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Palmeiras aumenta a distância
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Menon

E o seu time? Como está se preparando para a próxima temporada?

O Palmeiras, campeão brasileiro, já contratou Zé Rafael e Arthur. Aliás, já havia contratado há meses. Não eram necessários agora. Luxo.

Agora, tem Borja, Deyverson e Artur para a “centroavância”.

E tem Lucas Lima, Scarpa, Moisés, Guerra e Zé Rafael para do meio para a frente. Rafael Veiga pode voltar. E Hyoran.

Não, amigo, não embarqe na onda de que um elenco forte assim vai rachar. Vai se perder por ciúmes. Felipão dá jeito. O clube vai disputar tudo novamente. Com muitas chances.

Fernando Prass e Jaílson continuam. Dracena também. Continuam sendo úteis quando se lembra que são vários campeonatos por vir.

O Palmeiras saiu na frente. De novo. Quando seu time contratar o primeiro reforço para 2019, talvez o Palmeiras já tenha contratado o segundo para 2020.

 


Lucas Lima, vítima da introlerância no bom clássico
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Menon

Desde o apito inicial, Lucas Lima foi vaiado a cada toque na bola. Será sempre assim, a cada novo encontro com a torcida santista.

Aos seis minutos, recebeu sozinho na área, fez o giro e marcou. Foi comemorar junto a torcida santista e levou amarelo.

Por que não comemorou com a própria torcida?

Porque ela estava em casa. Os luminares do MP não permitem duas torcidas no mesmo estádio.

E o que ele fez na comemoração?

Mostrou o seu nome na camisa.

Não ofendeu, não mostrou o dedo, não agrediu?

Não.

Não cometeu o crime de colocar a mão no ouvido? Gesto que o Coronel Marinho considera provocação? a

Não.

É o futebol paulista. Uma torcida só. Torcida que precisa torcer como uma freira, sem sinalizador, sem samba. E com jogadores que precisam decorar uma cartilha sobre maneira correta de torcer.

O jogo foi bom. Aberto. Os dois times em busca da vitória. O Palmeiras foi bem melhor. Hyoran perdeu o segundo gol, que definiria a parada.

Gustavo Henrique salvou, como zagueiro e empatou, como centroavante.

O Santos se entusiasmou e buscou a virada. Mas foi o Palmeiras quem teve, nos acréscimos, as duas maiores chances para virar. Vanderlei e a trave impediram.

Se fizesse os dois gols, talvez levasse dois amarelos.

 

 

 

 

 


Roger, é hora de ousar. Batata está assando
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Menon

Caro Roger Machado

Vou te dar uma notícia dura. Passar a real. Arrancar o Band Aid de uma vez: se perder do São Paulo, você deve ser demitido e fazer companhia a Pedro Parente na fila do desemprego. Embora você seja muito melhor que ele.

Estou no interior, em Aguaí, e fui no bar com meus cunhados, Paulo Taça ( melhor jogador de futsal da cidade) é Ricardo Foca, muito habilidoso no basquete. Os apelidos explicam.

Os dois são palmeirenses fanáticos e fizeram essa previsão. Outros amigos também. Nenhum deles é diretor, amigo de diretor, nenhum tem influência, mas sabem. Criou-se um consenso.

Sabe o motivo? Eles sabem que você trabalha no Brasil. É como a banda toca. Não adianta sonhar com a Europa, com a a compreensão europeia, com o calendário europeu.

Aqui, não adianta se classificar com 90% na Libertadores e perder seguidamente para o Corinthians. É outro campeonato.

Eu falo isso porque acho que você está pouco consciente de como é o futebol por aqui. Parece que você acredita na pataquada de que resultado não importa, que rendimento é fundamental e que treinador só pode ser avaliado após um ano de trabalho.

Fica preso a conceitos imutáveis. Contra o Cruzeiro, por exemplo. O Moisés não deveria entrar no lugar do Thiago Santos? Pode parecer simplismo, mas manter dois volantes com o time perdendo, dá impressão de falta de ousadia.

É o Deyverson? Difícil explicar.

Eu acho que você deveria mudar um pouco. Novas opções, o Hyoran desde o início. Aliás, o Ricardo, meu cunhado, fez o seguinte raciocínio.

O Roger diz que não desiste de jogador e insiste no Lucas Lima. Então, ele está desistindo do Hyoran.

Falando de maneira grosseira: se mexe que a batata está assando.


Lucas Lima, a inércia e a alta rotatividade
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Depois de muito tempo no Santos, Lucas Lima corre o risco de inaugurar uma nova fase em sua carreira. Alta rotatividade. Não em campo, mas fora dele. Se não mudar o modo como encara o futebol, vai ficar pulando de time em time.

O Palmeiras tem muito dinheiro e pouca paciência. Tá ruim, troca.

Lucas Lima tem uma postura que é aceita em um centroavante como Borja e ridícula em um meiocampista.

Borja pode jogar por uma bola. Pode ficar ali, perto do gol, esperando uma chance. Fez o gol, está salvo.

Lucas Lima joga por um passe magistral. Só isso. E não pode ser só isso. Precisa correr mais, ajudar mais. Basta olhar para Nenê, do São Paulo. Muito mais participativo.

Ou muda, ou Lucas Lima vai rodar.

E Roger precida arrumar a defesa. Não pode levar um gol de escanteio, como aquele terceiro. É o segundo, também com falha de posicionamento.

Se não mudar, não vai adiantar ter gandula briguento em campo.

 


Palmeiras joga muito e traz a vaga
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Menon

O Palmeiras venceu por 2 x 0, deslustrou a mística da Bombonera e classificou-se para a segunda fase da Libertadores.

O iniiní dos brasileiros foi pressionando no campo do Boca. O goleiro Rossi errou e Keno quase marcou, de costas.

O Boca reagiu bem à pressão, sempre com Pavón em cima de Rocha. Faltou ajuda de Keno ou Felipe Melo, mas o Palmeiras, pressionado, segurou a onda. E marcou o seu gol, com a cabeça de Keno.

O segundo tempo foi com mais pressão. Sempre com Pavón. O Palmeiras se defendia com muita galhardia, mas o empate parecia questão de tempo.

Até que Rossi falhou feio. E Lucas Lima marcou, com categoria. Uma grande vitória, de um time valente.

PS – Como Ábila é grosso.


Lucas Lima é sono. Botafogo é luta
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Menon

O campeão carioca estreia empatando em casa com o vice-campeão paulista. Resultado ruim, se pensarmos apenas assim, sem profundidade. Mas a verdade é que as aspirações do Palmeiras são maiores que as do rival.

Precisa avisar o Lucas Lima. O armador do Palmeiras joga atrás do tridente Dudu, Bigode e Keno. Tem a obrigação de fazer os três se fartarem com bons passes.

Nada disso. Foi burocrático e sonolento. E o Palmeiras viveu de Keno. O Botafogo apostou em bola alta para Rabelo e Carli e equilibrou o jogo.

Roger trocou Lucas Lima por Guerra. E o time melhorou muito. O gol saiu com Dudu, pelo meio, servindo Guerra. Movimentação e troca de posições, o que não havia antes.

O Botafogo é valente e foi em busca do empate, com Kieza, Pimpão e Marcus Vinicius. Deu espaços? Deu, mas pressionou, lutou e conseguiu o empate, após falha de Felipe Melo.

Empate justo entre um time valente e um burocrático.


Fagner tem licença para bater
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Menon

Júnior Baiano é mau, pega um, pega geral…

A Fiel Torcida, se quiser, tem motivos de sobra para emular o canto dos rubro-negros nos anos 90 e homenagear o baixinho Fagner.

Ele tem ultrapassado o limite do jogo duro. São entradas maldosas e sem nenhum cuidado. O que fez com Lucas Lima no clássico é para cartão vermelho. A tesoura com que tirou nove meses da carreira de Ederson, do Flamengo, em junho de 2016, também. Nem falta foi marcada. O vermelho ficou para Zé Ricardo, então treinador do Flamengo, por reclamação. Os lances se sucedem. Se há relato de gol perdido no Corinthians, aposte em Kazim. Se há relato de jogada violenta, o nome é Fagner.

Ele joga sempre em alta tensão. Houve um lance com Dudu em que os dois se enroscaram. Nada de mais. Dudu saiu e Fagner tentou acertar um tapa. Com ele, não há um instante de camaradagem em campo. Nada de fair play, a não ser aquele obrigatório, de jogar a bola para fora. Já houve paulistinha em Cueva…

Não se espera nunca um santo em campo. Ainda mais na defesa. Ainda mais se o jogador não tem recursos técnicos extraordinários. Mas Fagner exagera. E conta com conivência, não proposital, tenho certeza, dos árbitros.

Fagner tem licença para bater.

E não tem jogado bem. Teve muitas dificuldades com Hugo Cabral, jogador do Santo André, fundamental na vitória sobre o Corinthians. Foi mal também contra o Novorizontino. Passou um dobrado com Brenner, do São Paulo.

Eu, você, a Larissa Manoela e MC Loma sabemos que a Copa não está mais no horizonte de Fagner. Tite percebeu que há jogadores com mais qualidade. E que não correm o risco de serem expulsos em um Mundial. Porque, afinal, a licença para bater não vale na Rússia. Só em Terra Brasilis.

 

PS – Meu amigo Denis Ninzoli, assessor de imprensa do Corinthians me mandou a seguinte ponderação:

“No texto que vc produziu há uma parte onde diz que a lesão do Ederson foi em decorrência do carrinho do Fagner, por mais que vc tenha sua opinião, quero colocar a parte que foi conduzida até pelo STJD na situação. O atleta foi absolvido e foi constatado que a lesão não foi no joelho que ele deu a entrada, portanto não é verdade que ele lesionou o atleta, tanto que ele jogou meia hora depois da entrada”


Tite e os oito últimos passageiros rumo a Moscou
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Menon

Em entrevista aos repórteres Danilo Lavieri, Dassler Marques e Pedro Ivo Almeida, do UOL, Tite definiu 15 nomes para a Copa do Mundo. Faltam, então, oito nomes. E eu me lembro do colega Roberto Benevides, com quem cobri a seleção brasileira lá no início dos anos 90. Eu dizia “Parreira deve chamar fulano” e ele me explicava: “você está raciocinando com os seus conceitos. Precisa raciocinar como se você fosse o Parreira, com os conceitos dele. Assim, fica mais fácil”.

Vou tentar fazer isso. E vou, já que eu sou muito aparecido, dar meus palpites também.

O interessante – e muito bom – é que vejo muitas notícias sobre o fato de o tal “radar” de Tite estar muito aberto. A cada semana, fala-se de outros nomes. Tite está aberto a novas chamadas.

Os nomes definidos por Tite são:

Goleiros – Alisson

Laterais – Daniel Alves e Marcelo

Zagueiros – Miranda, Marquinhos e Thiago Silva

Volantes – Casemiro e Fernandinho

Meias – Renato Augusto, Paulinho, Coutinho, Neymar, Willian

Atacantes – Gabriel Jesus e Firmino.

Defini a lista baseando-me no esquema 4-1-4-1 e as especulações também serão feitas pensando assim.

O que falta então?

Goleiros

EDERSON – é uma certeza, acredito mesmo que Tite tenha tido um lapso de memória ao não dizer seu nome.

CASSIO – Teve uma chance contra o Japão e falhou, sofrendo um gol de cabeça, em que ficou estático no gol. Mesmo assim, tem muita confiança do treinador.

Os outros nomes perderam espaço. Wendell é terceiro goleiro do Palmeiras. E Tite deixou claro que Vanderlei não é uma opção concreta para ele. Talvez Diego Alves tenha uma oportunidade, mas o jogo parece definido.

Minha opinião – Também levaria Cássio e Ederson

Laterais

DANILO – Teve chance de jogar como titular contra o Japão e rendeu bem. Como Fagner está caindo muito, ficou bem perto da Copa. Edílson deve ter alguma chance, mas não creio que ameaçará.

ALEX SANDRO – Jogou bem contra o Japão e, como é mais talentoso, deve ganhar a vaga de Filipe Luiz. Arana pode ser uma surpresa.

Minha opinião – Levaria Danilo e Filipe Luiz. Sou retranqueiro.

Zagueiros

RODRIGO CAIO – Jémerson falhou feio contra o Japão. Foi superado na bola alta, o que é lamentável, quando falamos de atacantes japoneses. O zagueiro do São Paulo tem sido muito constante nas chances que teve na seleção (mais do que no clube) e tem a admiração de Tite pela conduta na seleção olímpica e por uma certa liderança.

Minha opinião – Eu levaria Geromel, sem dúvida. Tem jogado em alto nível há tempos. E, para esticar um pouco, não levaria Thiago Silva e teria muitas dúvidas em relação a Marquinhos. Mas, como eles estão definidos…

MEIAS E ATACANTES

Com Casemiro e Fernandinho definidos, não haveria mais vagas para um volante, para o homem mais atrasado do meio. Mas é importante notar que Tite tem dado chances a Fernandinho na linha de frente (como um dos 4 e não como o 1), o que abriria uma vaga mais atrás. Tite também busca um atacante mais incisivo pelos lados do campo. O tal radar estaria olhando para Richarlison, David Neres e Malcon. E um atacante de área, mais fixo também seria uma opção. Por isto, fala-se em Willian José, que se machucou. No meio, há Lucas Lima, Diego Souza e Talisca, que está sendo observado, além de Giuliano. Douglas Costa, Taison e Luan.

Acredito que os nomes de Tite serão:

ARTUR – Penso que as experiências com Fernandinho abrem uma fenda enorme para o garoto do Grêmio.

MALCON – Está jogando muito na França.

GIULIANO – Teve muitas chances com Tite, correspondeu e não vejo ninguém “atropelando” em sua posição.

Eu levaria Artur, Malcon e Jô. Para mim, é fundamental ter um atacante de área, com presença, bom de cabeça.

Assim, acredito que os oito passageiros de Tite serão: Ederson, Cássio, Danilo, Alex Sandro, Rodrigo Caio, Artur, Giuliano e Malcon.

Os meus seriam Ederson, Cássio, Danilo, Filipe Luiz, Geromel, Artur, Malcon e Jô.

E vocês?


Palmeiras está muito à frente dos outros. Zé Rafael e Nenê comprovam
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Menon

Três jogos e três vitórias. Impossível ser melhor. Pelo menos, nos números. O Palmeiras está exatamente onde se esperava: na frente dos outros. O campo reflete a superioridade que vem de fora dele. Lindo estádio, sempre lotado e patrocinadores fortes. Ou seja, muito dinheiro. E, se dinheiro manda no mundo, por que não mandaria no futebol? Parabéns ao Palmeiras, que soube sair da crise. Um aviso aos outros, que precisam correr muito/

Logicamente, pode-se falar o outro lado. Ganhou de um time pequeno, de virada, após o goleiro defender um pênalti e o adversário ter um jogador expulso. E foram dois gols de zagueiro. E um deles, em impedimento. Tudo correto, nada a contestar. Mas, quem ficar com análise rasa, quem entrar na onda do chororô, vai ficar cada vez mais para trás.

Quer ver um exemplo do domínio verde? Atende pelo nome de Zé Rafael. O Palmeiras entrou em um acordo com o Bahia. Se algum time quiser contratar o meia, o Palmeiras precisa ser consultado. Se igualar a proposta, fica com ele. Ou seja, nem está precisando agora, mas já deixa encomendado. E vai observando a evolução do meia, que veio do Londrina. Acho que isso aí é o tal “monitorando”, novo chichê dos jornalistas.

Enquanto o Palmeiras tem Guerra, Lucas Lima, Scarpa, Dudu e monitora (aderi ao clichê, mas é só hoje, juro) Zé Rafael, 24 anos, o São Paulo vai trazer Nenê, com 36 anos. No futebol, 12 anos de diferença é como Nenê ser avô de Zé Rafael. É engraçado. Treinador fica falando em intensidade, repete que treinos devem buscar intensidade e aceita (ou pede?) jogador em final de carreira. Fará gols de pênalti e de falta e….nada más. Basta ver sua participação no Vasco. Esse é o problema também de os jovens não desabrocharem logo. A bola está pulando para Shaylon e Lucas Fernandes e…nada.

Sou contra fairplay no campo. Para mim, é meio de vida (essa é velha) de juiz. Não precisa tomar decisão e o jogador é que precisa parar o jogo. Também não entendo muito de fairplay financeiro. Acho que sou um capitalista desalmado, adepto do quem pode mais, chora menos. E o Palmeiras, após superar gestões corruptas e ineficientes, após chorar muito, está com um sorrisão enorme e merecido. E, quando Thiago Santos faz dois gols, é  um aviso de que a felicidade não tem ano para terminar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


São Paulo não consegue enfrentar o River Plate. E ainda, Jô, Mina e Profeta
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Menon

Jô, Hernanes, Mina e Pratto….Atenção, senhoras e senhores, nada indica que serão os únicos ou os últimos. A barca vai continuar levando jogadores brasileiros para Japão, China, Barcelona e…até Buenos Aires. Pouco há o que fazer. Os clubes brasileiros não conseguem se organizar e competir com ninguém.

A exceção é o Palmeiras. A saída de Mina já era um fato. Ele ficaria até o final do semestre, mas o Barcelona bateu o pé, abriu a carteira e lá se vai o zagueiro bailarino. O caso é emblemático. Um clube brasileiro consegue um grande negócio, trazendo um ótimo zagueiro aqui da América do Sul, consegue fazer um bom negócio, mas Barcelona é Barcelona.

O caso mais triste é o de Pratto. Ele escancara toda a fragilidade do São Paulo. Um gigante, com um estádio maravilhoso, com dos centros de treinamento e com um currículo de ótimas vendas, o que é sinônimo de dinheiro em caixa. Um clube assim é tão mal administrado por anos a fio que não consegue competir com o River Plate, da vizinha Argentina. Um River Plate que flertou com a bancarrota há tempos, que foi para a série B e que se recuperou. Leco poderia fazer um estágio lá, com os millonários.

Hernanes estava aqui de passagem, todos sabiam. Infelizmente, para o torcedor do São Paulo, foi uma passagem curta.

Jô estava na pior, veio para o Corinthians, se recuperou e agora vai ganhar mais dinheiro lá no Japão.

Quem mais sofre entre os três grandes é o São Paulo. Principalmente por perder dois jogadores (já estou dando como certa a saída de Pratto), mas também pelo que significavam para o clube e, principalmente, pela mensagem que a saída deles transmite. Qual mensagem? Vamos brigar de novo para não cair. Apesar de um pouco pessimista, o pensamento é válido. O time passou sufoco enorme no ano passado, se recuperou e terminou o ano com uma boa base. Dorival pediu três reforços. Agora, vai precisar de cinco.

Quem sofre menos é o Palmeiras, que já havia se antecipado e contratado Emerson Santos. Se for insuficiente, sempre há possibilidade de um novo aporte, de uma nova ousadia. Quem tem dinheiro, manda buscar.

O Corinthians está acenando com Vagner Love. Deu certo uma vez. Dará novamente?

Enfim, é o velho filme. O ano começa com incertezas e mais incertezas. Uma rápida olhada para o Santos confirma. Perdeu Lucas Lima, Zeca  e Ricardo Oliveira e trouxe Romário. Quem? Romário, o lateral.