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City x Feyenoord: Gabriel Jesus ajuda no massacre
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Massacre. Chocolate. Goleada. Baile. Há vários modos de definir a vitória por 4 x 0 do City sobre o Feyenoord, na Holanda. Todas elas, unidas ou não, mostram a grande superioridade do time dirigido por Guardiola. Nem parecem duas equipes disputando o mesmo campeonato. O City ganhou quando quis. E como quis.

E começou querendo com uma pressão muito bem feita no campo de ataque. Facilitada pelo erro incrível de Tony Vilhena, resultando no primeiro gol antes dos dois minutos. E a a pressão continuou. O City tinha Stones e Otamendi na primeira linha, protegidos por Fernandinho. Três jogadores apenas. Os laterais avançavam muito. Walker era um caminhante solitário na direita. E cruzou para o segundo gol, um belo arremate de Aguero, aos dez minutos.

E continuou o massacre. Gabriel Jesus fez o terceiro, após seguidas rebatidas da frágil e desatenta defesa holandesa. Estava três a zero e poderia ser muito mais. Mas, no segundo tempo, o City mudou. Passou a jogar como o Barça de Guardiola, com muitos passes trocados, esperando o quarto gol. Veio de cabeça, uma nova pedrada de Stones.

Foi muito fácil. A Liga dos Campeões não será um passeio para Real Madri, Barcelona ou Bayern. O City e o PSG estão aí. 


Sampaoli aposta em quarteto mágico. Enfim, algo de novo
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Jorge Sampaoli estreia nas Eliminatórias para a Copa, no clássico do Rio da Prata, um dos mais tradicionais da história do futebol. A Argentina está em quinto lugar, na repescagem e não pode perder para o Uruguai, que tem um ponto a mais. E quem não pode perder, ataca, deve pensar o treinador.

Ele escalou o time com Messi, Icardi e Dybala no ataque. E Di Maria um pouco mais recuado. Um tridente que pode ser transformar em quarteto. A ousadia não para por aí. Ele deixou o até então intocável (por que mesmo?) Higuain fora da lista. Disse que precisava de um atacante que ajudasse a servir e não fosse apenas um definidor.

Trouxe Icardi para o grupo. Ele sempre teve rejeição de outros jogadores por viver com Wanda Nara, que era mulher de Maxi Lopes, seu amigo. Passaram férias juntos e, depois Wanda abandonou Maxi e foi viver com Icardi. Levou os filhos. Sampaoli deu a Dybala, uma revelação que pede passagem e que ainda não se firmou, uma posição no time inicial. Colocou Aguero no banco.

Mais uma novidade. Mascherano, o capitão há muitos anos, perdeu seu posto como volante central. Agora, disputa uma vaga na primeira linha, que terá três homens. O zagueiro Otamendi e o lateral Mercado estão definidos.

O esquema é o 3-3-1-3 e a escalação provável e Romero; Mercado, Fazio (Mascherano) e Otamendi; Acuña (Acosta), Biglia, Pizarro e Di Maria; Messi, Dybala e Icardi.

Vai dar certo? Precisa dar certo, rapidamente. Falta pouco tempo. Mas é uma aposta no novo. Ou no velho e bom futebol. Ao contrário do tempo perdido com Bauza.


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