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Seis corintianos que podem sonhar com a seleção de Tite
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O Corinthians é o grande exemplo da tese de que um time forte coletivamente faz com que as individualidades comecem a aparecer. O elenco, que tinha sérias restrições técnicas no início do ano, ganhou força e seis jogadores podem sonhar com a seleção brasileira. Com diferentes possibilidades de o sonho se concretizar. Um deles está muito próximo, dois têm boas possibilidades e outros três….bem, sonhar não custa nada e como estão jogando bem…

FAGNER É homem de confiança de Tite, que foi responsável pelo seu crescimento técnico quanndo trabalharam juntos no Corinthians e o lateral melhorou muito o seu cruzamento. Fagner é um marcador muito bom e o reserva imediato de Daniel Alves na seleção. Seu concorrente é Rafinha, do Bayern.

CÁSSIO É aquele goleiro que, sob comando de Tite, ajudou e muito o Corinthians ser campeão mundial. Tite nunca o convocou, mesmo porque a ascensão do treinador coincidiu com uma queda técnica do goleiro, que foi para a reserva de Valter. Está jogando muito bem e não há ninguém absoluto na posição. Alisson, Ederson, Diego Alves, Weverton…ninguém pode dizer que está garantido. E Tite chegou a chamar Muralha e Grohe. Cássio está no páreo.

RODRIGUINHO É mais versátil que Diego e Lucas Lima, jogadores mais técnicos e seus rivais na luta por uma vaga para a posição que tem Renato Augusto como titular indiscutível. Pode jogar mais atrás e até como um falso nove. Tem razoáveis chances, mas é o menos cotado dos três.

JÔ É o centroavante mais eficiente do futebol brasileiro. Sempre comparece, sempre decide jogos e tem sido muito correto disciplinarmente em sua retomada do futebol. Tem características muito diferentes de Gabriel Jesus, o titular e poderia ser uma opção para mudanças de esquema. Diego Souza e Firmino estão à sua frente.

ARANA É a grande revelação de uma posição em que o Brasil é pródigo. Bom na marcação, com um cruzamento de alto nível e boa finalização, é o melhor jogador do Corinthians. Marcelo é o grande nome da posição e está garantido. Filipe Luiz também está quase lá, com tantos anos de futebol eficiente na Europa. Arana, no momento, é apenas uma possibilidade que vai se concretizar, com certeza, após o Mundial.

JÁDSON É um devaneio, não é um sonho. Tem jogado bem, mas abaixo do que já  jogou. Mas como formou uma dupla de alto rendimento com Renato Augusto pode….(será que pode?) sonhar um pouquinho, mas sem se apegar muito para que não seja uma decepção.


Lucas Lima, apesar do chilique, deixa o Santos perto da vaga
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O jogo foi bom, agradável, muito aberto e teve um destaque incontestável: Lucas Lima, que comandou a vitória do Santos contra o Furacão, no estádio Durival de Brito. Que absurdo, o Furacão não poder usar seu campo em um jogo decisivo da Libertadores. Vale a pena ficar com a griffe de haver cedido o campo para a Liga Mundial de Vôlei?

O Furacão começou o jogo a mil e logo fez o seu gol. Continuou atacando e sofreu o empate, em um lindo contra-ataque. Jean Mota para Lucas Lima, em diagonal para Kaye e…gol.

O segundo veio em uma falha horrível de Weverton. Um frango. O terceiro, de letra, novamente de Kayke, veio após um dos dribles de Bruno Henrique sobre o garoto Cascardo, que o Furacão “roubou” da Lusa. Foi um baile. O Furacão reagiu em uma falha de marcação de Jean Mota.

E passou a dominar totalmente. Para segurar o resultado, Levir sacou Lucas Lima, que deu um chilique ridículo, com direito a copo de água jogado no chão.

A vaga está próxima. Se Lucas Lima voltar a jogar bem, fica ainda mais perto. Se jogar bem e não der chilique, aí, é certeza.

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Estreia o instigante Santos de Dorival Jr, o favorito do Paulistão
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dorival-juniorHoje, tem velha novidade no calendário. Começa o campeonato paulista. O Santos faz sua primeira partida e há a certeza de um futebol alternando posse de bola com velocidade, como foi no ano passado. É o meu favorito.

Dorival Jr foi o único técnico mantido entre os grandes. O vice-campeão Audax manteve Fernando Diniz, mas perdeu muitos jogadores e não vejo possibilidades de a bela campanha do ano passada ser mantida.

O Santos, não. Manteve o treinador e o elenco que fez um bom brasileiro. E trouxe reforços pedidos e aprovados pelo treinador. Dorival teve todo o controle das negociações e chegou a recusar o zagueiro Felipe Trevizan, do futebol alemão. Recusou um zagueiro internacional, mesmo tendo zagueiros contundidos como Gustavo Henrique e Luiz Felipe.

O motivo é simples: Dorival pretende jogar com apenas um zagueiro, possivelmente Cleber. Seu parceiro possivelmente será Renato. Mas hoje a dupla santista terá Lucas Veríssimo e Yuri. Um zagueiro e um volante com boa saída de bola. Uma experiência que já foi iniciada e treinada no ano passado.

A linha defensiva é móvel.

Começa com quatro: Ferraz, Veríssimo, Yuri e Zeca.

Com a bola, Yuri avança e a linha fica com três.

Sem a bola, atacado, a linha tem cinco jogadores, com o recuo de mais um volante, como Thiago Maia ou Renato ou Donizete.

Além destas variações, o time tem Lucas Lima como armador, Rodrigão centralizado, Copete na direita e Victor Ferraz, aberto na direita, ou no meio, formando dupla com Lucas Lima.

É um time que pode ser campeão jogando futebol bonito. Uma dádiva


Robinho e Diego comandam a seleção do blog. Direto do túnel do tempo
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robinho_diego_tvi_20100901Diretamente do túnel do tempo, apresentamos Diego e Robinho. Os garotos mágicos do Santos de 2002 estão mais sérios, mais responsáveis e, 14 anos depois, são os destaques do Brasileiro. Ótimo para eles, que não conseguiram mostrar na Europa tudo o que se esperava deles, mas que tiveram carreira digna e agora são destaques no Brasileiro.

O melhor jogador, para mim, foi Robinho. Jogou como há anos não jogava. Não é mais o rei das pedaladas, mas soube se reinventar. É um armador de fino trato e ainda de boa chegada na área. Diego, seu companheiro no mágico Santos de 2002, foi o condutor do Flamengo. Chegou tarde e mostrou ser imprescindível. Diego e Robinho, como um presente vindo do passado, estão aí comandando a massa.

É isso: vivemos de reciclagem.

O Brasileiro está acabando e fiz uma seleção. Na verdade, duas: a titular e a reserva. O resultado não é agradável, mostra um perfil do futebol que temos no Brasil: veteranos que já brilharam muito, uma grande revelação, outras revelações com menos brilho e jogadores que ficarão por aqui mesmo, sem futuro internacional.

 

Seleção 1  Vanderlei, Victor Ferraz, Mina, Geromel e Jorge, Moisés, Tche Tche, Diego, Diego Souza e Robinho, Gabriel Jesus

Gabriel Jesus é o grande nome, apesar de um final de campeonato decepcionante. É a maior revelação dos últimos anos. Jorge, lateral de alta técnica, segue uma linhagem do futebol brasileiro. Tem bola para chegar à seleção. Moisés é uma surpresa. Depois de anos sem grande sucesso, mostrou-se um jogador moderno, forte e de bom passe. Ótimo na transição. Diego Souza é o jogador mais imprescindível que um time mostrou no Brasileiro. Ele é mais importante para o Sport do que o Messi para o Barcelona. Seu futebol é a diferença entre cair para a segunda e permanecer na primeira. Mina é um zagueiro de altíssimo nível. Joga como Rincón, seu compatriota. Usa o corpo como ninguém. Tche Tche é  jogador moderno, um meio campista verdadeiro, presente em todo o campo. Vanderlei, goleiro seguro e discreto, Geromel, zagueiro duro e Victor Ferraz, lateral que apoia bem, são os coadjuvantes.

Seleção 2  Muralha, Jean, Vitor Hugo, Rodrigo Caio e Zeca, Thiago Maia e Arão, Scarpa, Camilo e Lucas Lima, Fred

O veterano Fred continua sendo um matador de respeito. Faz gols. E isso é fundamental, ao contrário do que disse Parreira. Ao lado do “velho”, muitos jovens de presente e futuro, como Rodrigo Caio, Zeca, Thiago Maia e Scarpa. Revelações tardias como Muralha e Camilo, além de Lucas Lima, novamente muito bem. E Jean, como Renato, é daqueles jogadores que pouco falham. Estão sempre acrescentando algo ao time que os contrata. Renato não está aqui, mas seria uma ótima contratação para todos os times do Brasil.

Bem, são as minhas escolhas. As suas serão diferentes, com certeza. Mas duvido que haja uma grande diferença de nível. A minha como a sua refletem nosso Brasileiro: a gente torce, sofre, vibra, mas sabe que falta muito.


Santos, campeão perseguido; Botafogo, vice ameaçado. Viva Audax e Vasco
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As finais de Rio e São Paulo envolveram dois clubes que estarão na Série A do Brasileiro. O Santos foi campeão paulista e o Botafogo, vice do Rio. Os dois terão problemas para cumprir suas metas a partir do próximo domingo.

O Santos cedeu Lucas Lima, Gabigol e Ricardo Oliveira à seleção. Gabigol pode ficar 18 jogos fora do Brasileiro, por estar em duas listas: Copa América e Olimpíada.

Com tantos desfalques, será difícil  lutar pelo título.

Na decisão, o time teve uma postura muito cuidadosa. Ao contrário de outros grandes, não pressionou o Audax. Ficou na espera, jogou no contra-ataque e foi campeão contra um time menor e que jogou melhor. O Audax repetiu, na final do campeonato, seu compromisso com o futebol bem jogado. Foi vencido por um golaço de um grande lobo das áreas. Desta vez, fora dela. Ricardo Oliveira saiu e iniciou um rápido contra-ataque.

Tomara que um time grande dê oportunidade a Fernando Diniz.

No Rio, o campeão foi o Vasco. Invicto. Sofreu pressão inicial do Botafogo e teve dificuldades para sair da defesa. Depois de 20 minutos, conseguiu dar ritmo mais lento ao jogo.

No segundo tempo, o Botafogo marcou logo no início, de cabeça. Aos 11 minutos, Jeferson falhou e houve o empate, também de cabeça. E até o final, foi pressão do Botafogo e boa postura defensiva do Vasco.

O campeão tem tudo para sobrar na Segundona. Uma vaga é sua.

O vice-campeão precisa olhar para a história do campeão do ano passado. O mesmo Vasco. Ganhou e foi um fiasco no Brasileiro. O Botafogo precisa melhorar. O atacante Salgueiro é bem fraco. E, se é bonito terminar uma decisão estadual com os garotos Luis Henrique, Neilton e Ribamar, no Brasileiro a coisa é diferente.

Alegria pode virar tragédia.


Lucas Lima e a indigência mental do jogador brasileiro
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Vamos dar uma analisada sobre o caso Ricardo Oliveira/Santos/Lucas Lima

1) Depois de cinco anos nos Emirados Árabes (137 jogos e 96 gols marcados pelo Al Jazira e Al Wasb) o ex-jogador de Milan, Valencia, Inter, São Paulo e Santos resolveu voltar ao Brasil.

2) Os 35 anos falaram mais alto do que seu ótimo currículo.

3) Fez um contrato de R$ 40 mil com o Santos.

4) Foi um contrato de risco para os dois lados. Se jogasse mal, o Santos perderia pouco. Se jogasse bem, Ricardo ganharia muito com um novo contrato.

5) O Santos não acolheu Ricardo Oliveira porque é um clube bonzinho. Ricardo Oliveira não aceitou ganhar pouco porque adora o pastel da Eliete no Canal Era um risco duplo. Algo que o passado do jogador não merecia.

6) Deu tudo certo para os dois lados. Ricardo mostrou-se novamente um artilheiro letal. Virou ídolo da torcida. Assinou um novo contrato. Tão bom que não foi divulgado.

7) Um bom contrato pressupõe uma boa multa. É a garantia dos clubes.

8) Os chineses quiseram levar Ricardo Oliveira.

9) Acertaram um contrato salarial muito bom com o jogador e mandaram que ele se conversasse com o clube. Não queriam pagar nada ao Santos.

1o) Ricardo usou o argumento da “independência financeira” que é uma falácia. Qualquer jogador da base ganha R$ 10 mil, tem luvas e passa férias em Punta Cana. Sem nunca haver estreado. Se atuar por 15 anos profissionalmente, a R$ 10 mil mensais, terá recebido, ao final da carreira um total de R$ 1,8 milhão (sem contar 13º). Ou seja, ganhou uma vez na Mega Sena. Se poupou R$ 2 mil por mês, terá R$ 390 mil de aposentadoria, sem contar juros e correção monetária. Isso é independência financeira. Estamos falando de um hipotético jogador medíocre, que não teve sucesso na carreira.

11) Ricardo Oliveira já tem sua independência financeira há muito tempo. O que ele teria agora, é uma vida de nababo, de sheik. Ganharia por mês o que aquele jogador hipotético do meu exemplo ganharia na vida. Seria um milionário e teria garantido a independência financeira de seus filhos, netos e bisnetos.

12) E o que tem de errado nisso? Nada. Absolutamente nada.

13) O Santos, que já teve Pelé, Coutinho e Neymar, chegou a uma conclusão, que eu não sei bem qual é. Das duas uma. 1) Não pode viver sem Ricardo Oliveira. 2) Não pode conseguir um substituto sem receber os 12 milhões de euros da multa. Multa que é grande apenas porque Ricardo Oliveira recebeu um belo aumento de salários. Belo e merecido.

14) Os chineses, ao verem que não conseguiriam o jogador de graça, ofereceram 1/3 da multa. O Santos não quis. Ofereceram metade. O Santos não quis. Ricardo Oliveira prometeu pagar R$ 500 mil por mês. O Santos não quis.

15) Eu teria aceitado. Mas o presidente Modesto preferiu apostar na emoção, na luta por títulos do que em dinheiro em caixa. Foi mais torcedor do que gerente? Um inocente? Foi alguém que resolveu enfrentar os chineses? Um herói.

16) São muitas variáveis. Não conhecemos todas. Cada um que tenha sua opinião. Ou que faça como Glória Pires. O único que se sabe é que O SANTOS SEGUIU A LEI. SEGUIU O CONTRATO.

17) Ricardo Oliveira soltou um comunicado dizendo que será honesto e se dedicará até o final do contrato. No final, um trecho da Bíblia. Ora, ninguém precisa ser cristão ou usar sua fé para garantir que é honesto. Seja e pronto.

18) Lucas Lima foi perguntado sobre o assunto. Assunto com muitas variáveis e nuances, como vimos.

19) Sua opinião foi simples: Ricardo Oliveira merece um aumento.

20) Nenhuma palavra sobre calendário, sobre janela, sobre a idade do amigo, sobre a ética chinesa, sobre a “escravidão” que a multa proporciona, sobre a CLT ou direitos de imagem.

21) Nada. Apenas desnudou o pensamento da maioria dos jogadores: me dá um dinheiro aí, um caraminguá, me dá um agrado, quem sabe uma dúzia de pães de cará, uma bike, um púlpito, qualquer coisa. Me dá um motivo para que eu continue sem pensar sobre nada.

22) Se não der, não sei não. Pode pintar um bico, uma indisposição, uma depressão…Afinal, seria a “independência financeira” do Ricardo Oliveira.

 


Santos F-1 deixa o Corinthians sem respirar. Tite, Tite, um dia a casa cai
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As míticas camisas brancas, maculadas e retalhadas com múltiplos anúncios coloridos, mais pareciam um macacão de Fórmula-1. A velocidade do time, também.

O Santos passou por cima do Corinthians no primeiro tempo com muitas jogadas pelos lados do campo. Geuvânio de um lado, Gabriel de outro e Lucas Lima, da seleção, dos dois e no centro também. Tudo ao mesmo tempo.

O passe de Lucas Lima para a cabeça de Gabriel foi lindo. Parecia coisa de Gérson. Ou de William, ou de Wlamir Marques. Passe com a mão, de tão perfeito.

No segundo tempo, o Corinthians melhorou. Pelo meio, com Renato Augusto e Elias. Malcon, pelo lado, não tinha velocidade alguma. Se falamos de F-1, mais parecia uma dessas equipes fantasmas, que fecham a fila sempre. Quando chegam. Jadson também estava mal.

O Santos estava pressionado. Marquinhos Gabriel entrou em lugar de Geuvânio e fez o segundo, novamente com um passe lindo de Lucas Lima.

Além de seu protagonista, o Santos mostrou David Bras e o ótimo Gustavo Henrique travando tudo na defesa. Ricardo Oliveira foi mal.

Tite, Tite, um dia a casa cai, meu filho. Pode até se classificar, pode ser líder do Brasileiro, mas esse futebolzinho está muito feio, meu filho

 

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Santos, alegria do futebol brasileiro. Mas, ainda existe futebol no Brasil?
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O Santos está formando novamente um time empolgante. Geuvânio, Gabriel, Robinho e Lucas Lima jogam com velocidade, com passes de bom nível, com deslocamentos e com gols. Guardadas as proporções, dignificam Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé, Pepe, Diego, Robinho, Neymar……

É um futebol lindo. Dá gosto ver. Ganhou do Palmeiras na técnica, apesar de estar sendo dominado antes de fazer os dois primeiros gols. O Palmeiras tentou se acertar, veio para o ataque e….levou o terceiro. Foi heroico, lutou e conseguiu fazer 0 seu gol, com o grande Henrique. Matador merece respeito.

Mas, o que adianta um futebol bonito, se uma torcedora do Palmeiras precisou sair de maca, por causa do calor. O árbitro pode dar duas paradas técnicas, mas a televisão, no horário de verão, não pode mudar o horário. E lá estão os jogadores – caros jogadores – sob um calor imenso, se arrastando em campo, implorando por um copo dágua.

E, antes do jogo, bandidos se encontraram em uma briga na Anchieta. Uma pessoa foi atropelada. Não sei se era inocente, ou se fazia parte das gangues. De uma forma ou outra, é um ser humano.

O Estado nada faz. Não há segurança. Quem vai ao estádio corre riscos. Quem está na rua, enquanto os marginais se encontram, corre risco. Não há o que fazer. E tudo piora.

O antigo prefeito proibiu comer pernil perto do estádio. O atual governador nos brinda com falta dágua.

Tudo piora.

O Santos é apenas um bálsamo. Uma pequena alegria em um futebol falido.


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