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City x Feyenoord: Gabriel Jesus ajuda no massacre
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Menon

Massacre. Chocolate. Goleada. Baile. Há vários modos de definir a vitória por 4 x 0 do City sobre o Feyenoord, na Holanda. Todas elas, unidas ou não, mostram a grande superioridade do time dirigido por Guardiola. Nem parecem duas equipes disputando o mesmo campeonato. O City ganhou quando quis. E como quis.

E começou querendo com uma pressão muito bem feita no campo de ataque. Facilitada pelo erro incrível de Tony Vilhena, resultando no primeiro gol antes dos dois minutos. E a a pressão continuou. O City tinha Stones e Otamendi na primeira linha, protegidos por Fernandinho. Três jogadores apenas. Os laterais avançavam muito. Walker era um caminhante solitário na direita. E cruzou para o segundo gol, um belo arremate de Aguero, aos dez minutos.

E continuou o massacre. Gabriel Jesus fez o terceiro, após seguidas rebatidas da frágil e desatenta defesa holandesa. Estava três a zero e poderia ser muito mais. Mas, no segundo tempo, o City mudou. Passou a jogar como o Barça de Guardiola, com muitos passes trocados, esperando o quarto gol. Veio de cabeça, uma nova pedrada de Stones.

Foi muito fácil. A Liga dos Campeões não será um passeio para Real Madri, Barcelona ou Bayern. O City e o PSG estão aí. 


Com Tite, futebol brasileiro ressurge, diretamente do túnel do tempo
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Menon

TUNELDiretamente do Túnel do Tempo, chegam as bandas da minha adolescência: Creedence, Stones, Beatles….e todo aquele popzinho antigo que não tem perigo de assustar ninguém: Tremeloes, Herman Hermits, Abba, Seekers, Mama Cass, Monkees, Hollies e tantos outros.

É como estou me sentido agora, com a seleção brasileira. Pura felicidade. Dribles, passes, bola no chão, toques, tabelas, lançamentos, chilenas, gambetas, encarando quem estiver pela frente, pintando a cara de todos.

Ah, a Bolívia não vale nada? E por que o Brasil vinha de dois empates e uma derrota contra eles em Eliminatórias? Mas, na real, a Bolívia é fraca mesmo. Não interessa. O importante é ver o verdadeiro futebol brasileiro de volta. Ou, sejamos honestos, toda a nossa fama, toda nossa história não foi construída também com vitórias sobre Bolívia e outros rival de nuestra sudamerica querida.

Jogadores há. Estão aí, como estavam para os outros. Neymar, Coutinho…. Não sou Titemaníaco, não o vejo como um novo Guardiola, nem gosto tanto de E QUI LÍ BRIO, mas a verdade é que perdemos muito tempo. Muito tempo com Dunga, que não era treinador. Com Dunga, novamente, que não era treinador e não se preparou para se lo. Que ficou cinco anos sem se dedicar aos estudos e voltou ao maior cargo do mundo. Perdemos tempo com a dupla Scolari e Parreira, que assumiu após a saída de mano. Eles, Dona Lúcia e Alegria nas Pernas.

O futebol brasileiro está de volta. Ou, melhor, está voltando. Há muito o que caminhar, mas Tite deu o primeiro passo. Não vamos gritar seu nome nas arquibancadas – o que apenas demonstra como estávamos carentes – mas não vamos fechar os olhos. Era obrigação vencer a Bolívia? Sim. E a obrigação foi cumprida com muitos méritos. Com requintes.

Como se estivéssemos novamente no Túnel do Tempo.


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