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Vasco não precisa de Eurico. Eurico precisa do Vasco
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Menon

“Eurico Miranda é o câncer do futebol brasileiro”.

A frase acima sempre me incomodou. Não gosto de comparações com doença, principalmente câncer. E sempre achei que, se Eurico saísse de cena, pouca coisa mudaria. Tem muita gente como Eurico na direção do futebol brasileiro. Gente mais elegante, mais fina, mais educada, mas também compromissada com a falta de gestão na CBF, por exemplo. Nenhum dirigente brasileiro se diferencia de Eurico na hora de manter del nero, marin, ricardinho teixeira no comando do nosso esporte preferido.

Eu cheguei – tolinho que sou – a me iludir. Eurico é tosco, mas ama o Vasco.

Perdão.

Eurico ama Eurico.

E é mentira que o Vasco precisa dele, como repete sempre, com empáfia.

Não saio porque o Vasco precisa de mim.

Tudo indica que Eurico é que precisa do Vasco. Que Eurico ama Eurico e euriquinho.

Quem ama o clube não permite que chegue às manchetes como chegou. Com suspeita de saque. Com rescisões apressadas de jogadores de Carlos Leite.

A relação é complicada. Jogadores de Carlos Leite com bom mercado (Mateus Vital e Paulinho) saem ou podem sair. Jogadores sem mercado (ainda que bons) como Wellington e Breno assinam por três anos.

Eurico deixa o Vasco sob suspeita. A frase tem dois sentidos. Eurico está sob suspeita. O Vasco está sob suspeita. Quem ama, não mata. Eurico não mata, mas fere o Vasco.


Wellington e o SPFC fizeram uma grande bobagem
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Jogador de futebol tem estafe. Empresário, família e assessor de imprensa. Clube de futebol tem assessoria de imprensa. Tem até programação própria. Então, no futebol profissional em que se vive, é difícil entender que um jogador de um grande clube, com tanta gente a seu lado, faça uma besteira como fez Wellington.

Ao ser entrevistado pela TV do clube, é avisado que a mochila está aberta. Responde, então: “ainda bem que estou no São Paulo, se fosse no Corinthians…”. A declaração foi ao ar, pela tv oficial do clube, via snapchat. E ganhou as outras redes sociais.

Wellington propagou um preconceito recorrente. Corintiano é ladrão. De onde vem esse preconceito? Do fato de o Corinthians ter muitos torcedores do estrato mais pobre da população. Ou seja, pobre e preto é ladrão. Wellington é negro e já foi pobre. Ele ajuda a disseminar um preconceito contra ele mesmo.

E pode ainda responder respostas atravessadas lembrando que o ultimo ex-presidente de seu clube, como dizer, não cuidou muito bem das finanças do clube, permitindo que a namorada tivesse acesso a muitas transações tenebrosas. Pode ouvir também algo a respeito de seu exame antidoping que deu positivo.

Assessores deveriam ensinar os jogadores como se portar em entrevistas. A respeitar clubes de futebol. O clube é o estuário da paixão, o clube é amado pelo torcedor. O clube.

Wellington, ao fazer isso, caminha ao lado de pessoas que desrespeitam o próprio futebol e o cargo que ocupam, como Luis Paulo Rosenberg e Vampeta. Rosenberg, que foi economista importante no governo Sarney, quando a inflação chegou a 85% mensais, adora manter-se na mídia fazendo insinuações homofóbicas contra o São Paulo. É o que lhe resta.

E Vampeta, agora presidente de um clube e ao mesmo tempo comentarista em uma rádio paulista, também abusa do preconceito contra o São Paulo e contra homossexuais. Sem ter respeito ao cargo que ocupa – o de presidente – continua fazendo besteiras e falando aquelas bobagens tipo quarta série.

Futebol é algo alegre e que merece brincadeiras. Brincadeira é diferente de insinuações e acusações. Este tipo de coisas só aumenta a violência em uma sociedade já violenta como a que vivemos.


Wellington, Denílson e Osvaldo devem deixar o São Paulo
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A derrota para a Ponte e a quase certa eliminação da Copa Sul-americana serviram para abrir os olhos da diretoria do São Paulo. A ideia – defendida por Juvenal Juvêncio – de que seria necessário trazer apenas quatro jogadores foi abandonada. “Foi uma pancada muito grande. Precisa mudar muita coisa e vai ser mudado”. me disse um alto dirigente do clube.

E dinheiro? “Temos crédito na praça e a ideia é nos desfazermos de alguns jogadores para fazer caixa e trazer outros. Wellington, Denílson e o Osvaldo podem sair. O Luís Fabiano também, se as coisas não melhorarem. Já acertamos com o Luís Ricardo e ainda podem vir o Gilberto e o Bruno Henrique, que estão na Portuguesa”, disse o dirigente.

Ele confessa que a reação conseguida no Brasileiro chegou a enganar os dirigentes. Foram dez jogos sem derrota, houve o afastamento da possibilidade de queda e chegou-se à conclusão de que apenas ajustes fariam o time melhorar. Agora, não. “Precisa mudar muito. Temos jogadores talentosos na base,  no sub-17, mas o lançamento deles é perigoso em um momento de baixa do time. Mesmo assim, alguns serão integrados ao time principal”.

A diretoria espera definir também a situação de Rogério Ceni. Ela é totalmente refém dos desejos do capitão do time. Se ele quiser sair, sai. Se quiser continuar, continua. Tem o direito de decidir o seu futuro. Só se espera que a decisão venha logo. E Rogério é uma esfinge. Ninguém conhece o que está pensando. Não se sabe, por exemplo, como a eliminação da Sulamericana pode influenciar sua decisão: abalado, apressará a aposentadoria? Ou será um desafio para jogar mais um ano e sair por cima?

Entre tantas indefinições, o consenso é que não se pode errar mais como em 2013. E três nomes são o símbolo do fracasso: Lúcio, Clemente Rodríguez e Sílvinho.


O presente goleia o passado
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Não foi apenas a vitória de um time muito superior tecnicamente sobre outro. Foi a vitória de um time contemporâneo sobre outro ultrapassado. O Atlético dominou desde o primeiro minuto, goleou por 4 a 1, expôs a fragilidade de muitos jogadores do São Paulo e deixou o adversário à beira de uma crise.

O Atlético jogou com Ronaldinho na armação e três atacantes: Bernard, Tardelli e Jô. O São Paulo veio com cinco no meio-campo: Denílson, Wellington, Jadson, Ganso e Douglas. Cinco contra três. E o Galo dominou o meio-campo como se tivesse 15 jogadores no setor. Qual a explicação?

É impressionante como Bernard e Tardelli voltam para a judar na marcação. Para fazer a recomposição, como se diz. Um time moderno, com setores que se auxiliam e se complementam. E com dois volantes fortes na marcação e que aventuravam no ataque.

O São Paulo, além dessa deficiência tática, foi de uma pobreza técnica de dar dó. Só para falar do final do jogo, com os lances ridículos de Wellington e Carleto. Wellington perdeu jogo de ombro para Ronaldinho. Simulou uma queda ridícula. Carleto fez falta forte em Rosinei e levou um tapão na cara. Em vez de reagir, caiu ao chão. Medíocre.

O primeiro tempo terminou 1 a 0 e o São Paulo deveria agradecer. O Galo merecia mais. No segundo tempo, Ney Franco veio com Silvinho para diminuir o isolamento de Luís Fabiano. Um jogador desconhecido estreia em um jogo decisivo em uma situação calamitosa. Planejamento?

Houve uma chance para o São Paulo, mas o gol não saiu. O Atlético continuou dominando, pressionando e aí Edson Silva e Rafael Toloi erraram como principiantes varzeanos. Com os dois gols, ficou evidente que haveria uma goleada humilhante. Ainda houve o quartol, quando Ronaldinho ganhou o jogo de corpo de Wellington. O São Paulo diminuiu graças uma falha grotesca de Vitor.

É um timaço o Galo de Cuca. É um time ainda em formação, com muitos jogadores fracos, o São Paulo de Ney Franco.

Adalberto Batista disse, após o jogo, que Ney Franco continua. Nem sei se é certo ou errado, apesar de não entender sua fixação pelo futebol de Douglas. Clara é a necessidade de dois laterais, um zagueiro e um volante. Titulares. E de um atacante para a reserva. Se não for assim, novos vexames virão.


Ronaldinho deve vencer duelo anacrônico contra Wellington
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Quando Ronaldinho receber a primeira bola no jogo de hoje, Wellington estará a poucos passos dele. Isso, se o craque estiver de frente para o campo do São Paulo. Se estiver de costas, a marcação sera mais dura, terá sinais de assédio. A distância entre volante e meia, marcador e marcado, operário e virtuoso será de centímetros. Ou estarão colados. E, com a pena esquerda fixa no chão, como apoio, Wellington tentará, com a direita impedir que a bola chegue ao meia do Galo.

Sempre que vejo um lance desses me lembro imediatamente de Telê Santana. Nada o deixava mais bravo e rabugento do que volante fazendo falta em adversário que estivesse de costas para ele. Telê dizia que, de costas, o máximo que o meia poderia fazer era recuar a bola para um companheiro. Sofrendo a falta, teria muitas possibilidades: desde a cobrança direta ou alguma jogada ensaiada. Afinal, estaria de frente para o gol.

O duelo entre um volante e um meia, entre um marcador e um criador é muito injusto. Aquele que entra em campo para impedir o o outro de jogar pode ganhar 19 lances a cada 20 da disputa particular. No único que perder, haverá o gol adversário. Então, nós jornalistas, daremos nota maior para o volante, dizendo que ele anulou o craque. Só perdeu um lance. O lance do gol.

Este é o quarto São Paulo x Galo da Libertadores e Ronaldinho brilhou apenas na semana passada, quando comandou o toque de bola e a busca de espaços para seu time, que tinha onze contra dez em campo. E ainda fez – olha o lance de craque aí – um gol de cabeça.

No primeiro jogo, em Minas, não jogou bem mas deu o golpe do copinho de água. É o que eu digo sobre duelo injusto. O volante faz seu papel o tempo todo, sua dois litros e meio e, quando vai respirar em uma cobrança de lateral, esquece que não há impedimento e vê o craque dar o passe preciso e precioso para o gol de Jô. 

 Na vitoria do São Paulo, Ronaldinho não conseguiu atuar bem e foi Ganso quem mostrou que o craque sempre vence. Sofreu marcação implacável de Pierre até o final, quando recebeu, de costas, fez o giro e tocou para Osvaldo, na direita, em lance que resultou em gol de Ademílson. 

Impedir que Ronaldinho jogue é fundamental para o São Paulo. Ele é o único armador do Galo. É ele quem municia os atacantes: Bernard, Tardelli, Jô, Luan ou quem for escalado. Se não jogar, os outros têm seu trabalho muito prejudicado. O São Paulo tem dois meias, é mais trabalho para os volantes do Galo. 

Ronaldinho vai achar uma solução. Perderá alguns lances, Wellington vai deixar o campo com a sensação de dever cumprido, vai ser elogiado, mas é muito provável que o craque vença um, dois, três duelos que serão transfomados em gols. E em classificação.

Este é um tipo de contraposição – suor x talento, disposição x toque, falta x drible – que está se tornando anacrônico. Para o bem do futebol, não deveria haver volantes que só marquem. E nem meias que só criam. Um bom volante deveria criar problemas para Ronaldinho também. Sair para o jogo e obrigá-lo a correr atrás. Mas não é o que se verá hoje. Wellington não cria. Ronaldinho não marca. É uma briga gostosa de se ver mas está na contramão do futebol atual.

Melhor para o Galo.


Ceni merecia a vitória. E a vaga
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Rogério Ceni não merecia deixar a Libertadores da forma vexaminosa que os cinco primeiros jogos anunciavam. Seria, independentemente da torcida de cada um, ver um grande jogador deixar o torneio que sua torcida ama, assim, sem brilho, sem alegria, sem nada.

No futebol não tem essa de merecer. Nada vem de graça. Não se analisa o passado de cada um para definir se é justo ou não. Nada impediu a triste participação de Ronaldo na Libertadores, por exemplo, eliminado por um Tolima que será lembrado apenas por isso.

Nada livraria Rogério Ceni da eliminação. Apenas uma grande atuação do seu São Paulo. E ela houve, comandada por ele. Rogério, que estava falhando – e que vive muito possivelmente seu último semestre no futebol – foi perfeito. Discreto, como sempre, esteve presente quando necessário. E cobrou um pênalti de maneira fantástica, lentíssimo, coisa de quem tem confiança enorme no taco. Na sua técnica.

Rogério, um sujeito talentoso e cdf – combinação que causa muita inveja – está no jogo. Está no mata-mata. Está onde gosta. E onde merecia estar.

Foi uma vitória conseguida a partir de atitudes e situações que o time ainda não havia mostrado. Não é apenas raça, muita vontade de jogar, mas também uma qualidade técnica surpreendente de seus zagueiros e de seus volantes.

Lógico que não tivemos dois Beckenbauers e dois Redondos em campo. Não é isso. Mas Lúcio e Tolói foram muito bem no alto, um dos pontos fracos da defesa do São Paulo nos últimos tempos. E os dois volantes também surpreenderam. Marcaram muito bem Ronaldinho e ainda chegaram ao ataque. Não faziam isso há tempos.

Mesmo jogadores muito frágeis tecnicamente, como Carleto e Aloísio, estiveram bem. Ligados em campo. No primeiro tempo, o São Paulo dominou sempre com Osvaldo, pela esquerda. Era um time de uma jogada só. Cuca conseguiu reagir ao colocar o volante Serginho para marcá-lo, livrando Marcos Rocha do baile que estava levando.

No segundo tempo, o São Paulo veio com Osvaldo na direita, para infernizar a vida de Richarlyson, que já tinha amarelo. E Cuca colocou Alecsandro no lugar de Luan, para segurar mais a bola na frente e impedir o ritmo forte do São Paulo. Quando o São Paulo fez o primeiro gol, com Ceni cobrando o pênalti de Leonardo Silva em Aloísio, após passe perfeito de Osvaldo, Cuca reagiu.

Ele tirou o volante Serginho e colocou Neto Berola, um atacante, pelo lado direito. O São Paulo recuou e passou a ser dominado. Passou a apostar em um contra-ataque que definisse o jogo. Eu acho que Cuca abriu o time muito cedo, ficando um pouco exposto. A pressão aumentou com a entrada de Guilherme no lugar de Leandro Donizete. E, se a pressão aumentou, o espaço para um contra-ataque também.

Ele veio com um passe lindo de Ganso para Osvaldo, que, naquele momento do jogo, estava muito recuado, marcando Richarlyson. Quando recebeu o passe, atacou com velocidade e deu o passe perfeito para Ademilson, que havia entrado no lugar de Aloísio.

Agora, os dois gigantes vão se enfrentar no mata-mata. Foi o que esse São Paulo, sem Jadson e sem Luís Fabiano, esse São Paulo de Paulo Miranda, Carleto e Aloísio conseguiu.

Um presente para Rogério Ceni. Ele merece mais do que ninguém


Palestrino Leandro está virando ídolo. São-paulino Wellington se recupera
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O garoto Leandro está fazendo alguns palmeirenses acharem que a a sua vinda já valeu a saída de Barcos. Rondinelli, Leo Gago e Vilson seriam apenas complemento. Brincadeira, é claro. O que tem muita gente considerando é que ele e o argentino fariam uma grande dupla no ataque do Verdão.

Leandro é rápido, toca bem e finaliza com precisão. Bom para um atacante, não? Mas não é só isso. É jovem, capaz de fazer um gol em Santa Cruz de la Sierra no sábado e outro em Campinas no domingo. Não se machucou até agora, não tem problemas físico, enfim, é um trabalhador 100%, não falta nunca.

Tem mais. Leandro é palmeirense. E para o palmeirense, a história será contada assim: o garoto estava no bem bom lá no Grêmio e aceitou vir jogar a segunda divisão com a gente. Não é bem assim, mas é o que vale. Ele deixou o Grêmio porque não tinha chances de jogar. E apostou em dar uma levantada em sua carreira em um outro time. Sorte que é o time de seu coração.

Somando tudo isso – o bom futebol, o amor pelo time e o fato de aceitar a segundona – à carência que o torcedor está sentindo, está formado o caldo de cultura para que se crie um novo ídolo. Leandro tem boas possibilidades de fazer mais que os 28 gols que Barcos fez no ano passado. Vai ser um grande destaque na Segundona. 

Para se firmar, porém, é preciso evoluir sempre. Vejamos o caso de Wellington, do São Paulo. Garoto vindo da base, sofreu uma contusão grave e algumas ótimas partidas. Em um de seus primeiros jogos, anulou Conca, então grande destaque do Fluminense. Estavam aí os elmentos para se firmar e virar ídolo.

Não deu certo. É um jogador útil, sem dúvida, mas – e ele mesmo reconhece – não aprendeu a apoiar, chutar e cabecear (o que pode ser perdoado), que são qualidades imprescindíveis para um volante moderno.

Contra o Botafogo, ele deu um passo rumo à redenção. Aproveitou-se que havia apenas 19 jogadores em campo – 10 do São Paulo e nove do Botafogo – e não se intimidou ao ver um grande latifúndio à sua frente. Pegou a bola e foi para o ataque. Chegou perto da área do Botafogo, tocou para Aloísio e se apresentou para fazer o gol. Perfeito. Aloísio preferiu finalizar, mas a jogada de Wellington foi a melhor do jogo.

Foi um sinal de que pode melhorar. Pode crescer. Não deve ficar sempre restrito a carrinhos e passes curtos, o cardápio básico de volantes que passam pelo futebol e são lembrados apenas pelo suor deixado em campo e por um ou outro cartão vermelho.


Denílson tem última chance
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O rendimento de Denílson não está agradando Ney Franco. O jogador, que terminou o ano marcando forte e arriscando chutes de longe no ataque, caiu muito. O gol que fez contra o Palmeiras está mais para uma bela exceção do que alguma coisa mais constante. Está jogando de forma tímida, com passes laterais e sem força de marcação. Jogou muito mal contra o Strongest e há muita desconfiança de que o jogador não está se cuidando fora de campo.

Como Wellington também não é o tipo de volante que se aproxima da ára adversária – pelo menos não se aproxima com bons resultados – o São Paulo está jogando com um “buraco” no meio campo, entre os volantes e os meias. Ou o meia.

Contra o Arsenal, na quinta-feira, a vitória será perseguida desde o primeiro minuto. Ney Franco pretende marcar sob pressão a saída de bola dos argentinos, com Aloísio e Osvaldo, pelas pontas. Se o gol demorar a sair, Denílson pode dar lugar a Ganso, como foi contra o Strongest.

Outra possibilidade cada vez mais forte é a entrada de Fabrício. Ele agradou muito na partida contra o Penapolense. Jogou de forma dura, deu combate e acertou a maioria dos passes. Além dessas qualidades, Fabricio foi contratado para dar mais personalidade ao time, ser uma espécie de segundo capitão, pois o primeiro fica no gol. Ficou um ano recuperando-se de contusões seguidas e entra em 2013 com novo ritmo. É um perfil guerreiro, que faz falta ao time.

O jogo de quinta-feira é considerado de seis pontos. Se vencer, o São Paulo chega a seis e deixa o Arsenal com zero pontos. Todos acreditam que, nessa situação, será bem mais fácil vencer o jogo na Argentina, diante de um adversário animicamente muito abalado.


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