.

Então, o Vasco recuou e o Flamengo passou a dominar. E o domínio aumentou no segundo tempo. E continuou mesmo com a saída de Diego. Pouco depois, Pará teve toda a tranquilidade para cruzar a bola que Luís Gustavo, por infelicidade, transformou em gol contra.

Em seguida, a triste saída de Bruno Silva deixando cada time com dez. O jogo ficou aberto, com chances para os dois.

O Vasco mostrou coração e dá esperanças à torcida.

O Flamengo foi tão bom quanto o Vasco. O que é pouco para um time tão badalado.


Felipão, Jair, Mano, Aguirre e o medo de gol
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Jair Ventura assumiu o Corinthians. Perdeu de 1 x 0 para o Palmeiras e empatou sem gols com o Flamengo.

Em dois jogos, aproximadamente 190 minutos de futebol, chutou exatamente ZERO bolas ao gol. Zero.

Alguns amigos corintianos, pasmem, elogiam o treinador. Ele teria dado consistência defensiva ao time. Tucanaram a retranca.

Fica claro que, a continuar assim, o Corinthians conseguirá a classificação apenas nos pênaltis.

E o Palmeiras? Felipão disse uma frase assombrosa. “precisamos ter muito cuidado quando tivermos a posse de bola”. Ora, não seria o contrário? Se eu tenho a bola, é bom o rival ter cuidado?

Com o dinheiro que tem, com os jogadores que tem, o Palmeiras podia ser mais agressivo na busca do segundo gol. Marca um e recua, em busca de um contra-ataque. Se tivesse outra postura, poderia, quem sabe, golear o Corinthians.

O Cruzeiro ganha o prêmio de Melhor Retranca Fora de Casa. Ao contrário do Corinthians, tem boa opção de contra-ataque. Mesmo assim, parece sempre ser um time que aposta na decisão por pênaltis. Fábio garante.

O Flamengo ataca, ataca e chuta pouco. Troca passes, mas usa pouco os lados do campo. Não é um cultor da retranca, mas é pouco efetivo.

O São Paulo faz um gol e volta correndo para a defesa. Rejeita a bola e aposta na velocidade de Rojas e Everton. Pode dar certo, como contra o Bahia. Pode dar errado como contra o Corinthians, no Paulista. A classificação foi para o ralo aos 48 do segundo tempo.

Há muitas maneiras de jogar. E não sou eu que vou dizer para todos jogarem no 2-3-5 para termos grandes goleadas, em memória a um passado que não existe mais.

Mas é preciso ter, ao menos duas atitudes diferentes.

Os bons times, ao marcarem o primeiro gol e sentirem o abalo do rival, precisam buscar logo o segundo. Instinto assassino. Como hienas quando sentem cheiro de sangue.

E os times que dão a bola para o inimigo, precisam ter a possibilidade concreta do contra-ataque. Dois pontas que façam a recomposição, mas que saiam rapidamente para o ataque. E um centroavante.

Não dá para recuperar a bola e, em vez do gol, correr em direção às bandeirinha de escanteio e lá ficar em uma briga quase obscena pela bola.

Dá para melhorar nosso futebol. Basta diminuir o medo de jogar.


Retranca de Jair segura o meigo Flamengo
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A retranca de Jair deu certo. O Corinthians jogou quase todo o tempo com nove na defesa (no final eram onze) e trouxe um empate sem gols do Rio.

O time jogou o tempo todo sem centroavante. Clayson e Romero ficavam abertos e sem aproximação. Houve cruzamentos, mas ninguém na área.

Foram quatro finalizações, todas fora do gol. A única perigosa foi de Clayson, com um passe de….Paquetá.

O Flamengo teve 63% de posse de bola. Dominou o jogo. Teve seis chutes a gol e 15 fora dele.

Um número me chamou a atenção. Com tanto domínio do Flamengo, houve apenas um cartão amarelo para o Corinthians. E olha que Gabriel estava em campo! Fagner também.

Isso mostra um Flamengo muito pacato, muito zen. É um domínio estético, digamos. A meu ver, falta a tentativa de drible, falta atitude, um jogo mais pegado. Obrigar o rival a se desesperar, a apelar para faltas. E ele mesmo disputar mais duramente, brigar pelo resultado.

O Flamengo deu a impressão de ir a campo com a certeza da vitória. Seria algo natural. E ela não veio.

A série está aberta. O Corinthians tentará a vitória? Saberá jogar para vencer?


Diego faz justiça. Vasco valente segura o Galo
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Menon

Diego, com um gol de centroavante matador, garantiu os três pontos para o Flamengo, contra o Vitória. Impressionante como ele tem mudado de postura. O ar blasé é passado.

O Flamengo merecia mais. Dominou o jogo todo e não foi ameaçado. Nem parecia o time apático que foi humilhado pelo Furacão na última rodada.

Foi uma vitória importantíssima, por colocar o time na cola de São Paulo e Inter. E também por ter jogado bem.

O Galo também poderia ter se aproximado da ponta, mas parou no Vasco, que se mostrou muito aguerrido e disposto a lutar muito pela vitória. No caso, um empate.

O domínio foi enorme. O jogo terminou com uma bola na trave de Martin Silva.

Um alento para o Vasco.

Um alerta para o Atlético.


Ninguém é tonto, Barbieri
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Menon

Amigos, não vi o jogo do Flamengo. Por isso, não escreveria sobre.

Mudei de ideia ao ler entrevista de Maurício Barbieri. Ele coloca como uma das causas da derrota por 3 x 0, a grama sintética do campo.

Aí, não, né Barbieri.

Só resolvi escrever pra deixar claro que não sou tonto.

Muito menos a torcida do Flamengo.

Vamos melhorar a argumentação.


Flamengo é favorito contra o Timão, meia zebra.
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Menon

Não me ofendam, por favor. Favorito não significa vitorioso. Correto?

O Flamengo, no momento, tem mais chances de eliminar o Corinthians e chegar à final da Copa do Brasil.

Mostrou isto contra o Grêmio. Fez um gol em cinco minutos e conseguiu segurar o resultado. Não foi brilhante, mas teve bom posicionamento tático. Tem bons jogadores e bom elenco.

O Corinthians vai mal, muito mal. Venceu a Chapecoense no final do jogo, com Jadson. Mas foi mal. O time titular, que entrou em campo, jogou menos do que o reserva, que perdeu para a mesma Chape há alguns dias. E olha que Marquinhos Gabriel estava em campo.

O Flamengo é um time. Com qualidades e defeitos, mas é um time.

O Corinthians é um elenco em formação. A partir daí, haverá a busca de um time.

Por enquanto, o Flamengo é favorito.

O Corinthians é meia zebra.