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Santos e Grêmio economizaram emoções
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Menon

Derlis Gonzales entrou em campo aos 17 do segundo tempo e o Santos melhorou muito. Passou a ter mais jogadas pelo lado do campo.

Pepê entrou em campo aos 35 do segundo tempo e o Grêmio melhorou muito. Passou a ter mais jogadas pelo lado do campo.

E fica a pergunta: por que tão tarde? Por que não um jogo mais rápido, mais efetivo desde o início? Nada disso, o que prevaleceu foi a troca de passes, com poucas finalizações corretas?

Não é o tipo de jogo que me agrada. Principalmente quando termina em zero a zero.

 


Sai Gabriel. Entra Gabigol
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Menon

Partida espetacular de Gabriel Barbosa. Tão especial que o fez recuperar o apelido. Gabigol voltou.

Fico muito feliz. Gosto de ver um cara de 21 anos dar a volta por cima, após passagens ridículas por Internazionale e Benfica.

Na verdade, já havia escrito isso no início do ano, quando voltou e fez alguns gols. Depois, novamente flopou.

Pode acontecer novamente? Sim, a própria inconstância dos últimos anos é sempre um sinal amarelo.

Mas, por enquanto, é hora de comemorar. Um garoto de 22 anos está de volta.

Três gols de primeira. Alta técnica. Canhota no auge.

Muito bem.

Que continue.

O Catar é logo ali.


Santos, se tiver vergonha, rompe com Caboclo, Reinaldo e del Nero
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O Santos esta eliminado. Esperado.

O jogo não acabou. Esperado.

O que não é esperado e não há possibilidade de acontecer é uma atitude corajosa do Santos.

O clube precisa ter coragem de romper com quatro ridículos cartolas brasileiros. Quatro inúteis que o abandonaram.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista.

Del Nero, afastado do futebol pela Fifa. Ainda manda na CBF.

Rogério Caboclo, que Del Nero escolheu para a CBF a partir do ano que vem.

Coronel Nunes, atual mandatário, sujeito folclórico, incapaz de uma atitude digna.

Tirando Del Nero, que não sai do Brasil por medo de prisão, os outros três poderiam ter ido à sede da Conmebol, em Luque, no Paraguai.

Fazer o quê?

Argumentar, pressionar, convencer, gritar, denunciar, fazer greve de fome, se amarrar na frente da sede…

Mostrar que se importam com seu filiado.

Não fizeram nada disso.

O Santos não fará nada também.

Continuará votando nestes trastes.

 


Santos deixa de ser retrô e ganha mais uma
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O Santos vai deixando o pesadelo da segundona para trás. Ganhou do Bahia, segunda conquista seguida, e ganhou musculatura para a decisão contra o Independiente, Rey de Copas.

O Santos começou com uma homenagem aos anos 60. 4-2-4 na veia, com Pituca, Sanches, Derlis, Rodrygo, Gabigol e Bruno Henrique.

Não deu certo. Melhorou com a entrada de Bryan Ruiz. E com a projeção constante de Sánchez, formando uma parceria com Derlis Gonzales. Assim, saiu o segundo gol. O uruguaio roubou a bola, tocou para Derlis, que achou Gabriel, que fez jus ao apelido.

O primeiro? Uma obra-prima do paraguaio. Bola dominada, cabeça levantada, três dedos, curva, ângulo.

Obrigado, futebol.

 


Santos F.C não merece o ódio de exterminadores de baleia
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O candidato é escolhido em eleição limpa. O adversário derrotado opta por uma oposição feroz, desde o primeiro dia. E como tem um amigo na presidência do Congresso, consegue pautar uma ação de impeachment.

Podia ser Dilma, Aécio e Eduardo Cunha.

É Peres, Modesto Roma Jr e Marcelo Teixeira. Não é Congresso, é Conselho.

Há mais em comum. Tanto o presidente Peres como a presidenta Dilma erraram. Não fizeram um bom governo, algo impressionante, que impedisse traições de seu próprio grupo.

Deixemos as analogias de lado e pensemos no Santos.

O time com uma história maravilhosa, impossível de ser comparado, futebolisticamente falando, com os outros brasileiros. O time de Pelé.

O clube não é tão forte.

Tem um estádio muito pequeno, que não pode se comparar aos dos rivais,

A torcida, por um motivo ou outro, não tem lotado a Vila. É comum ver público com menos de dez mil pessoas.

A cota de televisão é bem menor que a dos rivais.

O patrocínio também é menor.

E, se os itens acima são atemporais, há um outro, imediato, que preocupa. O time está lutando para não cair.

Com um quadro assim, é hora de partir para uma guerra fratricida? É hora de estar cada um em uma trincheira, enquanto o Cuca tenta fazer o time andar?

Seria muito melhor uma união, ainda que temporária. Todos os grupos, alas, minialas, tendências, seitas, sei lá o quê deveriam estar unidos pelo Santos. Todos deveriam ajudar. Quem tenta derrubar Peres deveria estar em sua diretoria. Por opção do presidente ou sugestão dos contrários. Uma união para levar o time e o clube a um porto seguro. Descobrir maneiras de reforçar o elenco. De enfrentar as dívidas. Fazer um documento em cartório com itens a longo prazo a serem seguidos, obrigatoriamente, por todos os próximos presidentes.

Um exemplo? Montar uma tarefa de força para resolver o caso Carlos Sanches. Marcelo Teixeira, que tinha conhecimentos na Conmebol no tempo de Leoz, poderia integrar uma delegação santista que visitasse o novo presidente. Poderia assessorar o novo advogado. Uma coisa mínima.

Mas a impressão que fica, talvez injusta, é que os que pedem o impeachment, estão torcendo pela derrota santista no tribunal. E depois, no campo.

O Santos merece muito mais do que grupos contrários em guerra. Com sangue nos olhos e ódio na alma.

Como exterminadores de baleias.


Santos tem três jogadores e mais nada
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Vanderlei é um ótimo goleiro.

Rodrygo é revelaçar de alto nível.

Bruno Henrique tem lugar em todos os times da Série A.

O Santos é só isto.

Bem, há alguns bons coadjuvantes: Ferraz, Dodô, Pituca (vem crescendo), Sanches, que ainda não rendeu, Gabigol.

Mas, nada de time. Com Jair, era extremamente fechado, apostando em contra-cheques. Com Cuca, ainda está na fase de experimentação. Com os dois, em comum, ausência de cérebro no meio-campo.

Um time bem organizado consegue superar o Santos com facilidade. Mesmo quando o Santos mostra momentos de bom futebol, como na derrota contra o Galo.

E como é bom ter centroavante. Ricardo Oliveira, 37 anos e dois gols. Um de cabeça e outro em contra-ataque puxado por Luan, quando o Santos se abriu em busca do empate.

Bela vitória do time do Galo contra o Santos que não é um time ainda. E que precisa ser logo. Urgente.


Santos precisa comemorar um pontinho
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O goleiro escorregou e Jean Motta marcou de peito. É a descrição do gol de empate do Santos, mas é também um resumo das dificuldades do time.

Trazer um ponto de Fortaleza foi lucro. O Ceará foi melhor o tempo todo. No primeiro tempo, o domínio foi ainda maior.

No segundo, o Santos apostou no contra-ataque, pela esquerda, com Bruno Henrique e sofreu o empate, pela direita, também em contra-ataque.

Prova de desorganização.

Santos precisa melhorar muito.

 

 


Mesmo com Sánchez, Santos não melhora
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O Botafogo, com sua tradicional camisa alvinegra, foi melhor que o Santos, com uma inexplicável camisa azul. Mas não foi tão melhor a ponto de o empate se caracterizar como injustiça.

Igor Rabelo e Yuri Alberto perderam grandes chances. E a movimentação errada de Luiz Fernando impediu o gol do Botafogo no final.

O empate tirou o Santos do Z-4, para onde pode voltar. Já são oito partidas sem vitória – seis jogos oficiais e dois amistosos.

O uruguaio Carlos Sánchez estreou bem. Muito participativo, ajudou a defesa é o ataque. É bom na bola parada, mas não é um armador.

Cuca tirou Gabigol, no início do segundo tempo. Não terá paciência com o artilheiro que não justifica o apelido


Cuca ajudaria mais se pudesse jogar. Cruzeiro deu grande passo
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Cuca foi um bom meia. Vibrante, com boa técnica, foi muito útil ao Palmeiras pré-Parmalat. Não era craque, mas era bom. Se houvesse uma máquina do tempo que pudesse transportar aquele Cuca dos anos 90 para agora, ele poderia ajudar o Santos mais do que o professor Cuca, treinador que estreou contra o Cruzeiro.

Não é possível um time ter organização e criatividade pelo meio, se os jogadores são Pituca, Alisson e Renato. E os reservas são Vecchio, Cittadini ou Jean Motta. Jair Ventura sofreu. Cuca vai sofrer.

Se não dá pelo meio, Cuca tentou pelos lados do campo, com Bruno Henrique na esquerda e Rodrygo na direita. O treinador chegou a fortalecer a opção, com a entrada de Daniel Guedes em lugar de Renato.

Houve pressão santista contra o Cruzeiro que se defendia muito bem, com o Monstro Dedé – como joga bola – e que se mostrava muito satisfeito com o resultado.

E o que era ruim para o Santos, ficou ótimo para o Cruzeiro. Raniel entrou em lugar de Barcos e, muito mal marcado pelo zagueiro, fez o giro e anotou o único gol do jogo.

Foi um grande passo para o Cruzeiro. Praticamente definiu a vaga, mesmo porque os reforços Bryan Ruiz, Derlis Gonzales e Carlos Sanches não foram inscritos para a Copa do Brasil.

Com os três reforços, Cuca poderá montar um Santos melhor do que esse. Tão ruim que sente falta até do Cuca dos anos 90, que foi bom, mas nunca foi ótimo.


Com Cuca, o Santos não cai mais
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O Santos fez ótima contratação. Cuca é bom treinador, basta dizer que já foi campeão brasileiro. Há pouco tempo. E o fato de ter sido campeão precede e supera qualquer análise sobre o tipo de futebol apresentado para ser campeão. Algo que está em moda hoje. Ah, o cara foi campeão brasileiro, mas jogou de uma maneira ultrapassada e reativa. Meu filho, perguntem para os torcedores do Palmeiras se eles estão preocupados. Outra postura é dizer que, com os jogadores que tinha, poderia ter sido campeão jogando melhor do que jogou. Concordo com a tese.

Mas, quem viu o jogo do Santos contra o Coelho, sabe que discutir título ou forma de ganhar título é o mesmo que discutir se as medidas da Miss Marte eram melhores ou piores do que as de Miss Mercúrio o Grande Concurso de Beleza do Sistema Solar. O buraco é muito mais embaixo. O time do Santos está muito mal e luta para não cair. Um perigo que, creio, será afastado brevemente.

Não apenas por Cuca mas pelos reforços que ainda não estrearam. No momento, o meio campo tem Pituca, Renato e Jean Motta. Um deserto criativo. E o ataque sofre muito com o péssimo momento de Gabigol, que não está merecendo o apelido. Jair Ventura não conseguiu solucionar o problema e, contra o Palmeiras, chegou a escalar o time em um 4-2-4 maluco com Sacha, Gabigol, Rodrygo e Bruno Henrique.

Acredito que Cuca fará a defesa santista ser mais confiável e o famoso contra-ataque, uma das marcas santistas, funcionará novamente. Tem bons jogadores para o esquema. E Carlos Sanchez é muito bom na bola parada.

É  hora de o Peixe reagir.