Blog do Menon

The Sun ganha dinheiro com meu trabalho. E eu nem sou citado
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O The Sun publicou uma matéria sobre dona Vera, a mãe de Gabriel Jesus. Aqui está o link.

A matéria é assinada por Stephen Moyes e tem o símbolo de exclusiva. Mas, logo no início cita uma matéria feita no Brazil e repete várias afirmativas de dona Vera sobre a maneira como criou o filho e como zela por sua formação até hoje.

Sou o autor da matéria com a mãe de Gabriel, feita no UOL em setembro de 2015. Aqui está o link.

Bacana ver o trabalho reconhecido. Pena que meu nome não foi citado. E nem o do UOL. Mostra como os sudacas são tratados na terra da Rainha. É um caso típico de como o trabalhador pode ser expropriado no terceiro milênio. A ligação que eu paguei do meu celular, o uso de dados da Internet e, o que nem sempre é reconhecido, meu trabalho intelectual – sou bem pago pelo UOL – vão servir para Stephen Moyes e The Sun ganharem dinheiro.


Ceni aposta e Cotia decide
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O Whatsapp não tem imagem, mas tenho certeza que os olhos de Capitu do trepidante Dassler Marques estavam cintilando quando ele me avistou que o São Paulo terminava o jogo com cinco jovens de Cotia em campo. Importantes na vitória sobre o Santos, algo que não ocorria desde 2009. Dassler é um entusiasta da aposta em jogadores da base.

Rogério Ceni também. Desde que chegou, disse que apostaria nos garotos revelados em Cotia. E hoje já se pode dizer que Buffarini e Bruno disputam um lugar na lateral direita. A esquerda é de Junior Tavares, comprado do sub 20 do Grêmio por 500 mil.

Luiz Araújo fez dois gols, mostrou velocidade e muita ajuda no meio, na recomposição da equipe. O segundo gol veio com um belo passe de Araruna, grande aposta de Ceni. Araruna, de pouco físico, era reserva do brucutu Banguelê. Tem entrado em todos os jogos e mostrado bom passe.

Rodrigo Caio é jogador de seleção. Subiu, ficou entre a zaga e o meio campo. Firmou-se, foi campeão olímpico e está também na seleção principal. Irá para a Europa, como também vai João Schmidt, que atuará apenas até o meio do ano. Se treinadores anteeriores tivessem lhe dado maior atenção, poderia render um bom dinheiro.

Com toda a força de Ceni, parece estranho que o clube tente contratar Sherman Cardenas, colombiano que não deu certo no Galo e nem no Vitória. Shaylon e Lucas Fernandes estão prontos para ocupar seu espaço.


Pimenta comemora apoio de 100 conselheiros. E do cardeal Casal de Rey
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Uma reunião selou o aguardado apoio de Fernando Casal de Rey a José Eduardo Mesquita Pimenta na eleição do São Paulo, marcada para abril. Eles formaram a dupla que comandou o São Paulo na conquista das duas Libertadores e dois Mundiais em 1992/93. Pimenta era o presidente e Casal de Rey, o diretor de futebol. De Rey sucedeu Pimenta na eleição seguinte. O grande sucesso da dupla é o mote da campanha. Algo como ''os bons tempos estão de volta''.

Com o apoio de Fernando Casal de Rey, Pimenta comemora a união da Oposição e garante ter o apoio de 100 conselheiros. Agora, o grupo conversa para escolher o vice-presidente e o coordenador da campanha, que será lançada no dia 22, na rua Amauri.

Pimenta e De Rey consideraram natural e esperada a renúncia de Roberto Natel. E não se surpreenderão com seu apoio e participação na campanha de Leco.


Bolão de férias em Aracaju.
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aracajuOlá, amigos. Estarei de férias até dia 25 de fevereiro. Vou conhecer Aracaju. Deixo aqui um palpite de como estarão os clubes grandes de São Paulo na minha volta. Falo apenas de pontos conquistados. E o palpitão das férias.

Corinthians – Tem 3 pontos. Enfrentará Novorizontino (c), Audax (f), Palmeiras (c), Mirassol (f) – Terá 8 pontos

São Paulo = Tem 3 pontos. Enfrentará Santos (f), Mirassol (c), São Bento (c), Novorizontino (f). Tera 10 pontos

Santos – Tem seis pontos. Enfrentará São Paulo (c), Ferroviária (c), Ituano (f) e Botafogo (c). Terá 14 pontos

Palmieras – Tem 3 pontos. Enfrentará Sao Bernardo (c), Linense (f), Corinthians (f), Ferroviária (c). Terá 11 pontos

E voces. O que acham? Quem acertar, ganha um quilo de castanha de caju.


Eduardo Baptista não merece a cornetagem
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Desde o ano passado, todo jogador apresentado no Palmeiras – e são dezenas – chega ao clube falando em vencer o Mundial. Midia cornetatraining na veia. É proibido ter moderação. Se alguém chegar e dizer que é quase impossível vencer o campeão europeu é capaz de ser tratado como traidor.

A estratégia presidencial – de onde mais viria? – atingiu Eduardo Baptista. Não que ele tenha sido obrigado, mas entrou na onda. Chegou falando em obrigação de ganhar títulos. Palavras que soam como anjos cantando Bach para uma torcida orgulhosa do seu clube – com toda a razão – e se deslumbra com a quantidade de dinheiro e de jogadores chegando.

Para que Willian, se Borja viria? Para que Hyoran? É para ter elenco capaz de ganhar tudo. A quádrupla ou quíntupla coroa. Então, começa o ano. Empate com Chape, com Ponte, vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo e derrota contra o Ituano, também por 1 a 0.

Onde estão as goleadas? Onde está o time que vai ganhar tudo? A ansiedade toma conta das redes sociais e das discussões palmeirísticas. A culpa, evidentemente, passa a ser do treinador. É o mordomo da vez. A sombra de Cuca, como se fosse um grande eclipse, toma conta do clube.

Mas, Eduardo Baptista merece que as cornetas soem? Vejamos:

1) Cuca quis sair – Foi uma decisão dele e não do clube. Não houve injustiça, não houve demissão. Então, Eduardo não pode ser criticado porque Cuca não está mais.

2) Ideias diferentes – Eduardo tem ideias próprias sobre futebol. Ideias diferentes do abc de Cuca. Ele não gosta de marcação individual, prefere por zona. Não gosta de laterais que vão até o fundo, prefere que entrem em diagonal. Gosta de jogar com um volante fixo. Tem direito de ser fiel às suas ideias. Se fosse para pensar como Cuca, que ficasse o Cuquinha.

3) Moisés e Tche Tche – São dois jogadores que se tornaram pilares de Cuca. E Eduardo quer contar com eles, mas ainda não conseguiu. Moisés estava machucado e jogou Tche Tche. Moisés está voltando e Tche Tche se machucou. Esperemos que voltem para que Eduardo possa ser criticado.

4) Tempo para o time ideal – Acredito que Eduardo vá escalar Prass, quatro zagueiros, e Felipe Melo como volante. Depois, terá Tche Tche na direita e Dudu na esquerda com Moisés e Guerra no meio. Borja no ataque. Ainda não conseguiu que esta ideia se materializasse, por contusões e porque Guerra mal chegou e Borja ainda não estreou.

Eu não sou daqueles que defendem um ano de trabalho ao treinador antes que possa ser cobrado. Não sou contra demissão. Até acho que o Palmeiras decepcionou, mas Eduardo merece mais um tempo. Pelo menos até o quinto jogo, quando enfrentará o Corinthians. Até lá, já é possível cobrar um pouco mais do que agora. Por enquanto, é cornetagem exagerada.


Tricolor faz a torcida lembrar do passado e sonhar com o futuro
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A vitória do São Paulo foi impressionante. Faz a torcida lembrar de glórias passadas e sonhar com um futuro muito melhor do que os anos ruins que tem vivido. Não foi perfeito, é lógico. O time sofreu dois gols e poderia ter levado mais um, logo após o primeiro, o que complicaria muito o jogo. Seria um 2 a 0. Já são seis gols em dois jogos. Mas foi uma vitória impressionante.

O São Paulo pressiona muito. Fez assim contra o Audax, um time preparado para esse tipo de jogo e se deu mal. Jogou assim contra o Moto, fez um gol em dois minutos e tirou o pé. E jogou assim contra a Ponte. Deu tudo certo. Na derrota feia, na vitória inexpressiva e na goleada redentora, o time foi o mesmo. Manteve-se fiel aos conceitos de seu treinador. Treinados exaustivamente.

Luiz Araújo, que perdeu um gol imperdível, foi fundamental para que a pressão existisse. Ele marcou em cima, marcou atrás, deu carrinho, deu caneta, deu passe bom, cobrou escanteio com perícia. Tudo o tempo todo.

Cueva foi o cara que iniciou a virada. A Ponte era, os números tornam difícil acreditar, um time bem postado em campo, com as tais duas linhas de quatro bem definidas. Mas não tem linha de quatro ou de cinco que resista à uma bola enfiada. Foi o que ele fez no segundo gol. Um passe perfeito que quebrou as linhas da  Ponte. Que quebrou a própria Ponte. Foi a virada que havia se iniciado com o próprio Cueva,com um gol de centroavante, aproveitando-se de um rebote de Aranha.

Cueva é toque, é drible, é passe, é briga, é marra. futuro

Gilberto fez três. Gol de centroavante. Ele está lá para fazer gols e foi muito criticado pela falta deles. Agora, não há o que contestar. É uma opção a mais para o time que contratou o ótimo Pratto. Aplaudidíssimo em sua apresentação, ao lado de Jucilei. Olho, que Ceni passa a ter elenco.

Foram os caras do jogo, apesar do belo gol de Thiago Mendes.

Outros jogaram bem, mas o importante é que 50 mil pessoas viram um jogo que guardarão para sempre. Viu um time agressivo, com um ânimo espetacular, com uma presença em todo o campo. Teve 71 por cento de posse de bola. Viu um time que aponta para o futuro e que faz valer a pena a musiquinha que muita gente acha que dá azar e que na verdade nos últimos anos, mostrou-se totalmente longe da realidade. Agora, não. O campeão voltou pode ser entoado, mesmo que títulos não venham.


Rafael Gomes Felix da Silva deu aaaaasa ao Santos
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maradona-mano-de-dios85442O gol do Santos não foi polêmico. Polêmico foi o gol de Maradona contra os ingleses em 86. La mano de Dios. O gol do Santos foi um escárnio. Ele não existiu. A bola não ultrapassou a linha. E foi impulsionada com a mão de Kayke. Dois erros na mesma jogada, aos 48 minutos do segundo tempo. Dois pontos a mais para o Santos. Um ponto a menos para o Red Bull, que viu o rival ganhar ''aaaaaasas'' com ajuda do árbitro.

Ajuda intencional. Lógico que não. Mas grave. Não dá para errar tanto assim. O erro anterior, no segundo gol do Red Bull até é aceitável, foi o famoso impedimento que sá a televisão vê. O não gol de Kayke não tem perdão. Não adianta falar que o juiz é humano, que pode errar blablabla. É juiz porque quer, por livre e espontânea vontade, sem nenhuma pressão. Ganha em torno de 3 mil reais por 90 minutos.

O nível da arbitragem brasileira é ruim. E não vou aqui relativizar, comparando com a Tailândia ou com a Europa. É ruim e ponto. Como o atual presidente de Pindorama. É ruim e ponto. Não merece a relativização com os anteriores.


Corinthians é organizado e muito chato
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bibliotecaA coleção verde tomava conta da estante de casa. Toda a obra de Monteiro Lobato, milimetricamente arrumada. Extremamente organizada. Até o dia em que eu peguei o primeiro livro nas mãos e entrei em um mundo de fantasia e emoção. Aprendi a ler assim, juntamente com A Gazeta Esportiva no bar do João Varzone e na quitanda do Grilinho.

O Corinthians também é organizado. Como uma enorme estante de livros da mesma cor. Organizado, mas ao contrário de Lobato, não há surpresa alguma ao começar o jogo. É um time chato, bem compactado, mas sem projeção, sem drible, sem nada de novo. Não há improvisação, não há mudança de ritmo… Surpresa houve apenas no belo passe de Gabriel, de cabeça, para o jogador do Santo André, que fez o passe perfeito para Claudinho marcar o segundo.

Antes da derrota para o Santo André, a tal organização rendeu um empate sem gols contra o São Paulo, vitórias de 1 a 0 sobre Ferroviária, Caldense e São Bento…

É muito pouco para o Corinthians. Que Jadson ajude a melhorar o rendimento. Mas é preciso melhorar a postura e a proposta. Um pouco de desorganização iria bem, não?


Túmulo do futebol? Torcida palmeirense reage e faz festa para Borja
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vinciusVinícius de Moraes, o genial poetinha-diplomata, um dia, na boate Cave, irritou-se com o palavrório incessante e desabafou dizendo a frase que se tornou imortal: ''São Paulo é o túmulo do samba''. Frase injusta, no mínimo. Basta lembrar Adoniram Barbosa. Basta ver a pujança dos blocos de rua, basta ver como as escolas de samba melhoram ano a ano. (A caricatura é do Eric)

O samba paulista resistiu ao vaticínio de Vinícius de Moraes. Sofre agora com a tentativa de asfixia dos blocos de rua, comandada pelo poder público. Mas a verdade, entre o desabafo do compositor e a ação do prefeito, distantes algumas décadas,  é que há samba em São Paulo. E ele é vencedor.

As torcidas de futebol resistem à tentativa de transformar São Paulo em túmulo de futebol, como bem disse o amigo Alexandre Lozetti. A mais perseguida é a do Palmeiras. Talvez por ser a mais feliz e a que tem tido mais motivos de comemoração no último ano. Não pode fazer festa na rua, não pode recepcionar seus jogadores na chegada ao seu estádio. Não pode festejar na rua o título ansiado por mais de 20 anos.

E agora, os palmeirenses, tiveram dificuldades em receber Borja, seu novo futuro ídolo e goleador.

Haveria uma recepção enorme no portão 3 de Cumbica. A Infraero proibiu. Determinou que o jogador sairia do aeroporto sem ter contato com a torcida. Como se fosse um bandido algemado. Muita gente desistiu da recepção. Mesmo assim, a quantidade de fiéis verdes era grande. Gritavam e seu grito foi ouvido.

Houve então a mudança para o portão 2, bem menor. Há a possibilidade de a diretoria do clube ter comandado uma intermediação que permitiu o contato torcedor-ídolo, que é o que mantém o futebol vivo, como a grande paixão nacional. Se for verdade, fez muito bem. Paulo Nobre, o antigo presidente, foi a favor do fechamento da rua Palestra Itália e de jogos com torcida única.

Foi um ato de resistência dos bravos palmeirenses que foram ao aeroporto. Deveria continuar sempre, contra promotores mediáticos, gerentes de aeroporto e todo tipo de burocrata que não entende nada de futebol.

Não duvido que a restrição aos palmeirenses se estenda a outras torcidas. A do São Paulo, por exemplo, tomará as ruas que levam ao seu lindo estádio. Haverá mais de 40 mil torcedores incentivando o time contra a Ponte Preta. Uma festa incrível, uma festa de pessoas que amam seu clube e o acolhem em momento difícil. Uma ato de amor que deveria ser incentivado. Esperemos para ver se a acolhida ao ônibus continuará existindo ou se também entrará no index repressor dos promotores. Se um deles estiver acordado no domingo e vir aquela festa, é capaz de, no dia seguinte, proibir tudo. Antes, chamarão as televisões. Afinal, quem não está no BBB, precisa estar na mídia de alguma forma.


Borja ou Pratto? Pratto ou Borja?
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Miguel Angel Borja tem 23 anos e 1,83m.

Lucas David Pratto tem 28 anos e 1,88m.ponto

Borja nasceu em Tierra Alta, na Colômbia, e é destro.

Pratto nasceu em La Plata, na Argentina, e é destro.

Borja recusou jogar na China para construir uma carreira na seleção colombiana.

Pratto recusou jogar na China para construir uma carreira na seleção argentina.

Borja teve uma ascensão meteórica em 2016, quando trocou o Cortuluá pelo Atlético Nacional.

Pratto tem uma carreira mais consolidada, com dois anos no Velez e mais dois no Galo.

Prato, nos dois últimos anos, fez 42 gols em 107 jogos pelo Galo.

Borja, no último ano, fez 36 gols em 47 jogos, pelo Cortuluá e pelo Atlético. Em 2015, fez 10 gols em 49 jogos pelo Santa Fe.

Borja é mais centroavante, tem velocidade e força. É um nove nove.

Pratto é mais técnico, joga como centroavante, mas também um pouco recuado. É um oito e meio.

Pratto chega com a responsabilidade de fazer o combalido São Paulo funcionar.

Borja chega com a responsabilidade de fazer o campeão Palmeiras mais campeão ainda.

Borja tem a sombra de Willian, pequenininha, e de Alecsandro, bem forte.

Pratto tem a sombra de Chávez e de Gilberto. Sombrinhas mixurucas.

Pratto chega para ser líder do time.

Borja chega para ser mais um jogador, no aspecto liderança.

Se Borja jogar o que jogou no ano passado, será um sucesso. É  quase impossível que não jogue.

Se Pratto jogar o que jogou nos últimos quatro anos, será um sucesso. É bem provável que jogue.

Borja e Pratto são contratações ousadas. Contratações que mudam as aspirações de cada time. Contratações que deixam o futebol paulista mais forte.

Borja e Pratto são as duas grandes atrações do futebol brasileiro, quando se fala de área. Paolo Guerrero é outra.

E os brasileiros? Os melhores são Frederico Chaves Guedes e Ricardo Oliveira, veteranos donos de carreiras invejáveis que tanto Pratto como Borja gostariam de construir.

Onde estão os nossos outros centroavantes? Borja e Pratto são um alerta para as nossas categorias de base.

Pratto ou Borja? Borja ou Pratto? Com certeza, não é uma pergunta tão absurda como Messi ou Taison?

A resposta pode ser Borja e Pratto. Prato e Borja.

Obs – Não levei em consideração valores financeiros e tempo de contrato.