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Arquivo : jair ventura

Timão perde, mas ganha pontos
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O Corinthians perdeu por 1 x 0, mas ganhou pontos no Rio, em Salvador e em Recife. Os dois pontos que o Vasco perdeu no último lance do jogo, a virada do Bahia e o empate do Sport devem ser muito comemorados.

Como no clássico contra o São Paulo, o Corinthians teve um jogador expulso no último minuto do primeiro tempo. E novamente melhorou no segundo tempo, com muita dignidade.

O primeiro tempo foi do Cruzeiro. Foi bem melhor. No segundo, Jair tirou Danilo e colocou Thiaguinho. Romero passou a jogar como centroavante. E o Cruzeiro, de forma covarde, se retraiu. Ficou dependendo de contra-ataque e terminou com três volantes.

Agora, é ficar de olho em Chape x Botafogo. Alguma alegria ou sossego podem vir daí.

 


Jair não tem tamanho para o Corinthians
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Jairzinho, Tostão, Pelé e Edu.

Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino.

Rogério, Jairzinho, Roberto Miranda e Caju.

Grandes ataques do futebol brasileiro. Jairzinho estava nos três.

Nenhum deles existiria se o treinador fosse Jair Ventura, filho do Furacão.

Sim, assumo. É uma comparação sem nexo. Os tempos são outros. Ninguém joga hoje com tanta gente no ataque.

Mas a prudência ou pragmatismo ou covardia de Jair Ventura é enorme. Mesmo levando em conta que o grupo de jogadores que comanda é fraco. Pode-se dizer que de baixo nível.

Tudo bem, mas…

Precisa jogar mesmo com Ralf e Gabriel? Que tipo de jogo vai nascer desse casamento?

Precisa mesmo escalar Danilo Avelar? Não é possível buscar outra opção no elenco?

Precisa mesmo montar inócua retranca que não protege Cássio?

A questão maior é a (falta de) atitude.

Jair dá a impressão de ter apenas um modelo de jogo. Apenas um modo de entender futebol. Um mantra: “fechamos atrás e saímos rapidamente em contra-ataque”.

Só que não.

Não está dando certo.

Nem fecha e nem sai.

Para dirigir o Corinthians, é preciso pensar grande.

E Jair não está fazendo isso.

Ele não está se distinguindo de todos os problemas que o time tem. Está se caracterizando apenas como um a mais. Um problema a mais.

 

 


Vai ser duro, Timão!
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A rodada trouxe boas notícias ao Corinthians. O empate fora de casa veio com dois gols, algo raro nos últimos jogos. Roger marcou. Vasco, Botafogo e Ceará perderam. E faltam só nove pontos para escapar do rebaixamento.

Por que o desânimo? Como não vi o jogo, perguntei ao jornalista Fernando Galvão de França, meu amigo de 30 anos, se o Corinthians melhorou.

Não. Achou o primeiro gol na qualidade do Jadson e depois se fechou pra acertar um contragolpe. O @Corinthians não sabe criar, pressionar, não envolve o adversário. Só reage e sofre. E tem uma das piores defesas dos últimos dez anos.

Concordo com ele. Principalmente quando se fala da defesa, mesmo com Cássio e Fágner, jogadores de Copa do Mundo.

Mas o principal entrave é Jair Ventura. Ele não mostra capacidade para montar um time que se imponha em campo. Só pensa em jogar atrás, reagindo.

É muito pouco.

Mas tem time pior.


Jair assume a falta de ilusões
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Ninguém é obrigado a jogar bonito. Aliás, o conceito de bonito é variável. E, além disso, final é por si só, um jogo mais cauteloso. Mas, mesmo assim, Jair Ventura precisava escancarar que a decisão entre Cruzeiro e Corinthians será um jogo feio? Caramba, as partidas serão dias 10 e 17, não dá tempo para melhorar alguma coisa, pensar em alguma jogada diferente, preparar uma surpresa? Não, ele admite que será um jogo feio, com nenhum time saindo para o jogo?

Ou seja, está confirmado o que todos sabiam: Jair vai colocar o Corinthians em uma retranca feroz, como foi contra o Flamengo no primeiro jogo da semifinal. Ah, deu certo, pode-se dizer. E como negar? O Corinthians ficou com a vaga  mesmo sem ter dado um chute a gol lá no Maracanã.

O que está dando certo não se muda? Sei lá. Uma postura de risco dessas vai dar certo sempre? Vai jogar atrás e se levar dois gols? Acho muito arriscado, seria necessário ter uma alternativa. O mesmo vale para o Cruzeiro. O time do Mano tem ganhado a primeira partida fora de casa e tem sofrido para confirmar a vaga em casa. Foi assim contra Palmeiras e Flamengo (na Libertadores).

É apenas isso que Corinthians e Cruzeiro podem dar a seus torcedores? Ao futebol brasileiro?

É muito pouco, amigos. Uma semana antes do jogo assumir um ferrolho, como faz Jair. Ou atacar com cautela exagerada como faz Mano, mesmo sem assumir?


Vasco precisa olhar para Jair Ventura e Paulinho da Viola
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O Vasco é um balaio cheio de doídas metáforas, prontas a serem usadas a cada nova rodada do Brasileiro.

Caravela à deriva, tripulante abandonando a viagem, comandante sem projeto, traição na cúpula e o canto das sereias atraindo a nave para um grande redemoinho…

Comparações terríveis para dizer que um gigante do futebol brasileiro está caindo pela quarta vez. Não se sintam ofendidos, eu também gosto do Vasco, não como vocês, mas gosto, e torço para ele reagir. Sei que ainda faltam onze rodadas, mas é preciso reagir logo.

E como reagir? Antes, me permitam uma digressão: todo mundo precisa ganhar dinheiro, todo mundo precisa lutar pela vida e não existe futebol amador há quase cem anos. Concordamos? Mas eu fico enojado quando vejo o Vagner comemorar um gol loucamente, abraçar Maxi Lopes com emoção e depois saber que ele e seus empresários estavam na Justiça preparando o desembarque. Desculpem a metáfora.

Mas, o que fazer?

Por enquanto, repetir o que o Corinthians, de Jair Ventura, fez com sucesso. Colocar três volantes de muita pegada na frente da zaga. Um bloco defensivo de oito ou nove jogadores. Torcer para Martin Silva voltar à velha forma.

E apostar em contra-ataques com o substituto de Pikachu e Maxi Lopes. Mais tarde, quem sabe, colocar um atacante rápido pelo lado, para preocupar o Flamengo.

Enfim – agora usando uma metáfora de um grande vascaíno – “faça como um velho marinheiro, que durante o nevoeiro leva o barco devagar.

Que Paulo César Batista de Faria, gênio da raça, ilumine o seu Vasco.


Felipão, Jair, Mano, Aguirre e o medo de gol
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Jair Ventura assumiu o Corinthians. Perdeu de 1 x 0 para o Palmeiras e empatou sem gols com o Flamengo.

Em dois jogos, aproximadamente 190 minutos de futebol, chutou exatamente ZERO bolas ao gol. Zero.

Alguns amigos corintianos, pasmem, elogiam o treinador. Ele teria dado consistência defensiva ao time. Tucanaram a retranca.

Fica claro que, a continuar assim, o Corinthians conseguirá a classificação apenas nos pênaltis.

E o Palmeiras? Felipão disse uma frase assombrosa. “precisamos ter muito cuidado quando tivermos a posse de bola”. Ora, não seria o contrário? Se eu tenho a bola, é bom o rival ter cuidado?

Com o dinheiro que tem, com os jogadores que tem, o Palmeiras podia ser mais agressivo na busca do segundo gol. Marca um e recua, em busca de um contra-ataque. Se tivesse outra postura, poderia, quem sabe, golear o Corinthians.

O Cruzeiro ganha o prêmio de Melhor Retranca Fora de Casa. Ao contrário do Corinthians, tem boa opção de contra-ataque. Mesmo assim, parece sempre ser um time que aposta na decisão por pênaltis. Fábio garante.

O Flamengo ataca, ataca e chuta pouco. Troca passes, mas usa pouco os lados do campo. Não é um cultor da retranca, mas é pouco efetivo.

O São Paulo faz um gol e volta correndo para a defesa. Rejeita a bola e aposta na velocidade de Rojas e Everton. Pode dar certo, como contra o Bahia. Pode dar errado como contra o Corinthians, no Paulista. A classificação foi para o ralo aos 48 do segundo tempo.

Há muitas maneiras de jogar. E não sou eu que vou dizer para todos jogarem no 2-3-5 para termos grandes goleadas, em memória a um passado que não existe mais.

Mas é preciso ter, ao menos duas atitudes diferentes.

Os bons times, ao marcarem o primeiro gol e sentirem o abalo do rival, precisam buscar logo o segundo. Instinto assassino. Como hienas quando sentem cheiro de sangue.

E os times que dão a bola para o inimigo, precisam ter a possibilidade concreta do contra-ataque. Dois pontas que façam a recomposição, mas que saiam rapidamente para o ataque. E um centroavante.

Não dá para recuperar a bola e, em vez do gol, correr em direção às bandeirinha de escanteio e lá ficar em uma briga quase obscena pela bola.

Dá para melhorar nosso futebol. Basta diminuir o medo de jogar.


Basílio, revoltado com o time, vê a reação começar contra o Palmeiras
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Menon

Basílio está triste, revoltado e envergonhado com o futebol apresentado pelo Corinthians atual. Ídolo da torcida e autor do gol que tirou o time de um jejum de quase 23 anos sem títulos em 1977, o eterno camisa 8 não se conforma em ver um grupo tão sem alma em campo, apático e vendendo barato as derrotas. Em sua opinião, muitos jogadores que chegaram “não têm identidade com o clube, se assustaram”, a diretoria demorou demais para trocar o técnico Osmar Loss, devia ter investido num comandante “maduro e conhecedor da história corintiana”, mas aprovou a chegada de Jair Ventura.

Fala do desempenho em campo com conhecimento de causa, pois vai à arena Itaquera em todos os jogos e assiste pela tevê os duelos longe de casa. Acredita, porém, que a volta por cima pode acontecer já diante do Palmeiras, domingo, jogo que “todos querem aparecer” e que o novo técnico tem tudo para estrear bem.

Basílio, o Corinthians virou alvo de chacotas, não consegue mais se impor, o que pode dizer sobre essa situação?

O time vai reagir já, já com essas mudanças (saída de Osmar Loss e chegada de Jair Ventura). Tem um clássico importante domingo com o Palmeiras que pode ser o início da volta por cima. Mas sobre o último jogo, não dá para enfrentar o Ceará e não dar um chute a gol no primeiro tempo. Foi terrível. Depois tive de buscar minha esposa de viagem, mesmo assim revi o segundo tempo e não melhorou.

Qual o motivo para essa queda de rendimento?

O time perdeu o perfil, está todo mudado e não consegue mais ganhar. Nessa situação difícil, precisa ao menos somar empates e nem isso consegue. O elenco está desmoralizado, estamos ouvindo um monte de bobagens. Mas com um clássico pela frente, essa é a hora de mostrar reação, todos gostam de um jogo desses.

Mas o Palmeiras está embalado…

Quem é contratado para jogar no Corinthians tem de mostrar personalidade nesses jogos grandes. Há dois meses estava conversando com dirigentes e conselheiros do clube que queriam minha opinião sobre as contratações e o futuro. Vi muita gente chegando assustada. Se você vai para o bicampeão paulista e atual campeão brasileiro, tem de se impor. É muito melhor atuar num clube vencedor, você se mostra para a seleção brasileira e até mesmo para clubes de fora. Mas muitos estão decepcionando. Se não tiver personalidade, está acabado.

Mesmo assim confia numa melhora diante logo do maior rival?

Meu sentimento diz que sim. Quando estávamos nos piores momentos no Corinthians, sempre demos a volta por cima nos clássicos. Nesse ano ganharam uma vez do Corinthians e pensaram que tudo estava definido. Fizeram (torcedores palmeirenses) até piadinhas. Estou saboreando a vitória na casa deles até agora. Não podemos desistir jamais, é ter perseverança, calma, tranquilidade para dar continuidade nesses triunfos.

Você disse que a reação pode vir com a troca do técnico. A diretoria devia ter tirado o Loss há mais tempo?

Houve uma demora muito grande para a troca. Pelo visto em campo, já era sabido que ele não tinha experiência para assumir o time agora e ficar tanto tempo. Foi auxiliar do Fábio Carille por pouco mais de um ano e já assumiu. Muito cedo para isso. O Carille demorou oito anos para ser efetivado. Faltou aprendizado. O Loss é um tremendo profissional, mas o relacionamento com o amador é diferente em relação ao time de cima. Aqui você senta numa cadeira e tem do lado uma diretoria, a comissão técnica do outro, uma torcida na frente e um time atrás. Tudo isso requer experiência, disposição, equilíbrio. Se não tem, acaba tropeçando.

Então, a diretoria é a maior culpada do fracasso?

Todos são responsáveis, mas não é hora de ficar acusando Pedro, João ou Maria. Nada de ficar transferindo culpa, é hora de os corintianos darem as mãos, pois o time tem potencial para superar o momento ruim, é só acreditar.

Na sua opinião, qual devia ser o perfil do substituto?
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Tinha de vir agora alguém experiente e com identidade com o torcedor corintiano. Para trabalhar forte e rápido para resgatar a confiança e tirar o time dessa situação incômoda.

A diretoria, porém, apostou no novo. O jovem Jair Ventura (39 anos), que fracassou no Santos recentemente, foi o contratado, o que achou?

Apenas de falar em alguém experiente, achei uma boa a chegada do Jair Ventura. Ele é novo, mas mostrou qualidade no Botafogo. Apesar de não ter conseguido repetir no Santos, acho que pode ter a identidade que o Corinthians quer investir. Vamos acreditar, eu confio nele.

Mas e essa fama de retranqueiro…

Conversei com o (Serginho) Chulapa (auxiliar técnico do Santos) e ele elogiou bastante o Jair Ventura. Disse que é um jovem cheio de novidades. E não o vejo como retranqueiro. Os times jogam de acordo com seu esquema. E ninguém quer ver sua equipe jogando aberta e levando gols.

Então, aceitaria ver um Corinthians mais precavido?

O Jair Ventura precisa primeiro conhecer a casa. Tem de fazer como o Carille, arrumar a defesa, depois o meio para depois ter a confiança de montar um Corinthians tão grande como quem está  na sua frente.

O Corinthians ganhou o Paulista, mas fracassou na Libertadores e está mal no Brasileiro. Isso pode interferir na Copa do Brasil?

O Brasileirão eu já descarto. Título está praticamente fora de cogitação e tem de lutar para fugir da situação incômoda. Mas, com organização, ainda pode até sonhar com um quarto ou quinto lugar. Mas a Copa do Brasil está nas mãos do time. Faltam poucos jogos e não tenho medo de nada (enfrenta o Flamengo na semifinal). Com um pouco de organização dá para buscar o título e voltar à Libertadores no ano que vem.

Nem pensa em luta contra o rebaixamento no Brasileirão como já andam falando? São só sete pontos do primeiro a cair.

Não vejo o time lutando contra o rebaixamento, têm equipes muito piores na competição. Acredito em luta por vaga lá em cima. Contudo, uma mudança de postura se faz necessário.

Mesmo com essa falta de segurança defensiva, com o time levando tantos gols…

Com o Carille, o time tinha uma obediência tática impressionante. Jogava para não sofrer gols, com a segurança de dois jogadores, o Gabriel e o Maicon, que davam segurança à zaga e liberdade para Rodriguinho e Jadson criarem e para Romero e Jô aparecerem na frente. Não temos um atacante como o Jô, mas quem faz muita falta é o Maicon. Não encontramos um substituto com sua característica. O Maicon defendia, organizava o meio e partia como surpresa. Mesmo sem um supertime, o Corinthians era aplicado. Agora, realmente leva muitos gols, em todos os jogos. Mas o novo técnico pode arrumar a casa.

A ENTREVISTA FOI FEITA PELO JORNALISTA FÁBIO HÉCICO


Jair Ventura não tem currículo para o Corinthians
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Menon

Não consigo entender a contratação de Jair Ventura para dirigir o Corinthians em momento de crise.

O que ele já fez no futebol?

O que já fez pode vislumbrar um grande trabalho? Algo de novo?

Jair se mostrou um treinador de uma nota só. Muito cuidadoso na defesa e…só. Foi bem no Botafogo e péssimo no Santos.

Impressionante também a celeridade da contratação. Doze horas depois da queda de Osmar Loss.

Ou o Corinthians considera Jair Ventura um treinador extraordinário ou é o que tinha para hoje.

Luxemburgo foi consultado e não aceitou. E veio Jair. Se não tem tu, vai tu mesmo.


A demissão anunciada de Jair Ventura. Santos já pensa em 2019
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Menon

Nada mais lógico que a demissão de Jair Ventura. Depois de sete meses de trabalho, o time tem aproveitamento menor que 50%. Não tem bons resultados, o que é importantíssimo.  E não tinha bom desempenho, o que não é tão importante assim. Mas, a união de tudo era terrível: não tinha nada e nada mostrava que poderia melhorar. Sem esperanças.

Epa, mas e Bryan Ruiz? E Carlos Sanches? E Derlis Gonzales? Todos podem ajudar muito o time, todos podem trazer um aporte técnico à equipe, embora nenhum deles seja um meia armador, que é o que o Santos mais precisa. Não dá para ir longe, jogando com Renato, Pituca e Jean Motta.

E os reforços poderiam facilitar o trabalho de Jair Ventura? Sem dúvida. E a diretoria sabe disso. Mesmo assim, optou pela demissão do treinador, o que demonstra total desaprovação ao trabalho apresentado.

E, continuando as perguntas, se a desaprovação é tão grande, por que não demiti-lo antes da parada da Copa para que o novo treinador já pudesse começar o trabalho, conhecendo o elenco e ajudando a indicar os reforços? Difícil entender.

O fato é que o Santos já começa a pensar em 2019. Correto, mas antes é preciso escapar das últimas colocações e deixar o rebaixamento para trás.


Bom Cruzeiro vence Santos, um time sem ligação
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Futebol é impressionante. O Santos fez substituições ousadas para buscar a vitória no belo clássico contra o Cruzeiro. Tirou Pituca e colocou Bruno Henrique. (Que volte bem). Mano Menezes reagiu com a entrada de Bruno Silva, volante. Em lugar de Sassá, centroavante.

E Bruno Silva, de cabeça, na primeira jogada, fez o gol da vitória. E o Cruzeiro teve seu melhor momento. No contra-ataque, teve muitas chances.

O Santos não jogou mal, mas, uma vez mais, foi um time estanque. Pituca, Renato e Jean Motta não fazem a bola chegar. Sasha e Gabigol não voltam para buscar.

E não vale a muleta do ‘não temos um meia clássico.”. Quem tem? Ainda existe? É hora de buscar opções. Um jogo mais efetivo pelos lados, por exemplo.

Problema que Jair não está conseguindo resolver.