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Helinho, Liziero e Nenê, os melhores
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Não se pode analisar o São Paulo, com cinco treinos, enfrentando um time já em ritmo de competição no campeonato alemão e na Liga da Europa.

Mas, uns pitacos vão bem.

Helinho foi encarador e “alargou o campo”. Foi melhor que no ano passado.

Liziero deu outra dinâmica ao time, com ótima participação no gol.

Nenê esteve bem. Participativo e com bons passes.

O Eintracht Franckfur foi melhor, mas os gols poderiam ter sido evitados.

Anderson Martins foi o jogador mais fora de ritmo. Lento e errando passes.

Quando Pablo estava em campo, o São Paulo tentava construir jogadas desde a defesa, desde Volpi. Com Diego Souza, o time buscava a ligação direta, a casquinha, desde Jean.

O São Paulo sofreu muito pelo lado direito da defesa. Bruno Peres e Igor erraram nos gols sofridos.

Sábado tem mais.

 

 


Briga boa no São Paulo: três por uma vaga
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O trabalho de Raí em 2018 deixou a desejar, apesar do quinto lugar no Brasileiro. Faltava um elenco consistente. O que mudou agora com as contratações do atacante Pablo e também do ídolo Hernanes. Pode-se dizer que André Jardine terá boas opções para escalar o time. Ou os times, algo muito importante, como Felipão mostrou no PalmeirasTime forte mentalmente.

O São Paulo terá duas brigas por posição, envolvendo pelo menos três jogadores em cada uma delas.

Vamos começar por aquela que não interfere no esquema tático.

Quem será o volante de contenção?

O São Paulo procurou Willian Arão, um volante que tem boa saída de bola e que chega ao gol adversário. Não conseguiu e, estranhamente, mudou o alvo. Contratou o Willian Farias, cidadão exemplar. Como Arão não veio, caberá a Liziero cumprir a tarefa de ser o volante que cria jogo, o volante com jogadas verticais e bom passe. Quem será o seu companheiro?

Hudson?

Jucilei?

Luan?

Jucilei é o melhor marcador. Hudson é o que mais chuta a gol, e Luan o mais rápido e com mais verticalidade.

Willian Farias é o quarto na fila e começa atrás na corrida.

E agora, quem será o quarto elemento do ataque?

Hernanes está garantido como o armador centralizado. Pode até voltar um pouco na marcação, mas será muito mais um meia que volta um pouco do que um volante que apoia bastante.

Éverton foi a melhor contratação do ano passado. Tomou conta do lado esquerdo, com bons passes e muita aplicação.

Pablo foi a contratação mais cara. Será o centroavante do time. Com mobilidade, abrindo espaços, mas o centroavante.

A escolha do companheiro deles depende do esquema que será utilizado.

4-4-2 ofensivo

Acredito que será o escolhido no início dos trabalhos. Como Pablo se desloca bastante e abre espaços, eles poderão ser preenchidos por Diego Souza, que fez 16 gols na temporada passada. Ele pode atuar um pouco mais à frente de Hernanes e um pouco atrás de Pablo. Chuta bem de fora da área, pode chegar de cabeça e também dar passes a Pablo. Seria um 4-3,5-2,5. Uma outra possibilidade, menos provável, é com Gonzalo Carneiro em vez de Diego Souza. No caso, ele ficaria um pouco mais à direita, com menos chegada na área.

4-4-2 clássico.

É a opção com menor possibilidade ser implantada.  Teria Nenê ao lado de Hernanes. Mais toque de bola e menos ataque. E Nenê terminou em baixa o campeonato. Não há motivo para começar o ano como titular.

4-2-3-1

Quem ocuparia o lado direito do ataque? O nome favorito é Biro Biro, mais “cascudo” que Helinho. Seja qual for o escolhido, a ideia é ter triangulações pela direita, com o apoio de Bruno Peres.

Enfim, é isso. Diego Souza? Nenê? Biro Biro? A escolha de um deles define também o modo de jogar. Carneiro e Helinho correm por fora. E Everton Felipe é uma possibilidade com mínima chance de se concretizar.

A briga está aberta.

 

 


São Paulo contratará um meia e um atacante. De peso
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O torcedor são-paulino pode ficar sossegado. A opção do clube para 2019 não será um time de Cotia dirigido por Jardine. Garotos comandados por alguém inexperiente. A fórmula foi vitoriosa nos campeonatos de base, mas não será repetida no profissional.

Não, não serei eu. Não fui cogitado. Mas o São Paulo busca, sim, dois reforços de “jerarquia”, como dizia Patón Bauza para o seu elenco. Jogadores do meio para a frente. A meta é um meia e um centroavante. Jogadores com condição de tomar a posição de Nenê e de Diego Souza. Shaylon é considerado alguém sem vibração e que se portou burocraticamente em algumas oportunidades que teve. Trellez, segundo avaliação da diretoria, foi um erro.

Há também a busca de um atacante  de lado de campo. A ideia inicial era ter Helinho na posição, enquanto Rojas não volta, o que será realidade apenas no Brasileiro. Mas a revelação da base, apesar do lindo gol contra o Flamengo, mostrou-se ainda “cru” para ser titular, além de ter um deficit físico em relação a outros jogadores. Não é como David Neres, bem mais forte.

Da defesa até os volantes, há pouco a mudar.

Jean ganhou a confiança da comissão técnica e começará o ano como titular. Eu considero uma decisão equivocada. Não é um grande goleiro, além de ser instável emocionalmente.

Igor veio para disputar posição com Bruno Peres, o que evitará improvisações na posição.

Leo Pelé está próximo. Os elogios de Felipão ao lateral do Bahia deixaram o São Paulo mais animado ainda para trazê-lo.

E dinheiro para tantas contratações?

O São Paulo está fazendo de tudo para colocar Rodrigo Caio na Europa.

E não ficaria minimamente incomodado em perder Liziero. No Brasil, revelações da base não são contados como reforço técnico e sim como ativo financeiro para diminuir dívidas. O substituto já foi escolhido. Será William Arão, dependendo, é lógico, de negociações como o Flamengo.

 

 

 

 

 


Jardine não pode ser refém da base
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O São Paulo acertou na efetivação de André Jardine. Tem currículo vitorioso na base, tem boas ideias, o clube tem investido nele e está na hora de assumir. Além disso, conhece Cotia como ninguém e pode facilitar muito a ascensão dos garotos para o time profissional.

Aí é que a porca torce o rabo. O que é um fator a favor de Jardine pode ser também uma fraqueza.

A torcida do São Paulo, em geral, adora a base. A vê como uma panaceia, como o remédio para todos os males. A solução para os contínuos erros de diretorias fracassadas e incompetentes.

Há, creiam, são-paulino “viúva” de Sérgio Motta, o meia genial que acabou na Luverdense. De Banguelê, um volante incapaz de um bom passe. De Foguete, que não decolou no Vila Nova e no Santo André. Tem gente que sente alegria em ver Pedro Bortoluzzo, que foi mal no Paraná e no Guarani, com a camisa tricolor.

Ora, um bom time sub-20, revela no máximo três ou quatro jogadores para o time profissional. Em 93, Rogério Ceni, André Luiz, Caio e Denílson. Em 2000, Kaká e Júlio Batista. Em 2010, Casemiro e Lucas. Com outros clubes, também é assim. Uma exceção é o Flamengo de 92, de Djalminha, Marcelinho, Júnior Baiano, Nélio, Paulo Nunes.

A missão de Jardine não é revelar jogador, não é mudar o estilo do São Paulo. É ser campeão. Ou, pelo menos, disputar títulos.

A base pode ajudar? Evidentemente que sim. Pode e deve. Mas não é a solução. Seria uma cobrança pesada e injusta com os jovens.

Os melhores já estão no profissional: Helinho, Luan, Liziero e Anthony. Outros podem subir: Caíque merece mais chances que Edimar. Igor, Tuta, Gabriel Sara? Talvez.

Daí a acreditar em um novo Expressinho, é um salto muito grande.

Jardine não é mais treinador da base. É do time principal. E tem uma Libertadores pela frente.A torcida precisa entender. A diretoria também. O primeiro passo é não forçar a base com #abasevemforte e iludir a todos com jogadores fracos como Rony, Pedro Augusto, Paulo Henrique e outros, como em 2018.

O segundo é dar um time competitivo a Jardine.


Cotia salva São Paulo no jogo maluco
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Em um jogo eletrizante, com muita ligação direta, muita velocidade, jogadas pelos lados e pouco “pensamento”, o Flamengo, apesar de estar atrás duas vezes, empatou o jogo.

E poderia ter vencido não fossem erros incríveis de finalização diante de um São Paulo extenuado no final do jogo.

O São Paulo pode comemorar muito a atuação de três jovens de Cotia. Luan foi o melhor. Jogador de rendimento constante, volante vertical, de área a área. Uma realidade. Quase fez um gol.

Liziero é do mesmo estilo. Começou jogando na frente e depois, no sufoco final, recuou.

Helinho estreou com um golaço. Teve aquilo com que todo jovem sonhar. Não manteve o ritmo, o que seria impossível. Não é Pelé. Foi um lindo cartão de visitas de quem tem grande futuro.

São três jovens que devem ser titulares em 2019. Há um time a ser construído a partir deles. O São Paulo não pode terminar um jogo sem pernas.


Aguirre muda o São Paulo ou fica fora do G-6
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O São Paulo terminou o jogo contra o Inter apostando em cruzamentos e lançamentos para Trellez, Diego Souza e Gonzalo Carneiro. Que pobreza tática! Que pobreza técnica!

As opções ajudam a explicar a derrocada tricolor no segundo turno. Já são cinco jogos sem vitória.

Mas não é só isso, não. Tem mais.

Tática

A pior coisa para um são-paulino é ver seu time fazer um gol. Ele sabe que, ato contínuo, o time vai recuar muito. Deu até certo por um tempo, mas com a contusão de Everton, acabou. Não hã opção alguma.

A outra tática foi explicada no primeiro parágrafo. Quando o time está perdendo, saem os armadores e lota-se a área rival de postes. É o que Aguirre tem a dar.

Qualidade técnica do time

É difícil e errado fazer análises definitivas, mas é claro, no momento que:

Sidão e Jean não são goleiros de alto nível. Estarão entre os dez melhores do Brasil?

Bruno Peres não ajuda o ataque.

Ânderson Martins está muito mal. Perde pelo alto e é lento por baixo.

Jucilei muito lento. Impede transição rápida.

Nenê caiu muito no segundo turno. Parece em má forma física.

Diego Souza ajuda pouco.

Qualidade de elenco

O time não tem reserva para a lateral-direita.

Nenê não tem reserva, já que Shaylon não tem alma de protagonista.

Diego Souza não tem reserva. Trellez e Gonzalo Carneiro são toscos.

Éverton não tem reserva.É preciso mudar para conseguir uma vaga na Libertadores. O Santos vem aí.

 


São Paulo tem segundo turno horrível
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O São Paulo está em um beco sem saída. Faz um segundo turno abaixo da crítica – duas vitórias, cinco empates e duas derrotas – e não tem como reagir.

Continua, por enquanto, a ser um time difícil de ser batido, mas é insuficiente. A queda parece difícil de ser estancada.

Os problemas afloraram justamente no período de ascensão do Palmeiras, que é mais forte. Difícil segurar.

O que fazer para Nenê reagir?

Um jogo de folga, como forma de descanso? Um novo posicionamento, mais parado?

O mais complicado é que não há reserva. Shaylon faz boas jogadas, arrisca um chute ou outro, mas é muito tímido em campo. Não tem alma de protagonista.

Liziero, embora não seja da posição, pode ser a melhor opção. Mas não é uma solução.

E a ausência de Everton?

Ele está de volta, mas sua ausência foi terrível. Novamente, não havia reservas. Lucas Fernandes, uma decepção, já havia ido para um timinho de Portugal. Reinaldo é uma improvisação. Régis deixou o clube. Brenner e Caíque não entram. E quando entram, principalmente Brenner, não agradam.

E o ataque?

Rojas não tem reserva.

Diego Souza?

Vem fazendo um campeonato digno. Mas é veterano e pouco participativo. Pensem em Calleri. Ou Kardec.

E os reservas? Trellez teve bons momentos, apesar de tratar a bola como Vossa Alteza Imperial, mas não é certeza.

Gonzalo Carneiro me parece um engano terrível. Um grande erro de avaliação.

Com tantos problemas, como melhorar? Não vejo como, principalmente porque o time tem mostrado desconcentração em muitos momentos. Basta lembrar o jogo contra o América. E time aguerrido não pode perder foco.

A luta é por uma vaga na Libertadores. Me parece bem acessível. Mesmo que Aguirre não consiga melhorar o repertório do time, dá para ficar entre os seis, graças ao primeiro turno.

E eu, o que faria?

Não tem a mínima importância, não sou treinador, mas, vá lá… Fixaria a dupla Arboleda e Bruno Alves. E, quando Rojas e Everton estivessem fora, daria chance a Helinho e Brenner.

É o que tem para hoje.

 


Liziero, a joia solitária
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No final do ano passado, após o soterramento da possibilidade de queda, Dorival Jr. acenou com a subida de muita gente da base. No último jogo do Brasileiro, contra o Bahia já trouxe Gabriel Sara, Bissoli, que entraram durante a partida, além de Paulo Boia e Liziero. No time, titular absoluto, estava Militão, que estreara em maio.

Em janeiro, Dorival trouxe mais gente de Cotia. O clube criou uma campanha: #abasevemforte para recepcionar Caíque, Paulo Boia, Lucas Paes, Bissoli, Gabriel Sara, Marquinhos Cipriano, Pedro Augusto, Paulo Henrique e Rony. Depois, chegaram Igor, Luan, Rodrigo e a volta de Lucas Kal e Pedro.

São 15 nomes. E apenas Liziero se transformou em certeza, embora não seja titular. Luan demonstrou que pode seguir o mesmo caminho.

E os outros? Paulo Henrique e Bissoli não quiseram assinar outro contrato e voltaram para os aspirantes à espera do final do contrato.

Marquinhos Cipriano fez o mesmo e já foi para a Ucrânia. Rendeu dinheiro ao clube

Paulo Boia foi para o Portimorense, pequeno clube de Portugal.

Pedro Augusto é reserva no São Bento.

Rony é reserva no CSA.

Lucas Kal, depois de passagens frustrantes por Guarani e Paraná, foi para o Vasco.

Pedro, seu companheiro de Paraná e Guarani, tem nova chance.

Caíque está no grupo, sem chances.

Lucas Paes é o quarto goleiro.

Gabriel Sara voltou ao sub-20.

Igor e Rodrigo foram os últimos a subir.

Além deles, há três  outros, que vieram de Cotia, sob muita expectativa.

Lucas Fernandes, que sempre foi o maior destaque, estreou na primeira rodada do Brasileiro de 2016. Depois, teve contusões que impediram o seu desenvolvimento. Fez 53 jogos pelo clube (quase nunca completos, coisa de dez ou 20 minutos) e não se destacou. Não cumpriu o que se esperava. Foi para o Portimorense, junto com Boia.

Shaylon é o reserva de Nenê. Fez um gol salvador contra o Bahia. Participou bem de alguns jogos, mas decepcionou totalmente contra o Fluminense, quando entrou como titular.

Lucas Fernandes e Shaylon dão a impressão de apatia, de falta de garra e personalidade.

E Brenner?

Acredito que sua ascensão ao grupo titular, com apenas 17 anos, foi precipitada. Acabou toda a vantagem física que tinha sobre garotos de sua idade. E não parece estar psicologicamente preparado para uma desilusão ou fracasso.

São 18 nomes e apenas uma certeza. E algumas boas possibilidades como Brenner, Shaylon e Luan. São números que mostram como é difícil apostar na base como sustentáculo de um time.

O jogo da base é praticamente outro esporte que o jogo no profissional. A exigência é muito maior. Além disso, como treinador tem medo de cair, sente medo em lançar jogadores jovens. Lançar, até lança, mas dar sustentação é outra coisa.

O garoto precisa chegar e mostrar serviço. Rapidamente. Caso contrário, a fila anda.

Cotia é a melhor coisa que o São Paulo tem. O que se gasta lá é pouco diante do lucro que se tem. Mesmo assim, não pode ser tratada como a salvação da lavoura. Por enquanto, é Liziero e quase mais nada. O que não é pouco.


São Paulo piscou e tem o Inter no retrovisor
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Sai Rafael Grampola. Entra Rafael Alemão.

A substituição mostra a fragilidade do adversário que tirou dois pontos do São Paulo.

E o líder não pode reclamar do empate com o lanterna. Foi muito justo.

Como nos jogos contra Vasco e Chapecoense, o São Paulo marcou antes dos dez minutos e recuou.

Aa vitórias levaram ao pensamento equivocado: o São Paulo marca e controla o jogo.

Não é bem assim. As vitórias trouxeram muito mais alívio do que alegria. O time demora a definir e sofre.

O São Paulo, apesar dos números incríveis pós Copa, precisa melhorar. Ter mais variações de jogadas

Aguirre demorou para mexer.

E Liziero foi muito mal. Errou quase tudo.

O Inter ganhou na Bahia.

O São Paulo apenas empatou no Paraná.

Campeonatos se decidem assim.

É preciso reagir.


São Paulo, mortal, sai fortalecido do Inferno
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O São Paulo fez sua melhor partida no Brasileiro. Venceu o Cruzeiro,fora de casa, e se manteve no segundo lugar, a dois pontos do líder Flamengo.

Foi a terceira vitória em quatro jogos pós Copa. 75% de aproveitamento em uma sequência infernal, que tinha o líder Flamengo, Grêmio e Cruzeiro, todos fora, e o Corinthians, campeão brasileiro, em casa.

Com os nove pontos, o time se fortalece para uma sequência bem mais acessível, com Vasco (c), Sport (f), Chape (c), Paraná (f), Ceará (c) e Fluminense (c).

A vitória contra a Raposa veio em dois contra-ataques mortais, ambos com participação de Rojas e Reinaldo. Gols de Everton e Diego Souza.

Everton foi uma contratação cirúrgica. Rojas caminha para isso. Reinaldo voltou muito bem e Diego Souza está bem.

Ao contrário do jogo contra o Grêmio, o São Paulo não foi massacrado. Recuou, sim, mas com a opção de saída. Mérito do time, mas também demérito do Cruzeiro.

Outros pontos positivos do time:

Luan foi muito bem em sua estreia real. Personalidade para reviver a dupla da base, com Liziero. Marcou bem e mostrou bom passe.

Bruno Alves mostrou, novamente, que é titular. Mesmo que esteja no banco. Por isso, Anderson Martins forçou o amarelo.

Araruna é ótimo coadjuvante. Bom reserva para três posições.

Por fim, Nenê. Estava bem, apesar de sofrer dois desarmes de Dedé. Reclamou muito ao sair. E vibrou muito com o segundo gol. Que a segunda atitude supere a primeira.