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Aguirre muda o São Paulo ou fica fora do G-6
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Menon

O São Paulo terminou o jogo contra o Inter apostando em cruzamentos e lançamentos para Trellez, Diego Souza e Gonzalo Carneiro. Que pobreza tática! Que pobreza técnica!

As opções ajudam a explicar a derrocada tricolor no segundo turno. Já são cinco jogos sem vitória.

Mas não é só isso, não. Tem mais.

Tática

A pior coisa para um são-paulino é ver seu time fazer um gol. Ele sabe que, ato contínuo, o time vai recuar muito. Deu até certo por um tempo, mas com a contusão de Everton, acabou. Não hã opção alguma.

A outra tática foi explicada no primeiro parágrafo. Quando o time está perdendo, saem os armadores e lota-se a área rival de postes. É o que Aguirre tem a dar.

Qualidade técnica do time

É difícil e errado fazer análises definitivas, mas é claro, no momento que:

Sidão e Jean não são goleiros de alto nível. Estarão entre os dez melhores do Brasil?

Bruno Peres não ajuda o ataque.

Ânderson Martins está muito mal. Perde pelo alto e é lento por baixo.

Jucilei muito lento. Impede transição rápida.

Nenê caiu muito no segundo turno. Parece em má forma física.

Diego Souza ajuda pouco.

Qualidade de elenco

O time não tem reserva para a lateral-direita.

Nenê não tem reserva, já que Shaylon não tem alma de protagonista.

Diego Souza não tem reserva. Trellez e Gonzalo Carneiro são toscos.

Éverton não tem reserva.É preciso mudar para conseguir uma vaga na Libertadores. O Santos vem aí.

 


Raí também tem culpa nos vexames do São Paulo
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O São Paulo parece um balaio de caranguejos. Quando um tenta subir e ganhar a liberdade, vem outro e o puxa pela perna. E assim, sucessivamente, tornando o caminho rumo à liberdade uma luta inglória. Ninguém escapa e todos se transformam em desejados petiscos. Todo mundo tem culpa na sucessão de vexames. Raí também.

Eu, você e a Sasha, filha da Xuxa conhecemos o velho clichê: “todo grande time começa com um grande goleiro”. Clichês podem ser falsos, mas alguns retratam a realidade. Eu acredito nesse. E o São Paulo que vinha mal há tempos, mesmo tendo um goleiro icônico no início da escalação, não soube tratar do assunto quando Ceni se aposentou.

Apostou em Denis, que viveu à sombra por sete anos, e não deu certo. E então? Trouxe Sidão, goleiro de 36 anos e currículo mínimo. Não deu certo. E agora? Raí gastos R$ 10 milhões em um garoto de 22 anos que, apesar de haver feito um bom brasileiro pelo Bahia, não é segurança de nada. Pode até ser bom no futuro. Mas o presente está aí, cobrando resultados.

O River Plate pagou R$ 13 milhões por Franco Armani, 31 anos, campeão da Libertadores em 2016, pelo Atlético Nacional. Ele está jogando muito bem e tem chances de disputar o Mundial. Sampaoli está de olho.

Raí gastou R$ 6 milhões em Trellez, artilheiro de pólvora molhada. Pode mudar?  Talvez.

Raí gastou R$ 10 milhões em Diego Souza. O atacante, de 32 anos, está nitidamente acima do peso. Eu acredito que ele possa render bem e ser destaque do São Paulo. Tem um bom chute de fora da área, cabeceia bem e sempre soube jogar bem. Por enquanto, é uma decepção, principalmente por haver embarcado no canto da sereia de Tite e querer virar centroavante no final da carreira.

Raí deu um contrato de dois anos para Nenê, ganhando R$ 250 mil por mês. Dois anos. Não é um contrato, é um plano de aposentadoria. Em dois anos, vai ganhar R$ 6 milhões. Mesmo que se machuque, mesmo que não renda, mesmo que decepcione.

Ele também pode ajudar o time, mas não sempre. Um jogo ou outro, uma falta ou outra, um escanteio, um lançamento. Mais nada. Participação zero.

Bem, ninguém é obrigado a escalar todos juntos. Dorival escalou Jucilei, Petros, Nenê, Cueva e Diego. Não deu certo e tentou mudar, com jogadores mais jovens. Caiu assim mesmo.

Então, chega Aguirre. É recepcionado por Raí e Lugano. Conversa bastante com Jardine. E ninguém lhe conta que deu errado os cinco juntos? Ele não viu um vídeo, não escutou alguém comentando no bar, não viu a televisão?

E lá vai o bloco da lentidão a campo novamente. Vai, meu bloco vai….Vai naufragar. Naufragou.

Na terça-feira, continua a agonia do balaio de caranguejos.


Dorival fica, mas precisa ousadia para chegar ao Brasileiro
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A direção do São Paulo resolveu que Dorival Jr. continua no comando da equipe. Espera por um bom resultado contra o CRB e por uma melhora de rendimento no Paulista, de modo que o time chegue com uma cara definida no Brasileiro. Se o plano der errado, Dorival será demitido. A tese sem cabimento de que é necessário um ano para se avaliar um treinador não encontra eco em quem tem a caneta no São Paulo. Para ser avaliado após um ano, é necessário ter resultados, muito mais que rendimento, que o permitam chegar a um ano de trabalho.

Dorival precisa mudar de atitude. Ele deve abandonar a convicção de que um bom trabalho se faz lentamente, com os jogadores assimilando conceitos e rendendo mais. Sempre foi assim. Procurem no gooogle Dorival + evolução ou Dorival + imediatismo e encontrarão resultados desde 2013. Está sempre reclamando de críticas que considera imediatistas e pregando uma evolução. Muitas vezes ela pode ter vindo, mas agora parece mais uma quimera. Ninguém vê a tal evolução. E não é porque não quer, como Dorival insinua. É porque está realmente difícil de ver.

No ano passado, houve evolução, é preciso reconhecer. O rendimento no segundo turno foi bom. Aí, o clube perdeu Pratto e Hernanes e tudo voltou ao zero. E tome Dorival pedindo tempo para evolução. Evolução que pode levar aonde? A um quinto lugar no Brasileiro? É o máximo que se pode sonhar, enquanto o pesadelo tem proporções muito maiores. O São Paulo pode cair, com certeza pode.

O São Paulo, atualmente, é um clube grande que diminuiu de tamanho. Hoje, é um desses times que vive no limbo. Se fizer um bom campeonato, chega à Libertadores. Se for mal, cai. Diante desse quadro, é difícil ter um ano de trabalho antes de ser avaliado. E, aliás, Dorival já tem sete meses.

A mudança precisa ser rápida. Como foi com a chegada de Carille no Corinthians, como foi com a chegada de Muricy ao São Paulo em 2013, como tem sido com Thiago Larghi no Galo. É possível ter um choque, é possível ter mudança instantânea. Para isso, Dorival precisa mudar.

O treinador do São Paulo parece um estudioso de piano muito aplicado, daqueles que decora todos os movimentos, todas as combinações entre as notas musicais e que chega na hora do concerto apresenta um trabalho tecnicamente irrepreensível, mas sem nenhuma improvisação, nenhuma emoção. Ele treina, treina, trabalha duro, mas não consegue pensar fora da caixinha. Contra a Ferroviária, foi uma overdose de lugares comuns. Sai Diego e entra Trellez. Nunca os dois juntos. Entra Nenê e sai Valdívia. Por que não Petros? Entra Paulinho Boia e sai Marcos Guilherme. Por que não Hudson.

Dorival precisa mudar.

Tentar um 3-4-3. Sidão, Arboleda, Caio e Anderson; Marcos Guilherme, Militão, Cueva e Reinaldo, Paulinho Boia, Diego Souza e Brenner

Tentar um 4-1-2-3 com Sidão, Militão, Arboleda, Caio e Reinaldo, Jucilei, Cueva e Diego, Pauinho Boia, Brenner e Caíque

Pode subir Liziero para a lateral.

Pode dar tudo errado. Os dois esquemas que eu falei podem ser um fracasso total. Mas, se ele mantiver o estilo papai e mamãe, se continuar trocando seis por meia dúzia, se não ousar mais, ai, sim, é a certeza do fracasso total. E ele não chegará ao Brasileiro.


Gabigol define o clássico “injusto”
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Menon

Bem, é uma piada falar em justiça no futebol no país que juiz ganha auxílio moradia tendo casa própria. Mas, a torcida do São Paulo pode até achar que faltou sorte ao seu time, que teve números melhores que o rival. Mais posse de bola, mais finalizações, tudo. Mas Gabigol estava lá e definiu muito bem. E o Santos venceu.

Gabigol estava lá não significa um acaso. Não. É a posição em que ele tem se colocado. Sai da ponta, vai para o meio, recebe e finaliza com qualidade. Tudo combinado, nada ao acaso. Não foi o primeiro gol assim. Outros virão.

Há uma diferença entre os dois times. O Santos está bem definido taticamente. Tem Copete de um lado, Sasha do outro e Gabigol pelo meio. Há troca de posição, mas o importante notar é que são jogadores que sabem cumprir a missão proposta a eles.

O São Paulo, não. Parece aquelas crianças bem pequenas que começam a brincar com peças quadradas, retangulares, circulares. Eles precisam colocá-las em espaços semelhantes. E tome quadrado sendo enfiado no círculo e círculo se recusando a entrar no retângulo. O São Paulo tem um 4-1-4-1 que não se sustenta. Petros não é 8. Nenê não é 11 e Diego Souza não é nove.

Nada combina. E a culpa não é só do treinador. Ele recebeu peças que não pediu. E, como já se falou aqui várias vezes, não dá para jogar com Jucilei, Petros, Diego Souza, Nenê e Cueva todos juntos aqui e agora. E, se Dorival quiser recuar Diego Souza, teria que colocar Trellez, que tem entrado muito mal.

O São Paulo fez um ótimo primeiro tempo, o melhor do ano. Mas, após o gol, se perdeu. E as substituições não foram boas. Trellez, se fosse para entrar, deveria ser em lugar de Petros, com o recuo de Diego Souza. Cueva estava melhor que Nenê ao dar espaço para a entrada de Brenner. E, no final, Valdívia estava jogando pelo meio. Valdívia não demonstra estar bem fisicamente.

Dorival, se quiser manter o esquema, poderia, por exemplo, escalar Jucilei, Marcos Guilherme, Diego Souza, Cueva e Caíque. Brenner no ataque. Um exemplo da busca pela velocidade e o fato de se colocar jogadores certos nas posições certas pode melhorar.

Como o Santos vai melhorar com a chegada de Dodô. E melhorar muito mais se tivar um 10 mais rápido. E um 9, o que permitiria Gabigol mais pelo lado do campo.


São Paulo evolui, apesar da lentidão
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O fato é inquestionável é deve ser saudado: o São Paulo venceu novamente. A vitória contra o CSA foi a quarta seguida. E sem sofrer gols. Marcou seis.

O time, descontando-se a fragilidade dos rivais, está ganhando força. E forma. Já é possível ir para o clássico sem pessimismo.

O mais importante, a meu ver, foi a entrada cheia de gás de Valdívia. Não foi grande exibição, e nem poderia ser, mas ele deixa a esperança de ser uma opção de velocidade pelos lados.

É a maior falha do São Paulo. Uma transição muito lenta. E como ser diferente, com Jucilei, Cueva, Nenê e Diego Souza. Tudo junto e misturado.

Foi assim todo o primeiro tempo. Uma linda bola de Cueva logo no início do segundo tempo mudou o ritmo. O time poderia, no primeiro tempo, marcar mais à frente, pressionar mais.

O problema está posto. Difícil de resolver, com esses jogadores. Mas é hora de criar opções, com Valdívia, Caíque e Brenner.


São Paulo “estreia” com vitória e mostra que pode melhorar. Precisa muito
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Assim como Cueva chegou atrasado aos trabalhos de 2018, o São Paulo chegou atrasado no Paulistão. Pode-se dizer que a vitória sobre o Botafogo foi a estreia. Com Cueva em campo, dando mais qualidade ao time, fazendo gol e pedindo perdão (ou paz?) e com a estreia de Nenê, que fez boa partida. Ainda há Trellez e Valdívia, que ainda não jogaram.

Com eles e com os garotos – Shaylon, Brenner, Caíque e Lucas Fernandes me parece os mais “prontos” – Dorival terá armas para montar seu time. Há boas opções e um grande problema, a meu ver. Dorival quer jogar no 4-1-4-1 e tenta encaixar Petros no esquema. Eu o considero um bom jogador, de muita personalidade e com qualidades técnicas, mas não o vejo ali, como meia. Para mim, seria melhor que recuasse e atuasse ao lado de Jucilei. E, de trás, com a bola dominada, aportasse qualidade técnica à chegada do time ao ataque. Do jeito que está, há um espaço muito grande entre Jucilei e os meias.

Espaço que o Botafogo aproveitou bem. Chutou bolas na trave e teve outras duas grandes chances. O Botafogo teve sete chutes no gol e mais quatro fora dele. O São Paulo, apenas duas finalizações no alvo (dois gols, 100% de aproveitamento) e outras oito fora do gol.

Outro problema começou a ser solucionado, com a entrada de Reinaldo. Ele deu o passe para o primeiro gol, após uma boa chegada na linha de fundo. Com Edimar, não há ultrapassagem e o time fica ainda mais. Quando se lembra que Militão é um zagueiro improvisado na direita, fica mais gritante a necessidade de uma saída de bola mais aguda pelo outro lado.

Não foi um grande jogo do São Paulo. Aliás, o primeiro tempo foi horrível. Mas, se for considerado como um ponto de partida e sabendo que há muito o que se fazer, é possível ter esperança de dias melhores.

Título? Não acredito. Mas fiquemos com a resposta de Dorival Jr. ao repórter Bruno Grossi. “No momento certo, com calma, se tivermos merecimento e se continuarmos trabalhando bem. Virá para coroar nosso trabalho, que é bom”. Se para Parreira, o gol era um detalhe, para Dorival, o título é um penduricalho ao ótimo trabalho que ele acredita estar fazendo.


Dorival, entre o sonho e a realidade, entre Shaylon e Nenê
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Menon

Dorival foi um bom menino em 2017. Pegou um time quase caindo e terminou o segundo turno em quinto lugar. Uma campanha digna e, o mais importante, promissora. Ele tinha uma base para trabalhar. Era preciso corrigir algumas coisas. Entre elas, a transição, lenta, com Jucilei, Petros e Hernanes. Não havia contra-ataques pelos lados do campo e sim jogadores de qualidade fazendo a transição pelo meio. Algo a ser corrigido, como ele explicou NA ENTREVISTA QUE FIZEMOS EM NOVEMBRO,

Está tudo lá. Ele explica que o time não tem jogadores com capacidade para fazer contra-ataque com rapidez. Diz que gostaria de apostar na base. E que gostaria de ter três reforços do nível de Hernanes.

E chega 2018. Em vez de três reforços do nível de Hernanes, ele…perdeu o Hernanes.

Para o lado do campo, ele pediu Marinho, Bruno Henrique, Gabigol ou Luan, do Galo. E recebeu….NINGUÉM.

E a base, em que ele aposta tanto?

Peguemos o caso de Shaylon.

Dorival gosta muito, apesar de haver, como todos, detectado uma certa timidez no garoto. A ideia era ir dando espaço a ele, principalmente porque Cueva vai para a Copa do Mundo.

O que acontece? Cueva faz cuevices. Não aparece na hora marcada e se recusa a viajar.

E Shaylon vai jogando.

Então….vem Nenê.

Ora, Nenê é a síntese do que o São Paulo não precisa. 1) Não ajuda o time a ter a velocidade sonhada por Dorival. 2) Atrapalha o surgimento de jogadores da base.

Imaginem um meio campo formado por Jucilei, Petros e Nenê. Muito lento. Agora, somem a eles o Diego Souza. Fica mais lento ainda.

Mas, por que o Diego Souza no meio, se Dorival disse que seu lugar é como centroavante?

Porque a diretoria contratou Trellez, que também é centroavante. Esperando que Dorival recue Diego Souza,

Com contratações erradas, fica difícil o treinador colocar em prática os seus conceitos: time com posse de bola, mas também com contra-ataque pelos flancos e dando espaço para jogadores jovens, que gostem do clube e sonhem com o sucesso no São Paulo.

O quadro acima pode terminar com um desfecho ruim para o clube: Shaylon, com poucas chances, é vendido por pouco dinheiro para um clube europeu. E lá, joga muita bola. Sua ascensão pode se concretizar em dois anos. Dois anos é quando termina o contrato de Nenê com o São Paulo.


Dorival não queria Nenê e Trellez
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Para bom entendedor, pingo é letra. E Dorival foi muito claro. Ele disse que esperava outros nomes, de outras posições e não Nenê e Trellez, que elogiou de forma protocolar.

Disse que foram escolhas da diretoria, opções que o mercado apresentava. Mas não é bem assim. O São Paulo há tempos tenta trazer Trellez, não é de agora, não foi algo que o mercado ofereceu.

Depois, Dorival disse que o 9 na camisa de Diego Souza não é coincidência. Reafirmou que ele jogará na área, como no Sport. “O André é que saía”. Ora, se ele quer Diego na área, o lugar de Trellez é o banco de reservas.

Talvez ele veja em Trellez uma dificuldade a mais para a ascensão de Brenner.

E Nenê? Bem estranho, porque, ao que parece, Dorival não está contando muito com Cueva. E mesmo assim, procurava gente de outra posição? E mesmo assim não se entusiasma com Nenê?

No ano passado, Jucilei deixou o time por demonstrar pouca mobilidade. Por isso, não creio que o quarteto Jucilei, Petros, Nenê e Diego Souza o agrade. É muito lento. E a lentidão aumentará caso seja obrigado a recuar Diego e escalar Trellez.

Não estão dando a Dorival as pecas necessárias para montar o time com que sonhou.


Anderson Martins é uma bela contratação
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A chegada de Ânderson Martins deixa o São Paulo mais forte. Agora, com ele, Rodrigo Caio e Arboleda, o time passa a ter três zagueiros de bom nível

Ânderson é forte, bom mas divididas é com bom senso de cobertura. Com a sua chegada, o Vasco fechou a casinha, deu uma banana para o rebaixamento e levou o Vasco à Libertadores.

E Militão?

O garoto que resolveu o problema da lateral direita, corre riscos de perder espaço. O São Paulo busca um jogador da posição, o que faria Militão voltar ao início da carreira, quando jogava como zagueiro ou volante.

E terá a concorrência de Ânderson, Rodrigo Caio, Arboleda, Bruno Alves, Jucilei, Hudson e Petros. Se fosse ele, ficaria na direita.

São boas opções para Dorival Jr.  Tudo indica que terá um time pra chamar de seu, sem necessidade de reconstrução no meio da temporada.

 


Dorival está preparando uma revolução?
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Do sábado, dia 6 até o domingo dia 14 de janeiro, o São Paulo vai trabalhar duro. Serão 15 sessões de treinamentos. Das 15, 12 serão fechadas. Apenas três treinos serão abertos. Apesar de os jornalistas poderem comparecer a três sessões, só haverá duas entrevistas coletivas. O time estreia no Paulista no dia 17.

Não quero questionar a clausura dos treinamentos. É uma opção do treinador. Ele ganha para treinar o time e escolhe a maneira que lhe agrada. Também não vou questionar a pouca atenção dada aos jornalistas. Ninguém é obrigado a dar entrevista. Ninguém é obrigado a falar com jornalista.

O que cabe aos jornalistas é questionar se o estilo escolhido por Dorival dará resultado. Sim, porque com tanto treino secreto, com tanto cuidado em não falar com jornalista, é de se esperar uma grande revolução no futebol brasileiro.

Dorival recuperará sua ideia de jogar com apenas um zagueiro?

Dorival vai brindar o futebol brasileiro com alguma coisa diferente do que se faz hoje, quando todos jogam com dois atacantes abertos pelos lados, com 4-2-3-1 ou 4-1-4-1?

Dorival está pensando em criar novas funções para algum jogador do elenco? Já sabemos que ele tomou a sensata decisão de transforar Junior Tavares em homem da segunda linha. Virá algo mais?

No ano passado, Dorival assumiu no olho do furacão. Teve pouco tempo para treinar. Se tivesse, talvez percebesse antes o que eu, modestamente, apontava aqui nesse cantinho: Jucilei tem de ser titular. Ou então, é preciso arrumar a lateral. Coloquei até a sugestão de meu irmão, o Passional: Militão é o homem ideal para a lateral direita.

Quem sabe com tanto tempo para treinar secretamente, Dorival consiga fazer o Jonathan Gomez e o Thomaz renderem o mínimo possível para vestir a camisa do São Paulo;

Bem, aí seria necessário muito mais tempo, não vamos exigir tamanho feito.

Não vamos exigir nada. Apenas que nossa curiosidade seja satisfeita: que maravilhas táticas e técnicas estão sendo engendradas nos treinos secretos do C.T da Barra Funda?