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Comédia de erros no Allianz. Culpa maior é do Palmeiras
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Menon

Ricardo Sapão, socio-torcedor do Palmeiras e membro da Mancha Verde, publicou um vídeo no Facebook. Ele dá sua versão sobre uma briga ocorrida após a vitória de seu clube contra o São Paulo, por 3 x 1 no sábado.

O depoimento é uma prova do amadorismo como o futebol é dirigido no Brasil. Desanimador.

Ele diz que é sócio do interior e que estava na zona mista por onde passavam os jogadores do São Paulo.

Ridículo. O início de todos os erros. Zona Mista é por onde os jogadores caminham até o ônibus, após o jogo. Se quiserem, falam com jornalistas. Inadmissível que estejam em contato com torcedores, de seu time ou do rival, sujeitos a cobranças e gozações.

Em seguida, Sapão diz que um torcedor a seu lado, dirigir-se a Petros e afirmou “você falou muito durante a semana”. Falou o quê? Petros disse que estava confiante e que seria possível vencer. E aí? Iria dizer que vai perder? E se tivesse dito mais alguma coisa? Qual o problema?

A reação de Petros, segundo Sapão, foi voltar até onde estava o torcedor. Fingiu dar-lhe a mão e acertou um tapa na cara. Se for verdade, é totalmente errado. Não tem desculpa. É agressão. É crime. Sem desculpas.

Então, Sapão tomou as dores do torcedor e Militão foi defender Petros. Os seguranças afastaram os torcedores.

Sapão quase chora ao dizer que é palmeirense e que foi agredido por segurança do Palmeiras no estádio do Palmeiras. É a lógica da minha casa, minha lei. Faço o que quero.

Seria errado ele ser agredido por segurança do São Paulo também.

Agressão é errado.

Provocação é errado.

Permitir o contato entre torcedor e jogador no pós-jogo é o maior erro.

PS – Sapão diz que é pai de família. Petros diz que é pai de família. “Cidadãos de bem”.

 


Petros e Cueva, marketing e falta de comprometimento
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A favor de Petros, antes que se esqueça, é necessário dizer que ele não é meia, onde é escalado por Dorival e agora, Aguirre. E que é esforçado, muito esforçado. Então, fica difícil analisar, tecnicamente falando, quem  está em posição errada.

Mas, qual é mesmo a posição em que Petros rende bem?

Ele não é um volante de contenção, um volante-volante. Não tem um poder de marcação que justifique a escalação. Jucilei, por exemplo, é muito mais efetivo, desarma muito mais e tem passe melhor.

E segundo volante? Bem, há dois tipos: o que carrega a bola até o ataque e o que faz lançamentos. O bom mesmo é quem faça as duas coisas. E ele não é ótimo em nenhuma das funções. Dentro do elenco do São Paulo, há quem faça muito melhor. Liziero, por exemplo. Hudson também.

Como deveria jogar Petros, se não tem força para ser primeiro volante, se não tem saída de bola para ser segundo volante e se não tem requisito técnico algum para ser  meia?

Como um auxiliar de tudo isso. Um a mais para ajudar a defender, para ajudar a passar, só isso. Pode ser útil quando o time precisa realmente defender um resultado, porque o que não se pode negar é que tem vontade e dedicação.

O que não pode é ser titular.

E, então, por que chegou a ser ídolo da torcida?

Porque, quando o time estava muito mal, ele se dedicou muito. Trabalhou duro. E porque fala o que a torcida quer ouvir.

Foi assim quando falou que o São Paulo havia dado uma aula no Corinthians, em um empate no Morumbi. Foi assim todas as vezes após jogo em que foi dar entrevistas, sem se negar, sem esconder a cara.

E foi assim, principalmente em duas ocasiões. Quando disse que o zagueiro Kanu, do Vitória, havia menosprezado o São Paulo. “Aqui, tem pai de família”, foi a frase cunhada. O que não significa absolutamente nada. Se os jogadores do São Paulo fossem solteiros, Kanu poderia ter dito o que disse, algo sobre a facilidade que seria vencer o São Paulo?

E depois, quando raspou a cabeça dos jogadores da base incorporados ao time principal. Criou assim o marketing de paizão, pronto a recepcionar os futuros colegas, pronto a buscar a integração. E se alguém não gostasse, como Rogério Ceni não gostou, em 1997, na seleção brasileira?

Mas, estava construída a imagem do paizão. E do pai de família. E que caiu muito bem até para a comunicação do clube que fazia a campanha #abasevemforte, baseada também em jogadores muito fracos como Pedro (foi para o São Bento), Rony (CSA) e Paulo Henrique (que ninguém quer).

Tiremos o marketing de Petros e o que resta? Um jogador razoável, um jogador que se entrega e capaz de uma irresponsabilidade como a de ser expulso como foi, com uma falta criminosa. Talvez já tenha pedido que o assessor de imprensa, se é que tem, faça u pedido de desculpas no instagram. Pedido acompanhado de menções sobre amor à camisa…. Marketing puro.

E Cueva?

A favor de Cueva, é necessário dizer que pedir licença para acompanhar o nascimento de um filho é algo totalmente natural e aceitável, principalmente após uma classificação e em início de Brasileiro.

Também pode se dizer que é um jogador de boa técnica, capaz de “quebrar as linhas” rivais, como se costuma dizer.

E só. O comprometimento com a entidade não existe.

Vamos até relevar que ficou uns dias a mais no Peru, após a histórica classificação para o Mundial, “quebrando tudo”.

Mas, começar o ano com uma semana de atraso porque estava se dedicando a fotos e filmes promocionais é tratar o clube que o paga como uma merda.

O que ele queria realmente é forçar uma saída. Do jeito que quisesse e quando quisesse. Raí impediu, o que foi sua melhor atitude até agora, como diretor de futebol. Foi enquadrado, fez um gol, pediu perdão e…foi atropelado por Nenê. Eu acho que os dois precisavam jogar juntos, mas, se apenas um deve entrar em campo, que seja aquele que, além de jogar bola, se compromete com o clube, respeita o clube e os companheiros.

Para fazer o que faz, Cueva precisava jogar como Pedro Rocha. Que nunca fez o que ele faz.

Que faça uma grande Copa e que o São Paulo saiba muito bem como utilizar o dinheiro de sua transação.


Raí também tem culpa nos vexames do São Paulo
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O São Paulo parece um balaio de caranguejos. Quando um tenta subir e ganhar a liberdade, vem outro e o puxa pela perna. E assim, sucessivamente, tornando o caminho rumo à liberdade uma luta inglória. Ninguém escapa e todos se transformam em desejados petiscos. Todo mundo tem culpa na sucessão de vexames. Raí também.

Eu, você e a Sasha, filha da Xuxa conhecemos o velho clichê: “todo grande time começa com um grande goleiro”. Clichês podem ser falsos, mas alguns retratam a realidade. Eu acredito nesse. E o São Paulo que vinha mal há tempos, mesmo tendo um goleiro icônico no início da escalação, não soube tratar do assunto quando Ceni se aposentou.

Apostou em Denis, que viveu à sombra por sete anos, e não deu certo. E então? Trouxe Sidão, goleiro de 36 anos e currículo mínimo. Não deu certo. E agora? Raí gastos R$ 10 milhões em um garoto de 22 anos que, apesar de haver feito um bom brasileiro pelo Bahia, não é segurança de nada. Pode até ser bom no futuro. Mas o presente está aí, cobrando resultados.

O River Plate pagou R$ 13 milhões por Franco Armani, 31 anos, campeão da Libertadores em 2016, pelo Atlético Nacional. Ele está jogando muito bem e tem chances de disputar o Mundial. Sampaoli está de olho.

Raí gastou R$ 6 milhões em Trellez, artilheiro de pólvora molhada. Pode mudar?  Talvez.

Raí gastou R$ 10 milhões em Diego Souza. O atacante, de 32 anos, está nitidamente acima do peso. Eu acredito que ele possa render bem e ser destaque do São Paulo. Tem um bom chute de fora da área, cabeceia bem e sempre soube jogar bem. Por enquanto, é uma decepção, principalmente por haver embarcado no canto da sereia de Tite e querer virar centroavante no final da carreira.

Raí deu um contrato de dois anos para Nenê, ganhando R$ 250 mil por mês. Dois anos. Não é um contrato, é um plano de aposentadoria. Em dois anos, vai ganhar R$ 6 milhões. Mesmo que se machuque, mesmo que não renda, mesmo que decepcione.

Ele também pode ajudar o time, mas não sempre. Um jogo ou outro, uma falta ou outra, um escanteio, um lançamento. Mais nada. Participação zero.

Bem, ninguém é obrigado a escalar todos juntos. Dorival escalou Jucilei, Petros, Nenê, Cueva e Diego. Não deu certo e tentou mudar, com jogadores mais jovens. Caiu assim mesmo.

Então, chega Aguirre. É recepcionado por Raí e Lugano. Conversa bastante com Jardine. E ninguém lhe conta que deu errado os cinco juntos? Ele não viu um vídeo, não escutou alguém comentando no bar, não viu a televisão?

E lá vai o bloco da lentidão a campo novamente. Vai, meu bloco vai….Vai naufragar. Naufragou.

Na terça-feira, continua a agonia do balaio de caranguejos.


São Paulo evolui, apesar da lentidão
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O fato é inquestionável é deve ser saudado: o São Paulo venceu novamente. A vitória contra o CSA foi a quarta seguida. E sem sofrer gols. Marcou seis.

O time, descontando-se a fragilidade dos rivais, está ganhando força. E forma. Já é possível ir para o clássico sem pessimismo.

O mais importante, a meu ver, foi a entrada cheia de gás de Valdívia. Não foi grande exibição, e nem poderia ser, mas ele deixa a esperança de ser uma opção de velocidade pelos lados.

É a maior falha do São Paulo. Uma transição muito lenta. E como ser diferente, com Jucilei, Cueva, Nenê e Diego Souza. Tudo junto e misturado.

Foi assim todo o primeiro tempo. Uma linda bola de Cueva logo no início do segundo tempo mudou o ritmo. O time poderia, no primeiro tempo, marcar mais à frente, pressionar mais.

O problema está posto. Difícil de resolver, com esses jogadores. Mas é hora de criar opções, com Valdívia, Caíque e Brenner.


São Paulo “estreia” com vitória e mostra que pode melhorar. Precisa muito
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Assim como Cueva chegou atrasado aos trabalhos de 2018, o São Paulo chegou atrasado no Paulistão. Pode-se dizer que a vitória sobre o Botafogo foi a estreia. Com Cueva em campo, dando mais qualidade ao time, fazendo gol e pedindo perdão (ou paz?) e com a estreia de Nenê, que fez boa partida. Ainda há Trellez e Valdívia, que ainda não jogaram.

Com eles e com os garotos – Shaylon, Brenner, Caíque e Lucas Fernandes me parece os mais “prontos” – Dorival terá armas para montar seu time. Há boas opções e um grande problema, a meu ver. Dorival quer jogar no 4-1-4-1 e tenta encaixar Petros no esquema. Eu o considero um bom jogador, de muita personalidade e com qualidades técnicas, mas não o vejo ali, como meia. Para mim, seria melhor que recuasse e atuasse ao lado de Jucilei. E, de trás, com a bola dominada, aportasse qualidade técnica à chegada do time ao ataque. Do jeito que está, há um espaço muito grande entre Jucilei e os meias.

Espaço que o Botafogo aproveitou bem. Chutou bolas na trave e teve outras duas grandes chances. O Botafogo teve sete chutes no gol e mais quatro fora dele. O São Paulo, apenas duas finalizações no alvo (dois gols, 100% de aproveitamento) e outras oito fora do gol.

Outro problema começou a ser solucionado, com a entrada de Reinaldo. Ele deu o passe para o primeiro gol, após uma boa chegada na linha de fundo. Com Edimar, não há ultrapassagem e o time fica ainda mais. Quando se lembra que Militão é um zagueiro improvisado na direita, fica mais gritante a necessidade de uma saída de bola mais aguda pelo outro lado.

Não foi um grande jogo do São Paulo. Aliás, o primeiro tempo foi horrível. Mas, se for considerado como um ponto de partida e sabendo que há muito o que se fazer, é possível ter esperança de dias melhores.

Título? Não acredito. Mas fiquemos com a resposta de Dorival Jr. ao repórter Bruno Grossi. “No momento certo, com calma, se tivermos merecimento e se continuarmos trabalhando bem. Virá para coroar nosso trabalho, que é bom”. Se para Parreira, o gol era um detalhe, para Dorival, o título é um penduricalho ao ótimo trabalho que ele acredita estar fazendo.


Dorival, entre o sonho e a realidade, entre Shaylon e Nenê
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Dorival foi um bom menino em 2017. Pegou um time quase caindo e terminou o segundo turno em quinto lugar. Uma campanha digna e, o mais importante, promissora. Ele tinha uma base para trabalhar. Era preciso corrigir algumas coisas. Entre elas, a transição, lenta, com Jucilei, Petros e Hernanes. Não havia contra-ataques pelos lados do campo e sim jogadores de qualidade fazendo a transição pelo meio. Algo a ser corrigido, como ele explicou NA ENTREVISTA QUE FIZEMOS EM NOVEMBRO,

Está tudo lá. Ele explica que o time não tem jogadores com capacidade para fazer contra-ataque com rapidez. Diz que gostaria de apostar na base. E que gostaria de ter três reforços do nível de Hernanes.

E chega 2018. Em vez de três reforços do nível de Hernanes, ele…perdeu o Hernanes.

Para o lado do campo, ele pediu Marinho, Bruno Henrique, Gabigol ou Luan, do Galo. E recebeu….NINGUÉM.

E a base, em que ele aposta tanto?

Peguemos o caso de Shaylon.

Dorival gosta muito, apesar de haver, como todos, detectado uma certa timidez no garoto. A ideia era ir dando espaço a ele, principalmente porque Cueva vai para a Copa do Mundo.

O que acontece? Cueva faz cuevices. Não aparece na hora marcada e se recusa a viajar.

E Shaylon vai jogando.

Então….vem Nenê.

Ora, Nenê é a síntese do que o São Paulo não precisa. 1) Não ajuda o time a ter a velocidade sonhada por Dorival. 2) Atrapalha o surgimento de jogadores da base.

Imaginem um meio campo formado por Jucilei, Petros e Nenê. Muito lento. Agora, somem a eles o Diego Souza. Fica mais lento ainda.

Mas, por que o Diego Souza no meio, se Dorival disse que seu lugar é como centroavante?

Porque a diretoria contratou Trellez, que também é centroavante. Esperando que Dorival recue Diego Souza,

Com contratações erradas, fica difícil o treinador colocar em prática os seus conceitos: time com posse de bola, mas também com contra-ataque pelos flancos e dando espaço para jogadores jovens, que gostem do clube e sonhem com o sucesso no São Paulo.

O quadro acima pode terminar com um desfecho ruim para o clube: Shaylon, com poucas chances, é vendido por pouco dinheiro para um clube europeu. E lá, joga muita bola. Sua ascensão pode se concretizar em dois anos. Dois anos é quando termina o contrato de Nenê com o São Paulo.


Dorival não queria Nenê e Trellez
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Para bom entendedor, pingo é letra. E Dorival foi muito claro. Ele disse que esperava outros nomes, de outras posições e não Nenê e Trellez, que elogiou de forma protocolar.

Disse que foram escolhas da diretoria, opções que o mercado apresentava. Mas não é bem assim. O São Paulo há tempos tenta trazer Trellez, não é de agora, não foi algo que o mercado ofereceu.

Depois, Dorival disse que o 9 na camisa de Diego Souza não é coincidência. Reafirmou que ele jogará na área, como no Sport. “O André é que saía”. Ora, se ele quer Diego na área, o lugar de Trellez é o banco de reservas.

Talvez ele veja em Trellez uma dificuldade a mais para a ascensão de Brenner.

E Nenê? Bem estranho, porque, ao que parece, Dorival não está contando muito com Cueva. E mesmo assim, procurava gente de outra posição? E mesmo assim não se entusiasma com Nenê?

No ano passado, Jucilei deixou o time por demonstrar pouca mobilidade. Por isso, não creio que o quarteto Jucilei, Petros, Nenê e Diego Souza o agrade. É muito lento. E a lentidão aumentará caso seja obrigado a recuar Diego e escalar Trellez.

Não estão dando a Dorival as pecas necessárias para montar o time com que sonhou.


São Paulo jogou muito e merecia mais
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Foi  uma grande vitória do São Paulo, fruto de uma partida muito boa e que seria mais bem explicada com pelo menos dois gols a mais. Continuaria valendo três pontos, mas seria mais real. O site footstats indicou 18 finalizações do São Paulo, oito delas no alvo. A posse de bola chegou a 61%.

Dorival Jr. foi muito importante para que a vitória viesse. Ele fez três substituições, sempre visando o gol.

Caíque por Brenner – Aos 17 minutos do segundo tempo, ele tirou a grande esperança de Cotia e colocou outro garoto. E Caíque foi bem melhor, com velocidade e força pela esquerda. Chutou de longe, acertou uma cabeçada no gol, puxou contra-ataques…Dos garotos que subiram, é o que mostrou futebol mais consistente.

Lucas Fernandes por Petros – Aos 25 minutos, saiu o jogador que mais me agradava. Petros estava jogando bem adiantado, formando boa parceria com Marcos Guilherme. Lucas teve tranquilidade e precisão para dar o passe a Marcos Guilherme, que fez o segundo. Ele Marcos Guilherme, foi muito importante no final do ano passado.

Paulinho Boia por Shaylon – Aos 31 minutos, o time passou a ter uma postura ainda mais ofensiva, com quatro atacantes: Paulinho, Marcos Guilherme, Diego Souza e Caíque. A dupla Paulinho e Eder Militão fez a jogada que Diego Souza completou para o gol, aos 39 minutos, quando a injustiça ia se confirmando e trazendo com ela mais gasolina para a fogueira.

Uma vitória que dá moral para o clássico. Dorival tem muitas opções, com garotos velozes, mas o Corinthians tem um time definido.


São Paulo brinca com a sorte e coloca jovens na fogueira
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O São Paulo terminou o ano passado comemorando a fuga do rebaixamento. Perdeu dois jogadores importantes, Pratto e Hernanes. E começa 2018 com quatro garotos fazendo seu primeiro jogo como profissional – Paulo Henrique, Pedro Augusto, Marquinhos Cipriano e Ronny – e ainda Bissoli, que tinha 20 minutos no ano passado. Terminou levando olé. E com uma derrota por 2 x 0.

O lançamento de jogadores iniciantes em massa veio terminar com o que estava errado desde o início. Desde que o ano começou o site do clube trouxe expectativas imensas sobre os jogadores. Criou-se ate a hashtag #abasevemforte. Quem viu, soube que Pedro Augusto gosta de psiquiatria e psicologia. No ano passado, soubemos que Araruna é ótimo aluno. Soubemos também que Paulo Henrique é amigo de Pedro Augusto. Que o pai de Bissoli jogou no sub-20 do São Paulo. Que Ronny era maior que os garotos de sua idade, quando tinha 12 anos. E que Petros mostrou toda sua importância e liderança ao raspar a cabeça dos garotos que estavam subindo.

E no jogo? Contra o São Bento? Nada de impressionante. Nada de maravilhoso. E não se deve criticar, é muito cedo. Todos podem se dar bem na carreira, todos podem ajudar o time no futuro, mas, por enquanto, ninguém justificou o lançamento. Bissoli, Sara (que não estreou) e Cipriano seriam mais importantes na Copinha.

Foi muito marketing. E muita pressão sobre meninos.

O que se pode criticar é Sidão. Como ele não vai naquela bola do primeiro gol? Fica debaixo dos paus, não vai de encontro com a bola. Não vai porque não sabe ir. Porque é baixo. Porque não tem currículo para comandar o São Paulo e ser garantia para nada.

E Maicosuel? Dois dribles antológicos de Régis. Não pode, não é.

Bem, foi o primeiro jogo da base. No sábado, atuarão os mais experientes. Como Brenner. 18 anos.


Anderson Martins é uma bela contratação
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A chegada de Ânderson Martins deixa o São Paulo mais forte. Agora, com ele, Rodrigo Caio e Arboleda, o time passa a ter três zagueiros de bom nível

Ânderson é forte, bom mas divididas é com bom senso de cobertura. Com a sua chegada, o Vasco fechou a casinha, deu uma banana para o rebaixamento e levou o Vasco à Libertadores.

E Militão?

O garoto que resolveu o problema da lateral direita, corre riscos de perder espaço. O São Paulo busca um jogador da posição, o que faria Militão voltar ao início da carreira, quando jogava como zagueiro ou volante.

E terá a concorrência de Ânderson, Rodrigo Caio, Arboleda, Bruno Alves, Jucilei, Hudson e Petros. Se fosse ele, ficaria na direita.

São boas opções para Dorival Jr.  Tudo indica que terá um time pra chamar de seu, sem necessidade de reconstrução no meio da temporada.