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Arquivo : Ricardo Rocha

Helinho, Luan e Tuta, os prováveis promovidos
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A Rússia é logo ali foi um programa do UOL durante a Copa. Foram 14 edições. Participei de 13, seis delas ao lado de Ricardo Rocha.

No último programa, dia 16 de julho, o assunto desviou um pouquinho e ele falou sobre o São Paulo. “Minha preferência é sempre pela base. Tem muito torcedor que também é a favor, mas quando me encontra, pergunta sobre contratações”, disse, bem humorado.

Ele é muito impressionado com o futebol de Helinho, que deseja ver já no time de cima. “Futuro enorme”.

Rocha não tem nenhuma pressa em contratar um substituto para Petros. Defende a subida de Luan e acredita que Hudson, Jucilei e Liziero possam dar conta do recado.

Para ele, Bruno Peres e Régis, que voltou a treinar, podem substituir Militão em caso de saída do titular, que ocorrerá no máximo em janeiro. E tem outra opção: “gosto muito do Tuta, da base, que marca muito bem”, terminou Rocha.

 


Uma conversa para recuperar Cueva
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Cueva na Europa, China ou em algum clube árabe?

Enquanto propostas não chegam, a ideia é conversar com o peruano e convencê-lo a se integrar emocionalmente ao projeto do São Paulo, que é lutar pelo título.

O responsável pela conversa e pela tentativa de mudança anímica de Cueva não foi definido, mas deve ser Ricardo Rocha, que tem, entre suas funções, a de estar sempre atento às necessidades e obrigações dos jogadores.

O clube avalia que, apesar do pênalti perdido, Cueva fez um bom Mundial.

Na análise sobre a manutenção do peruano  há dois pontos a serem analisados: 1) Nenê e Cueva podem jogar juntos e 2) Nenê tem reserva?

Se a primeira é uma incógnita, a segunda, para a comissão técnica, é uma certeza. Não, não tem. Shaylon é considerado um jogador clássico, mas de pouca dinâmica.

Então, é hora de falar com Cueva.

 


Ricardo Rocha pede “huevos” a Joao Rojas
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Ricardo Rocha, diretor do São Paulo, jogou no Real Madrid e no Newell’s Old Boys e fala bem espanhol.

Já sabe o que vai dizer ao novo reforço, o equatoriano Rojas. “Veni con huevos”, rapaz. E depois, vai completar, em português: “vou falar pra jogar com tesão, com comprometimento, que é o que a gente deseja no grupo”.

Em seguida, Ricardo Rocha mostrará a classificação do Brasileirão. “Ele vai saber que nós estamos no topo e que a briga é pelo título”.

Ricardo, os outros diretores e a comissão técnica querem o time muito focado nos próximos jogos, muito difíceis: Flamengo (f), Corinthians (c), Cruzeiro e Grêmio, ambos fora.

A tese do comprometimento total será passada ao elenco por jogadores como Jucilei, Nenê, Diego Souza, Petros e Everton.

E há uma grande preocupação com Nenê: o melhor do time tem 36 anos e dois reservas que são incógnitas: Cueva, pelo anímico, e Shaylon, pela juventude.


Ricardo Rocha, defensor da base, fala sobre o futuro do São Paulo
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Estreou na TV UOL o “A Rússia é logo ali”, apresentado por Fernando Vannucci. Estarei com ele, sempre na véspera e um dia após os jogos do Brasil. Ricardo Rocha estava ao meu lado no PROGRAMA DE ESTREIA.

Ricardo falou sobre suas participações em programas de televisão durante a Copa. “Você me criticou, agora é preciso dizer que está tudo muito bem estruturado e não vai atrapalhar de modo algum meu trabalho no São Paulo, que é o que importa. Todo mundo terá dez dias de Copa e vou usar esse tempo para participara da Copa, à minha maneira, em alguns programas. No dia da reapresentação, estarei lá para receber os jogadores e tocar em frente nosso projeto”.

Já há algumas possibilidades de contratação para os lugares de Marcos Guilherme e Valdívia, mas, nas reuniões, Ricardo Rocha defende que a base deve ser privilegiada. “Antes de buscar alguém, vamos ver os nossos meninos”, afirma, antes de citar nomes e nomes de gente da base que ele admira. Cita Toró e Helinho, mas também fala de Anthony, dos zagueiros Rodrigo e Walce e até do lateral Tuta, que está na reserva de Caio.

Ricardo Rocha é puro entusiasmo. Descreve as qualidades dos garotos, fala em dar uma aulas de “zagueiro para zagueiro” com Rodrigo e Walce, cita seu entusiasmo co Araruna (“O Jardine falou das suas qualidades e ele confirmou em campo”) e mostrou seu contentamento com o momento atual do time. “Estamos criando uma gordura boa. O segundo turno é mais difícil porque quem está mal, contrata para não cair e quem está bem, contrata para ser campeão. E nós estamos nessa briga aí”.

Por fim, falou que sente Nenê como um garoto, com muita personalidade e correndo muito, por todo o campo. Everton recebe muitos elogios, resumidos em uma pergunta: “você viu como o Nenê e o Diego Souza melhoraram com a chegada dele? Ele faz o time melhorar”. E disse qual o conselho que dá a Nenê e Diego Souza antes dos jogos: “vocês são os mais experientes. Precisam entrar em campo e serem fdp. No bom sentido, é lógico”.

Vejam o programa. Foi muito legal.


Ricardo Rocha e Lugano constrangem o São Paulo
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Ricardo Rocha vai comentar jogos da Copa pelo Canal Fox. Ele teve autorização do clube para isso. A diretoria considerou que seu trabalho não seria afetado, por algumas razões: 1) ele não vai viajar até a Rússia, 2) foi possível evitar conflitos de horário 3) o papel de Ricardo Rocha não é de negociar contratações ou demissões. Ele faz uma “interface” com os jogadores e, como os próprios jogadores terão dez dias de folga…

Mesmo assim e mesmo tendo liberado o diretor, o pedido causou constrangimento. Afinal, ele é um diretor remunerado fica sempre a impressão de que o São Paulo estaria acéfalo ou, no mínimo, sendo relegado a uma posição secundária.

Quanto a Diego Lugano, que acompanhará a Copa, na Rússia, a convite, não há restrição alguma. O seu cargo é de diretor de relações internacionais e sua função é realmente essa, representar o clube junto à Conmebol e à Fifa. O constrangimento, no caso, é em relação à contratação de Gonzalo Carneiro, indicada e e bancada por ele. O jogador custou R$ 2,5 milhões e ainda não se recuperou de uma lesão no púbis, que o tirou dos gramados desde setembro. Por ela, a lesão, foi rejeitado no Grêmio.

Por fim, há uma revolta na diretoria quando se fala que Raí aproveitará a folga da Copa para fazer campanhas publicitárias. As que estão no mercado atualmente já foram feitas há tempos. E não há nada previsto. Raí e Alexandre Pássaro trabalharão “full time” (olha como eu sou moderno) para a contratação de reforços que substituam Marcos Guilherme e Valdívia. E estarão torcendo, diuturnamente (olha como eu sou antigo) para que chegue uma boa oferta por Rodrigo Caio e Christian Cueva.


Aguirre precisa superar ação entre amigos
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Diego Lugano começou sua carreira no Plaza Colônia, que fez surpreendente campanha no campeonato uruguaio de 2002. O técnico era Diego Aguirre.

Ricardo Rocha e Raí estavam no São Paulo de 1990, juntamente com um artilheiro uruguaio, que fez sete gols em 17 jogos. Diego Aguirre.

Agora, os três – Lugano, Rocha e Raí – comandam o futebol do São Paulo e escolheram Aguirre como treinador em um duro momento do clube.

Aguirre tem contrato somente até o final do ano e precisa provar rapidamente que não está no cargo apenas por uma ação entre amigos.

Ele tem mais experiência como treinador do que os outros mosqueteiros como dirigentes, mas não tem a seu favor a aura de infabilidade que a torcida dá a Raí e nem a idolatria por Lugano. Eles têm um cheque em branco. Aguirre tem contas a pagar. Contas que não fez.

O clube não ganha nada importante há anos. Aguirre ganhou pouco. É mais reconhecido por bons trabalhos que não renderam títulos: foi vice-campeão da Libertadores com o Peñarol, chegou à semifinal com o Internacional e às quartas com Galo e San Lorenzo.

Se fizer um bom Brasileiro, sem sustos, terá contrato renovado. Se patinar no Z-4, sairá antes do segundo turno. O nível atual do São Paulo é esse. O único sonho é não ter pesadelos.


William, Ricardo Rocha e a falta de solidariedade
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O Santos precisa urgentemente de um centroavante e de um meia, para substituir Ricardo Oliveira e Lucas Lima. Gustavo de Oliveira, executivo de futebol, contratou William Machado para trabalhar no gerenciamento do futebol.

O São Paulo precisa urgentemente de um lateral e de um centroavante. Raí, executivo de futebol, contratou Ricardo Rocha, como seu segundo homem no gerenciamento do futebol.

Nada contra a presença de ex-jogadores de futebol exercendo novas funções. Todos têm direito de trabalhar. Principalmente se buscaram qualificação necessária para o cargo. Algo que os ajude, que some com aquilo que conseguiram durante a carreira: o conhecimento do vestiário, a capacidade de pensar como os jogadores pensam, a experiência e o traquejo em tratar com o boleiro.

Se não tenho nada contra, também não vejo ex-jogadores no gerenciamento dos clubes como uma panaceia. O remédio para todos os males. Ele esteve lá, ele sabe como é, ele vai resolver. Não, amigos. Não é assim. Pode ser e pode não ser. Não há certeza de nada.

Mas, se um ex-jogador não der certo como gerente de futebol, ele será novamente contratado para comentar partidas de futebol. Sempre há mercado para eles. Mesmo para William, que outro dia, comentando a Copinha, disse que “perder de pouco não ruim”. Tomara que não repita esse raciocínio para os jogadores que agora comandará.

Eles tratam a televisão como um porto seguro. Usam como um propulsor. Aparecem na telinha e, sem nenhum compromisso com as regras do bom jornalismo, saem para fazer palestra ou merchan. E, quando recebem um convite para dirigir um clube, saem correndo. O salário deve ser muito bom.

Se Ricardo Rocha e William queriam sair da Sportv, por que não tiveram uma atitude digna e colocaram o cargo à disposição no final do ano, quando houve um grande corte, deixando pessoas dedicadas e estudiosas sem trabalho e sem condição de dar o melhor para suas famílias.

Seria exigir demais, não é? Ficaram quietinhos, na moita. Viram os colegas na rua da amargura. E agora, caem fora. E dão lugar a outros ex-boleiros que assumirão seus lugares. Tomara que o Esporte Interativo que, em 2019, também transmitirá o Brasileiro, tenha um outro olhar para a questão.

 

 


Com Raí, Rocha e Lugano, Leco fica longe do futebol
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Deixemos as nomenclaturas de lado. Seja qual for o nome do cargo, Raí é o homem forte do futebol. Terá Ricardo Rocha só seu lado. E é provável que tenha Lugano próximo aos jogadores.

Trata-se de gestão descentralizada. A grande consequência é que afasta Leco do campo. Ele continua mandando no clube (ganha para isso), mas não terá mais autoridade e oportunidade para ações afoitas, como demitir Ceni em 12 minutos, como, orgulhosamente disse ao www.chuteirafc.cartacapital.com.br.

E o que Ricardo Rocha pode trazer de bom ao São Paulo?

Qual sua experiência como gestor?

O que fez no futebol após a aposentadoria?

Ser técnico do Santa Cruz e do CRB o qualifica para o cargo?

Sinceramente, acho que, antes de Ricardo Rocha, Raí precisava 1) contratar um lateral 2) resolver o caso Maidana 3) trazer um meia porque Cueva vai jogar pouco e Hernanes deve sair 4) trazer um atacante.

São prioridades muito urgentes. Ricardo Rocha podia esperar lá no SporTV.


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