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Falta pouco, Palmeiras! São Paulo só depende de si
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Menon

O Palmeiras fez sua parte. Ganhou os três pontos, mas o título ainda não veio. Pode ser no domingo, com uma vitória sobre o Vasco, em São Januário.

O bom é que, após um primeiro tempo que colocou uma pulga atrás da orelha dia torcedores, ainda ressabiado com aquele empate com o Paraná, o time fez quatro gols, com direito a muito sangue de Deyverson, e está mentalmente forte para garantir o campeonato o mais rapidamente possivel.

Dudu fez um grande jogo e é o cara do título que virá. Está vindo.

O Flamengo se manteve na briga conseguindo uma boa vitória sobre o Grêmio. Mandou no jogo. E, quando o Grêmio, depois dos 20 do segundo tempo, passou a pressionar bastante, o Flamengo apostou com sucesso nos contra-ataques.

O primeiro gol veio com falta de Uribe em Cortez. E o goleiro César fez uma defesa espetacular em cabeçada de Geromel, aos 43 do segundo tempo.

A vitória do Flamengo era a única possibilidade de o campeonato não acabar. Mais cedo, o Inter havia perdido em casa para o Galo. Perdeu gás o Colorado e está subindo o Atlético, com a terceira vitória seguida.

A derrota dos times gaúchos abriu caminho para o São Paulo chegar em quarto lugar e garantir um lugar na fase de grupo da Libertadores.

Basta empatar com o Vasco para ficar um ponto à frente do Grêmio. E lutar para garantir a vantagem mas duas últimas rodadas. O São Paulo enfrentará o Sport em casa e a Chape fora. O Grêmio visita o Vitória e e o Corinthians.


Boca é exemplo para brasileiros
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Menon

O Boca está na final da Libertadores. Porque joga de acordo com sua grandeza histórica. Porque joga além de sua grandeza técnica.

Veio ao Brasil e jogou no ataque. Um 4-3-3, com Villa e Pavón abertos e Ávila centralizado. Nada de retranca, nada de pontapé, nada da tão famosa catimba.

Jogo limpo.

Agora, pensemos na postura de clubes brasileiros. O Corinthians, por exemplo, acoelhado contra o Flamengo e o Cruzeiro, na Copa do Brasil. E o próprio Cruzeiro, sempre na conta do chá.

Se jogasse assim contra o Palmeiras, o Boca talvez sofresse os mesmos dois gols que sofreu. E quantos faria?

A seu favor, o Boca teve a pobreza tática do Palmeiras, apostando sempre na “casquinha” para Deyverson.

Muito pouco.

O melhor do Palmeiras foi Felipe Melo. E o pior foi o comportamento do time no segundo gol do Boca. Parecia treino. Deixaram Benedetto finalizar. Com participação de Felipe Melo.

O Boca foi muito mais do que é.

O Palmeiras foi muito menos do que poderia ser.


César: “Deyverson não é maluco e Verdão vai ganhar na Bombonera”
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César Augusto da Silva Lemos foi titular do Palmeiras de 1967 a 1974. Centroavante, disputou 325 jogos e fez 182 gols. Jogador muito intenso, não fugia do pau, não rejeitava confusão e ganhou o apelido de César Maluco. “Eu não gostava. Era um tempo diferente, se me chamavam de maluco, significava que eu era doido, então ia precisar de psiquiatra ou hospício. Era igual nos anos 60, se chamasse alguém de veado, era murro na boca. Agora, a turma até comemora”.

Mas não adianta. Teve de aceitar: “Meu neto me chama de vovô César Maluco. Vou reclamar com ele?”

E o Deyverson, César? É maluco?

Não, nada disso. Ele é um menino alegre, todo mundo gosta dele. Levou um vermelho injusto contra o Ceará, os dois levantaram o pé. E ele está começando agora, é só conversar com ele. O Felipão sabe conversar. Felipão é campeão do mundo, quando ele fala o jogador respeita, sabe quem tá na frente dele. Felipe Melo é outro cara incompreendido. Comanda o time, joga na bola, devia ser capitão. Se der algum problema, o Scolari resolve.

O velho centroavante gosta das três opções do Palmeiras atual. Deyverson é oportunista, Bigode é velocista e Borja, o mais clássico dos três. Bate bem na bola. Pode render mais. “Precisa de carinho com ele. A torcida precisa ajudar. O problemas é que as bolas não estão chegando para ele como chegam para os outros dois”.

Qual jogador do Palmeiras você mais admira, César?

Gosto de todos, mas o Dudu é maravilhoso. Ele pode ser sempre o melhor em campo. Precisa abandonar uma gracinha ou outra e só jogar bola. Ninguém segura. O Oswaldo Brandão, que era nosso treinador, me puxava a orelha. Eu achava ruim, mas hoje eu sei que estava certinho. O Dudu precisa ouvir mais”.

Não é um problema. Nada é um problema. César tem uma certeza futebolística. “O Palmeiras vai ganhar o Brasileiro e a Libertadores. No Brasileiro, é só ganhar do Flamengo que tá definido. A Libertadores é mata-mata e Felipão é o rei do mata-mata”.

E o jogo contra o Boca?

“Cara, vamos ganhar as duas. O Palmeiras está numa alegria imensa, virou uma família, está no pique e ninguém segura. Tem de chegar na Bombonera de cabeça alta, sem ter medo de nada e sem aceitar provocação. É só jogar bola e faturar”


Deyverson não pode ser protegido. Péssimo profissional
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Deyverson já se definiu como alguém que tem um chip solto. É assim a tendência de se tratar pessipe simples, quase simplórias, que cometem erros. Perdoemos, eles não sabem o que fazem.

Basta!

A entrada duríssima em Quixadá deve servir de limite.

Não mais.

Deyverson provoca os corintianos e seus companheiros precisam servir de segurança. Deyverson faz embaixadinhas contra o Cruzeiro. Deyverson sofre falta, rola pra fora do campo, rola pra dentro.

Cansei de Deyverson. Minha simpatia pelo chip solto já era.

Para mim, passa a ser um bom jogador e um péssimo profissional.

 

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Deyverson provoca, não segura a onda e pode prejudicar o Palmeiras
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Menon

No ano passado, gostei muito da apresentação de DEYVERSON no Palmeiras. Um cara simples, simpático e que me impressionou por ter a noção da grandeza do clube que defenderia. Alguém fora dos parâmetros “profissionais” dos jogadores de hoje. Bem, o início não foi fácil, ele se recusou a participar de uma decisão por pênaltis, passou a ser uma opção muito distante e tudo indicava que sua passagem pelo Palmeiras seria efêmera.

Com a chegada de Felipão, voltou a ter chances e tratou de aproveitá-las. Deu resultado, fez alguns gols, mas seu comportamento em campo tem sido ridículo. O Palmeiras disputa três competições e ele esteve suspenso nas três. Vive procurando briga, vive fingindo contusões (Neymar, perto dele é Robert de Niro) e adora uma provocação.

Das duas uma?

Deyverson  está sob pressão para dar certo e por isso perde a cabeça, com atitudes ridículas.

Deyverson é chato mesmo. Uma mala incorrigível.

De uma forma ou de outra, o Palmeiras pode se prejudicar. E temos uma pergunta. O que ele aporta em campo, como jogador, vale a pena diante da confusão que sempre o cerca.

Interessante notar que Deyverson não aguenta um gato pelo rabo. Ele provoca e não segura a onda. Contra o Corinthians, provocou com a piscadinha e depois abriu a boca. Seus companheiros de time precisaram se comportar como seguranças dele para que não entrasse em briga com os rivais.

E agora, contra o Cruzeiro? Deu umas embaixadinhas e levou, de troco, dois empurrões. O que fez? Encarou? Nada disso, ficou rolando na grama, como um poodle. E ainda levou uma bronca de Fred.

O comportamento varzeano de Deyverson pode atrapalhar muito o Palmeiras.

 

 


Papelão de Sassá e do Palmeiras
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Menon

Cruzeiro e Palmeiras fizeram um belo jogo. Tecnicamente, não, mas com boas alternativas. Cruzeiro melhor no primeiro tempo, Palmeiras no segundo. Um resultado justo. E um papelão no final.

O que o Palmeiras tinha a reclamar no final do jogo? A contusão de Fábio parou o jogo por dois minutos e meio e o árbitro deu mais três. Para que brigar? Lutou quanto foi possível e não conseguiu o segundo gol. Dê a mão ao rival e desça para o vestiário.

Mas, não. Deyverson não consegue ficar longe de um bolinho. Adora um empurra-empurra. E seus colegas de equipe se transformam em seguranças dele. Não tem um jogo em que não apronte alguma coisa, vive expulso ou suspenso.

E Sassá?

Um murro na boca de um colega de profissão em um jogo que lhe deu a vaga na final? Qual o motivo? O que pode explicar uma agressão assim?

Se não tem capacidade para entender o que é esporte, o que é um jogo, que pense pelo menos de maneira pragmática. Ganhamos, não quero mais briga. Nada disso. Está suspenso. Fora da final.

Violento e burro.


Quem para o Palmeiras, locomotiva verde?
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Menon

A curva ascendente do Palmeiras no segundo turno aponta o time de Scolari com grandes chances de ficar com o título do Brasileiro. O grande favorito.

O Palmeiras terminou o primeiro turno com 33 pontos, em sexto lugar. Agora, tem 50 pontos e está em segundo. Ou seja, em sete partidas, ganhou metade dos pontos que havia amealhado em 19 jogos.

O aproveitamento no primeiro turno foi de 57,89%.  No returno, é de 80,95%. Uma melhora de quase 25%.

A comparação com os outros rivais é muito boa para o Palmeiras. Enquanto conseguiu 17 pontos, o que fizeram os outros? Inter (12), Flamengo e Grêmio (11), São Paulo (10) e Galo (9).

É ou não é uma escalada vertiginosa? Mas números não definem tudo. O importante é ver a diferença do futebol praticado pelo time. É muito melhor que os outros, embora não seja um esquadrão internacional.

Nem vi Palmeiras x Sport, mas vi São Paulo, América, Inter e Corinthians. Que pobreza! Dois jogos horríveis. Amanhã, falarei sobre eles.

O elenco do Palmeiras é muito melhor. No ataque, as opções são Willian, Deyverson e Borja. E há outros exemplos.

Vai ser difícil segurar.

 


Roger é pior que o fraco Deyverson. Saudades de Evair e Jô
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Menon

O celular tocou. Era meu grande, enorme amigo Turco Simão, equilibrado palmeirense. Está revoltadíssimo com o tratamento dado à piscadinha de Deyverson ao deixar o campo.

Meu amigo aponta dois dados interessantes para a análise. Deyverson é um sujeito simples, quase simplório, que está se recuperando na carreira e que sofre uma pressão muito grande para acertar. E para agradar a torcida, que o tratou muito mal nos primeiros erros.

E o Roger, pergunta o pai da Maria Simão? O Roger que jogou de forma violenta, que empurrou Gómez e que tentou brigar após a piscadinha? Um comportamento muito pior e que não é criticado.

Meu amigo tem razão. Concordo em muito com ele. Não tudo, é lógico.

Acho Deyverson um jogador sem equilíbrio psicológico. Na ânsia de agradar, joga de forma violenta e provocativa. Foi expulso contra Bahia, Cerro e só não foi contra o Corinthians porque Felipão o substituiu.

Depois que erra, chora e chora. Arrependimento? Não sei. O que eu acho é que precisa de acompanhamento. psicológico. Nem que seja com o professor Scolari, contemporâneo do analista de Bagé.

Roger é outro caso. Com 33 anos, tem pouco tempo mais de carreira. Uma carreira muito irregular, com muito mais pontos baixos que altos. Fracassou no São Paulo, Palmeiras e, recentemente, no Inter.

É fraco fisicamente. E tecnicamente. Além disso, de seu pequeno repertório, recebe poucas bolas. Fica irritado diante de sua impotência e reage no limite da violência, com cotovelos voadores.

A outra forma de reação ao seu  momento ( ? ) ruim é querer agradar a torcida com gestos exarcebados.

Então, temos:

Um centroavante sob pressão que reage com provocações acima de seu limite e que terminam com choro.

Um centroavante de baixo nível técnico, que joga no limite da violência e que tenta se cacifar como representante da torcida.

Evair não provocava. Edmundo não chorava.

Jô marcava. E não batia em ninguém.


Roger Guedes, o maior erro de Alexandre Mattos
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Menon

Roger Guedes é um dos destaques do Brasileiro. Talvez o maior deles. Com a camisa do Galo tem sido pródigo em gols e passes decisivos. E ainda tem vínculo com o Palmeiras. E porque faz a alegria dos atleticanos e não dos palmeirenses.

Na verdade, no ano passado, Guedes fazia a irritação dos verdes atingir níveis estratosféricos. Jogava bem um dia e mal nos outros dois. E, em muitos jogos, dava a impressão de ter ficado no ônibus e nem entrado em campo.

A solução foi um empréstimo.

É a solução mais fácil e não a mais correta.

O principal questionamento da situação é o seguinte: por que ele joga lá e não joga aqui?

Culpar o jogador é fácil, é lavar as mãos. Afinal, se o Palmeiras acreditou que poderia tirar Michel Bastos de seu sono eterno e incutir doses de responsabilidade em seu futebol, por que não fazer o mesmo com Guedes?

Como o Palmeiras tem muito dinheiro – é um fato e não uma crítica – não existe paciência com jogador. Vai lá e compra outro. E nem sempre essa ação agressiva é bem vista. Vamos lembrar três casos com Cuca.

Ele não gostava de Borja e pediu um novo atacante. Veio Deyverson, que tem uma indisposição amorosa com a bola.

Ele não gostava de Felipe Melo. Em vez de não escalar, o que é seu direito, afastou jogador dos treinamentos, o que a lei não permite. Melo foi buscar seus direitos e foi reintegrado. Hoje é fundamental ao time. E foi um dos causadores da saída de Guedes, que não gostou de um trote dado por ele.

Cuca queria mais um atacante. Pediu Richarlison, do Fluminense. O Palmeiras combinou tudo com o jogador e esqueceu de falar com o Flu, que se recusou a fazer negócio. Lógico, havia a possibilidade futura de uma negociação com o Exterior, o que se confirmou. Cuca chegou ao cúmulo de dar uma entrevista dizendo que havia falado com Abel, treinador do Fluminense, e garantido que ele não ficaria na mão. Que ele, Cuca, cederia alguns jogadores ao Flu. Ora, Alexandre Mattos ganha bem para Cuca dar uma entrevista dizendo que Abel receberia novos jogadores?

O caso mais recente foi o de Scarpa. O Palmeiras acreditou nos mesmos empresários que haviam quebrado a cara no caso Zeca. Disseram ao jogador que ele seria liberado e iria para o Corinthians. Quando viu que não era nada disso, Andrés pulou fora. E Zeca só saiu em troca de Sasha.

Bem, Alexandre Mattos deixou o Fluminense de lado e foi buscar o jogador, pagando diretamente a ele e a seus empresários. E a Justiça deu ganho de causa ao time carioca. Como fica? Os empresários devolverão o dinheiro e o Palmeiras o repassará ao Flu? Seja qual for a solução, Scarpa, se vier, somente em agosto.

Esse deslumbramento com dinheiro fácil é perigoso. Leva de erros menores como as contratações de Roger Carvalho, Fabiano, Fabrício, Michel Bastos e Juninho, até a perda do destaque do Brasileiro, passando por constrangimentos com um time rival. Constrangimento ainda mais desnecessário porque se transformou em derrota. Duas vezes.

 


Máquina Verde engrena com rejeitados de Cuca
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Menon

O Santos foi a quinta vítima do Palmeiras em cinco jogos. O Mirassol, no sábado, entre pierrôs e colombinas, no início do Reinado de Momo, será o sexto. O time parece imbatível, pelo menos em termos de campeonato. É muito favorito. Foi uma vitória tranquila, iniciada sem que o Santos praticamente houvesse tocado na bola.

Felipe Melo novamente fez uma ótima partida. Tem sido constante. E Borja fez um golaço. São dois jogadores que não cabiam no time de Cuca, o antigo treinador. O que nos leva a pensar no poder absoluto do treinador. No caso de Felipe Melo, Cuca disse que o afastaria do time porque ele tem um estilo de jogo que não se adaptava ao que Cuca queria. Analisemos por aí, sem pensar nos problemas extra-campo criados pelo jogador, inclusive com gravação em que ele ofendia o treinador.

Não caberia a Cuca fazer Felipe Melo se concentrar em jogar futebol? Não caberia a Cuca fazer Felipe Melo se adaptar ao seu estilo de jogo? Não? Tudo bem, não sou adepto de treinador que define um estilo, um esquema e faz o jogador se adaptar a ele. Mas, se fosse o caso, precisava afastar o jogador? (Não estou levando em conta as questões disciplinares).

E Borja? Ainda não é o mesmo do Atlético Nacional. Talvez nunca seja. Pode ter sido apenas um ciclo virtuoso, ou melhor, um ano virtuoso. Mas, está melhorando. Está rendendo bem e fez um belo gol. Com Cuca, não jogava. Aliás, ninguém do elenco servia, porque ele pediu Deyverson, que, convenhamos, também não é nenhum Evair.

É preciso acabar com o poder absoluto dos treinadores. Não dá para ser assim: não está se adaptando ao que quero, afasto e a diretoria que contrate outro. Logicamente, nem sempre o treinador está errado. Há casos em que, como Dorival, ele pede um ponta veloz e recebe um meia lento. Mas o inverso é mais comum. Pedem, pedem, pedem e não abrem mão de seu esquema preferido. Como uma criança tentando colocar um bloquinho redondo em um espaço retangular. O poder absoluto.